Sem pedir a benção da OAB, ex-juízes não podem advogar. O caso Joaquim Barbosa. #FimDaReservaDeMercadoDaOAB


Hipocrisia, vingança, despeito, ambição desenfreada e inconsequente pelo poder e pelo dinheiro são só alguns dos pouco adjetivos que podem ser atribuídos para o Sindicato da OAB como resultado dos seus próprios atos.

As vezes fazem alguma bondade em um gesto, como o de uma peneira que quer tapar a luz do sol, a fim de dizerem a sociedade e se convencerem a si mesmos que são “bons”.

Mas a raiz espiritual, a alma da OAB são de puras trevas e esquerdos conciliábulos. Apenas a goétia – para os que nela creem – poderia justificar a manutenção de um poder tão imundo e ainda assim, sólido. Em um evidente atraso, retenção às leis de ação e reação, que aprisionados em um pressão centrífuga espera o momento exato do ponto de saturação para ser liberado.

Mas lembremos que quanto maior a força represada, maio o estrago causado com seu rompimento.

A natureza nos ensina que uma fruta cai de maduro quando atinge o momento ideal de seu desprendimento e quando as forças que a mantem ligada a sua matriz torna-se menor do que a força que vem do exterior, no caso a gravidade, e, ocorre então a soltura do fruto.

Uma vês atingida certa maturidade, seja na matriz ou no chão, as larvas de tanto se multiplicarem não encontram mais lugar dentro da fruta e começam a por a cabeça pelo lado de fora. Então temos a certeza que a entropia se disseminou a tal modo que começou a demostrar sua degradação.  E por fim com o fim da fruta, morrem também os vermes.

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DIREITO DE ADVOGAR

Leia defesa de Joaquim Barbosa contra impugnação a registro na OAB

Por Felipe Luchete

Na tentativa de retomar sua inscrição número 3.344 de advogado no Distrito Federal, o ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa reconheceu ter mantido “posição crítica” em relação à advocacia enquanto atuava no Supremo Tribunal Federal, mas disse que sua conduta não o impede de exercer a função que antes criticava. A declaração está em defesa apresentada à seccional da Ordem dos Advogados do Brasil na última sexta-feira (17/10), depois que seu pedido de carteira foi alvo de impugnaçãodo presidente da OAB-DF, Ibaneis Rocha.

Para Rocha, o ministro aposentado não se encaixaria em uma das regras do Estatuto da Advocacia, pois algumas de suas medidas e falas seriam contrárias à classe e tirariam sua “idoneidade moral”. Como a análise do pedido cabe à Comissão de Seleção da seccional, e não ao presidente, Barbosa (foto) foi intimado para dar sua versão sobre as alegações.

Atualmente fora do país, o ex-presidente do STF chamou para defendê-lo um velho conhecido: o advogado e ex-colega de universidade Marco Antonio Meneghetti, do Meneghetti, Maranhão, Maciel & Trigo Advocacia. Ele e os demais sócios da banca afirmaram à Comissão de Seleção da OAB-DF que a atuação do ex-ministro no processo do mensalão gerou polêmica e envolveu “ideologias e paixões”.

Mesmo assim, alegaram ser unânime o entendimento de que Barbosa age de boa-fé. O grupo disse ainda que ele tem tanto apreço pela advocacia que decidiu voltar à área depois de “encerrar o ciclo de serviço ao Judiciário”, por vontade livre, muito antes de completar os 70 anos que o fariam impedido de continuar na magistratura.

Críticas posteriores
O principal argumento dos advogados é que nenhum dos fatos apontados no pedido de impugnação renderam ações penais ou cíveis contra Barbosa, nem levaram a procedimentos disciplinares. Assim, não faria sentido usar esses episódios só agora para negar que o ex-presidente do STF trabalhe como advogado.

Em 2006, ele apontou possível “caso de tráfico de influência” ao comentar que havia recebido várias ligações em sua casa do ex-presidente da corte Maurício Corrêa sobre um caso que tramitava no Supremo. O presidente da OAB-DF avaliou que a declaração associou Corrêa a um crime. Já os advogados de Barbosa disseram que, se “o principal interessado” não fez nada, “transcorridos cerca de oito anos, não há como entender a relação de causalidade entre o fato narrado e a imputação de idoneidade moral”.

Neste ano, ele ainda expulsou da tribuna o advogado Luiz Fernando Pacheco, defensor do ex-presidente do PT José Genoino. Como o episódio ocorreu em Plenário, na presença de outros colegas e do procurador-geral da República, os advogados afirmaram que qualquer ato ilícito ou ofensivo teria gerado consequências legais.

Rocha reclama ainda que Barbosa foi contra a isenção de despesas para a OAB na manutenção de salas dos advogados nos fóruns, em votação no Conselho Nacional de Justiça. Para Meneghetti, “votar contra ou a favor de um tema que interesse aos advogados não pode ser tido como conduta inidônea”. Ainda segundo ele, “o rigor característico do requerente no trato das questões processuais não pode ser classificado como falta de idoneidade”.

Novos passos
O caso ainda não tem resposta oficial da Comissão de Seleção da OAB-DF. Mesmo que a maioria de três membros reconheça a existência de “inidoneidade moral”, a negativa da inscrição ainda não é automática. Essa definição só pode ser declarada se houver apoio de dois terços do Conselho Pleno (29 dos 43 membros). Nesse caso, o interessado ainda poderia recorrer.

Clique aqui para ler a manifestação de Barbosa.

Fonte: www.conjur.com.br

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XXII Conferência Nacional dos Advogados e a inconstitucionalidade da reserva de mercado da OAB #FimDaReservaDeMercadoDaOAB


XXII Conferência Nacional dos Advogados
Constituição Democrática e Efetivação dos Direitos

vascovasconcelosPor: Vasco Vasconcelos, escritor e jurista

 

Honra-me ocupar este espaço, para congratular-me com os dirigentes da colenda Ordem dos Advogados do Brasil- OAB , bem como a plêiade de advogados, juristas, estudantes de direito  e demais operadores do direito que no período de  20 a 23 de outubro de 2014 estarão participando  da XXII Conferência Nacional  dos Advogados, no Riocentro-  Rio de Janeiro, o maior evento jurídico da América Latina, sob o tema “Constituição Democrática e Efetivação dos Direitos”, onde os maiores nomes do direito e de outras áreas abrilhantarão o mais importante fórum de debates da advocacia e da sociedade.

Assegura o art. 133 da Constituição que o advogado é indispensável à administração da justiça, sendo inviolável por seus atos e manifestações no exercício da profissão, nos limites da lei. Sendo assim por cumprir a função essencial à concretização da justiça  é   por intermédio do advogado  que se exerce o contraditório e a ampla defesa, com os meios e recursos a ela inerentes conforme está insculpido no  (art. 5º, LV-CF).

Entre os principais temas que serão debatidos no evento em tela, chamo  atenção para o  Painel 10 – Ensino Jurídico, Advocacia e Sociedade: A essencialidade do Exame de Ordem cujo Palestrante é o nobre advogado  Dr. Ophir Cavalcante Junior, ex-Presidente Nacional da OAB. O Novo Marco Regulatório do Ensino Jurídico, Palestrante: Eid Badr – Presidente da Comissão Nacional de Educação Jurídica do Conselho Federal da OAB. Fiscalização e avaliação do ensino superior, Prática Jurídica e Estágio Profissiona (…).

Roga-se que nesse importe  evento a OAB,   grande defensora os direitos humanos,  em defesa ao primado do trabalho cristalizado em nossa Constituição, encontre uma saída  honrosa  e humanitária rumo abolir de vez  escravidão  contemporânea  da OAB, substituindo o Exame de Ordem por estágio supervisionado e/ou residência jurídica, lembrando  que o Dr. Ophir  Cavalcanti um do maiores advogados deste país, não precisou submeter ao caça-níqueis da OAB, para se tornar famoso.

Há dezoito anos OAB vem se aproveitando da omissão, fraqueza e (ir) responsabilidade dos nossos governantes, notadamente do Ministério da Educação, do Congresso Nacional, da Presidente Dilma Rousseff e demais órgãos e entidades defensoras dos Direitos Humanos, para impor essa máquina de arrecadação, o caça-níqueis Exame da OAB.

Vendem-se dificuldades para colher facilidades. Triturando sonhos, diplomas e empregos de jovens e idosos, não melhorou a qualidade do ensino, até porque não atacou as causas, penalizando o lado mais fraco, ao impor tal cassino, arquitetado estatisticamente não para medir conhecimentos e sim para  reprovação em massa.

Trata-se de um exame abusivo, excludente, inconstitucional e tem que ser banido do nosso ordenamento jurídico.  Isso porque não é da competência da OAB e de nenhum conselho de fiscalização da profissão avaliar ninguém, nem legislar sobre condições para o exercício das profissões.

Art. 22 da Constituição diz: Compete privativamente a União legislar sobre ;(EC nº19/98) (…) XVI – organização do sistema nacional de emprego e condições para o exercício de profissões.

Uma verdade omitida pela mídia que censura artigos contrários a esse caça-níqueis. OAB não tem interesse em melhorar a qualidade do ensino. Se tivesse bastaria qualificar os professores inscritos em seus quadros. Recursos financeiros não faltam. São R$ 72,6 milhões, tosquiados, por ano, sem retorno social, sem prestar contas ao TCU, extorquidos por ano, com altas taxas: enquanto taxas do ENEM são apenas R$ 35, taxas do caça-níqueis da OAB, já chegaram a R$ 250, fiz reduzir para R$ 200, mesmo assim é um assalto ao bolso, haja vista que as taxas médias dos concursos de nível superior (NS), giram em torno de R$ 80, taxas do último concurso da OAB/DF, apenas R$ 75,00

Não é verdade que esse exame exige conhecimentos mínimos  do advogado recém  formado. Na realidade  OAB e FGV além de usurparem papel do Estado (MEC) notadamente art. 209 da Constituição  o qual explicita que compete ao poder público avaliar o ensino), ainda se negam a corrigir com seriedade as provas da segunda fase do X caça-níqueis Exame da OAB.

Uma excrescência tão grande que de acordo com o Blog Bocão News, levou o ex- Presidente da OAB/BA, nobre advogado Dr.  Saul Quadros Filho em seu Facebook, a fazer duras críticas à empresa que organiza atualmente o exame da OAB. De acordo com Saul Quadros Filho, a FGV comete tantos erros na confecção da prova que é preciso urgentemente cobrar da instituição o mínimo de competência. (…) Portanto, o dever do Conselho Federal é cuidar da qualidade das provas ou então aposentar o exame. (…) No atual momento o Conselho Federal tem que ser solidário e não o algoz dos que “foram reprovados” pela FGV quando, na verdade, se tem alguém que merece ser reprovada é, induvidosamente, a própria Fundação Getúlio Vargas, endureceu Quadros.

Assegura o art. 5º inciso XIII, da Constituição, É livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer. E o que diz a lei sobre qualificações profissionais? A resposta censurada pela mídia  e olvidada pelo Eg. STF,(RE 603.583) está no art. art. 29 § 1º do Código de Ética Disciplina da OAB (Das regras deontológicas fundamentais), diz: Títulos ou qualificações profissionais são os relativos à profissão de  advogado, conferidos por universidades ou instituições de ensino superior reconhecidas.

Ora nobres colegas juristas, se para ser Ministro do Egrégio Supremo Tribunal Federal – STF, não precisa ser Bacharel em Direito (Advogado), basta o cidadão ter mais de trinta e cinco anos e menos de sessenta cinco anos de idade, de notável saber jurídico e reputação ilibada (art. 101 CF)? Se para ocupar vagas nos Tribunais Superiores OAB se utiliza de listas de apadrinhados  da elite ?  Por quê  para ser advogado o bacharel tem que passar por essa cruel humilhação e terrorismo? Onde já se viu o Estado (MEC), outorgar o diploma   e um sindicato, ou conselho de fiscalização da profissão negar o registro?  Vamos abolir a escravidão  contemporânea da OAB.

Claro que devemos preservar e fortalecer as nossas instituições e é por isso que clamo pela humanização urgente da OAB, pelo fim da escravidão contemporânea da OAB, pelo direito ao trabalho. Destarte espera-se com ardor que os dirigentes da colenda OAB, persigam o elevado desiderato de recolocar a advocacia na dimensão e nos patamares de valorização e respeito que ela merece, dando exemplo de clareza, precisão e objetividade, enfim, tornando transparente todos seus gastos, inclusive o contrato firmado com a Fundação Getúlio Vargas, tudo isso em respeito aos princípios constitucionais da publicidade e transparência e outros insculpidos  no art. 37 da Constituição Federal.

Como é sabido no passado somente filhos da elite poderia ser advogado. Porém com o advento de os governos Lula e FHC e Dilma, aumentaram  o número dos cursos jurídicos em nosso país, girando em torno de 1240 faculdades de direito, doravante filhos de  trabalhador rural, guardador de carros, filhos de prostitutas, filhos de catadores de lixo, empregadas domésticas outras camadas mais pobres da população também podem ser advogados.

 

Mas os mercenários da OAB acham isso um absurdo, como pode o país ter mais faculdades de direito, bibliotecas jurídicas do que cracolândias?  E assim com  medo da concorrência, uma maneira de impedir o acesso de filhos de pessoas humildes no quadros da OAB e assim instituíram, pasme,  o grande estorvo, o  caça-níqueis Exame de Ordem.

 

O fato da existência de 1240 cursos de direito,  falta de fiscalização do Estado (MEC), extensão territorial, faculdades de  esquina, de shopping center,  de fundo de quintal,  alunos alcoólatras e/ou dependentes químicos,  conforme  argumentos  débeis utilizados pelos  defensores de plantão da OAB, não dão  poder a essa colenda entidade de usurpar atribuições do Estado (MEC).

 

Art. 43. da Lei de Diretrizes e Bases – LDB – Lei 9.394/96 “a educação superior tem por finalidade (…) inciso 2 – formar diplomados nas diferentes áreas. De acordo com o  art. 48 da LDB diz que os diplomas de cursos superiores reconhecidos, quando registrados, terão validade nacional como prova da formação recebida por seu titular.

 

Nada contra a fiscalização e melhoria dos cursos superiores. Qualidade de ensino se alcança com a melhoria das Universidades, suas instalações, equipamentos, laboratórios, bibliotecas, capacitação e valorização dos seus professores e não com um exame medíocre, para manter reserva pútrida de mercado, feito para reprovação em massa (parque das enganações), quanto maior reprovação maior o faturamento. Vende-se dificuldades para colher facilidades.

 

A Lei nº 10.861, de 2004, que institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior, o Sinaes, não possui nenhum dispositivo permitindo a interferência das corporações (OAB e demais conselhos de fiscalização da profissão),  no processo avaliativo, este da competência exclusiva do MEC para as IES que integram o sistema federal de ensino.

 

“In casu” peço “vênia” para mencionar o ponto de vista do nobre professor Vital Moreira, constitucionalista da Universidade de Coimbra em Portugal, ao se deparar sobre a situação dos advogados no Brasil  comentou:

 

“A Ordem dos Advogados, só deve poder controlar o conhecimento daquilo que ela deve ensinar, ou seja, as boas práticas e a deontologia profissional, e não aquilo que as universidades ensinam, porque o diploma oficial deve atestar um conhecimento suficiente de Direito.” Quando o Estado é fraco e os governos débeis, triunfam os poderes fáticos e os grupos de interesses corporativos. Sempre sob invocação da autonomia da “sociedade civil”, bem entendido. Invocação despropositada neste caso, visto que se trata de entes com estatuto público e com poderes públicos delegados. Como disse uma vez um autor clássico, as corporações são o meio pelo qual a sociedade civil ambiciona transformar-se em Estado. Mais precisamente, elas são o meio pelo qual os interesses de grupo se sobrepõem ao interesse público geral, que só os órgãos do Estado podem representar e promover”.

 

OAB tem que se limitar a fiscalizar os seus inscritos e puni-los exemplarmente, fato que não está acontecendo. Ora, se todas as faculdades de direito são devidamente autorizadas e reconhecidas pelo Ministério da Educação, com o aval da OAB, conforme dispõe a Lei nº 8.906/94 -Estatuto da Advocacia e da OAB -, em seu art. 54, inciso XV, conferiu à Ordem dos Advogados do Brasil a competência de “colaborar com o aperfeiçoamento dos cursos jurídicos, e opinar, previamente, nos pedidos apresentados aos órgãos competentes para criação, reconhecimento ou credenciamento desses cursos”. Se quase todos os professores são advogados, juristas devidamente inscritos nos quadros da OAB, ela também tem sua parcela de (ir) responsabilidade pela má qualidade dos cursos de direito.

 

O que deve ser feito é exame periódico durante o curso, efetuando as correções necessárias na grade curricular e não esperar o aluno se formar fazendo malabarismo, pagando altas mensalidades, sacrificando sua vida e vida dos seus familiares, enfim investindo tempo e dinheiro, para depois dizerem que ele não está capacitado para exercer a advocacia.

 

“A hierarquia de valores, o sentido profundo do próprio trabalho exigem que o capital esteja em função do trabalho e não o trabalho em função do capital” (João Paulo II, “Laborem Exercens”).

 

Depois do desabafo do Desembargador Lécio Resende então Presidente do TJDFT, Exame da OAB, ‘É uma exigência descabida. Restringe o Direito de livre exercício que o título universitário habilita”. O Desembargador Sylvio Capanema Ex- Vice -Presidente do TJRJ, afirmou num jornal carioca, “As provas da OAB estão num nível de dificuldade absolutamente igual às da defensoria do Ministério Público e, se bobear, da Magistratura”, “Posso dizer com absoluta sinceridade que eu, hoje, não passaria no Exame de Ordem”.

 

Dias depois ou seja, dia 13.06.2011 OAB por maioria dos seus pares, aprovou o Provimento n° 144/2011, dispensando do Exame de Ordem os bacharéis em direito oriundos da Magistratura e do Ministério Público. Pelo Provimento nº 129 de 8.12.2008, isentou desse exame os Bacharéis em Direito oriundos de Portugal, e com essas tremendas aberrações e discriminações ainda têm a petulância de afirmarem no horário nobre da tevê que esse tipo de excrescência é constitucional?  Ah nobre jurista Vasco Vasconcelos, nossas leis são como as serpentes: só picam os pés descalços.

 

A Constituição lusitana, no art. 13, consagra o princípio da igualdade nos seguintes termos: “todos os cidadãos têm a mesma dignidade social e são iguais perante a lei. Ninguém pode ser, privilegiado, beneficiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão da ascendência, sexo, raça, língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação econômica ou condição social”.

Como é sabido, a Constituição Federal prevê expressamente a responsabilidade do Estado perante todos os cidadãos, garantindo-lhes direitos e deveres fundamentais, abrangendo também a população que ingressa no sistema penitenciário.

 

Se os advogados condenados no maior escândalo de corrupção de todos os tempos, O MENSALÃO, têm direito a reinserção social, direito ao trabalho, porque os condenados ao desemprego pela OAB, não têm direito ao trabalho?

 

Onde está responsabilidade social da OAB?

OAB, mire-se no exemplo do CIEE. Enquanto o Centro de Integração Empresa Escola – CIEE, com meio século de atividade, se orgulha dos números que coleciona, ou seja 13 milhões de jovens encaminhados para o mercado de trabalho, dando-lhes cidadania, gerando emprego e renda, a retrógrada OAB, na contramão da história, comemora o inverso com o seu caça-níqueis Exame da OAB, calibrado estatisticamente para reprovação em massa, corroborando para o aumento do caldo da miséria, triturando sonhos, diplomas, de jovens e idosos,  gerando fome, desemprego,  depressão, síndrome do pânico e outras comorbidades diagnósticas, uma chaga social que envergonha o país, causando prejuízos incomensuráveis ao país com esse contingentes de Bacharéis em Direito (Advogados), desempregados

 

Mais um motivo para OAB antecipar o fim do Exame de Ordem. O Ministério  da Educação acaba padronizar os termos usados em diplomas. Enquanto a OAB está dificultando o acesso de milhares e bacharéis em direito (advogados), em seus quadros, quero louvar a feliz inciativa do Conselho Federal de Medicina e da Associação Brasileira de Educação Médica (Abem), em facilitar a vidas dos médicos. Querem que as 242 escolas médicas do país utilizem apenas o termo “diploma de médico” e não “bacharel em medicina”, nos diplomas que atestam a conclusão da graduação de medicina, tendo em vista que muitos profissionais têm dificuldade em obter equivalência de diplomas em outros países, quando tentam frequentar cursos de pós-graduação e programas de intercâmbio.

 

Através do Memorando Conjunto nº03/2014 –SESu/SERES/MEC, de 06/10/2014 assinado pela Secretaria de Educação Superior-Substituta e   pela Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação do MEC, dirigido ao Chefe de Gabinete  do Ministro de Estado da Educação, informa que: (…) “As universidades têm autonomia para adotar a denominação que preferirem. No âmbito do MEC, não há discussão sobre o uso dessas denominações.(…) “Cabe a à universidade, no exercício de sua autonomia, decidir se o diploma será emitido com a denominação de “Bacharel em Medicina” ou de “Médico”.” (…) “As denominações de “Médico” e “Bacharel em Medicina” são equivalentes: os diplomas emitidos com essas nomenclaturas têm exatamente os mesmos efeitos para habilitação profissional.

 

O mesmo raciocínio se aplica, mutatis mutandis, a qualquer outra profissão. Por exemplo são  equivalentes, as denominações de Bacharel em Direito e Advogado, têm exatamente os mesmos efeitos para habilitação profissional.

 

A palavra advogado é derivada do latim, advocatus. Segundo o dicionário Aurélio, Advogado é o “Bacharel em direito legalmente habilitado a advogar, i. e., a prestar assistência profissional a terceiros em assunto jurídico, defendendo-lhes os interesses, ou como consultor, ou como procurador em juízo”

 

Destarte o  fim do Exame de Ordem significa: mais emprego, mais renda, mais cidadania e acima de tudo maior respeito à Declaração Universal dos Direitos Humanos.

 

Por quê só o curso de Direito tem esse exame? Qual o motivo de médicos, engenheiros, e outras profissões, não serem submetidos a tal “v”exame? E vejam que eles trabalham com vidas humanas que em caso de erro (morte) não se Emenda a inicial como advogado. Advogado português pode atuar no Brasil sem tal exame, sem ter conhecimento da nossa legislação. Por quê? Parem de querer defender essa “excrescência” e “Extirpe” essa ultima ditadura no Brasil.

 

Respeitem Senhores os gritos nas ruas, dos Movimentos Sociais. É lamentável que os nossos governantes não aceitam  conversar com movimentos pacíficos. A voz do povo é a voz de Deus. Pesquisa realizada pela Agência Senado: Fim do famigerado Exame da OAB conta com apoio de 94,32 % dos internautas. O Congresso Nacional e a Presidenta Dilma Rousseff, não podem serem subservientes aos mercenários da OAB. Têm que respeitar as vozes roucas dos Movimentos Sociais, rumo a abolir urgente a escravidão contemporânea da OAB, aprovando o PL nº 2154/2011 do nobre Deputado Federal Eduardo Cunha- Líder do PMDB na Câmara dos Deputados. A privação do emprego é um ataque frontal aos Direitos Humanos.  (“Assistir os desassistidos e integrar na sociedade os excluídos.

 

Torna-se imperioso e urgente, o Ministério da Educação,  em respeito ao princípio da igualdade editar norma  estendendo às demais profissões obrigando as Universidades e demais instituições de ensino superior reconhecidas pelo Estado (MEC) substituir as nomenclaturas: de Bacharel em Medicina, Bacharel em Direito, Bacharel em Psicologia e doravante constar o nome da profissão: Diploma de Médico, Diploma de Advogado, Diploma de Psicólogo (…).

 

Quem forma em medicina, é médico; em engenharia, é engenheiro; em psicologia, é psicólogo; em administração, é administrador, (…) em direito, é sim advogado, podendo chegar a magistratura  outras carreiras de Estado via concurso público ou via listas de apadrinhados da elite (Quinto   Constitucional).

 

Por derradeiro lembro que  a  Constituição Federal estabelece, por meio do art. 8º (caput) e inciso V do referido artigo, é livre a associação sindical, ou seja, ninguém será obrigado a filiar-se ou manter-se filiado a sindicato.

Vasco Vasconcelos, escritor e jurista

Brasília-DF e-mail:vasco.vasconcelos@brturbo.com.br

 

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123 Deputados biônicos assumiram no lugar dos eleitos em 2011-2015. #FIMdaCORRUPÇÃO


bionicoDeputados biônicos são aqueles que não foram eleitos mas que assumiram no lugar daqueles e que o foram para algum ministério ou secretaria.

Os Deputados eleitos controlam a pasta em que exercem e tem grande influência no Legislativo, sobre aquele que está no cargo, mas que em muitos casos não obtiveram um voto sequer.

Podem ser, parentes, empresários sem carismas, ou grupos econômicos por trás de políticos, que colocam seu pivô para trabalhar por eles; seus verdadeiros patrões.

O rol pode ultrapassar 123, já que foi feita a computação apenas no último ano da legislatura.

No link abaixo costa a relação dos Deputados eleitos pela 54º Legislatura que termina em 31 de janeiro de 2015.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_deputados_federais_do_Brasil_da_54%C2%AA_legislatura

Abaixo a relação dos 123 Deputados Federais biônico que assumiram no lugar dos eleitos em 2011-2015.

Amapá Vinicius Gurgel pr
Piaui Assis Carvalho PT
São Paulo Eli Correa Filho DEM
Minas Gerais Jairo Ataide DEM
Paraná Luiz Carlos Setim DEM
Pernambuco Mendonça Filho DEM
Sergipe Mendonça Prado DEM
Minas Gerais Vitor Penido DEM
Espírito Santo Manato PDT
Rorâima Marcos Rogério PDT
Pernambuco Paulo Rubem Santiago PDT
Rio Grande do Vieira da Cunha Vieira da Cunha PDT
Minas Gerais Antônio Andrade PMDB
Ceará Danilo Forte PMDB
MATO GROSSO D Giroto PMDB
Distrito Federal Luiz Pitiman PMDB
Piaui Marllos Sampaio PMDB
Ceará Mauro Benevides PMDB
Paraiba Nilda Gondim PMDB
Paraná Odílio Balbinotti PMDB
Alagoas Renan Filho PMDB
Goias Sandro Mabel PMDB
Santa Catarina Valdir Colatto PMDB
Pernambuco Roberto Teixeira PP
Minas Gerais Toninho Pinheiro PP
Sergipe Almeida Lima PPS
Santa Catarina Carmen Zanotto PPS
Maranhão Davi Alves Silva Júnior PR
Ceará Gorete Pereira pr
Amazonas Henrique Oliveira pr
Santa Catarina Jorginho Mello pr
Rio de Janeiro Paulo Feijó pr
Maranhão Zé Vieira pr
Rio de Janeiro Zoinho pr
Pernambuco Vilalba prb
Ceará Ariosto Holanda PSB
Pernambuco Gonzaga Patriota PSB
São Paulo Keiko Ota PSB
Tocantins Laurez Moreira PSB
ACRE Antônia Lúcia PSC
Paraná Professor Sérgio de Oliveira PSC
Bahia Edson Pimenta PSd
São Paulo Eleuses Paiva PSD
Rorâima Francisco Araújo PSD
Maranhão Hélio Santos PSD
MATO GROSSO Homero Pereira PSD
Tocantins Irajá Abreu PSD
Rondônia Moreira Mendes PSD
Maranhão Nice Lobão PSD
São Paulo Roberto Santiago PSD
São Paulo Walter Ihoshi PSD
Minas Gerais Walter Tosta PSD
São Paulo Alberto Mourão psdb
Minas Gerais Bonifácio de Andrada psdb
São Paulo Duarte Nogueira psdb
pará Dudimar Paxiúba psdb
Minas Gerais Eduardo Azeredo psdb
Distrito Federal Izalci psdb
Maranhão Pinto Itamaraty psdb
São Paulo Ricardo Tripoli psdb
Goias Valdivino de Oliveira psdb
São Paulo Vanderlei Macris psdb
São Paulo Walter Feldman psdb
para Beto Faro pt
Ceará Eudes Xavier PT
RIO GRANDE DO Sul Fernando Marroni PT
Espírito Santo Iriny Lopes PT
Piaui Jesus Rodrigues PT
Bahia Josias Gomes PT
Rorâima Padre Ton Pt
São Paulo Paulo Teixeira pt
Distrito Federal Policarpo PT
Goias Magda Mofatto PTB
RIO GRANDE DO Sul Ronaldo Nogueira ptb
São Paulo Penna pv
Paraná Rosane Ferreira PV
Maranhão Sarney Filho PV
Minas Gerais João Bittar DEM
Rio de Janeiro Marcelo Matos PDT
São Paulo Paulo Pereira da Silva PDT
Minas Gerais Zé Silva PDT
Rorâima Berinho Bantim PEN
Maranhão Alberto Filho PMDB
Paraná Asdrubal Bentes PMDB
RIO GRANDE DO Sul Eliseu Padilha PMDB
Rio de Janeiro Fernando Jordão PMDB
Tocantins Júnior Coimbra PMDB
Rio de Janeiro Nelson Bornier PMDB
Paraná Professor Setimo PMDB
Minas Gerais Saraiva Felipe PMDB
Para Wladimir Costa PMDB
Rio Grande do Sul Afonso Hamm PP
São Paulo Beto Mansur PP
Paraná Cida Borghetti pp
Santa Catarina João Pizzolatti PP
Bahia Luiz Argôlo pp
Bahia Mário Negromonte PP
Mato Grosso Pedro Henry PP
Paraiba Wellington Roberto pr
Rio Grande do Sul Beto Albuquerque PSB
Minas Gerais Isaias Silvestre PSB
Rondônia Mauro Nazif PSB
Pernambuco Pastor Eurico PSB
Maranhão Ribamar Alves PSB
Sergipe Valadares Filho PSB
Sergipe Andre Moura PSC
Maranhão Costa Ferreira PSC
Rio de Janeiro Arolde de Oliveira PSD
Rio de Janeiro Felipe Bornier PSD
Amapá Dalva Figueiredo PT
Paraná Dr. Rosinha PT
Ceará José Airton PT
Minas Gerais Leonardo Monteiro PT
RIO GRANDE DO Sul Marcon PT
Para Miriquinho Batista pt
Minas Gerais Padre João PT
RIO GRANDE DO Sul Paulo Ferreira pt
ACRE Sibá Machado PT
para Zeca Dirceu PT
Bahia Zezéu Ribeiro PT
São Paulo João Paulo Cunha PT
Minas Gerais Antônio Roberto ptb
Amazonas Sabino Castelo Branco ptb
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Driblando o subsídio: Juízes pedem R$ 7 mil mensal para pagarem estudo dos filhos .


Toda proposta que viola a regra da moderação (de Aristóteles) em nada edifica quem aspira deixar um nome respeitado e glorioso.

A presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro enviou para a Assembleia Legislativa um projeto para conceder auxílio-educação para os filhos de juízes e servidores do Tribunal. Para os magistrados, o auxílio mensal seria de até R$7.250,00 e para os servidores de até R$3.000,00. Segundo Adriana Cruz (O Dia), a proposta ainda prevê R$ 20 mil por ano aos juízes para investirem em estudo. Os servidores receberiam mais R$ 500. O auxílio-educação postulado pode chegar a R$9 mil, se passarem os novos vencimentos dos ministros do Supremo (para R$ 35 mil). A Associação dos Juízes ainda quer mais R$ 1.100 como auxílio-transporte.

Antes das eleições, todas essas propostas (nitidamente indecorosas) não serão votadas (porque os deputados estaduais estão em campanha). “A Justiça parece que não entendeu o recado das ruas, no ano passado, com as manifestações que caracterizaram falta de representatividade. Nenhum professor do estado ganha o que os magistrados querem de auxílio-educação”, criticou o deputado estadual Marcelo Freixo, do Psol. No ano passado, os deputados já aprovaram o auxílio-moradia para magistrados e membros do Ministério Público sem questionamentos. Atualmente, os valores giram em torno de R$ 5 mil, segundo desembargadores ouvidos pelo jornal O Dia.

É uma incongruência manifesta os tribunais afirmarem que não há verbas para contratar novos juízes ou para melhorar o serviço público da Justiça (reconhecidamente moroso) e, ao mesmo tempo, pedirem mais benefícios mensais que driblam o teto salarial dos desembargadores. A proposta auxílio-educação é indecorosa em todos os seus aspectos, mas existe no seu seio outra aberração inominável, que faria corar qualquer aristocrata racista: o valor distinto para magistrados e servidores significa o quê? Que o filho do magistrado tem que estudar em um lugar melhor do que o do servidor, fazendo preponderar a histórica desigualdade de classes? No tempo do Brasil colonial e imperial o sonho de todo fidalgo era colocar o filho na “folha do Estado”. Esse sonho cultural não acabou; a diferença é que agora já se pretende que o filho vá para a “folha do Estado” desde o jardim da infância.

Depois de alguns anos de vida e de muitos estudos, nada mais natural que os humanos conquistarem incontáveis e díspares ideias e visões do mundo (Weltanschauung). Para transformá-las em algo valioso e útil na vida terrena, antes de tudo, devemos combiná-las e submetê-las à moral e às virtudes. A primeira categoria a se dissipar, diante desse acurado exame é a da vulgaridade (todo esforço do mundo para contê-la será pouco diante dos nefastos efeitos que ela produz ao longo das nossas transitórias existências). Sobretudo quando governamos interesses coletivos, não há como deixar de cultivar a moral e as virtudes, não somente porque dos dirigentes sempre se espera exemplaridade, senão também porque são elas que conferem ao espírito o senso do justo em sua mais profunda extensão e ao caráter a devida elevação assim como a necessária firmeza.

Todos os humanos que assumem o destino das coisas públicas, incluindo os juízes, evidentemente (sobremaneira quando assumem cargos administrativos de governança), deveriam ser obrigados a se submeterem a um curso intensivo, se não de geometria (como postulava o espírito exigente de Platão), ao menos de moderação, tal como pugnava Aristóteles, para afiar a personalidade do administrador e distanciá-lo dos vícios mais deploráveis que podem rondar o exercício do poder, nutrindo sua alma e seu espírito de um conteúdo substancialmente sólido (apesar da sociedade líquida que vivemos, como diz Bauman), de forma a evitar-lhe ao menos os deslizes mais canhestros ou as tentações mais extravagantes, tal como sugeria Stuart Mill).

Por força do princípio da moderação de Aristóteles, para cada virtude existem ao menos dois vícios. Se queremos promover o bem, se queremos ser exemplares para nossos filhos e concidadãos (“Age de tal forma que a máxima do teu querer possa valer em todo o tempo também como princípio de uma legislação geral” – Kant), o primeiro que temos que fazer consiste sempre em evitar o cálice dos excessos, dos vícios e das extravagâncias. A lição aristotélica nos ensina que a coragem desdenha a covardia e a temeridade; a justiça se afasta tanto da fraqueza como do rigor; a temperança é inimiga da devassidão bem como da austeridade; a religião ergue-se entre a impiedade e a superstição; a liberdade se ancora entre a escravidão e a licença e assim vai.

Cai em desgraça infernal (tal como a narrada por Dante) quem, fazendo uso da liberdade, sucumbe à vulgaridade e se concede a soberba licença para promover o escatológico, o estrambólico, o desregrado, o nauseabundo, o asqueroso, o repelente, o repugnante, o bestial, o inconveniente, o abjeto, o sórdido, o torpe, o nefando, o execrável, o obnóxio, o vil, o desprezível, o ignóbil ou o esquálido. Não faltam no mundo, no entanto, pretextos e motivos para se negar a aplicação das doutrinas mais nobres e elevadas, de quantas o humano civilizado já produziu. Mas todas as propostas frívolas e levianas devem ser refutadas de plano, ou seja, devem ser abandonadas à sua própria nulidade, mesmo correndo o risco de o desprezo ser interpretado como uma hostilidade pessoal. Toda proposta que viola a regra da moderação (de Aristóteles) em nada edifica quem aspira deixar um nome respeitado e glorioso. Tendo em vista o que já ganham os juízes a razoabilidade, assim como a imperiosidade da moderação aristotélica, somos pelo NÃO ao citado auxílio-educação.
Leia mais: http://jus.com.br/

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Várias denúncias contra a OAB e seus dirigentes. Depoimentos emocionantes. #FimDaReservaDeMercadoDaOAB


Este vídeo foi produzido pelos colegas da ONG Brasil No Corrupt.

Há várias denúncias contra a OAB, fraudes, pessoas prejudicadas, a arrogância como a OAB àqueles que mostram a verdade sobre o que está acontecendo no exame de ordem.

A OAB hoje é um Estado paralelo e acima do Estado Brasileiro. Está por trás das principais decisões políticas/jurídicas tomadas neste pais. Utiliza-se de chantagens, interpretação deturpada da lei para intimidar e conseguir seus desígnios.

Possui uma confraria muito organizada que solidifica o poder nas mãos de uns poucos, vedando a entrada de quem não faz parte da “Grei” – termo bem definido pelo Ex. Ministro do STF Joaquim Barbosa.

Conta também com cerca de 80 MILHÕES de reais anuais extorquidos dos Bacharéis em Direito por meio do estelionatário exame de ordem. Dinheiro este que não presta contas a ninguém, nem mesmo aos próprios advogados.

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O modelo helicoidal do nosso sistema solar em um vortex.


A dança dos dervixes planetários em vota do Rei institui a ordem da geometria sagrada.

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Aula 10 sobre o Manual Prático do Mestre de Obras 2014 3ª edição revisada e ampliada feito por Inacio Vacchiano #CursoMestreObras


Aula 10: Esquadrias – Janelas, peitoris e pingadeiras.

Veja as demais aulas no endereço:

http://inaciovacchiano.com/manual-pratico-do-mestre-de-obras-2014-3a-edicao-revisada-e-ampliada-feito-por-inacio-vacchiano/

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Em quem os Bacharéis em Direito devem votar: Dilma ou Aécio? #FimDaReservaDeMercadoDaOAB


Sem título-1E agora ficou a dúvida aos bacharéis em quem votar: Aécio ou Dilma.

Mudar para ficar como está ou mudar para ficar como está, mas com esperança?

Já eliminamos cerca de 187 deputados que votaram contra os Bacharéis no PL 2154/11 de autoria do Deputado Eduardo cunha. Eliminamos ainda aqueles que se diziam nosso amigo mas na hora do voto faziam o contrario do que se propunham.

Agora estamos prestes a eleger quem tem o poder privativo de regulamentar o exame de ordem, lembrando que outrora o STF rasgou a constituição, violou clausula pétrea, dando uma interpretação política ao tema.

Mas as coisas não vão ficar flutuando só porque alguém diz que a lei da gravidade não existe, não é mesmo?

Assim, apesar da traição lesa majestade vinda da colenda turma, o que é, não deixará de ser, apenas que uma violação se protraiu no tempo até um resultado final que desvele a natureza de sua identidade.

Mas voltando às eleições temos de um lado a candidata Dilma cujo PT e CIA teve 12 anos para resolver a questão e intencionalmente não o fez. A Dilma em seus quatro anos de governo poderia regularizar o exame de ordem da qual é a única que constitucionalmente tem o poder de faze-lo e não o fez.

De outro lado temos o PSDB do qual os Bacharéis não obtiveram um único voto. Isto mesmo, nem um “unzinho”.

Pesa ainda que o candidato Aécio não se manifestou sobre o assunto. E não foi por falta de oportunidade, pois temos contatos com colegas, lideranças, que incutiram a oportunidade do mesmo manifestar-se, mas o mesmo não o fez.

Contudo a campanha ainda não acabou, vários órgãos de pesquisa divergem entre sí sobre o resultado. Os melhores indicadores tem sido a bolsa de valores.

Vamos aguardar que os candidatos se manifestem.

Confira na relação do palhaço:

Veja como votaram os deputados na urgência do projeto 2154/11

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Relação dos 187 Deputados demitidos que votaram contra os Bacharéis. #FimDaReservaDeMercadoDaOAB


Esta é a relação dos atuais Deputados que não serão mais Deputados a partir de 01/01/2015.

Coincidentemente votaram contra os Bacharéis, referendando a reserva de mercado do Sindicato da OAB e foram demitidos.

A campanha feita pelos Bacharéis nas redes sociais deu certo…

Pode ocorrer de algum destes atuais deputados terem se elegido para outro cargo. Há ainda a questão dos apelidos que dificultaram um pouco fazer a relação.

DEMITIDOS

Estado Nome Partido Voto
Paraná Abelardo Luiz Lupion Mello DEM Não
Rio de Janeiro Adilson Soares PR Não
Rio de Janeiro Adrian Mussi Ramos PMDB Não
São Paulo Alberto Mourão psdb Não
Rio de Janeiro Alessandro Lucciola Molon PT Não
Rio Grande do Sul Alexandre Rubio Roso PSB Não
São Paulo Aline Lemos Corrêa de Oliveira Andrade PP Não
Sergipe Almeida Lima PPS Não
Rio de Janeiro Aluízio dos Santos Júnior PV não
Ceará André Peixoto Figueiredo Lima PDT Não
Rio de Janeiro Andreia Almeida Zito dos Santos PSDB Não
Paraná Angelo Carlos Vanhoni PT Não
Rio de Janeiro Anthony Willian Garotinho Matheus de Oliveira PR Não
ACRE Antônia Lúcia PSC Não
Minas Gerais Antônio Andrade PMDB Não
Bahia Antônio Carlos Peixoto de Magalhães Neto DEM Não
Bahia Antônio José Imbassahy da Silva PSDB Não
Bahia Antônio Luiz Paranhos Ribeiro Leite de Brito PTB Não
Minas Gerais Aracely de Paula PR Não
Ceará Ariosto Holanda PSB Não
Goias Armando Vergílio PSD Não
Pará Arnaldo Jordy Figueiredo PPS Não
Espírito Santo Audifax Charles Pimentel Barcelos PSB Não
Pernambuco Augusto Rodrigues Coutinho de Melo DEM Não
Rio de Janeiro Benedita Souza da Silva Sampaio PT Não
Minas Gerais Bernardo de Vasconcellos Moreira PR Não
para Beto Faro pt Não
Minas Gerais Bonifácio de Andrada psdb Não
São Paulo Bruna Dias Furlan PSDB Não
Minas Gerais Carlaile de Jesus Pedrosa PSDB Não
Rio Grande do Norte Carlos Alberto de Sousa Rosado DEM Não
Pernambuco Carlos Eduardo Cintra da Costa Pereira PSC Não
Mato Grosso Carlos Gomes Bezerra PMDB Não
São Paulo Carlos Henrique Focesi Sampaio PSDB Não
Maranhão Carlos Orleans Brandão Júnior PSDB Não
Alagoas Célia Maria Barbosa Rocha PTB Não
Pará Cláudio Alberto Castelo Branco Puty PT não
Rio Grande do Sul Danrlei de Deus Hinterholz PSD Não
Maranhão Davi Alves Silva Júnior PR Não
Amapá David Samuel Alcolumbre Tobelem DEM Não
São Paulo Devanir Ribeiro PT não
Minas Gerais Diego Leonardo de Andrade Carvalho PSD Não
Paraná Dilceu João Sperafico PP Não
Minas Gerais Domingos Sávio Campos Resende PSDB Não
São Paulo Duarte Nogueira psdb Não
pará Dudimar Paxiúba psdb Não
Santa Catarina Edson Bez de Oliveira PMDB Não
Ceará Edson da Silva PSB não
São Paulo Edson Edinho Coelho Araújo PMDB Não
Bahia Edson Pimenta PSd Não
Minas Gerais Eduardo Azeredo psdb Não
Paraná Eduardo Francisco Sciarra PSD Não
Minas Gerais Eduardo Luiz Barros Barbosa PSDB Não
São Paulo Eleuses Paiva PSD Não
Mato Grosso Eliene José de Lima PSD Não
São Paulo Emanuel Fernandes PSDB Não
Distrito Federal Érika Juca Kokay PT não
Ceará Eudes Xavier PT Não
Bahia Fábio Loureiro Souto DEM Não
Mato Trosso do Sul Fábio Ricardo Trad PMDB Não
Rio Grande do Norte Fábio Salustino Mesquita de Faria PSD Não
Bahia Fernando Dantas Torres PSD Não
Rorâima Francisco Araújo PSD Não
São Paulo Francisco Everardo Oliveira Silva (Tiririca) PR não
Minas Gerais Gabriel Guimarães de Andrade PT Não
Mato Trosso do Sul Geraldo Resende Pereira PMDB Não
Bahia Geraldo Simões de Oliveira PT Não
Minas Gerais Geraldo Thadeu Pedreira dos Santos PSD não
Pará Giovanni Corrêa Queiroz PDT Não
MATO GROSSO D Giroto PMDB Não
Rio de Janeiro Glauber de Medeiros Braga PSB não
São Paulo Guilherme Campos Júnior PSD não
Acre Henrique Afonso Soares Lima PV não
Amazonas Henrique Oliveira pr Não
Paraná Hidekazu Takayama PSC Não
MATO GROSSO Homero Pereira PSD Não
Paraíba Hugo Motta Wanderley da Nóbrega PMDB Não
Pernambuco Inocêncio Gomes de Oliveira PR não
Tocantins Irajá Silvestre Filho PSD não
Espírito Santo Iriny Lopes PT Não
Goias Iris de Araújo Rezende Machado PMDB Não
Distrito Federal Izalci psdb Não
Minas Gerais Jairo Ataide DEM Não
São Paulo Janete Rocha Pietá PT Não
Distrito Federal Jaqueline Maria Roriz PMN Não
Rio de Janeiro Jean Wyllys de Matos Santos PSOL Não
Piaui Jesus Rodrigues PT Não
São Paulo João Eduardo Dado Leite de Carvalho PDT Não
Paraná João José de Arruda Júnior PMDB Não
Alagoas João José Pereira de Lyra PSD não
Alagoas Joaquim Beltrão Siqueira PMDB Não
Rio de Janeiro Jorge Ricardo Bittar PT Não
Pernambuco Jorge Wicks Côrte Real PTB Não
Bahia José Alves Rocha PR não
Distrito Federal José Antônio Machado Reguffe PDT Não
Pernambuco José Augusto Maia PTB Não
Bahia José Carlos Leão de Araújo PSD Não
Pará José da Cruz Marinho PSC Não
Ceará José Linhares Ponte PP não
Bahia José Nunes Soares PSD Não
São Paulo José Olimpio Silveira Moraes PP Não
Pernambuco José Severiano Chaves PTB Não
Tocantins Joséli Ângelo Agnolin PDT Não
Bahia Josias Gomes PT Não
Piaui Júlio César de Carvalho Lima PSD Não
Mato Grosso Júlio José de Campos DEM Não
Bahia Jutahy Magalhães Júnior PSDB não
São Paulo Keiko Ota PSB Não
Minas Gerais Lael Vieira Varella DEM Não
Goias Leandro Vilela Velloso PMDB Não
Paraná Leopoldo Costa Meyer PSB Não
Minas Gerais Luís Henrique de Oliveira Resende PTdoB não
Paraíba Luiz Albuquerque Couto PT Não
Amapá Luiz Carlos Gomes dos Santos Júnior PSDB não
Paraná Luiz Carlos Setim DEM Não
São Paulo Luiz Fernando Arantes Machado PSDB Não
Mato Trosso do Sul Luiz Henrique Mandetta DEM Não
Distrito Federal Luiz Pitiman PMDB Não
Ceará Manoel Salviano Sobrinho PSD Não
Mato Trosso do Sul Marçal Gonçalves Leite Filho PMDB Não
Acre Márcio Miguel Bittar PSDB Não
Santa Catarina Marco Tebaldi PSDB Não
Minas Gerais Marcos Montes Cordeiro PSD Não
Rondônia Marinha Célia Rocha Raupp de Matos PMDB Não
Piaui Marllos Sampaio PMDB Não
Bahia Maurício Gonçalves Trindade PR Não
Ceará Mauro Benevides PMDB Não
Rondônia Moreira Mendes PSD Não
Rio Grande do Sul Nelson Marchezan Júnior PSDB Não
Paraná Nelson Padovani PSC Não
Bahia Nelson Vicente Portela Pellegrino PT não
Maranhão Nice Lobão PSD Não
Paraiba Nilda Gondim PMDB Não
Paraná Odílio Balbinotti PMDB Não
Paraná Osmar José Serraglio PMDB Não
Rio de Janeiro Otavio Santos Silva Leite PSDB Não
Rorâima Padre Ton Pt Não
Amazonas Pauderney Tomaz Avelino DEM Não
Rorâima Paulo César Justo Quartiero DEM Não
Espírito Santo Paulo Roberto Foletto PSB Não
São Paulo Paulo Roberto Freire da Costa PR Não
Rio Grande do Sul Paulo Roberto Severo Pimenta PT não
Pernambuco Paulo Rubem Santiago PDT Não
São Paulo Paulo Salim Maluf PP Não
Goias Pedro Pinheiro Chaves PMDB Não
São Paulo Penna pv Não
Maranhão Pinto Itamaraty psdb Não
Distrito Federal Policarpo PT Não
Ceará Raimundo Gomes de Matos PSDB Não
Rorâima Raul da Silva Lima Sobrinho PSD Não
Mato Trosso do Sul Reinaldo Azambuja Silva PSDB Não
Alagoas Renan Filho PMDB Não
São Paulo Roberto João Pereira Freire PPS Não
Bahia Roberto Pereira de Britto PP Não
São Paulo Roberto Santiago PSD Não
Rio de Janeiro Rodrigo Felinto Ibarra Epitácio Maia DEM Não
Minas Gerais Rodrigo Moreira Ladeira Grilo PSL Não
Santa Catarina Rogério Mendonça PMDB Não
Goias Ronaldo Caiado DEM Não
Paraná Rosane Ferreira PV Não
Espírito Santo Rosilda de Freitas PMDB Não
Goias Sandro Mabel PMDB Não
Amapá Sebastião Ferreira da Rocha PDT Não
Pernambuco Sílvio Serafin Costa PTB não
Espírito Santo Sueli Rangel Silva Vidigal PDT Não
Acre Taumaturgo Lima Cordeiro PT Não
Goias Valdivino de Oliveira psdb Não
Bahia Valmir Carlos da Assunção PT Não
Mato Grosso Valtenir Luiz Pereira PSB Não
Mato Trosso do Sul Vander Luiz dos Santos Loubet PT Não
São Paulo Vanderlei Siraque PT Não
Rio Grande do Vieira da Cunha Vieira da Cunha PDT Não
Pernambuco Vilalba prb Não
Bahia Waldenor Alves Pereira Filho PT Não
Rio de Janeiro Walney da Rocha Carvalho PTB não
São Paulo Walter Feldman psdb Não
São Paulo Walter Ihoshi PSD Não
Minas Gerais Walter Tosta PSD Não
Pará Wandenkolk Pasteur Gonçalves PSDB Não
São Paulo William Dib PSDB Não
Maranhão Zé Vieira pr Não
Rio de Janeiro Zoinho pr Não
Rio Grande do Sul Henrique Fontana Júnior PT Abstenção
Rio Grande do Sul José Luiz Stedile PSB ABSTENÇÃO
Santa Catarina Luci Teresinha Choinacki PT Abstenção
Rio Grande do Sul Sérgio Ivan Moraes PTB Abstenção

Confira na relação do palhaço:

Veja como votaram os deputados na urgência do projeto 2154/11

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Relação dos Deputados que votaram a favor dos Bacharéis e foram reeleitos. #FimDaReservaDeMercadoDaOAB


Segue anexo a relação dos Deputados REELEITOS que votaram favoravelmente aos Bacharéis em Direito pelo fim da reserva de mercado do Sindicato OAB.

Podem haver mais, mas que foram eleitos para outros cargos, há também a questão dos apelidos que dificulta a identificação na hora de relaciona-los.

Estado Nome Partido
Rio de Janeiro Arolde de Oliveira PSD
São Paulo Beto Mansur PP
Bahia Daniel Gomes de Almeida PCdoB
Rorâima Edio Vieira Lopes PMDB
Rio de Janeiro Felipe Bornier PSD
Rio de Janeiro Fernando Jordão PMDB
Minas Gerais George Hilton dos Santos Cecílio PRB
Rio Grande do Sul Giovani Cherini PDT
São Paulo Guilherme Mussi Ferreira PSD
Rio de Janeiro Jandira Feghali PCdoB
Ceará José Airton PT
Pará Josué Bengtson PTB
Minas Gerais Leonardo Monteiro PT
Rio de Janeiro Marcelo Matos PDT
RIO GRANDE DO Sul Marcon PT
Bahia Mário Negromonte PP
São Paulo Milton Antônio Casquel Monti PR
Paraná Nelson Meurer PP
Minas Gerais Padre João PT
Pernambuco Pastor Eurico PSB
RIO GRANDE DO Sul Paulo Ferreira pt
São Paulo Paulo Pereira da Silva PDT
Santa Catarina Pedro Uczai PT
Minas Gerais Saraiva Felipe PMDB
ACRE Sibá Machado PT
Rio de Janeiro Simão Sessim PP
Sergipe Valadares Filho PSB
Maranhão Waldir Maranhão Cardoso PP
Paraiba Wellington Roberto pr
Pernambuco Wolney Queiroz Maciel PDT
Minas Gerais Zé Silva PDT
para Zeca Dirceu PT
Rio de Janeiro Eduardo Cosentino da Cunha PMDB
Rio de Janeiro Jair Bolsonaro PP

Homenagem especial ao Deputado Eduardo Cunha, Jair Bolsonaro, Vicentinho que sempre demonstraram-se contundentes à causa dos Bacharéis.

Confira na relação do palhaço:

Veja como votaram os deputados na urgência do projeto 2154/11

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