Relax: Charge o elefante e a formiguinha – Ui delícia, assim você me mata – Os Havaianos

Devo confessare que a idéia não foi minha, mas me pareceu ótima para uma charge!

Ouça a música caso não entenda a piada….

A FORMIGUINHA E O ELEFANTE

A formiguinha queria atravessar um rio, mas como não sabia nadar e era muito pequenina pediu pro elefante.
- Seu elefante, o senhor pode me ajudar a chegar lá na outra margem do rio?
E o elefante:
- Tudo bem, lindinha, senta no meu lombo que eu te levo num instante.
Chegando lá, a formiga falou:
- Ah, muito obrigada, seu elefante! O senhor foi tão gentil!!!
E o elefante:
- Que muito obrigada, que nada, pode ir abaixando a calcinha aí!!!

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BOMBA!!! Guerra na OAB volta a ferver. Jarbas Vasconcelos quer obrigar Ophir Cavalcante a apresentar faturas detalhadas dos gastos com cartões corporativos. E movimento “OAB de Todos” articula ato contra permanência de Ophir no CNJ.

O clima esquenta novamente na OAB.

Na próxima quarta-feira, 25, o presidente deposto da OAB paraense, Jarbas Vasconcelos, ajuíza processo, em Brasília, para obrigar o presidente nacional da entidade, Ophir Cavalcante, a apresentar faturas detalhadas dos gastos com cartões corporativos na sua administração.

Quem conta é o blogueiro Zé Carlos Lima (http://zecarlosdopv.blogspot.com/2012/01/intervencao-na-oab-para-para-esconder.html).

Também segundo ele, a OAB paraense, ainda sob intervenção, vem sendo palco de um verdadeiro “desmonte” e de perseguições a funcionários.

E no dia 31 de janeiro, advogados  do movimento “OAB de Todos” prometem realizar um ato, às 14 horas, em frente ao Conselho Federal, em Brasília, pedindo o afastamento de Ophir Cavalcante do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Perereca recebeu, por email, um panfleto eletrônico de convocação para esse ato. O documento é publicado na íntegra, abaixo, mas com a preservação da fonte, conforme solicitado.

Ei-lo:

“No Dia 31 de Janeiro, o Conselho Federal da OAB fará um ato em defesa da competência do CNJ. Nós do movimento OAB DE TODOS faremos um ato pedindo o afastamento de Ophir do CNJ.

Ophir é acusado de receber a maior remuneração paga à carreira de Procurador do Estado do Pará, cargo que ocupa sem trabalhar há 14 anos, o que contraria dispositivo expresso do regime jurídico único dos servidores estaduais.

Ophir é acusado de advogar contra e a favor de entes estatais, da administração direta e indireta do Estado, mesmo estando licenciado do cargo.

Quer dizer, ele está cedido para a OAB quando se trata de exercer o múnus do seu cargo, mas se o Estado remunera seu escritório, o bravo causídico está disponível…

Assim procede seu sócio, Thales Pereira, Procurador do Estado cedido ao Gabinete do Governador como assessor especial, onde, de fato, assessora o Pai de Ophir, ex-presidente nacional da OAB e agora, Consultor Geral do Estado.

Ophir também é acusado de obter sucessivas licenças para tratar de assuntos particulares, prorrogadas e prorrogáveis  por longos  12 anos, do cargo de professor de direito do trabalho da Universidade Federal do Pará.

Também, foi acusado de ter contratado o seu escritório pelo Pai, quando Chefe da Procuradoria da UFPA, para defender em juízo os interesses do Reitor e da Instituição.

Ophir foi acusado de instituir o cartão corporativo na OAB/Pará e usá-lo indevidamente, sem comprovação de gastos e gastos indevidos. A sua prestação de contas não comprova as despesas que relaciona e por isso, depois de auditadas pela atual gestão da OAB, foi remetida ao Conselho Federal para serem revisadas.

Com base em todos esses fatos e a forte repercussão na imprensa nacional, o Presidente Jarbas Vasconcelos pediu no dia 12 de Dezembro, o afastamento de Ophir do cargo de Presidente do Conselho Federal até que os fatos fossem apurados.

Até agora, o Conselho Federal não se manifestou!

A Diretoria insiste em blindar um morto-vivo, sem condições morais de prosseguir! Uma vergonha à advocacia brasileira!

Por isso, denunciamos a finalidade do ato do Conselho Federal em defesa do CNJ. Quem dirige o CF não quer fortalecer o CNJ, mas manipular politicamente a situação vivenciada pelo Judiciário em proveito próprio da diretoria da OAB.

Trata-se de tentar ressuscitar o prestígio do Presidente da OAB, hoje metido em vestes rotas, fraco e empalidecido frente à nação!

Entendemos que só um CNJ forte será capaz de vencer os desafios que lhe são postos. E não acreditamos que mantendo o assento constitucional de um Presidente da OAB atolado em denúncias de improbidade possa contribuir para a defesa da autoridade moral do CNJ.

Por isso, em defesa do CNJ: FORA OPHIR!

Convocamos todos os amigos, advogados e advogadas, para estarem conosco neste ato cívico, onde pediremos o afastamento do assento constitucional do Presidente nacional da OAB do CNJ, podendo a OAB indicar outro conselheiro para substituí-lo, bem como, cobrar explicações do pedido de afastamento do advogado Ophir da Presidência da nossa Instituição.

O Ato será realizado no dia 31, às 14 horas nas portas do Conselho Federal!

OAB de TODOS”

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Reprovados em duas disciplinas do exame da OAB devem fazer novas provas: teste acontece em março #examedeordempeloMEC

Decisão judicial do MPF-TO garante que candidatos reprovados nas provas prático-profissionais em Direito Penal e Direito Constitucional do V Exame de Ordem Unificado, da Ordem dos Advogados do Brasil, poderão realizar novas provas nestas disciplinas sem qualquer custo adicional. As novas provas devem ser aplicadas até o dia 25 de março, inclusive.
Redação
Sherlyton RibeiroOrdem dos Advogados do Brasil

Ordem dos Advogados do Brasil

Os candidatos reprovados nas provas prático-profissionais em Direito Penal e Direito Constitucional do V Exame de Ordem Unificado, da Ordem dos Advogados do Brasil, poderão realizar novas provas nestas disciplinas sem qualquer custo adicional. A medida é consequência de ação civil pública proposta pelo Ministério Público Federal no Tocantins em face do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil e da Fundação Getúlio Vargas. As novas provas devem ser aplicadas até o dia 25 de março, inclusive.

A inicial da ação foi apresentada requerendo a anulação da questão referente à prática profissional da prova de Direito Penal e da questão nº 3, letra b, de Direito Constitucional, com a consequente distribuição dos respectivos pontos a todos os alunos. Alega o MPF/TO que houve erros materiais nas duas questões mencionadas e que o tempo de prova não teria sido o mesmo para todos os candidatos. Além de diversos termos de declaração, denúncias on line e reclamações via internet juntados ao processo, a própria Fundação Getúlio Vargas reconheceu as erratas nas provas de Penal e Constitucional, e concedeu tempo adicional aos examinandos.

A decisão judicial considera que a existência de erros materiais não ensejam a nulidade do exame, já que todos os candidatos se vêm submetidos à mesma situação, mas questiona as providências tomadas em relação aos equívocos. Em comunicado emitido pela própria FGV, as erratas nas duas provas ocasionaram concessão de tempo adicional a todos os examinandos, mas, segundo a sentença, o aviso referente à medida dificilmente ocorreu de modo uniforme em todos os rincões do país. Em algumas localidades, sequer foi concedido tempo adicional, fatos que permitem reconhecer a não observância ao princípio da isonomia.

Embora reconheça a violação ao princípio da isonomia, a decisão judicial considera que a atribuição dos pontos referentes às provas anuladas a todos os candidatos possibilitaria que um candidato fosse aprovado em Direito Penal ainda que houvesse completado apenas dez por cento da prova. No caso da prova em Direito Constitucional, a medida poderia distorcer a finalidade do exame, argumentos que embasam a concessão de nova oportunidade aos reprovados nas duas disciplinas.

O deferimento parcial ao pedido de antecipação de tutela do MPF/TO também considerou que o pronunciamento judicial somente ao final do processo poderia trazer consideráveis prejuízos aos examinandos, já que o exame da ordem visa o regular exercício da profissão de advogado, ficando estes candidatos privados de sua prática profissional. (Da assessoria)

 

Fonte: robertatum 

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BOMBA!!! ROUBOS DE DOMÍNIOS NA INTERNET POR EMPRESA QUE USA ROBOS

No dia 13/01/2012 fui criar um domínio para minha esposa na internet.

O domínio se chamava www.chapadinha.com.br ou www.chapadinha.com. Após fazer as pesquisas vimos que o domínio estava livre. Não havia estes endereços. Nem no google e nem nos sites como 100br.com, superdomínios.org, nem no wordpress inclusive a estençao do próprio provedor www.chapadinha.wordpress.com.

No final o provedor do wordpress registrou  http://chapadinhadotcom.wordpress.com/ nome diferente do que havimas cadastrado. Tentamos modificar o nome pelo wordpress, mas agora o nome chapadinha já aparecia como registrado.

Continuamos tentando nos dois dias seguintes.

Então tentamos registrar o domínio www.chapadinha.com pelo wordpress. O site ficou rodando e rodando por muito tempo e não acontecia nada. Utilizamos outro navegador e tentamos novamente. Os mesmos resultados. Depois fomos tentar o domínio www.chapadinha.com.br tentamos inclusive nos sites 100br.com e superdomínios.org e eis que derrepente apareceu que o domínio estava registrado.

Procuramos novamente páginas dos endereços na internet e nada. Percebemos então que o domínio www.chapadinha.com.br havia sido criado na data em que haviamos tentado registrá-lo ou seja DATA DA CRIAÇÃO 15/01/2012 e DATA DE EXPIRAÇÃO 15/01/2012.

Assim, esperamos até as 24:00hs para tentarmos reaver nossa idéia.

Passadas as 12 badaladas noturna fomos procurar na internet para ver o que havia e se o domínio ja estava liberado e eis a surpresa:

Foi criada uma página, ao que tudo indica, por um programa tipo robo, página esta que não havia conteúdo, mas comente algumas propagandas e uma proposta de venda do domínio em questão.

Para adquirir o referido, deveriamos passar por uma espécie de leilão virtual onde se daria um lance inicial e sabe-se lá o que viria depois.

Uma empresa que parece ser americana “SEDO” parece estar por trás do golpe.

http://www.sedo.co.uk/search/details.php4?domain=chapadinha.com.br&language=pt&et_sub=150&partnerid=14460&et_cid=15&et_lid=16727&origin=parking

Copiamos as páginas conforme segue:

http://www.100br.com/consultar.whois.php

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Juízes marginais, uma classe corporativa (leia-se quadrila) que não pode ser punida #BandidosDeToga

Os podres Judiciário  permaneceram ocultos por mais de 26 anos após a ditadora.

Agora vemos frustadas  suas perspectivas de virem a tona.

Mas o Juiz já não é mais visto como uma pessoa idonea pela população que começa a cair na real.


Venda de retardamento ou adiantamento de processos, de sentenças, de decisões isoladas ou em conjunto inclusive em altos tribunais, arrogância, assédio moral e processual, abuso de poder, auto-defesa coletiva da impunidade tudo isto desvela uma nova classe de marginais impunes que até então  era desconhecida por nossa sociedade
.

 

 

Lobby de juízes impediu CNJ de pôr fim à farra das verbas milionárias 

Ex-conselheiro conta que tentou, sem êxito, votar proposta para regular pagamentos

FAUSTO MACEDO – O Estado de S.Paulo

O lobby de associações de magistrados e a pressão dos tribunais puseram abaixo iniciativa do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) de editar resolução para pôr um fim na farra de desembolsos milionários à toga. Em 2011, “pelo menos duas ou três vezes”, sem êxito, o então conselheiro Ives Gandra da Silva Martins Filho levou a plenário uma proposta para disciplinar a liberação de pagamentos de verbas acumuladas.

“Eu levei a matéria a plenário e pediram para adiar, eram pedidos de associações de magistrados e de Tribunais de Justiça, alguns presidentes de tribunais me procuraram colocando suas preocupações”, relata Gandra Filho.

Aos 52 anos, ele é ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST) desde 1999. Por dois anos exerceu a função de conselheiro do CNJ, entre julho de 2009 e junho de 2011.

Supercontracheques são alvo de uma frente de investigação sem precedentes do CNJ.

Aqui e ali magistrados se rebelam à inspeção. Alegam que os valores lhes são devidos, por férias não desfrutadas, vencimentos pagos com atraso e outras situações.

Em São Paulo descobriu-se a “turma do milhão”. São desembargadores que receberam quantias superiores R$ 1 milhão.

Fonte: Estadão

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A embaçada transparência da OAB #examedeordempeloMEC #bandidosdetoga


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O Presidente nacional da OAB quer, segundo o Painel do jornal “Folha de S. Paulo” de hoje, mobilizar a CNBB e conseguir mais de um milhão de assinaturas pró-CNJ, em defesa da transparência do Poder Judiciário. Ele poderia mais, e antes, contudo.

Poderia, presidindo essa poderosa Corporação de Ofício, verdadeiro cartel que impede milhares de bacharéis de advogarem, monopolizando aquilo que se denominou de ‘capacidade postulatória’ (como se apenas os Advogados fossem capazes de postular…), abrir as contas de sua própria entidade.

Poderia dizer se recebe algum benefício enquanto está a frente dela. Se os demais Conselheiros da Seção Federal também recebem. E mais: se os presidentes e conselheiros estaduais percebem alguma benesse, a justificar disputas tão aguerridas pelo comando da entidade, nos mais diversos entes da Federação.

Poderia dizer qual a arrecadação anual da OAB; quanto disso decorre das contribuições; quanto dos obrigatórios exames para ingressar na Ordem; quanto vêm das taxas de mandato, e quais são as demais fontes de custeio da entidade.

Poderia jogar luzes nas despesas que a Ordem tem em todo o país, e qual a razão dela, sendo tão rica e poderosa, ocupar espaços gratuitos nos fóruns do país todo (os quais, como se sae, mal dão para suportar a estrutura cartorária e os milhões de processos, muitas vezes guardados em banheiros e corredores).

Poderia explicar por que não faz da implantação efetiva das Defensorias Públicas uma bandeira da OAB, eis que referido órgão prestaria à população carente o essencial direito de defesa, bem como o direito de ação nos casos realmente necessários.

Poderia explicar por que pretende deslocar o gerenciamento das verbas destinadas ao convênio da Defensoria com a OAB/SP para a Secretaria da Justiça, amputando ainda mais a Defensoria Pública no Estado mais rico da Federação.

Poderia justificar por que seus advogados propõem ações vãs, apenas na expectativa de receber certidões de honorários, uma vez que estão vilipendiados pelo inchaço profissional, decorrente da proliferação de Faculdades de Direito – fato que conta com a omissão complacente dos dirigentes da OAB.

Poderia justificar por que prefere fazer o exame da Ordem a fiscalizar as condições dos cursos de Direito; ou seja: por que não garante ao cidadão um ensino condigno, exercendo seu papel de agente fiscalizador dos cursos jurídicos no Brasil.

Poderia explicar qual a natureza jurídica desse cartel que preside: se é entidade privada, se é pública e, afinal, por que razão não se submete às regras de licitação para comprar e contratar.

Ao fim e ao cabo, poderia tratar de jogar luzes sobre a entidade que preside, antes de apontar os dedos para quaisquer dos Poderes da República – todos eles fiscalizados pelos demais Poderes, por Tribunais de Contas, pelo Ministério Público – além da fiscalização processual, por meio dos recursos cabíveis (quando a questão é jurisdicional).

Poderia ainda, e finalmente, defender o fim do corporativismo a partir da extinção de seus próprios Tribunais de Ética e Disciplina, permitindo que juízes e promotores públicos julgassem e aferissem a ética e o comprometimento de cada Advogado.

Em suma, poderia deixar de ser hipócrita, e fazer a sua parte

Transparência não é bandeira, não é carta de princípios: é ação. É prestação de contas que se faz no dia-a-dia. É assunção de responsabilidades, e não oba-oba na mídia, como se se tratasse de cortina de fumaça para desviar atenção do que realmente importa: a conduta de cada instituição, no País que queremos.

Boca do Inferno.

Postado por: Carlos Zamith Junior em Direito
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MSN de um Bacharel sem pedigree

Estive em conversa com um velho companheiro pelo MSN.

Dei uma saidinha e após voltar e ver o texto me pareceu interessante publica-lo substituindo o seu verdadeiro nome.

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AMIGO FULANO DE TAL diz

Inácio, tudo bem? Pelo jeito, continua o mesmo, hem?  Não sabia que tinha aliados no STF, poderoso Inácio. Espero que tudo esteja bem por aí. Estou resolvendo alguns problemas, tentando contato com alguns amigos do PY, na tentativa de adquirir alguns equipamentos. Fique com Deus. Grande abraço, Amigo Fulano.

Inacio Vacchiano diz

Ola Amigo Fulano

Espero que esteja feliz…

De que aliados vc fala?

AMIGO FULANO DE TAL diz

Minhas provas e expiações não são das mais fáceis, mas, de coração, agradeço a Deus por tudo o que a Vida me tem ensinado.

Ora, se há traidores, esses estavam na conta de aliados, não é?

Inacio Vacchiano diz

rsrsrsrrrsrrsrsr

AMIGO FULANO DE TAL diz

Não é para rir não, é pra chorar mesmo. Infelizmente, não damos conta da infinitude de nossa pequenez, conquanto sempre haja aqueles que se julgam grandes…

Tudo bem por aí?

Inacio Vacchiano diz

Para mim a grandeza deles não passa de um monte de coco.

Tudo bem.

AMIGO FULANO DE TAL diz

Inácio, não desdenhe o coco, ou cocô, porque tudo tem um fim útil na obra da Criação.

Inacio Vacchiano diz

Realmente você está certo, pois o coco serve de adubo. Temos que valorizar o coco. rsrsrsrs

AMIGO FULANO DE TAL diz

Isso, isso mesmo. Sabe, um dia o Chico Xavier, depois de uma dura de seu Mentor Espiritual, reclamou: – O que eu sou então, um verme? E Emmanuel, prontamente, lhe disse: Jamais menospreze o verme, porque é obra da Criação Divna com funções específicas e úteis para a economia da Vida.

Inacio Vacchiano diz

Palávras sábias. Mande-as aos ministros. Que agora ficaram sem comparativos….

AMIGO FULANO DE TAL diz

Pelo jeito, esqueceu-se da história de Lázaro, não é? Eles têm pernas, escolhem seus próprios caminhos, ir à fonte da Vida é iniciativa pessoal e intransferível. A Providência não concede privilégios ou facilidades, é preciso acender a própria luz, o que se faz com o esforço pessoal de cada dia.

Inacio Vacchiano diz

Estes Ministros violam as leis dos homens a as espirituais, se estão lá hoje, seus atos dizem que chegaram lá surrupiando…

AMIGO FULANO DE TAL diz

Inácio, estou estudando e esperando uma resposta. Na verdade, baixando algumas aulas, estudando e esperando a tal resposta.

Inacio Vacchiano diz

?

AMIGO FULANO DE TAL diz

Não se preocupe, não existem vítimas na ordem das coisas, a cada um segundo suas obras. Por isso mesmo, não se preocupe, o princípio da semeadura é inexorável: quem plantou, colherá.

Inácio, aqui, começou a esquentar de novo. Ando tossindo, mas terei de ligar o ventilador um pouco. Retomarei o estudo. Estou angustiado esperando a tal resposta, que demora…

Grande abraço, fique em paz, Inácio.

Inacio Vacchiano diz

Ok amigo, bons estudos!

AMIGO FULANO DE TAL diz

Abraços. Muita paz e luz em 2012.

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Milagre ao alcançe da ciência: Limonada com bicarbonato cura o câncer!

Tomar limonada como água todos os dias, acrescentando uma “colherinha” de bicarbonato é melhor.

O Limão (Citrus limonun Risso, Citrus limon (L.) Burm.., Citrus medica) é um produto milagroso para matar as células cancerosas. É 10.000 vezes mais forte do que a quimioterapia.

Por que isto não é divulgado?

Porque há organizações interessadas em encontrar uma versão sintética que lhes permita obter lucros fabulosos.

Mas, a partir de agora você pode ajudar um amigo que precise informando-lhe que deve beber suco de limão com bicarbonato de sódio para prevenir a doença.

Seu sabor é agradável. E, é claro, não produz os efeitos terríveis da quimioterapia.
E se você tiver lugar plante um pé de limão no seu quintal ou jardim.

Todas as partes da árvore são úteis.

A próxima vez que você quiser beber um suco, peça ou faça-o de limão natural, sem conservantes.

Quantas pessoas morrem, enquanto este segredo tem sido bem
guardado só para não colocar em risco as utilidades multi-bilionárias das grandes corporações?

Como você bem sabe o limoeiro é uma árvore pequena e baixa. Não ocupa muito espaço.
É conhecido pelo nome de limoeiro, pé de limão, lima (em alguns lugares), llimona (cat) limoiaritz (eusk).

É uma fruta cítrica que vem em diferentes formas. Sua polpa pode ser consumida diretamente ou é usada normalmente para fazer bebidas, sorvetes, doces e assim por diante. O interesse desta planta é devido a seus fortes efeitos anti-cancerígenos. E embora lhe sejam atribuídas muitas outras propriedades, o mais interessante sobre ele é o efeito que produz sobre os cistos e tumores.

Esta planta é um remédio comprovado contra o câncer de todos os tipos e o bicarbonato vai mudar o Ph do seu organismo. Alguns dizem que é de grande utilidade em todas as formas de câncer.

É considerado também como um agente anti-microbiano de amplo espectro contra infecções bacterianas e fungos que vivem em lugares ácidos. Acrescentando bicarbonato de sódio em sua limonada você altera o Ph do seu organismo; é eficaz contra parasitas internos e vermes, regula a pressão arterial elevada e é antidepressivo, combate a tensão e os distúrbios nervosos.

A fonte desta informação é fascinante: ela vem de um dos maiores fabricantes de remédios do mundo, que afirma que depois de mais de 20 testes de laboratório realizados desde 1970, ficou provado que o extrato:

1 – Destrói as células malignas em 12 tipos de câncer, incluindo câncer de cólon, de mama, de próstata, de pulmão e do pâncreas …

2 – Os compostos desta árvore mostraram atuar 10.000 vezes melhor, retardando o crescimento das células cancerosas do que a adriamicina, uma droga quimioterápica, normalmente utilizada no mundo.

3 – E o que é ainda mais surpreendente: este tipo de terapia, com o
extrato do limão e bicarbonato, destrói apenas as células malignas do câncer e não afeta as células saudáveis.

Instituto de Ciências da Saúde, L.L.C. 819 N. Charles Street Baltimore, MD 1201.

Fonte: Embora não tenhamos encontrado o site originário desta informação, constatamos que está circulando em diversos sitios nacionais e internacionais, inclusive de ciências no tratamento contra o Cancer. Citamos o site:  http://www.cancers.biz/ para efeito de indicação.

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BOMBA!!! CNJ tem que fiscalizar a OAB, que é uma caixa preta”, diz Ajufe #bandidosdetoga

Associação dos Juízes Federais quer ampliar atuação do CNJ para que ele investigue recursos da OAB e puna advogados

Texto:

Foto: Ajufe

Presidente interino da Ajufe, Fabrício de Castro

O presidente interino da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), Fabrício Fernandes de Castro, disse ao iG que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) deveria ter suas atribuições ampliadas para fiscalizar, além do judiciário, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). De acordo com ele, a entidade é uma “caixa-preta” e, apesar de ser uma autarquia, não presta contas de seus recursos.

Leia também: Decisão sobre poderes do CNJ racha Supremo
Decisões contra o CNJ fortaleceram o órgão, avalia ex-conselheiro

“A OAB é obscura, é uma caixa-preta. É uma autarquia mas não presta contas ao Tribunal de Contas, e cobra anualiadade de todos os advogados, uma contribuição que é obrigatória. Ela também não faz concurso para contratar pessoal. E não temos notícia de advogados que é punido quando desvia a conduta”, disse.

O presidente interino ainda afirmou que “diversas” reclamações sobre advogados chegam ao judiciário. Entre as quais destacou a apropriação indébita de recursos ganhos em ações por parte dos advogados.

“Há diversos casos em que o advogado se apropria do que é do cliente. Ao invés de repassar o dinheiro ganho numa ação judicial, ele retém. O CNJ deveria ter capacidade de punir esse tipo de coisa também”, disse.

Para justificar a necessidade de ampliar o escopo de atuação do CNJ para a OAB, Fabrício diz que a Constituição é “imperativa” ao citar que a advocacia é “imprescindível à administração da Justiça”.

“Como parte do sistema judiciário, a OAB também deveria se submeter ao CNJ. O CNJ tem advogados em sua composição, nada mais coerente que fiscalizar também os maus advogados que, como no caso dos Tribunais, acredito que são poucos”.

Passeata

A manifestação do presidente da Ajufe se dá após a divulgação de uma passeata em favor dos poderes de investigação do CNJ, que vai ser promovida pela OAB. Para Fabrício, o ato, para além do apoio ao Conselho, é, na verdade, uma afronta à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que numa liminar interrompeu uma investigação contra juízes de São Paulo.

“A OAB está realizando um ato contra o STF. Isso é grave e vai contra o Estado Democrático de Direito, contra a República. A OAB não quer respeitar a autoridade do STF”, disse.

Contra o CNJ

A Ajufe é contra a possibilidade do CNJ julgar processos disciplinares contra juízes antes que a corregedoria do Tribunal local se manifeste. Para a associação, o CNJ só poderia agir em caso de omissão ou ausência da corregedoria local.

“Não defendemos a impunidade, quem erra tem de ser punido. Mas sem desrespeitar o devido processo legal. O CNJ só pode agir em caso de omissão da corregedoria local, nunca antes disso”, destacou.

Defensores do CNJ, contudo, avaliam que impedir o Conselho de “puxar” casos que estão nos Tribunais enfraquece o órgão. Ele foi criado justamente devido à lentidão das corregedorias locais ou suspeitas de corporativismo na hora de colegas de Corte punirem os magistrados nos Tribunais regionais.

Fonte: ultimosegundo.ig

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Os traidores do STF e o esvaziamento do CNJ: futuro nas mãos de Cármen Lúcia e Rosa Weber #bandidosdetoga

CNJ: futuro nas mãos de Cármen Lúcia e Rosa Weber

Em 2012, Supremo deve delimitar competências do conselho; posição da maioria dos ministros já é conhecida, mas voto das duas juízas é incógnita

Motivo de muita discórdia na magistratura desde que o órgão passou a operar, em 2005, as competências do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) serão por fim delimitadas pelo plenário do Supremo Tribunal Federal no começo de 2012. Em 19 de dezembro, na véspera do recesso forense, o ministro Março Aurélio Mello suspendeu liminarmente vários poderes do conselho, entre eles o de abrir investigações contra juízes. É o mérito dessa ação que será julgado ao que tudo indica, em fevereiro.

Março Aurélio explicitou sua opinião na liminar. Mas, ao longo dos anos, quase todos os ministros do STF já deram indicações claras do que pensam sobre o assunto. O site de VEJA consultou decisões individuais proferidas pelos ministros em ações relacionadas ao CNJ e conversou com alguns deles para entender o rumo que os debates devem tomar. Hoje, cinco juízes tendem a restringir a atuação do CNJ e quatro votariam por lhe dar poderes amplos. Os votos de Carmen Lúcia e da recém-empossada Rosa Weber serão fundamentais para decidir a questão.

Há dois grupos bem delineados no tribunal. São em princípio favoráveis à manutenção dos atuais poderes disciplinares do CNJ Carlos Ayres Britto, Joaquim Barbosa, Gilmar Mendes e José Antonio Dias Toffoli. No lado contrário situam-se Março Aurélio Mello, Ricardo Lewandowski, Cezar Peluso e Celso de Mello.

Luiz Fux é descrito por integrantes de ambos os grupos como alguém à procura de um meio termo. Ele tem trabalhado com a ideia de que as corregedorias estaduais devem ter um prazo para investigar juízes suspeitos de irregularidades. Só depois de vencido esse prazo o CNJ poderia atuar. Na prática, isso equivale a retirar do órgão a prerrogativa de iniciar uma inquirição e por isso Fux está mais próximo do grupo que entende ser necessário limitar as atribuições do conselho.

Para os próprios ministros, os votos de Carmen Lúcia e Rosa Weber permanecem uma incógnita. Por ser a mais nova integrante da corte, a ministra Rosa Weber é a primeira a votar e não será surpresa se pedir vista do processo.

Competência - Os debates no STF deverão girar em torno da seguinte questão: o CNJ tem competência subsidiária ou concorrente? A primeira hipótese significa que só cabe ao CNJ atuar quando uma das mais de sessenta corregedorias dos tribunais brasileiros não se mostrar capaz de resolver uma questão disciplinar. A segunda hipótese quer dizer que investiga ou pune quem vier primeiro seja o conselho, sejam as corregedorias. Mas a escolha que os ministros vão fazer entre os dois tipos de competência não é apenas técnica.

“Toda concentração de poder é perniciosa”, disse Março Aurélio Mello ao site de VEJA. “Se ganhar contornos de um super-órgão, o CNJ não vai apenas atropelar a autonomia político-administrativa dos tribunais, mas se verá tentado a fazer as vezes do Congresso Nacional. Em sua decisão do dia 19, o ministro proibiu o conselho de ditar regras disciplinares para os tribunais brasileiros, afirmando que a Constituição não o autoriza a transformar os tribunais”em meros órgãos autômatos”.

Março Aurélio também abordou, em mais de um ponto, o perigo de o CNJ alterar regras previstas na Lei Orgânica da Magistratura e, com isso,”se substituir ao legislador”. Em seu despacho, o ministro citou longamente uma decisão anterior do colega Celso de Mello, que defende que o CNJ só pode agir de maneira subsidiária.

Entre aqueles que desejam livrar o CNJ de maiores restrições, Dias Toffoli explicitou sua posição em um mandado de segurança com palavras duras. Segundo ele, o órgão é necessário para subtrair das” elites judiciais locais “a capacidade de se autocontrolar. Na mesma linha de crítica ao corporativismo, um ministro que pediu para não ter seu nome citado diz que é preciso substituir no Judiciário a” cultura dos bastidores “pela” cultura da transparência “.

Esse mesmo ministro desenvolve a tese de que a autonomia dos tribunais estaduais deve ser pensada em relação aos outros poderes, o Legislativo e o Executivo, mas não em relação a uma instituição do próprio Judiciário.”O poder Judiciário é uno. Não se pode falar em quebra de autonomia no controle do CNJ sobre tribunais”, diz ele.

Sigilo -”O julgamento sobre o poder disciplinar do CNJ será um divisor de águas na história recente do Judiciário”, diz Carlos Ayres Britto. Mas outra ação que envolve o conselho será apreciada pelo STF nos primeiros meses de 2012 e seu desfecho certamente é aguardado com ansiedade pela corregedora Eliana Calmon.

No mesmo dia em que Março Aurelio Mello limitou os poderes do CNJ, Ricardo Lewandowski, em outra liminar, suspendeu uma inspeção do órgão sobre a movimentação financeira de quase 217 000 servidores da Justiça ligados a 22 tribunais estaduais. O CNJ requisitou e obteve dados bancários e fiscais do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).

Por isso, o mandado de segurança acusa o órgão de promover uma devassa na vída íntima de magistrados e servidores,” como se todos fossem suspeitos da prática de conduta criminosa “, e ainda de invadir a competência da Polícia Federal e do Ministério Público.

Seguiu-se uma grande celeuma. A hipótese de que o CNJ tenha tido acesso a informações do próprio Lewandowski e ainda de Cezar Peluso uma vez que os dois são egressos do Tribunal de Justiça de São Paulo fez com que o presidente do STF reagisse de forma acerba. Em nota à imprensa, Peluso afirmou que uma investigação da Corregedoria Nacional de Justiça dirigida a ministros do Supremo constituiria um”flagrante abuso de poder passível de punição na forma da lei”.

O tiroteio não parou aí. Na quinta-feira, as três principais associações de juízes do país pediram que a conduta da corregedora Eliana Calmon fosse, ela mesma, objeto de averiguação. Acossada, Eliana retornou às pressas a Brasília e concedeu uma entrevista na qual se disse vítima de”linchamento moral”.

José Cruz/ABr

Discussão - O sigilo bancário e fiscal deverá ficar no centro da discussão no STF. Mais exatamente, a possibilidade de a Receita ou ao Banco Central compartilharem informações com outros órgão públicos, como o CNJ. Numa decisão recente, de dezembro de 2010, o plenário do Supremo disse não a essa possibilidade.

Março Aurélio, relator dessa ação, resume o entendimento da maioria da seguinte forma:”O sigilo é um direito fundamental que a Constituição protege. Essa é a regra. Para que se abra uma exceção, é preciso pedir a intervenção do Judiciário, que vai averiguar se existem motivos para isso.”É uma linha de raciocínio que protege mais o cidadão contra o olho do estado.

Mais uma vez, há dissidentes. Votaram no sentido inverso os ministros Dias Toffoli, Ayres Britto e Cármen Lúcia. Todos pensam que as instituições públicas devem ter a possibilidade de”conversar” e trocar informações, desde que se leve em conta que o dever de manter o sigilo se transfere de uma para outra juntamente com os dados.

Em outras palavras, o que não se pode aceitar é o vazamento das informações para fora da administração pública. Por essa linha de raciocínio que dificilmente prevalecerá a corregedoria do CNJ não cometeu nenhuma ilegalidade ao requisitar os dados dos magistrados e servidores. Mas mesmo os juízes que adotam esse ponto de vista podem não apoiar a corregedoria caso não fique evidente que seu pedido se baseou em denúncias ou indícios concretos de irregularidade nessa hipótese, ficaria mesmo configurada uma espécie de devassa.

Não é nada improvável, portanto, um cenário em que o CNJ terá o seu poder de investigar fortemente restringido a partir de 2012. Resta saber se, além disso, os atuais integrantes do Conselho, e principalmente da corregedoria, terão de ler nas entrelinhas de cada decisão do STF uma amarga censura à maneira como, nos últimos tempos, desempenharam seu trabalho.(www.veja.com.br)

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