XI. Aquário: Ansuel


Nome divino (Atziluth):HYVH היוה  
Arcanjo (Briah):Kambriel כאמבריאל
Coro Angélico (Yetzirah):Tzakmiqiel צכמקיאל
Anjo regente da casa correspondente (Assiah):Ansuel אנםואל
Planeta regente:Saturno
Elem. Signo/Sephirótico:Ar/Água do Ar הו
Relação/mundos:“He” do Mundo de Yetzirah
Apóstolo:André
Tribo:Reuben
Cartas do Tarô:Rainha de Espadas הו rege Quatro, Cinco e Seis de espadas.
Hora planetária e astrol.:20 às 22 horas da saída do Sol; de 301º a 330º no zodíaco.
Período:19 de janeiro a 18 de fevereiro
Velas:3 Violetas
Incenso:[Erva de Santa Maria, enxofre, raiz de guiné, gengibre, etc.]
Letras:Aleph – Noun – Sameck – Vô – Aleph – Lamed
Gemátria:1+50+60+6+1+30 = 148 = 1+4+8 = 13 = 1+3 = 4
Região do corpo:Panturrilhas, tornozelos, sistema nervoso
Metal:Urano e o Chumbo
Pedra:Safira e Pedra Negra
  1. Informações gerais do signo

Aquário dispara a interiorização de ideias a fim de descobrir e traduzir as Leis Universais. No processo criativo cabalístico Aquário é regido por Hod. No zodíaco, seu regente é Saturno. Os astrólogos modernos, depois da descoberta de Urano, lhe têm atribuído este planeta como regente mas, Urano não se encaixa em Aquário, não só pelo conteúdo, pois astrologicamente, diz-se que Urano vibra em uma oitava superior a todos os outros planetas e, a consequência desta situação, é que a força de Urano se manifesta necessariamente destrutiva, uma vez que se algo vibra a uma intensidade superior não pode integrar-se a um conjunto cuja frequência vibracional é inferior sem destruí-lo; de outro lado foge a Lei do Heptaparaparshinokh[1]. Por último, Aquário pertence o mundo cabalístico de formação (Yetzirah) e, dentro desse mundo corresponde ao estágio de criação (Briah) por ser o segundo signo do seu elemento.

Aquário é o signo fixo de ar, o He de seu elemento e o Vô dos signos fixos. Representa o estado de interiorização das ideias, do pensamento, realizando as mesmas funções que Leão em relação ao elemento fogo e que Escorpião em relação a água.

Em Aquário, o pensamento penetrou no interior do indivíduo e sacou a lei sentimental, até então vigente, para instaurar a lei da mente. Já não se vê as coisas como o resto da humanidade. A partir de seu interior contempla as analogias universais e é capaz de expressar em seu domínio o que é verdade em outro Plano muito diferente. Daí que o aquariano seja o inventor, o descobridor, o que traduz uma lei universal a um esquema particular.

Ao se chegar a Aquário pode-se contemplar a harmonia dos mundos, a unidade do ideal. O puro Aquariano é um exemplar raro. Os que captam as vibrações superiores do signo são como colunas de uma obra divina que levam as leis do céu para a Terra.

Os sentimentos ainda não foram vencidos e, então, veremos que os poderes mentais que internaliza este signo servem frequentemente para justificar seus estados emocionais que deveriam ter sido educados e que, desta forma, faz transparecer como lógicos e, o tipo passa por “avançado”, “moderno”, “sem preconceitos” quando não é mais que um espertalhão que sabe justificar aos seus próprios olhos os seus instintos primários.

Os maus aspectos planetários sobre Aquário perturbam a assimilação do pensamento e, no plano filosófico, o indivíduo cometerá erros de interpretação, não assimilará corretamente o pensamento expresso. Na vida mundana interpretará de modo torcido as palavras e as ideias de seus interlocutores e não interpretará as leis segundo seu espírito. Um excessivo número de planetas em Aquário fará o indivíduo abstrato, sem calor humano, impessoal como uma a máquina. Será o tecnocrata que não leva em consideração o fator humano na hora de planificar.

Palavras chaves:

(+) Expressão das analogias e leis universais, harmonia dos mundos, unidade do ideal, inventor, descobridor.

(-) Justificativas emocionais, má assimilação do pensamento, distorção das palavras, impessoalidade.

  • Casa XI

Esta Casa expressa na Terra as potencialidades de Aquário. Neste signo as forças mentais se interiorizam, fazendo com que o indivíduo deixe de se comportar de acordo com seus desejos para agir em uníssono com a Lei Universal. A Casa XI materializa este processo na vida prática de um modo que este sector nos revela aquilo que é coerente com a natureza interna da pessoa.

A vida exterior é uma emanação do que levamos dentro de si e se não vemos nos acontecimentos que vivemos a expressão de nosso caráter, é porque nos conhecemos mau. Cumpre a casa XI situar-nos em um contexto em que as coisas são como nós somos por dentro e por fora, seja de dentro para fora ou de fora para dentro. Daí a ideia de suportes, protetores, amigos, que contém a Casa XI. Os protetores que esta Casa nos dispensa são espelhos de nós mesmos, porque veem em nós seu modo de pensar e encontram a possibilidade de levar a maturidade seus próprios ideais.

A Casa XI indicará igualmente os projetos do indivíduo, não os que são fruto de um desejo que pode variar de da noite para o dia, mas esses projetos que ultrapassaram a barreira do ciclo sentimental que foram recebidos e elaborados por uma mente para passar posteriormente por uma fase de elaboração o material. Esta Casa nos desvelará, pois, o próximo futuro material de uma pessoa.

Os maus aspectos planetários sobre este sector dificultarão as relações com os amigos, os protetores, e colocam obstáculos na realização dos projetos. Dar-nos-ão amigos com problemas, de forma que aqueles que normalmente deveriam prestar-nos o seu apoio, não só não nos darão, mas que teremos que ajuda-los.

Quando um excessivo número de planetas se encontra neste setor, o indivíduo se vê envolvido em demasiados projetos. Seus amigos serão muito díspares, e todos o lançarão a horizontes distintos, de modo que, ao abarcar demais, invadira domínios aos quais não se deveria colocar os pés.

Palavras chaves:

(+) Agir pela Lei universal, emanação externa = interna, amigos, protetores, projetos.

(-) Dificuldade com amigos e protetores, múltiplos projetos.

  • Descrição Sefirótica

Aquário é o penúltimo, o décimo primeiro signo do Zodíaco constituído e também o oitavo dos chamados Zodíaco constituinte – por elementos -, aquele considerado pelo nome sagrado יהוה – “Yod-He-Vô-He”, pelos elementos e na seguinte ordem: 1º, 2º e 3º do Fogo, 4º, 5º e 6º da Água, 7º, 8º e 9º do Ar e 10º, 11º e 12º da Terra. Na arvore Sephirótica corresponde a segunda Sephira de Yetzirah ou seja: Hod. E pois o segundo signo da trilogia do Ar. Corresponde, deste modo, a fase de interiorização deste elemento. É um signo fixo. O Gênio do signo é אנםואל Ansuel que poderá ser invocado ou evocado para sanar tudo que seja de seu atributo neste interstício ou mesmo de interesse do nativo em sua senda evolutiva, quanto mais em seu período de manifestação.

  • Signo, elemento, planeta ou ciclo zodiacal

Na sequência das Letras que criaram o mundo a décima letra refere-se a Yod. Esta letra, pelo ciclo zodiacal יהוה – “Yod-He-Vô-He” (veja Tomo I) representa os materiais provenientes de Aquário por ser o segundo signo do Ar. No ciclo Sepher Yetzirah expressa a letra Tzaddi. Expressa interiorização da consciência das Leis Universais que se sujeitam as suas energias – o Universo passa a tomar consciência de si mesmo, de modo mais profundo, vem então a compreensão do preceito de Hermes (Assim como é encima é embaixo e vice versa…) onde se processam a espiritualização das partes mais baixas e a materialização das partes mais altas.

Aquário é o templo da inteligência, representa o estágio de interiorização das ideias, o Templo de Salomão, cujas medidas foram dadas por Jehovah יהוה – “Yod-He-Vô-He” ao rei Davi e que nunca chegou a terminar a obra, isto porque a perfeição não tem limites já que se tivesse limites seria imperfeita eis que todo o Universo está em eterno movimento, em evolução. Então trata-se de uma obra inacabada que temos que trabalhar existência após existência, trata-se de um dever evolutivo de edificar a nossa natureza interna.

Este tempo de Salomão foi concebido para que tenha tantas moradas quanto as forças ativas existem no universo, ou seja, as representadas pelos planetas, pelos signos do Zodíaco e seus decanatos, os elementos (veja Tomo I e o presente), os 72 gênios da cabala (veja Tomo III), os graus, as casas lunares e toda a força constituída em evolução pelo sistema solar.

Pelas vias de Aquário nossa inteligência procede a um inventário das diferentes qualidades energéticas, cria o repertório, as classifica e vai constituindo o que finalmente será o edifício do saber humano, sua constituição interior refletida do cosmos conforme já dizia Hermes: “O que está em cima e como o que está embaixo e vice-versa”.

As areias do mar é um coletivo formado por inúmeros grãos de sorte que esta é uma obra coletiva, à qual cada um contribui com o seu grão de areia. Assim, o que fazemos pelas vias de Aquário passa ao patrimônio comum da humanidade, o grão se torna o todo, de modo que quando nascemos nos encontramos com esse templo iniciado, uma espécie de inteligência herdada de nossos antepassados, como uma transferência genética.

Já sabemos que aquário é o segundo signo de Ar. Pelas vias do primeiro signo do ar, Libra, as forças do pensamento penetram no homem e o levam a descobrir o mundo da razão. Pois em Aquário, o segundo signo do Ar, o Pensamento estaciona no homem, se interioriza, construindo o edifício da razão. Através do terceiro, Gêmeos, o material razoável será exteriorizado sobre a sociedade para que depois de serem pessoas razoáveis por dentro, em razão da interiorização aquariana, possamos construir uma sociedade razoável, já que tratamos aqui de três signos aéreos ligados a razão.

Aquário é o mestre da lógica e da razão de modo que estas forças induzem a que o pensamento penetre na pessoa fazendo com que seus mecanismos internos se movam neste sentido. Assim, ter o Sol em Aquário significa que o astro rei ilumina as instâncias interiores da razão que atuará para estabelecer uma perfeita harmonia.

A ciência se baseia na observação do funcionamento interno das coisas, a plena compreensão de um processo interno qualquer permite, como consequência, ser capaz de levar a elaboração externa do observado, daí vem o fato da Astrologia atribuir a Aquário, um interiorizador nato, as descobertas, invenções e inovações em todos os campos imagináveis ou não. Como exemplo vejamos que da análise do funcionamento interno do olho possibilitou a invenção dos óculos, das câmaras, das filmadoras e de todo o que imita este órgão, tudo pela aplicação do preceito de Hermes e do mesmo modo em todas as ciências. Como exemplo, este raciocínio pode ser aplicado ao filósofo que observando as diferentes reações e o comportamento do ser humano. Será então capaz de estabelecer uma lei, de enunciar os padrões que determinam o comportamento estudado.

A Astrologia moderna atribuiu a Urano a regência de Aquário, alegando existir numerosos pontos convergentes entre os valores Uranianos e os Aquarianos: a sede de liberdade, a criatividade, a originalidade, a necessidade de quebrar moldes, etc… Mas a Cabala nos ensina que Urano, devido a sua altíssima frequência vibratória, de caráter desintegrador e, portanto, destrutivo, não pode ostentar a regência de qualquer signo e atribui a Saturno a Aquário. Saturno é o criador supremo de formas, o estruturador do Zodíaco pois está relacionado a Binah – o exteriorizador da criação ao passo que Urano é o oposto, um desintegrador, é graças a influência de Saturno que o nativo de Aquário consegue cristalizar no mundo físico todas as suas criações mentais, seu ascetismo e seu rigor, se transformará aqui no rigor intelectual. De outro modo temos ainda que todo nosso sistema foi constituído pelas vias da Lei do Heptaparaparshinock, a Lei do Sete que organiza a criação, portanto, convém manter-se com os sete planetas. Lembremos que o Três, a Trindade cria e o Sete organiza embora, ainda assim, se tecem algumas considerações acerca de Urano já que Aquário é também tratado como um destruidor de paradigmas ao introduzir os conceitos que vem do alto no mundo de baixo.

Aquário é o signo da fraternidade universal, aquele que provém de uma mesma linhagem espiritual, amizade, não a que nasce da pertença a um mesmo sangue. Nesta frequência zodiacal, o Aquariano se dá conta da existência de uma espécie de rede invisível que o relaciona, não apenas com parentes mais próximos, mas com toda a humanidade em seu conjunto.

Tem intrinsecamente o sentimento de pertença a globalidade, de modo que compreende e aplicar a visão holística do universo melhor que qualquer outro signo. A missão deste nativo consiste em encontrar pessoas que possa estabelecer uma comunidade de pensamento, que se adequem ao seu esquema de construção das sociedades ideais com as quais possa melhorar a convivência entre os homens. Preferem a presença de seus amigos à de seus familiares mais próximos sempre que se encontra entre estes as pessoas que comunguem com ele a nível intelectual, pois, nesta situação, sente-se seguro e protegido.

Está constantemente absorto nos processos internos de todas as coisas, dando pouca importância a vida social e seus ritos, daí que seja tido considerado amiudadamente como alguém inadaptado, imprevisível, pouco formal. Ocasionalmente é repreendido por sua ausência no plano físico acerca de tudo quanto ocorre à sua volta.

Conforme se manifeste por dentro ou por fora o Aquariano manifestará seu aspecto sublime ou convencional, tudo conforme seu nível evolutivo.

Deste modo, se for incapaz de utilizar o combustível divino, ou seja, as energias que o cosmos colocou à sua disposição para criar, inventar e inovar (novos objetos, novas filosofias, novas formas de convivência, etc.), a originalidade continuará a ser para ele uma necessidade, contudo ao invés de se manifestar por dentro esta originalidade se manifestará para o exterior e o nativo fará grandes esforços para destacar, para ser diferente dos demais, procurará estar sempre na última moda, levará roupas gritantes ou extravagantes e levado a bizarrices, por vezes próprios da adolescência.

No mundo da cultura, este nativo inferior, defendera ideias convencionais, contrariando sua tendencia revolucionaria ou assistira a todos os tipos de eventos psicoculturais desligados de conteúdos onde é priorizada as formas.

Mas haverá um momento, um ponto de estrangulamento em que a vida colocará a estes nativos um desafio: o de superar o nível de convencionalismo e elevar seu pensamento às alturas sublimes para tornar-se o criador.

Se não o fizer, as energias borbulhantes de seu mister o farão desembocar em estados de total desequilíbrio mental, já que se trata de um signo de Ar (regente do pensamento, da razão) de modo que com o tempo provocarão insatisfação e angústia vital, pois é em Aquário que a razão vence definitivamente às paixões e o indivíduo começam a agir com outros critérios.

Se tem escrito muito sobre como será a era de Aquário e sobre se já estamos nela ou não. Ocorre que sua entrada não ocorreu ou ocorrerá de supetão, como se tudo mudasse da noite para o dia, mas há que se apreciar a evolução a entrada da energia na humanidade paulatinamente. Posta-se que no dia 4 de fevereiro de 1962 houve um alinhamento dos planetas que marcou a entrada nesta era. Assim, nos aprofundaremos na era de Aquário quando a sociedade deixar de agir com critérios emotivos aquáticos piscianos e passe a razão aérea, quando o desenvolvimento deixe de ser medido pela capacidade destrutiva e em seu lugar seja valorizado a bondade e humidade humana.

Em Aquário a inteligência contempla as esferas em movimento, do progresso sucessivo e nestes espetáculos percebemos que a Astrologia segue as quatro fazes do nome sagrado Jehovah יהוה – “Yod-He-Vô-He”. Primeiro veio a Astrologia do Fogo, por revelação; depois a fase da Água pelos sentimentos; no momento estamos da fase do Ar, a da razão e finalmente virá a Astrologia terrestre que fará com que todos os processos humanos se desenvolvam em seu tempo natural em contrapartida aos movimentos cósmicos.

Os aspectos dissonantes sobre o Sol não costumam se expressar em termos passionais eis que Aquariano expõe suas ideias em termos razoáveis de modo que a irracionalidade denunciaria que seus conceitos podem estar equívocos. Deste modo podem ser um mestre na arte de justificar seus próprios instintos, arrastando aos demais a pensarem como ele.

Os maus aspectos podem dar também uma grande excentricidade, uma frieza notória e um desapego total ao mundo que o rodeia, será o homem-máquina, o intelectual cujos conceitos são totalmente errados, o frio tecnocrata, o cientista sem escrúpulos, totalmente desprovido de emotividade e sensibilidade.

Os nativos deste signo têm grande disposição para as ciências naturais, medicina, química, botânica, astrologia, astronomia, biologia, etc. São revolucionários, cada um a seu modo em sua vida, costumes, casa, etc. Se destacam como paladinos.

Aquário é regido pelo grande ancião Saturno que aporta a profundidade e por Urano (na astrologia moderna), um planeta tido como revolucionário.

Os aquarianos do tipo superior são altruístas, filantropos, bondosos, fieis na amizade, sinceros e sabem instintivamente, por intuição, selecionar suas amizades, conhecem as pessoas e buscam a fraternidade e humanidade, são precisos em suas questões, concentrado, profundo, perseverante.

As mulheres deste signo são boas esposas, mães, mas gosta muito de sair fora de casa o que pode causar algum conflito com os esposos, sobretudo se forem taurinos.

PRATICA

É sabido que o signo de aquário governa as panturrilhas. As forças que sobem da terra passam pelos pés e chegam as panturrilhas de modo que ali se encontram com as forças que descem do céu (Saturno pela Lei do Heptaparaparshinoch e Urano). Forças estas carregadas de erotismo. Deste modo, durante o período de aquário convém fazer passes magnéticos de baixo para cima, dos pés a panturrilha com a intenção de magnetiza-las com as forças da constelação de aquário.

  • Carta do Tarô: Rainha de Espadas

Localização na Arvore da vida: Tiphereth (Vô)

 No zodíaco o domicílio Rainha de Espadas é Aquário.

Arcanos que governa: Quatro de Paus, Cinco de Paus e Seis de paus

A rainha de espadas tem os atributos de Tiphereth na qualidade de Vô do mundo das criações (Briah) e representa o equilíbrio no mundo sentimental, o sacrifício da paixão, a renúncia a uma idealização excessiva, para dar lugar à convivência cotidiana.

O sacrifício aqui refere-se a uma integração sintética desses valores em uma realidade mais equilibrada, tal como acontece em Tiphereth, cujos valores a rainha de espadas representa. Não significa o desaparecimento dos valores apresentados pela rainha de paus e copas, mas um pouco de paixão, um pouco de ilusão equilibradas e a firme vontade de realizar uma obra comum: isso é o que proporciona a rainha de espadas.

A sua aparição no nosso jogo significará que encontramos a pessoa cujas virtudes se complementam com as nossas, aperfeiçoando-as e equilibrando-as. Para um homem, a rainha de espadas será a esposa, a companheira de todos os dias. Para uma mulher, será a amiga ideal; para um homem a que tornar-se-á sua esposa. Trata-se, de alguém que já conhecemos em um passado distante e com quem temos formado parceria.

Palavras chaves: Q♠ Rainha de Espadas, complemento, esposa, paixão, ilusão realização, sentimento e sacrifício da paixão

(Reta) Mulher voluntariosa, ativa, sabia, de princípios.

(Invertida) Mulher viúva, enferma, mandona, autoritária, egoísta, complicada.


[1] Também conhecida como Lei do Sete responsável pela ordem e harmonia do Universo. Afirma-se que o três (Santo Triamatzicano) cria e que o sete (Heptaparaparshinokh) organiza.

Clique na imagem ao lado para ser direcionado a pagina principal e baixar gratuitamente o livro.

A CABALA DE HAKASH BA HAKASH

Filosofia Metafísica Quântica Cabalística – TOMO II

A ODISSEIA ZODIACAL

Autor: Inácio Vacchiano

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s