VII. Libra: Yahel


Nome divino (Atziluth):VHYH והיה
Arcanjo (Briah):Zuriel זוריאל
Coro Angélico (Yetzirah):Chedeqiel חדקיאל
Anjo regente da casa correspondente (Assiah):Yahel יהאל
Planeta regente:Vênus
Elem. Signo/Sephirótico:Ar/Fogo do Ar יו
Relação/mundos:“Yod” do Mundo de Yetzirah
Apóstolo:Bartolomeu
Tribo:Asher
Cartas do Tarô:Rei de Espadas יו que rege Ás, Dois e Três de espadas.
Hora planetária e astrol.:12 às 14 horas da saída do Sol; de 181º a 210º no zodíaco.
Período:20 de setembro a 19 de outubro
Velas:3 Verde esmeralda
Incenso:[violeta, rosas, almíscar, lavanda, dama da noite e também o açafrão, etc.]
Letras:Yod – He – Aleph – Lamed
Gemátria:10+5+1+30 = 46 = 4+6 = 10 = 1+0 = 1
Região do corpo:Rins
Metal:Cobre
Pedra:Crisólito
  1. Informações gerais do signo

No processo cabalístico criativo bem como no zodíaco Libra é regido por Netzah-Vênus e pertence ao mundo cabalístico de formação (Yetzirah). É o signo cardinal do Ar. É o Yod de seu elemento e o Vô dos signos cardinais e, como tal, uma porta de entrada das forças mentais que haverão de transformar em profundidade a vida, uma vez que o elemento Ar corresponde as ideias, ao pensamento, a razão, a lógica.

Neste ponto, o indivíduo se dá conta de que seu empenho pessoal, essa obra que tanto adorou no ciclo anterior da Água, precisa ser compartilhada com os outros para que se adquira a magnitude e relevância.

O elemento ar é regido por Binah, de modo que esta Séfira exerce a prerrogativa restritiva. Esse sacrifício, caráter restritivo sobre si mesmo, permite uma colaboração com o outro, com a sociedade, o sócio, o cônjuge. Na fase anterior, a de Peixes – Água, tratava-se de renunciar a um desejo para realizar outro desejo. Aqui se trata de realizar os desejos em conjunto para que o propósito seja compatível com o propósito dos demais. Libra é o signo que rege o matrimônio isso nos fornece uma ideia de que vem a ser o matrimônio:

Em Libra compreendemos que o casamento não é uma empresa sentimental, mas uma associação racional de duas pessoas complementares para realizar um projeto comum já que nenhum deles poderia realizar estando separado, logo, deduzimos que Libra não é um signo sentimental, como são os de Água (Câncer, Escorpião e Peixes), mas um signo que libera forças racionais. Libra significa, pois, o começo de uma vida baseada na razão e não nos sentimentos, e os nascidos sob este signo serão os agentes empenhados em unir o complementar, organizando associações, sindicatos, confederações ou agências matrimoniais.

Os maus aspectos planetários sobre Libra dificultam inicialmente a união matrimonial, e em seguida, toda uma classe de integração do indivíduo à sociedade, fazendo dele, de um modo ou de outro, um marginalizado.

O excesso de planetas neste signo impulsionar o indivíduo a se juntar aos outros tão exageradamente que pode militar em um partido de direita e de esquerda ao mesmo tempo, figurar em um sindicato patronal e de empregados, defendendo ideias contrárias em horas diferentes. Em Libra as ideias não estão ainda formadas, como não estão em Câncer, os sentimentos, nem em Áries o desígnio a executar. Como todos os signos cardinais o signo Yod, em Libra, como forças mentais encontram-se no estádio das emanações (Atziluth) e é neste vasto mercado que o indivíduo escolhe a ideia a desenvolver; daí que possa ser de direita e de esquerda ao mesmo tempo sem contradizer sua profunda verdade.

Palavras chaves:

(+) Sacrifício sobre si em colaboração ao outro, sociedade, casamento, razão.

(-) Dificuldade associativa, militância bipolarizada, ideias contrarias.

  • Casa VII

Esta Casa expressa na Terra as potencialidades de Libra. Neste signo nasce o elemento Ar que origina a lógica e a razão que inclina o indivíduo na busca do complemento. Todo isso se cristaliza na Casa VII na forma da busca pelo outro, do complemento que há de permitir realizar nosso programa humano.

Como já foi dito, o caráter razoável desta busca não é sentimental. É interessante lembrar que antigamente os casamentos se realizavam pelos pais, sem que entrasse em conta os sentimentos dos interessados. Hoje são os sentimentos ou o sexo que origina um casamento, isto não implica que tenha aportado estabilidade conjugal, o edifício, conjugal, talvez bem mais o contrário, já que acabando os sentimentos e o sexo se vai também o casamento. O bom casamento sempre ocorre quando se coincidem os planos intelectual, emocional, instintivo-motor e sexual, a Casa VII trata principalmente do mental embora Libra atue em todos os processos societários.

Vimos como na Casa V (Leão) aparece o amor, que é um dom divino (alma gêmea), e que nasce do sincronismo absoluto entre dois seres, de sua perfeita identificação de um com o outro por terem vivido experiências similares. Mas esse estado de perfeito gozo não é o perseguido pela evolução e esses grandes amores românticos não entram na política do Ser. São um oásis, um suntuoso descanso entre duas batalhas e depois há que saber dizer adeus e prosseguir a peregrinação.

O casamento deve servir para limar as arestas e limitar os poderes de uma personalidade que só submetendo-se às leis de Binah conseguirá realizar a sua obra. Encontraremos na Casa VII, pois, informação sobre o cônjuge, sua forma de ser, seu caráter, suas qualidades. Também nos informará sobre a personalidade dos parceiros, dos aliados, daqueles com que a vida nos confronta e, no geral, veremos na Casa VII a reação da sociedade diante de uma de nossas iniciativas, posto que a Casa VII se opõe a Casa I, que reflete o impulso de nossas Vontade e desejos.

Os maus aspectos planetários sobre a Casa VII, nos anunciará um cônjuge difícil de mal caráter, más qualidades ou com problemas, psicológicos, de saúde, de dinheiro, etc., igualmente, anunciará aliados problemáticos e complexos, de modo que seria melhor não os ter, e más disposições da sociedade em relação às nossas iniciativas. Quando um excessivo número de planetas se encontra na Casa VII, o indivíduo é, literalmente, esmagado pelo outro, seja cônjuge, seja parceiro ou uma organização social.

Palavras chaves:

(+) Busca do complemento, cônjuge, personalidade dos sócios, reação da sociedade.

(-) Cônjuge ou sócio problemático.

  • Descrição Sefirótica

Libra é o sétimo signo do Zodíaco constituído e também o sétimo dos chamados Zodíaco constituinte – por elementos -, aquele considerado pelo nome sagrado יהוה – “Yod-He-Vô-He”, pelos elementos e na seguinte ordem: 1º, 2º e 3º do Fogo, 4º, 5º e 6º da Água, 7º, 8º e 9º do Ar e 10º, 11º e 12º da Terra. Na arvore Sephirótica corresponde a primeira Sephira de Yetzirah ou seja: Netzah. E pois o primeiro signo da trilogia do Ar. Corresponde, deste modo, a fase de inicialização deste elemento. É um signo cardinal, ou seja, a porta de entrada por onde as energias cósmicas penetra no homem.  O Gênio do signo é יהאל Yahel que poderá ser invocado ou evocado para sanar tudo que seja de seu atributo neste interstício ou mesmo de interesse do nativo em sua senda evolutiva, quanto mais em seu período de manifestação.

  • Signo, elemento, planeta ou ciclo zodiacal

Aqui estamos na fase da plantação da semente mental. Libra, tal qual Áries, Câncer e Capricórnio são a porta através da qual as energias cósmicas penetram no homem. Através de Áries (primeiro signo do Fogo em Atziluth) penetrava o elemento Fogo; por Câncer (primeiro signo de Água em Briah) penetrava o elemento Água, por Libra (primeiro signo do Ar em Yetzirah) penetrará em nós o elemento Ar que em nosso organismo anímico se converte em lógica, em razão e, por Capricórnio (primeiro signo da Terra em Malkuth), penetra o elemento Terra.

Na sequência das Letras que criaram o mundo a nona letra refere-se a Teth. Esta letra, pelo ciclo zodiacal יהוה – “Yod-He-Vô-He” (veja Tomo I) representa os materiais provenientes de Libra por ser o Primeiro signo do Ar. No ciclo Sepher Yetzirah expressa a letra Lamed. Expressa uma tomada de consciência das energias do Universo bem como a elaboração de sua massa que até então escorriam pelo impulso.

O nativo de Libra, em sua odisseia evolutiva, já trabalhou anteriormente sob o ciclo do Fogo, onde o seu Ser Eterno lhe impulsionou um desígnio, um programa; trabalhou depois às diretrizes de seu Ser emotivo e vivenciou a fundo a etapa dos sentimentos, até que se desprendeu deles nascendo sob o signo de Peixes cuja dinâmica consiste em exteriorizar os sentimentos, as emoções. Neste ponto já livre dos desejos, do mundo de Briah, aborda agora a etapa intelectual que o levará a racionalizar, encontrar a razão de todas as coisas e surgem as clássicas perguntas: De onde viemos? Para onde vamos? Qual é o objeto de nossa passagem pelo mundo? Como funciona o universo? O nativo de Libra é o homem que se interroga a si, ao mundo em que vive, é o homem que indaga, que encontra o fio que o levará à descoberta da verdade.

Na etapa emotiva, a da Água em Briah, o indivíduo vive encerrado em seu si mesmo. Torna-se assim adorador de seu universo particular, seus próprios costumes, de sua etnia, de seu grupo, de sua nacionalidade… É o homem que procura a força do grupo para se afirmar e diz: “Primeiro eu e depois todo o resto”, este é seu lema.

Todavia quando saiu do ciclo de Água para entrar no ciclo aéreo, esse homem, situado agora em Libra, olha para cima e descobre a transcendência que ultrapassa a si mesmo. Percebe que diante da imensidão do universo não poderá nada se não se unir aos demais. Então reconhece a unidade do cosmos onde tudo faz parte de tudo e os outros são parte de si mesmo, o que o levará na busca do outro a fim de se entender e compartilhar as ideias, sentimentos, etc…

Por olhar para o outro como parte de si mesmo, Libra é o signo que rege o matrimônio e neste sentido todos os nativos deste signo estão especialmente destinados para integrar-se com o outro, renunciando suas particularidades de maneira que fique neles um lugar para que o cônjuge possa subsistir. E essa primeira união será o primeiro elo, necessário para toda uma cadeia de integrações que abarcará a humanidade inteira. Em Libra, o altruísmo vence a partida contra o egoísmo, que é a nota característica do estágio sentimental em Briah.

Quando se chega a este ponto de evolução, depois de ter passado pelas anteriores etapas zodiacais do Fogo e da Água, o nativo de Libra, deixa atrás os condicionamentos emocionais da etapa anterior, o da Água, para incorporar a seu patrimônio vivencial os valores do Ar como lógica, a razão, a compreensão.

Se um nativo de um dos signos de Água tem muito Ar em seu tema astral, poderá viver muitas experiências mentais, do mesmo modo se um nativo do Ar tem muita Água em seu tema poderá viver muitas experiências da Água.

Em Libra nos deparamos com dois pontos fundamentais:

Primeiro é a tomada de consciência de que o mundo é uma obra coletiva, de que a individualidade potenciada em ciclos anteriores não é mais que uma etapa que devemos viver para não travar o processo evolutivo. Então é primada a busca do outro do complemento, do sócio, para a vida, para os negócios, para tudo. Não se trata de uma mera participação societária ou de uma união efetiva, mas de uma disposição interna para isso, dá vontade de adentrar aos arquétipos necessários para favorecer a convivência social em todos os níveis.

A segunda mensagem ou grande descoberta de Libra é a ideia da justiça, nos impérios das Leis em que o universo está regido, de modo que e se estas Leis forem descobertas e respeitados, tudo correrá bem, mas se por outro lado forem violadas tudo se despedaçará.

Por isto, percebe-se, que ao longo de sua existência o libriano vai retificando suas ações, suas condutas eis que anteriormente veio do mundo emotivo, em um ciclo anterior, de Briah e, deste modo, está repleto de valores emotivos onde versava a lei dos desejos. Mas agora segue o tramite da Lei universal e, se em algum momento sai desta linha, volta atrás e retifica sua conduta.

Libra está representado pelo símbolo da balança, é, portanto, um signo de equilíbrio e consistem em aprender a harmonizar as suas diferentes tendências de modo que atuem em harmonia e como está regido por Vênus cumpre que seu comportamento seja uma obra de arte. O planeta regente colocara a sua disposição a sensibilidade a delicadeza e o refinamento necessário.

Trata-se de um signo considerado bastante feminino, vê-se que a justiça é representada por uma mulher. A mulher de libra é naturalmente elegante, simpática e doce ao paço que o homem libriano é sedutor, cortes, atento, detalhista.

Este nativo odeia os conflitos, as guerras, as lutas. São indivíduos de consenso, que buscam acordos que satisfaçam a ambos os lados. Evitam tomar partido para não criar dois lados distintos em oposição de modo que muitas vezes são incompreendidos por não tomarem uma posição. São capazes de pactuarem com todos os lados.

Atuam nas mais variáveis atividades, como cargos sindicais, criação de associações, união de casais, moda, cinema, arte e uniões em geral. São excelentes mediadores tanto no campo da política como na jurídica.

Se for incapaz de atender aos desígnios destas energias de equilíbrio haverá de compensar esta falta de harmonia nas coisas externas buscando por exemplo alguma arte ou coisa parecida. É interessante notar que grande parte dos artistas tem uma vida pessoal bastante caótica, reflexo de seu estado interior.

Os aspectos negativos podem dar uma tendência a unir os desarmônicos, aquilo que, por sua natureza, não pode sê-lo, ocasionado problemas de convivência, excesso de indecisões, vontade débil para as conquistas. Ao contrário das tendências associativas, darão aso ao isolamento, correspondendo-se tão somente a pessoas ou situações de seu círculo.

Se possui poucos planetas em seu signo, equilíbrio enfraquecido, ou se tem vários planetas nos signos de Água, das emoções, poderá ver-se envolvido em várias lutas podendo chegar a uma natureza violenta

Podemos destacar como principais virtudes o pacifismo, a beleza, o equilíbrio, a capacidade para a conciliação e para a prática artística, o refinamento; e por outro lado, o temor à solidão, a indecisão, a dúvida, o oportunismo e certa frieza.

Com aspectos ruins podemos verificar que estes nativos tem um certo desequilíbrio nos relacionamentos em sua vida conjugal. Também acabam criando inúmeros problemas por sua maneira franca e justiceira. Tem o defeito de não saber perdoar o próximo e esquecem-se muitas vezes da misericórdia, enojam-se facilmente da hipocrisia, não tolera joguinhos de dominação.

Os bem aspectados gostam das coisas retas e justas, de viajar, são cumpridores fieis de seus deveres, são francos e justiceiros. Com estes nativos devemos ser sempre amáveis e trata-los com doçura, não perdoa jogos duplos. Apreciam fazer obras de caridade sem esperar recompensas nem alardear o que tem feito.

O tipo superior e casto e o inferior é fornicário;

Os nativos de Libra contraem bom matrimônio com os piscianos eis que Vênus e amigo de Jupiter e de outro lado porque esses aspectos (150º) reunirão de forma harmoniosa, na mandala dos signos, dois elementos (ativo e passivo) incompatíveis entre sim, como o fogo e a terra ou o ar e a água.

Em Libra nos deparamos com a balança e com o karma. Necessitamos nos fazer consciente de nosso próprio Karma e isto só é possível mediante o estado de alerta em nossas existências, observando todas as novidades, acontecimentos pois tem causa em existências anteriores, de modo que precisamos nos fazer consciente disto para poder superar e avançar. Assim, todo momento de alegria ou de dor deve ser observado mediante principalmente o processo da meditação ou a quem tenha a consciência desperta pode sair conscientemente do corpo físico e estudar sua vida, pode-se invocar Anúbis o Jerarca da Lei e pedir auxílio. Uma vez estando com esta entidade, pode-se negociar a dor com boas obras e assim equilibrar a balança. Pode-se também solicitar créditos.

PRÁTICA:

Lembremos que Libra governa os rins e assim é o signo das forças equilibrantes. É nos rins que as forças de nosso organismo devem se equilibrar.

Coloque-se o adepto de pé em posição militar com os braços estendidos em forma de cruz para representar uma balança de dois pratos. Incline-se sete vezes para a direita e depois sete vezes para a esquerda com a intenção de que todas as forças convirjam para equilibrar os rins. O movimento da metade superior da espinha dorsal deve acompanhar o movimento dos pratos.

As forças que sobem da terra passando por nossos pés devem equilibrar-se na cintura e isto se realiza com êxito quando se realiza o movimento do balanceio em libra.

Nestes momentos pode-se imaginar no templo coração do Tribunal da Justiça Divina e conversar com Anúbis e seus 42 juízes da Lei. Antes de entrar no templo faça a saudação aos dois guardiões na entrada. Inicialmente como os três dedos (indicador, médio e polegar) verbalize: Paz inverencial. Posteriormente comprimente os dois guardiões pronunciando: Jakin (direita) e Boas (esquerda) enquanto cruza os braços sobre o peito, direito sobre o esquerdo, formando o pentagrama. Dê os sete paços ao interior do templo e proste-se ante os Jerarcas da Lei.

  • Carta do Tarô: Rei de Espadas

Localização na Arvore da vida: Binah (Vô)

No zodíaco o domicílio do Rei de Espadas é Libra.

Arcanos que governa: Ás de Espadas, Dois de Espadas e Três de Espadas

O Rei de Espadas possui os atributos de Binah, na qualidade de Vô do mundo das emanações (Atziluth) e representa o seu poder organizador de todas as coisas. Sua aparição no nosso jogo significará que em nossa peregrinação humana implantamos vários esforços para ordenar as coisas, o que temos explicado, elucidados, que temos trabalhado para torná-los compreensíveis, lógico, coerente. Graças a esse esforço ordenador tem sido possível estabelecer a ciência e agora o Rei de Espadas aparece para levar-nos à frente de uma organização que contribuímos para o estabelecimento.

A aparição do Rei de Espadas será sempre anunciadora de uma tarefa, uma responsabilidade ao mais alto nível. Anuncia-nos que devemos nos empenhar, colocar a mão na massa, pois viemos para marcharmos em um trabalho duro e que podemos nos sujar, de modo que é preciso estar sempre com o avental em serviço, a fim de que a sujeira não salpique as nossas vestes, isto é, que não manche o nosso Ser espiritual. Cumpre diferenciarmos constantemente entre o que fazemos e o que somos, discernir entre a necessidade incontornável de realizar certos atos e a exigência de que eles permaneçam limitados a um marco e a um tempo; não nos envolvemos mais que isto.

O Rei de Espadas nos obriga a descer para a arena do mundo, para enfrentar os problemas de baixo nível. A sujeira característica dos brejos deve ficar presa ao avental que deixamos após o trabalho, retornando assim para a pureza primordial e a luz, porque os trabalhos que anuncia este rei de espadas são desenvolvidos na penumbra, em um mundo em que as sombras começam a dominar.

Palavras chaves: R♠ Rei de Espadas, Responsabilidade de alto nível

(Reta) Portador de responsabilidade, alto cargo, Homem de Lei, senador, etc.

(Invertida) Missão em momento difícil, sangue, caos, má sorte, maldade crueldade.

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A CABALA DE HAKASH BA HAKASH

Filosofia Metafísica Quântica Cabalística – TOMO II

A ODISSEIA ZODIACAL

Autor: Inácio Vacchiano

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