XII. TIRAGEM DAS CARTAS


  1. Método das 4 cartas

Este método corresponde as quatro letras do nome impronunciável יהוה – “Yod-He-Vô-He”.cartas yhvh

Sua disposição é da direita para a esquerda e sua representação está disposta do seguinte modo.

Yod: Refere-se ao assunto em questão, a vontade em movimento;

He: Trata das circunstâncias que estão atuando;

Vô: Mostra a formação, exteriorização da questão;

2º He: Resultado enquanto fruto, filho.

 

  1. Tiragem pela Árvore da Vida

14 AtributosPara a tiragem cabalísticos se procederá à preparação das cartas, embaralhando-as e, uma vez embaralhadas devem ser colocadas sobre a mesa as dez primeiros a sair do maço, com o rosto para baixo, ocupando cada lugar dos Sephiroth, como no desenho da Árvore.

Depois basta virar gradualmente, começando com o primeiro, isto é, com o que corresponde a Kether, Hochmah, Binah, Hesed, Geburah, Tiphereth, Netzah, Hod, Yesod e Malkuth, interpretando-as progressivamente.

Se os Arcanos Maiores refletem os desígnios de nosso Real Ser, os menores representarão a política de nossa personalidade mundana. Uma dupla tiragem, primeiro a dos arcanos maiores e depois dos menores na árvore vão nos dizer se há sintonia entre o que o Real Ser quer e o que você quer. Se há ou não desarmonia com os critérios.

  1. Tiragem pelo método das 36 cartas no zodíaco

Em cada uma das aulas dedicadas aos Arcanos Menores do Tarot, fomos dando as correspondências das cartas com os signos do zodíaco e as figuras os relacionamos seu signo correspondente.

Cada um dos 12 signo do zodíaco tem 30 graus, divididos em três decanatos de 10 graus cada que darão ao todo 36 decanatos e que acordo com as correspondências dadas em cada lição seus elementos se posicionaram da seguinte maneira (veja a mandala dos signos no frontispício da obra):

Correspondência entre domicilio dos signos e as cartas

Signos do Fogo:

Áries – Rei de Paus: ás, dois e três de ouros.

Leo – Rainha de Paus: quatro, cinco e seis de ouros.

Sagitário – Cavaleiro de Paus: sete, oito e nove de ouros.

Dez de paus transição do elemento fogo, o elemento água.

Valete de Paus: transição entre Sagitário ao Ás de paus.

 

Signos de água:

Câncer – Rei de Copas: ás, dois e três de copas.

Escorpião – Rainha de Copas: quatro, cinco e seis de copas.

Peixes – Cavaleiro de Copas: sete, oito e nove de copas.

Dez de copas transição do elemento água, o elemento ar.

Valete de Copas: transição de Peixes ao ás de copas.

 

Signos de ar:

Libra – Rei de Espadas: ás, dois e três de espadas.

Aquário – Rainha de Espadas: quatro, cinco e seis de espadas.

Gêmeos – Cavaleiro de Espadas: sete, oito e nove de espadas.

Dez de espadas transição do elemento ar, o elemento terra.

Valete de Espadas: transição de Gêmeos ao ás de espadas.

 

Signos de terra:

Capricórnio – Rei de Ouros: ás, dois e três de ouros.

Touro – Rainha de Ouros: quatro, cinco e seis de ouros.

Virgem – Cavaleiro de Ouros: sete, oito e nove de ouros.

Dez de ouros transição do elemento terra, a um novo ciclo.

Valete de Ouros: transição de Virgem ao ás de ouros.

 

A tiragem zodiacal consistirá em distribuir as 36 cartas no modo seguinte:

  1. Inicialmente convém criar o caos colocando as cartas sobre a mesa de figuras para baixo e procedendo a mistura com as duas mãos ou mesmo embaralhando-as;
  2. Juntar as cartas sempre com as figuras para baixo;
  3. Coloca-las sobre a mesa.
  4. Cortar com a mão esquerda (referência a Binah, dona do destino).
  5. Distribuir as cartas sempre com a face voltada para baixo, seguindo o círculo do gráfico zodiacal, da esquerda para a direita, no sentido descendente, ou seja, partindo do ponto em que se encontrar no signo de Áries a Câncer, seguindo a ordem na roda do zodíaco (Áries, Touro, Gêmeos…).

Agora convém analisar ao gráfico que está diante de si, no que tange as cartas em seus respectivos domicílios conforme disposto. De acordo com esta disposição de domicílios cumpre classificar as cartas em amigas e inimigas. São cartas amigas as que estão relacionadas entre si por bons aspectos, e cartas inimigas as que se relacionam entre si por maus aspectos.

Os aspectos foram estudados no capítulo intitulado “Aspectos astrológicos e os caminhos” bem como em cada um dos Sephiroth. Assim, convém aplicar a teoria dos aspectos aos posicionamentos das cartas entre si.

Lembrando as lições, os bons aspectos são aqueles formados entre os planetas que encontram a distâncias de 30, 60, 120 e 150 (lado direito e central da Árvore) graus entre si, e os maus aspectos, quando se encontram a 45, 90 e 135 graus (lado esquerdo da Árvore). A conjunção e a oposição são aspectos variáveis (coluna centrar superior e inferior da Árvore).

Aplicando este conceito as cartas e tendo em conta que cada uma das 36 ocupa dez graus na esfera, dizemos que:

  1. são separados por 30 graus, uma carta que foi encontrada três posições mais além, para frente ou para trás;
  2. são separados por 45 graus as cartas situadas a quatro posições mais além ou atrás;
  3. por 60 Graus, as cartas localizadas a seis posições mais além ou atrás;

d: por 90 Graus, nove postos mais além ou para trás;

  1. por 120 Graus, doze posições para frente ou para trás
  2. por 135 Graus, treze posições para frente ou para trás
  3. Por 150 Graus, quinze posições para frente ou para trás
  4. Por 180 Graus, dezoito posições para frente ou para trás.

 

Exemplo (compare na mandala zodiacal no frontispício da obra): o Ás de paus, carta domiciliada no primeiro decanato de Áries, se encontrará em semisextil (30 graus) com o quatro de ouros e com o sete de copas. Em semiquadratura (45 graus) com o cinco de ouros e o seis de espadas. Em sextil (60 graus) com o sete de espadas e o quatro de espadas. Em quadratura (90 graus) com o ás de copas e o ás de ouros. Em trígono (120 graus) com o quatro de paus e o sete de paus. Em sesquicuadratura (135 graus) com o cinco de ouros e o seis de copas. Em quincúncio (150 graus) com o sete de ouros e o quatro de copas. E em oposição (180 graus) com o ás de espadas.

Assim, cada carta de ás a nove tem a sua sede em um decanato zodiacal. As figuras (rei, rainha, cavaleiro) ocupam um signo correspondente. Os dez, como como valetes, são cartas de transição, que estão localizados no centro da esfera, porque não estão domiciliadas em nenhum signo.

A tiragem é utilizada para responder a todos os problemas, sejam eles divinos ou humanos que se possa considerar, para si mesmo ou para os outros. Se o consultor é outra pessoa, será ela quem deve misturar, embaralhar e cortar ou somente cortar a carta. É recomendado que se faça uma tiragem na véspera de Lua Nova, formulando a pergunta seguinte: Quais serão as forças ativas no mês lunar que se inicia amanhã? Ou com quais problemas terei de enfrentar no decorrer deste mês lunar? Uma tiragem total fornecerá uma informação sobre os doze setores da vida. Também pode-se fazer esta consulta na véspera do ano novo.

Uma vez distribuídas as cartas obteremos os Doze signos do horóscopo, divididos cada um em três decanatos que significam: 1º. A vontade do indivíduo. 2º. as circunstâncias com que há de tropeçar. 3º. O resultado final da força vontade-circunstância.

Temos, pois, 36 cartas em um domicílio fixo, que recebem o nome de potências territoriais, eis que, exercem seu domínio sobre no espaço zodiacal onde se encontram estabelecidas (veja o subtítulo neste capítulo nominado Correspondência entre domicilio dos signos e as cartas bem como a mandala zodiacal no frontispício desta obra). Na tiragem para consulta, as cartas distribuídas aparecerão em uma ordem diferente da potência territorial.

Ao virar as cartas diremos que cada uma está em conjunção com a potência territorial domiciliada no mesmo sector. Por exemplo, se no espaço reservado ao primeiro decanato de Áries cai o cinco de copas, diremos que esta carta faz uma conjunção com o Ás de paus, uma vez que esse Às tem o seu domicílio neste primeiro decanato.

1) Começamos então a interpretar o significado com base nesta conjunção (0º – Kether). Se as cartas conjuntas são amigas, a semente que nascerá desta união originará a algo harmonioso. Se são inimigas, a semente que surgirá dessa conjunção será perniciosa: uma planta venenosa vai começar a crescer.

2) Uma vez levantada esta primeira carta, correspondente a Casa que rege o assunto objeto da pergunta, vamos descobrir quais forças apoiam esse assunto e o faremos desvelando progressivamente as cartas que formam o semisextil, sextil, trígono, com a primeira desvelada, para a frente, no sentido da roda, como zodiacal para atrás. Ou seja, desvelaremos as cartas que se encontram a uma distância de 3, 6 e 12 inicial. Elas nos dirão os apoios de que disporá a nossa vontade no assunto em questão.

As cartas situadas para a frente, sempre no sentido da roda zodiacal, nos indicarão os apoios que suscitaremos graças à nossa ação. As cartas de apoio situadas atrás indicarão os favores que recebemos em virtude de esforços anteriores, graças aos trabalhos que houvemos realizados nesta nesta existência ou em existência anterior.

2.1) A primeira carta a desvelar depois da inicial será a terceira à frente que corresponde ao aspecto de semisextil (30º Hochmah). Sabemos que esse aspecto corresponde o mundo das emanações (Atziluth) pois é a residência de Hochmah, constituído por ideias e pensamentos que não foram concretizados. Esta carta nos indicar onde procurar apoio a mente para a germinação de nosso propósito como: situações, pessoas ou coisas susceptíveis de facilitar as ideias que devemos manejar para apoiar o que desejamos fazer.

2.2) A 3º carta para trás, nos indicará a estrutura intelectual em que devemos nos apoiar, aquilo que dará o golpe de misericórdia que nos permitirá obter o que desejamos, o que convencerá intelectualmente ao adversário. O reflexo que o nosso passado intelectual traz para o nosso presente.

3) Em seguida desvelaremos as cartas situadas a seis posições da primeira que corresponde ao mundo da criação (Briah) onde reside Hesed, tanto para a frente como para trás.

3.1) Estas cartas nos indicarão onde haveremos de encontrar circunstâncias favoráveis ao sucesso de nossa empresa e o tipo de sentimento que devemos gerar para obter o que desejamos, os estados emotivos que favorecerão decisivamente a realização de nossos propósitos. Nos dirão as pessoas que se simpatizam com o que propomos, que nos apoiam com seus sentimentos também as situações portadoras de simpatia.

3.2) A sexta carta (sextil 60º – Hesed), contada para trás nos indicará as situações dármicas que favorecem, sentimentalmente falando, o propósito, ou seja, o aporte da providência a nossa empresa aquilo que não é fruto de nossa vontade criadora, mas que se revela como um dom do céu.

4) Em seguida desvelaremos as cartas situadas na posição décima segunda (Trígono 120º – Netzah) para a frente e para trás, que estarão formando trígono com a primeira. No trígono se acumulam todos os esforços realizados em um longo processo de formação da realidade (mundo de Yetzirah – sede de Netzah) que pretendemos implantar.

4.1) A décima segunda (120º) carta para a frente indicará onde encontraremos o apoio decisivo e como poderemos utiliza-lo em nossa causa, também os precedentes assentados que constituem a força de persuasão decisiva e inapelável. A carta nos indica as pessoas que nos darão esse apoio decisivo ou as situações ou ambientes em que nos encontraremos. É a carta que nos diz o terreno que devemos pisar para obter uma vitória. A tiragem nesta contida nesta carta.

4.2) Uma décima segunda (120º), contando para trás, será ainda mais favorável, pois índica onde, como, quando e quem nos apoia de maneira providencial e absoluta, posto que, ao fazer isso, não fará mais do que pagar uma dívida de gratidão que havíamos contraído com ele em existências anteriores.

5) Em seguida, seguem as cartas que indicam as dificuldades que vamos nos deparar, começando pela situada a quatro posições da primeira, tanto para a frente como para trás. Essas cartas constituem a semiquadratura (45º – Binah) de ida e de retorno.

5.1) As cartas de ida nos indicarão as concessões intelectuais que devemos fazer para que o propósito possa ser aceito pela pessoa que deve integrar-se ou para que se encaixe com a situação.

5.2) A quarta carta para atrás nos indicará as dificuldades de origem kármica, como as ideias emitidas em outras vidas no sentido contrário ao que nos propusemos.

6) Em seguida desvelaremos as cartas situadas na nona posição (90º – Geburah), para a frente e para trás, as quais correspondem a quadratura de ida e de retorno.

6.1) As cartas para adiante nos indicarão os trabalhos de adaptação que devemos realizar, já que são muito mais duros do que os anteriores porque se referem a nossos sentimentos. As cartas nos indicarão as pessoas, situações, ambientes que se manifestarão com hostilidade para com o nosso projeto, de forma que teremos que evitar, ignorar essas pessoas e não frequentarmos ditos ambientes. Exigirão de nós o sacrifício dos desejos ancorados no nosso mais íntimo domínio, os mais queridos. Só na medida em que saibamos nos sacrificar poderemos fazer aquilo que estamos querendo.

6.2) A nona carta de retorno, ou seja, contando para trás, corresponderá a um rígido karma a liquidar, descrevendo uma situação hostil de que dificilmente podemos fugir, já que se trata de uma dívida a pagar e por outra parte, não é recomendado que fujamos, posto que nos encontraríamos com uma fatura a pagar mais adiante, talvez aumentada. Esta carta trata de algo que deve ser liquidado com vivências pois a razão não será suficiente para dissolvê-lo, constitui a mais séria ameaça contra o nosso propósito, uma vez que o obstáculo não vem de algo que possamos combater racionalmente.

7) As seguintes cartas a serem levantadas serão a de nº 13 para a frente e para trás. Corresponde a sesquiquadratura (135º – Hod) e são cartas que indicarão a necessidade de um retoque final para que o nosso propósito possa ser feito. Se as cartas que ocupam estes pontos são figuras, talvez seja oportuno solicitar o conselho de uma situação, de um contexto, de uma circunstância que nos descreve uma carta.

8) Em seguida, desvelaremos as cartas que se encontram a 15 postos da primeira. O quincúncio (150º), ou seja, o aspecto regido por Yesod e indicará a imagem interna, introduzida em nosso foro interno, de acordo com os impulsos provenientes das cartas de apoio e as dificuldades.

Serão algo como as duas testemunhas que falarão a favor e contra o propósito objeto da consulta. A carta de ida falará de nossos desvelos em pro da realização daquilo que nos preocupa; a carta de retorno falará de nossos deméritos no passado.

9) Finalmente, desvelaremos a décima oitava (oposição 180º – Malkuth) carta e nela encontraremos uma sentença, favorável ou desfavorável aos nossos pedidos.

Cumpre não tomar esta sentença do como uma fatalidade, mas como algo que acontecerá se o indivíduo se deixa levar pela dinâmica das forças que estão em andamento e que estão descritas nas cartas, mas se a pessoa recorre ao Taro, é exatamente para saber como se apresenta o assunto e é de se esperar que uma consulta lhe sirva para modificar o seu comportamento, naquilo que deva ser modificado para alterar o resultado.

Neste sentido, convém ao intérprete indicar as linhas de ação com vistas a uma modificação, uma vez que modificando-se o comportamento, muda-se a atitude e consequentemente, o resultado. Em tal caso, deve-se providenciar uma nova tiragem alguns dias mais tarde, uns quatro dias, quando Yod-He-Vav-He tenha cumprido seu ciclo de dias, propiciando uma transmutação no indivíduo.

A evolução da situação encontrar-se-á potencialmente inscrita nas cartas que seguem desveladas. Então temos trinta e seis cartas e no jogo só temos desvelado as que formam aspectos entre si. Essas trinta e seis cartas correspondem a doze Casas do horóscopo, uma razão de três cartas para Casa, uma por decanato.

Temos, pois, 12 grupo de três cartas. Em cada grupo de três a primeira representará o assunto iniciado; a segunda, sua evolução circunstancial; a terceira angaria as retificações que havemos contribuído, consciente ou inconscientemente, devido às pressões encontradas no meio ambiente.

Assim, podemos tirar proveito do Livro de Toth tanto no terreno filosófico como na vida prática onde encontraremos todas as luzes de que necessitamos. A tiragem cabalística, com os 10 Sephiroth estão relacionados aos temas filosóficos e espirituais enquanto a tiragem zodiacal presta-se mais a temas mundanos, embora possa-se utilizar a tiragem cabalística também para questões da vida cotidiana.

Quando em uma tiragem cabalístico se consulta um assunto relacionado ao futuro, deve se levantar no primeiro lugar a última carta, a que corresponde a Malkuth e em seguida, continuar com as cartas Yesod, Netzah, Hod, Yesod, Tiphereth, etc.

Desta forma, a carta de Malkuth nos indicará como são as coisas no presente, e as que serão levantadas posteriormente indicarão como esse presente será alterado pelas forças que se constituirão nos estratos superior e que varrerão de modo implacável o presente, a menos, é claro, que as cartas de cima representem a continuação lógica da força que atua abaixo.

 

  1. Método da Deusa Lua

Deusa LuaRefere-se a uma identificação com as fazes da Lua na seguinte disposição:

  1. Carta em pé refere-se ao assunto tratado;
  2. Cruzando a primeiro trata dos impulsos que o assunto produz, algo como as circunstâncias.
  3. Influência principal, a situação da Lua no momento da consulta;
  4. Influencia perdendo força, a Luz que se vai;

5.Influencia que ganha força, a Lua crescente na situação;

  1. O que estão as sombras no inconsciente, o lado oculto da Lua;
  2. O que está a Luz, a Lua cheia;
  3. No que vai dar, o prognostico da próxima lunação.
  4. Conselho da Deusa Lua. Um conselho que pode ajudar, embora o taro costume informar os acontecimentos se for seguido determinado curso, mas aqui há um conselho.

 

  1. Método para descobrir magia negra ou karma

feitiço ou karmaPara saber se a pessoa sofre ataque de magia negra ou se está passando por uma fase kármica utilizam-se 18 arcanos, o número dos inimigos ocultos, carta 18, a Lua.

Se a Lua estiver dentro do quadrado então há magia.

Se o arcano VIII, Justiça, ajustamento estiver no quadrado então anula a magia e diz que não há magia, mesmo que a Lua esteja lá.

Se a Lua estiver no quadrado e o Ajustamento no Karma, há magia e processo kármico. Na vida, já pode estar se desenvolvendo o karma, quanto mais se esteja no físico.

Se a Lua estiver no plano físico é sinal que a magia é recente.

As letras hebraicas יהוה “Yod-He-Vô-He” e os planos (espiritual, astral, físico) em que se encontrem as cartas nos darão mais informações sobre a questão assim como o grupo karma e presente.

  1. Método ferradura

O Método ferradura é composto por sete cartas.

  1. Passadoferradura
  2. Presente
  3. Futuro
  4. Caminho a seguir, o que precisa ser feito.
  5. A reação das pessoas em volta.
  6. Obstáculos a serem superados.
  7. Possível desfecho.

 

 

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A CABALA DE HAKASH BA HAKASH

Filosofia Metafísica Quântica Cabalística – TOMO I

ÀRVORE DA VIDA – OTZ CHIIM

ELEMENTOS, PLANETAS, SIGNO, TARO

 

Autor: Inácio Vacchiano