Deputado Ricardo Barros defende fim do Exame da OAB. #FimDaReservaDeMercadoDaOAB


Deputado Ricardo Barros defende fim do Exame da OAB

OAB do PR classifica projeto como “irresponsável”. Barros alega que Exame é “inconstitucional”.

Deputado Ricardo Barros defende fim do Exame da OAB
Escrito por Guilherme Zimermann

O deputado federal Ricardo Barros (PP) apresentou no inicio do mês, parecer favorável à seis projetos de lei que eliminam a necessidade de realização do Exame da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) para o exercício da advocacia. Em nota, a OAB do Paraná classificou a decisão como “irresponsável e inconsequente, por pretender acabar com um dos melhores filtros para o exercício qualificado da advocacia”.

Em entrevista à Rádio Club de Palmas, sul do Paraná, nesta quinta-feira (27), o parlamentar defendeu a proposição, afirmando que é de responsabilidade do Poder Público a avaliação e autorização do ensino do país. “A OAB não é Poder Público. Não cabe a ela avaliar os alunos, ver se eles estão ou não em condições de exercer a profissão.”, afirmou.

Salientou que as instituições de ensino superior, avaliadas e aprovadas pelo Ministério da Educação (MEC) devem oferecer todo o suporte para que os formandos tenham condições de praticar a advocacia. Apontou casos de estudantes, que após muitas dificuldades, concluíram sua formação, porém, não puderam exercer a profissão por não ter passado no Exame da Ordem. “Se a OAB tem preocupação com a qualidade de ensino do Direito no Brasil, ela deve cooperar com o MEC e, a partir daí, fazer uma gestão dos cursos que não são qualificados para que sejam descredenciados”, opinou.

Citou o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que apoia o fim da obrigatoriedade do Exame e que já tentou inserir mudanças no processo. Reconheceu que o assunto deve ser debatido de forma ampla, inclusive com a participação do ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, que estará presente em audiência na Câmara dos Deputados para prestar esclarecimentos sobre o formato da avaliação dos estudantes do ensino superior. “O argumento básico que nós temos é esse – a inconstitucionalidade da lei que instituiu o Exame da Ordem como obrigação para obtenção da carteira profissional.”, defendeu.

Veja o Audio Player em: http://www.rbj.com.br/geral/deputado-ricardo-barros-defende-fim-exame-da-oab-2404.html

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O condor passa! Uma lição que poucos podem receber…


Há um tipo de conhecimento que não é possível transmitir por palavras. Então vem a arte e escancara o que não dá para falar…

Como Filósofo Cabalista, tenho algo importante a transmitir. Estou sendo cobrado a repassar o que recebi. A tempo do inicio da obra se aproxima.

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Estagiária de Direito atua dentro da OAB como se fosse uma advogada. #FimDaReservaDeMercadoDaOAB


OAB Piauí está sendo acusada de já ter posto fim ao Exame da Ordem ao admitir na classe não inscrita.


A 'advogada' e o presidente da OAB. Se ela pode, por que os outros também não podem?

A ‘advogada’ e o presidente da OAB. Se ela pode, por que os outros também não podem?

Última terça-feira (25), o 180 trouxe à tona a matéria titulada “Situação de Alano Dourado na OAB seria incompatível com o seu cargo”, o que fez com que – é a ideia que estão passando – silenciasse o Tribunal de Ética e Disciplina da Ordem. Não se sabe até agora se ele agiu ou não de ofício para apurar essa situação do ex-secretário de Educação do governo de Zé Filho – candidato à reeleição que tinha o atual presidente da OAB, Willian Guimarães, como advogado.

Uma outra situação, não menos emblemática, é a da ainda não advogada Angélica Coelho Lacerda, que atua como se advogada fosse, sendo que sequer concluiu o Exame da Ordem. Seu nome ainda figura, por exemplo, no resultado definitivo da 1ª Fase, que é a prova objetiva, com a respectiva convocação para a 2ª fase do teste, em uma lista oficial datada de 21 de agosto de 2015.

QUALQUER UM PODE APRESENTAR-SE COMO ADVOGADO?
A OAB, no entanto, apresenta em várias ocasiões em seu site, a ainda não advogada… como advogada. O que se pode inferir é que na atual situação, e com um silencioso Tribunal de Ética, qualquer um pode se passar por advogado. O que para a classe, ou melhor, os mais sérios na classe, é gravíssimo. Então, quem sustenta essa situação dentro da Ordem, presidente Willian Guimarães?

Zeloso para com a causa do advogado será certo que ele tomará as devidas providências. O problema é que em uma das notícias veiculadas no site da instituição, titulada “OAB-PI prestigia fortalecimento dos Conselhos Estaduais em solenidade”, Angélica Coelho é quem representa a Ordem em um evento. Vá entender.

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“Representando a OAB-PI, Angélica Coelho destacou a importância do encontro. ‘Esse evento foi de suma importância, uma vez que possibilitará a integração entre a sociedade civil por meio dos movimentos sociais e instituições governamentais. A Ordem sempre exerceu ações voltadas para a sociedade em geral, agora a finalidade é integrá-la ao Fórum Interconselhos para contribuir com as políticas públicas do governo do Estado’, declarou Angélica Coelho”, diz trecho de uma notícia publicada no dia 19 de maio de 2015.

ISSO NÃO É ESTELIONATO, FALSIDADE IDEOLÓGICA, EXERCÍCIO ILEGAL…?
Tempos atrás, quando da escolha do nome para o Conselho Nacional Justiça (CNJ), este jornalista se deparou com a real ética que membros do atual grupo à frente da Ordem parecem emanar, bem elástica por sinal. Mas, ainda que conhecedor de algumas práticas, e vendo-se o atual comportamento do Tribunal de Ética da instituição que já teve anos dourados, ficam alguns questionamentos.

Se passar por um advogado sem ser advogado não seria estelionato? Mais: e o que acontece com aqueles que, dentro da instituição, apoiam essa prática? Por que um advogado que não tem ‘pistolão’ não pode desfilar como advogado sem antes ser aprovado no Exame da Ordem e os mais próximos do poder podem? Isso não é falsidade ideológica? Ou, como dizem, exercício ilegal da profissão?

É algo que o Tribunal de Ética precisa apurar, sob pena da credibilidade da Ordem se esvair de vez, frente a uma geração cada vez mais contestadora e que pouco acredita nas instituições.

LIGADA AO PSB
A advogada também é filiada ao PSB e foi candidata a uma vaga na Assembleia Legislativa do Piauí com o número 45451, na coligação “Para o Piauí Seguir Mudando”. Como se o Piauí não mudasse apenas na mídia, e porque ela é paga.

O estranho é que o atual presidente da OAB era um dos advogados à disposição do candidato a senador pelo PSB, Wilson Martins.

MATÉRIAS À DISPOSIÇÃO DO CONSELHO DE ÉTICA… É SÓ SOLICITAR
O 180 dispõe de inúmeras matérias em que a estagiária é apresentada pelo próprio site da instituição como que sendo “advogada”, sem nenhuma restrição, sanção, ou qualquer tipo de punição.

Elas estão à disposição do silente Tribunal de Ética da OAB. Para ajudar mais ainda a este órgão, se disponibiliza o link de uma matéria direto para o site da Ordem.
A expectativa, no entanto, é saber o que acontecerá primeiro. Alguém dentro da OAB, vai pedir para tirar essa matéria da Ordem do ar, ou uma apuração rigorosa será realizada pelo Tribunal de Ética da Casa?

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Ao link: OAB-PI prestigia fortalecimento dos Conselhos Estaduais em solenidade.

AH, SE O PRESIDENTE DA CÂMARA SOUBER…
Para quem vive às turras com a OAB, o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB), tem no Piauí um bom exemplo de que o Exame da Ordem realmente não é tão importante assim não.

Porque aqui, como se vê, basta se formar e ter amigos dentro da instituição e pronto, já se é advogado apto até para representar a OAB em eventos importantes.

Um belo incentivo para os jovens esquecidos advogados.

Repórter: Rômulo Rocha

Publicado Por: Rômulo Rocha

Fonte: 180graus.com

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Parlamentares discutem fim da obrigatoriedade do Exame da OAB #FimDaReservaDeMercadoDaOAB


Apenas um em cada cinco bacharéis em Direito, inscritos no último Exame da Ordem, foi aprovado .

No último dia 11 de agosto, data em que é comemorado o Dia do Advogado, o deputado Ricardo Barros (PP-PR) apresentou à Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania parecer favorável a cinco projetos de lei que acabam com a obrigatoriedade do exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para o exercício da advocacia. Apenas um em cada cinco bacharéis em Direito, inscritos no último exame da OAB, foi aprovado.

Para discutir esse assunto, o programa Brasil em Debate recebe os deputados Ricardo Barros(PP-PR) e Wadih Damous (PT-RJ).

Apresentação – Fabiana Melo

 

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ALERJ – FRENTE PARLAMENTAR CRITICA OAB E EXIGE FIM DE EXAME PARA BACHARÉIS. #FimDaReservaDeMercadoDaOAB


Com o objetivo de apoiar a extinção da prova da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e alertar a sociedade quanto a uma série de dúvidas, falhas e injustiças que envolvem o tema, foi lançada, nesta sexta-feira (11/04), a Frente Parlamentar contra o Exame de Ordem da OAB, no Plenário Barbosa Lima Sobrinho da Assembléia Legislativa do Rio. “A OAB está sendo responsável pelo desemprego de quase quatro milhões de bacharéis em Direito, que estão tendo cerceada a garantia de exercer a profissão. Esse exame não reflete, verdadeiramente, a qualidade do profissional.

Teremos um trabalho árduo e de longo prazo”, revelou o presidente da frente, deputado Flávio Bolsonaro (PP). O desembargador Luiz Eduardo Rabelo aproveitou o evento para alertar sobre a inconstitucionalidade da prova. “O exame teria que ser criado por lei e regulamentado pelo presidente da República, não por um deputado federal”, pontuou. O desembargador disse ainda que esse exame contraria diversos dispositivos constitucionais, que atribuem competência às universidades e ao Poder Público. “Além de impedir o exercício da profissão pelo bacharel, que é assegurado pela Constituição, esse exame impede a realização de alguns concursos públicos. Outra questão que deve ser abordada é que o Governo federal criou o Prouni e o financiamento estudantil para facilitar o acesso de jovens a universidades.

O financiamento estabelece o início do pagamento do empréstimo para seis meses após o término do curso”, indicou Rabelo, acrescentando que a obrigatoriedade da aprovação no exame da Ordem impede muitos estudantes de exercer a profissão e, com isso, terem rendimentos para arcar com o empréstimo. “Esse aspecto político pode sensibilizar o Supremo Tribunal Federal (STF) em relação à causa”, explicou. Para o deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ), o interesse da OAB em relação ao exame é puramente econômico. “Seria favorável à realização do exame se ele fosse dividido ao longo dos cinco anos de curso, e sem qualquer tipo de contribuição financeira por parte do estudante.

O que a OAB quer é arrecadar o valor referente à taxa do exame. Isso é que precisa ser discutido e revisto”, defendeu. Segundo Jair Bolsonaro, a OAB foi convidada e não mandou representante. “Que democratas são esses que não admitem ou respeitam uma posição contrária a seus interesses? Se o que aconteceu hoje aqui fosse uma sessão de julgamento, das duas uma: ou a OAB seria condenada à revelia ou, caso estivesse presente, sofreria uma derrota memorável, pois os fundamentos e argumentos levantados por esses bacharéis em direito, que a OAB julga serem incompetentes, convenceriam até os mais ignorantes, inclusive os burocratas da OAB”, provocou Bolsonaro. A promotora de Justiça Dora Beatriz da Costa do Ministério Público assegurou que a prova não define um bom profissional. “Ofereço inúmeras denúncias contra maus profissionais diariamente. Esse exame é inútil para definir a qualificação de um profissional. A sociedade precisa se conscientizar em relação a isso”, constatou.

Segundo o coordenador regional do Movimento Nacional dos Bacharéis de Direito – RJ, José Valadão, o grupo não é contrário à OAB ou a profissionais do Direito em particular. “Esta luta é em favor da dignidade do bacharel e pela democracia. Não somos contra uma instituição à qual queremos pertencer. Entendemos que esse exame fere de morte a OAB e, por isso, lutamos pela sua extinção”, emendou Valadão.

O presidente nacional do Movimento Brasil dos Bacharéis em Direito, João Antônio Volante, fez denúncias relativas à utilização da taxa paga para a realização do exame. “Sabemos que essa verba tem sido utilizada para o financiamento de campanha de alguns deputados federais”, condenou. Os deputados Paulo Ramos (PDT), Natalino (DEM) e José Nader (PTB) participaram do evento e manifestaram o seu apoio à criação da frente, da qual também fazem parte os deputados Glauco Lopes (PSDB), Marcos Abrahão (PSL) e Dionísio Lins (PP).

Fonte: http://www.alerj.rj.gov.br/common/noticia_corpo.asp?num=25030#sthash.meiLIDpl.dpuf

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Hilario: Advogados da OAB não sabem distinguir Juízo para entrar com ações. #FimDaReservaDeMercadoDaOAB


Vejam só  que contradição. O Sindicato dos advogados (OAB) que exige exame de proficiência de Bacharéis, e agora quer quer exigir de Juízes, Promotores, Delegados e não consegue distinguir o juízo correto para entrar com uma ação que trate das Leis de trânsito.

Cobram o que eles mesmos não conseguem fazer. E o pior, pasmem:  em matéria constitucional. O assunto que qualquer advogado deve saber mais do que qualquer outra coisa.

Vê-se que se trata mesmo é de reserva de mercado, pois com “adevogados” tão analfabetos a solução mesmo é tirar todo mundo do mercado, caso contrário a “GREI” do sindicato dos advogados vão mesmo é limpar o chão dos Bacharéis; que atualmente não podem Advogar em razão da reserva de mercado imposta por um bando de almofadinhas que nasceram em berço esplendido e mediante tráfico de influencia e polpudos numerários impedem a todo custo que pessoas mais capazes os coloquem em seu devido lugar.

A reserva de mercado é necessária para que os incompetentes não morram de fome.

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DECISÃO DA JUSTIÇA PAULISTA

OAB-SP enviou ação contra redução de velocidade nas marginais para instância errada

Igor Truz | São Paulo

Processo deveria ser proposto na Justiça Federal, afirmou juiz; para especialista, erro cometido geraria reprovação no Exame de Ordem.

Nesta quarta-feira (19/8), o juiz Anderson Suzuki, da 11ª Vara da Fazenda Pública do TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo), rejeitou a Ação Civil Pública proposta pela OAB-SP (Ordem dos Advogados do Brasil em São Paulo) que contestava a redução do limite de velocidade das marginas Tietê e Pinheiros na cidade de São Paulo. Segundo a decisão, a entidade errou ao entrar com o processo na Justiça Estadual.

Creative Commons

Novos limites de velocidade reduziram número de acidentes e congestionamentos nas marginais

A falha foi levantada pela defesa do município de São Paulo. A prefeitura apontou que o caso deveria ser apresentado à Justiça Federal. A tese foi acolhida pelo magistrado. No acórdão, o juiz destaca que, em 2006, o STJ (Superior Tribunal de Justiça) determinou que os presidentes de seccionais da OAB exercem função delegada federal.

“Acolho a preliminar de incompetência da Justiça Estadual para o julgamento desta ação, por entender que a Ordem dos Advogados do Brasil constitui um serviço público independente, categoria impar no elenco das personalidades jurídicas existentes no direito brasileiro, com atribuições institucionais eminentemente federais, tendo a Justiça Federal como competente para julgar a presente ação, nos termos do artigo 109, inciso I, da Constituição Federal”, decidiu Suzuki.

Para o presidente do Ibradd (Instituto Brasileiro do Direito de Defesa), Roberto Parentoni, o erro cometido foi grave. Segundo o especialista, se um candidato ao Exame de Ordem cometesse um erro parecido em uma prova do certame, seria reprovado.

“A Diretoria da OAB-SP cometeu um erro crasso, que desmoraliza toda a Advocacia do Estado de São Paulo. Todo bacharel em Direito que não acertar o endereçamento de uma peça processual para o tribunal correto será reprovado na 2ª Fase do Exame de Ordem, porque isso é básico no exercício de nossa profissão. A Advocacia bandeirante não pode mais ficar nas mãos de dirigentes que só trazem danos irreparáveis à imagem e credibilidade de nossa classe”, disse Parentoni.

A redução dos limites de velocidade nas marginais completa um mês de vigência nesta quinta-feira (20/8). Segundo determinação da Prefeitura Municipal, desde o dia 20 de julho a velocidade máxima permitida nas pistas expressas passou de 90 km/h para 70 km/h; na central de 70 km/h para 60 km/h; e na local de 70 km/h para 50 km/h.

Números divulgados pela CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) ontem (19/8) apontam que o número de acidentes nas marginais caiu 30% desde a implantação das novas velocidades. Entre 20 de julho e 14 de agosto, 78 pessoas se feriram em colisões ocorridas nas vias. No mesmo período do ano passado, o número era de 110 feridos.

Ainda de acordo com a Companhia, o primeiro mês da medida também registrou uma redução de 10% nos índices de congestionamentos das marginais.

painelacademico.uol

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Sindicato OAB requer PEC para reserva de mercado contra Magistrados e Promotores. #FimDaReservaDeMercadoDaOAB


O Brasil é o único lugar do mundo em que um sindicato consegue levar ao congresso, que representa mais de 200 milhões de habitantes,  uma PEC com a finalidade de reserva de mercado, eliminando inclusive os que possuem aptidão tacitamente comprovadas.

Parece que o tiro está sindo pela culatra, pois até os ministros do STF, que legislaram negativamente em favor desta aberração chamada OAB serão vítimas de sua criação.

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PEC: Magistrados e Promotores que queiram advogar depois de se aposentarem terão que fazer o Exame da OAB

Responsive imageNo caso do Exame de Ordem, o autor justificou que a modificação é necessária para garantir o respeito ao princípio da isonomia entre os profissionais habilitados a advogar.OAB & CIA
BRASÍLIA – Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 399/14, desarquivada – desde fevereiro de 2015, está parada na Câmara dos Deputados, conforme apurou o site Justiça em Foco. O requerimento de desarquivamento(103/2015) é de autoria do Deputado Wilson Filho (PTB-PB). O autor da proposta é o ex-deputado Moreira Mendes (PSD-RO).
A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 399/14, que passa a exigir do bacharel em Direito, no mínimo 30 anos de idade e três anos de atividade jurídica para ingresso nas carreiras de juiz, promotor e delegado da Polícia Federal e Civil.
Exercício da advocacia – Exame de Ordem 
A proposta também modifica o texto constitucional para condicionar o exercício da advocacia por promotores, magistrados e delegados, inativos ou aposentados à prévia aprovação em Exame de Ordem, hoje aplicado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), autorizado pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
Exame de Ordem – Princípio da isonomia
No caso do Exame de Ordem, o autor justificou que a modificação é necessária para garantir o respeito ao princípio da isonomia entre os profissionais habilitados a advogar. “Aqueles que não são promotores ou juízes necessitam de prévia aprovação no Exame de Ordem para exercer o ofício da advocacia, inclusive se quiserem se tornar juízes ou promotores no futuro, enquanto as categorias citadas são dispensadas de prestar o exame se quiserem advogar”, disse Moreira Mendes na época da apresentação da PEC.
A PEC terá impacto maior, na carreira dos delegados da Polícia Federal e da Polícia Civil, em que atualmente não é exigido tempo mínimo de atividade jurídica, idade mínima, nem tampouco prévia aprovação em Exame de Ordem como pré-requisito para exercer a advocacia ao se aposentarem.
Maturidade intelectual
Em relação à idade mínima, o autor da proposta, o ex-deputado Moreira Mendes (PSD-RO), afirmou na época, que a atual ausência de restrição tem levado pessoas cada vez mais jovens a participar dos processos seletivos.
“É desejável que, para as carreiras de magistrado, de promotor e de delegado, os candidatos tenham uma maturidade intelectual e social mais expressiva, ou seja, que tenham mais vivência para atuar proferindo decisões que refletem na vida das pessoas”, justificou Moreira Mendes.
(PEC 399/2014 apensada à PEC 25/2011)
        Fonte: Da redação (Justiça em Foco).
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Cuidados na hora de (como) escolher uma casa para alugar.(?)


Só de pensar em mudanças, na maioria das vezes já dá um desanimo, salvo se a situação atual for tão ruim que qualquer coisa parece melhor. Contudo a pressa pode fazer com que o que é ruim fique inda pior.

Para ajudar, relacionamos abaixo algumas dicas a serem observadas na hora de escolher um novo imóvel para alugar.

Localização:

Inicialmente a escolha do locar deve levar em consideração o local onde se trabalha, pois, se for muito distante o valor economizado no aluguel será repassado com a condução, seja ônibus, gasolina, etc. É preciso fazer os cálculos.

Outra questão refere-se a violência local. Há regiões que são mais propensas a assaltos, furtos, agressões.

Certifique-se de que a região não está sujeita a alagamentos. No lado de fora, no pé do muro, na calçada é possível ver a altura em que as águas sobem. Prefira locais mais elevados.

Segurança da residência:

Se for casa, veja se possui cerca elétrica e/ou alarme, se há grades nas janelas e portas, altura dos muros.

Tamanho da imóvel:

Deve atender as necessidades peculiares de cada família. Quem não tem tempo para muita limpeza ou poucos recursos para pagar uma empregada deve procurar uma casa ou apartamento menor.

Alias, os apartamentos por não terem quintais individuais são muito bom neste sentido.

Barulhos nas ruas:

Cuidado com ruas movimentadas, pois seu sossego pode chegar ao fim e até provocar alguma doença nervosa.

É muito comum nas cidades aqueles motoqueiros que tiram o miolo das motos, na maioria dos casos são motos furtadas/roubadas, desmontadas e remontadas. Infelizmente o serviço público não tem fiscalizado como deveria seja, em rigor ou em frequência.

Outra questão que deve ser bem observada é se em sua cidade existem aqueles veículos que fazem propagandas de estabelecimento pro meio de carros de som. Geralmente o fazem em altura superior a 80 decibéis, o que é proibido.

Trata-se de um tipo de propaganda que faz com que o consumidor fique com verdadeiro ódio do comerciante que o patrocina, mas infelizmente ainda é muito utilizado nas pequenas cidades.

Quem mora principalmente nas regiões norte e nordeste não conta com um serviço de fiscalização que é praticamente zero, e as pessoas estão tão acostumadas a viver sem Lei que o próprio Ministério Público não atua.

Assim, prefira ruas com pouco movimento salvo se goste de barulho.

Estrutura da residência:

Verifique o reboco das paredes. É muito comum que casas mais antigas ou mesmo em construções novas feitas por grandes empreiteiras que se utilizem pouco cimento na composição da argamassa, de modos que retirando a pintura, por baixo sobre apenas areia. Isto será um bom problema na hora de colocar moveis, prateleiras parafusadas nas paredes.

Confira as se nas paredes ascendem humidade do chão. São casos graves que consomem as paredes, a pintura é que exigem a retirada do reboco e feitura com materiais impermeabilizantes.

Rede elétrica:

Confira se a quantidade de circuitos é suficiente e se o disjuntor do padrão é compatível. Um circuito e fiação incompatível, sem aterramento pode aumentar o consumo de energia e/ou danificar aparelhos, computadores, etc.

Um padrão com disjuntor geral de cerca de 30 ou 40 amperes é aceitável. Em uma pequena residência utilizam-se um disjuntor para cada ar condicionado, um para o chuveiro, outro para as lampadas, outro para as tomadas em geral e um para as tomadas da cozinha.

Assegure-se de que há pontos de luz, tomadas suficientes.

O reparo de uma instalação elétrica mal feita pode ficar entre 1 e 2 aluguéis.

Instalações hidráulicas:

Verifique ainda se há vazamentos nas torneiras, no vaso de descarga onde é muito comum e o reparo costuma ser caro, em alguns casos, estupidamente, o preço de uma caixa acoplada.

Certifique se o tamanho da caixa d’água atende as suas necessidades, coloque no contrato as informações fornecidas pelo corretor ou proprietário, assim, caso faltem com a verdade pode-se exigir que a realidade se adeque ao contrato, podendo inclusive ser enquadrada como manutenção necessária com desconto no aluguel caso não seja providenciado.

Veja sé ha contas em atraso, tanto de água quanto de luz.

Coleta do lixo:

Verifique se não há terrenos baldios ao lado ou próximo onde os moradores despejam lixo, águas empoçadas. Pergunte aos vizinhos a periodicidade do serviço público de coleta de lixo.

Conheça seus vizinhos:

Um mal vizinho pode virar caso de polícia. Caso esteja próximo de uma decisão, antes de dar a palavra final veja quem está ao seu lado.

Bares por perto pode significar movimentação e atividades indesejáveis, som alto.

Igreja Evangélica. Nada contra qualquer religião, muito pelo contrário. Contudo morar próximo de uma igreja evangélica é indesejável até para seus fieis. Som alto, vigílias, possibilidades de assédio, etc. Na prática prega-se amor ao próximo mão não o respeito a este. Se a residência estiver em frente a igreja, o culto será dentro de sua casa. Vale lembrar que raramente os 80 decibéis são respeitados pelos servos do Senhor.

É interessante que hajam por perto, padarias, supermercados, ponto de ônibus, quitanda, açougues.

Sempre que possível privilegie o comercio local, caminhões de rua. A distribuição de renda sempre beneficia a todos.

Imobiliárias:

Em cidades pequenas pode ocorrer o monopólio de uma ou outra imobiliária que está nas mãos de uma família local e como todos se conhecem e precisam uns dos outros não se propõe a enfrenta-las. Observa-se inclusive práticas desleais e super tabelamento de imóveis.

Outras imobiliárias fazem mais exigências do que tomar empréstimo em uma instituição financeira, são verdadeiros absurdos.

É muito comum que imobiliárias, loucas por lucros ilegítimos, atrapalhem mais do que ajudem o cliente a resolver seus problemas.

A saída é sair em zigue-zague procura de uma placa e falar diretamente com o dono do imóvel ou procurar na internet, redes sociais, se sua cidade comporta estes recursos.

BOA SORTE!

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Estive ausente por estar sem Internet.


Ola pessoal!

Estive ausente por um bom tempo por estar em trânsito e sem Internet, conforme já havia comunicado anteriormente.

Em minha caixa tem cerca de 700 e-mails para serem lidos.

As coisas estão se ajeitando, estamos fazendo alguns últimos ajustes mas já estaremos novamente postando as publicações.

Os colegas podem mandar as novidades para divulgação.

Abraço fraternal!

 

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Janot precisará ser avaliado por 8 investigados para continuar como PGR. #FIMdaCORRUPÇÃO


Apos a aprovação de 80% do colegiado dos Membros do Ministério Público, 799 votos, Rodrigo Janot teve o aval da Presidente Dilma Russef, agora será avaliado na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado.

Vejam só o absurdo, além de ter que ter o Aval do Presidente da República que lhe possibilita escolher quem melhor convenha, aquele que menos dano lhe cause, possibilitando assim um acordo de engavetamento de processos, o Procurador da República será ainda que SER AVALIADO POR 8 INVESTIGADOS do esquema de corrupção da Petrobrás.

Colocar marginais para avaliar um Procurador da República que inclusive tem o poder de ação sobre os processos que correm contra os mesmos é uma verdadeira ofensa ao povo Brasileiro.

Estes parlamenteares teriam que no mínimo pedir o afastamento desta avaliação. Mas como no Brasil bandidos, sem moral e sem vergonha viram políticos, não há o que esperar desta gente.

É muito difícil, odioso e humilhante para o cidadão ter que engolir este tipo de situação.

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