VII. OS 22 SENDEIROS OU CAMINHOS


Na Árvore da vida há 22 caminhos que unem as 10 Sephiroth, porém afirma-se que 3 deles são considerados impraticáveis ao nosso atual estado de consciência porque originam-se diretamente em Kether. São sendas da vida, por isto afirma-se que a iniciação é a própria vida, de modo que, a aqueles que desejam desvendar-lhes os segredos não têm outra saída senão trilhá-los.

Estes sendeiros referem-se ao modo de circulação das energias, mas também aos trabalhos que devemos realizar. As Sephiroth estão unidas entre si por pelos caminhos que recebem o nome de Sendeiros. Os Sendeiros fazem com que as energias contidas em uma Sephirah desemboquem na que segue. Em tratando-se dos caminhos horizontais, que unem as colunas da direita e da esquerda, não se pode compreender o sentido de uma Sephirah sem compreender o significado da oponente. Mas o mesmo vale para os demais caminhos já que sempre unem dois centros de vida. Em uma visão alegórica (e porque não dizer objetiva?) as Sephiroth aparecem como fontes que se inicia em Kether e vai derramando seus excessos para as demais em posição inferior (Hochmah, Binah, Hesed…).

Tem suas influências no mundo espiritual e desÁguam no mundo físico e em nossa vida pessoal acerca da Vontade (ou desejos se provenientes do ego), dos sentimentos, pensamentos e corpo físico. Porém cabalisticamente são consideradas também como as 10 Sephiroth o que perfazem um total de 32 caminhos (22+10=32).

Estes caminhos foram extraídos do Sepher Yetzirah e começa da seguinte maneira:

“Em trinta e dois caminhos da sabedoria, vias admiráveis e ocultas, יהוה – “Yod-He-Vô-He”, o Senhor das Hostes, fez gravar o seu nome…”

As Sephiroth unidas por raios de luz ou espada de fogo são o macrocosmo pois representam as sucessivas emanações Divinas, ao passo que os caminhos são o microcosmos eis que representam os estágios sucessivos da compreensão humana acerca do cosmos. A serpente Nechushtan passa por todos os caminhos indicando a ordem em que se encontram, como devem ser enumerados, rumo a sua evolução. As Sephiroth representam as forças naturais objetivas ao passo que os caminhos os estados de consciência subjetivos.

Os dez Sephiroth referem-se às vias em que as energias sexuais devem subir e, do mesmo modo ocorre com os 32 caminhos que conduzem a consciência rumo ao invisível, contudo na realidade são 33 se contarmos com o elemento Terra  já que no plano físico, encontramo-nos neste elemento e, por essa razão, tal símbolo não aparece nos Caminhos que conduzem ao Invisível (então são 4 elementos, 7 planetas, 12 signos e 10 Sephiroth). Também se refere ao curso das energias pelas 33 vertebras da coluna espinhal. De outro modo, quando tratados dentro dos 32 caminhos querem expressar os pontos de meditação para adentrarem na Árvore, uma espécie de Yoga com meditação já que, como afirma Dion Fortune, se alguém medita sobre um símbolo ao qual alguém em meditação no passado associou certas ideias, tal pessoa terá acesso a essas mesmas ideias, ainda que o hieróglifo jamais lhe tenha sido explicado por aqueles que receberam a tradição oral “de boca ao ouvido”.

A essência de cada caminho constitui-se na união de duas Sephiroth de modo que para se compreender o caminho é necessário levar em conta a natureza das esferas da árvore da vida e também a relativa ao caminho em cada um dos mundos (Atziluth, Briah, Yetzirah, Assiah) pelo processo da meditação.

As 10 Sephiroth são objetivas e referem-se ao macrocosmo (universo) ao passo que os 22 caminhos são subjetivos pois tratam do microcosmos (alma do homem), são os degraus através do qual a alma humana desenvolve a sua compreensão do cosmos,

 

  1. Os 32 e os 22 caminhos ou sendeiros

Ao nos deparar com o Sepher Yetzirah percebemos que o texto faz referências tanto às Dez Sephiroth como às 22 linhas que as unem perfazendo um total de 32 Caminhos. Os Caminhos também são considerados canais da influência divina, contudo na Árvore tem-se considerado as linhas entre as Sephiroth como Caminhos, a as Sephiroth como Esferas da Árvore. Contudo em cada um dos 32 caminhos nos deparamos com os textos enigmáticos que dão pistas a que se referem o sendeiro.

Cada um dos 22 caminhos representa o equilíbrio entre as duas Sephiroth já que as une, então seu estudo se faz a Luz dessas Sephiroth, de sua composição, símbolos, imagens, representações de animais, plantas, incensos, elementos, planetas, signos, etc.

Os 32 caminhos representam também as 33 vértebras da coluna espinhal, contudo como ressaltaremos trata-se dos 10 Sephiroth, mais 4 elementos, mais sete planetas e 12 signos que somados dão 33. Mas fala-se de 32 caminhos em razão de um dos elementos ser o Terra, nossa consciência terrena – a Terra necessária para nossos propósitos práticos, e os demais significarem energias acima deste plano, o contato com o invisível, por isto trata-se de 32 planos a serem explorados.

De outro ponto os 22 caminhos estão relacionados com os trunfos, os arcanos maiores do Taro.

Então temos três grupos de símbolos:

O primeiro trata dos Dez Sephiroth com suas correspondências divinas, atributos, imagens, etc.;

O segundo refere-se aos 22 caminhos com as letras hebraicas (letras força) os elementos, planetas, signos e tudo que se relacionam a eles e,

O terceiro refere-se as cartas do taro, com suas correspondências, significados, etc. Os arcanos maiores estão relacionados as 22 letras ou caminhos e os arcanos menores com os 10 Sephiroth. Assim por exemplo: As quatro cartas reais do Tarô são, Rei, Rainha, Cavaleiro e Valete de modo que o Rei, por ser uma figura a cavalo em algumas figuras, indica a ação rápida de Yod do Tetragrammaton na Esfera do naipe; A Rainha, é uma figura sentada, representando as forças imóveis do He do Tetragrammaton; o Príncipe ou Cavaleiro do Tarô esotérico é uma figura sentada, correspondendo ao Vô do Tetragrammaton e, a Princesa ou o Valete corresponde ao He final do Nome Sagrado. Mas tem ainda relação como os doze signos do zodíaco. O Rei de paus corresponde a Áries, a Rainha de Ouros corresponde a Touro, o Cavaleiro de espadas corresponde a Gêmeos, etc. Do mesmo modo os arcanos menores estão relacionados aos decanatos de cada signo, assim, o As, 2 e 3 de paus correspondem aos primeiros, segundo e terceiro decanato de Áries, etc. conforme pode ser averiguado em nossa mandala dos anjos ou dos signos no frontispício desta obra.

Mas temos ainda as cores das quatro escalas coloridas que constituem o simbolismo maior, pois ao penetrar em determinado departamento da natureza poderemos ter a certeza ou não de onde estamos pelas cores que se apresentam, bem como relativo aos demais elementos de cada caminho, Sephiroth, etc. Assim se estamos trabalhando em um plano que a cor é relativa ao violeta e aparece uma figura de cor escarlate, saberemos que estamos fora do caminho, que estamos em meio a uma ilusão ou outra coisa qualquer de modo que com o uso da Vontade poderemos retornar ao seio pretendido até encontrar o Guardião que nos dará as boas-vindas. Devemos, pois, unir nossa Sephira microcósmica com a macrocósmica e para isto solicitamos a ajuda daqueles que já estão lá, seja pelos nomes sagrados, associações, etc.

A Árvore da Vida, a Astrologia cabalística o Tarô estão todos interligados pois compõe as forças que formam e gerem o nosso Universo. Cabe esclarecer que todos estes elementos trabalham nos quatro mundos (Atziluth, Briah, Yetzirah e Assiah), assim, por exemplo, Vênus tem uma atuação diferente em cada um destes planos de forma que em Atziluth é mais espiritualizada, em Briah mais sentimental, em Yetzira mais racional e em Assiah mais sensitiva (ligada aos 5 sentidos).

Na Árvore podemos fundamentar todo o sistema de meditação, magia, adivinhação, princípios filosóficos, etc., aqui compreende todos os princípios de qualquer fisiologia que seja, da química, da física, etc., e permite o seu uso adequado. O ocultista prático que trabalha com a Árvore se aproveita deste estoque de associações, vivificando os símbolos no Astral por meio de suas operações, sejam mágicas ou meditativas, de suas chaves e das infinidades em sua adaptabilidade, no mais a Árvore apresenta-se como um hieróglifo de incalculável valor meditativo, mas também pode ser utilizada para a Magia Talismânica no auxílio para a compensação das forças em desequilíbrio em um horóscopo .

Existem vários métodos que foram utilizados para a formação da Árvore e dos caminhos. Foram efetuados por Rabinhos, vários mestres de entidades ocultas sendo que a mais conhecida foi efetuada por Crowley. Nos optamos a seguir uma das traduções do Sepher Yetzirah em que os pontos seguem a evolução de todos os seus elementos de Kether a Malkuth, ou seja a hierarquia do Universo. Uma intuição, uma certeza interior, já nos direcionava por esta trilha mesmo antes de conhecer o texto e, embora entendemos que deva haver críticas, seguimos esta trilha pois em nossa pesquisa tudo apontava neste sentido.

  1. As 22 letras do alfabeto hebreu e os 22 caminhos

Os chamados caminhos ou sendeiros estão baseados em um dos livros mais antigos da Cabala intitulado Sepher Yetzirah que está longe de ser claro em muitas de suas partes, mas que corresponde ao esquema geral do simbolismo entre as letras hebraicas, os elementos, planetas, signos. Há quem diga que não dá para afirmar que o responsável pela obra tenha tido autoridade suficiente para elabora-la ou mesmo qual das versões divulgadas seja a correta de modo que adotamos aquela que segue a hierarquia do Universo por parecer a mais óbvia possível.

Os textos obscuros, principalmente relativos aos caminhos, que estão dispostos nas 22 letras e nos 10 Sephiroth nos auxiliam nas meditações e nas auto iniciações bastando meditar no caminho correspondente, Sephiroth que estão sendo unidos, características, elementos, atributos, invocações dos nomes nos quatro mundos, cores, no pensamento, sentimento, vontade (concentração), etc.

No hebraico e, atentando ao Sepher Yetzirah, existem três letras mãe ou matrizes, sete letras duplas que são as sete consoantes que possuem cada uma dois sons e, doze letras simples que tem apenas um som.

As letras mãe são: Aleph א, Men מ, Schin ש que correspondem aos elementos Fogo, Água e Ar respectivamente, sempre na ordem de cima para baixo, do maior para o menor.

As letras duplas são: Beth ב, Ghimel ג, Daleth ד, Kaph כ, Phé פ, Resh ר e Tho ת que correspondem aos sete planetas na ordem inversa a proposta por Ptolomeu que colocou os planetas em ordem crescente a partir da Terra bem como ao proposto pelo Sepher Yetzirah (do maior para o menor) e são: Saturno, Júpiter, Marte, o Sol, Vênus, Mercúrio e a Lua.

As letras simples ou elementares são: He ה ,Vô ו, Zain ז, Cheth ח, Teth ט, Iod י, Lamed ל, Noun נ, Samekh ס, Tsade ע, Ain צ, Qof ק que representam respectivamente os doze signos do zodíaco: Áries ou Carneiro, Touro, Gêmeos, Câncer ou Caranguejo, Leão, Virgem, Balança, Escorpião, Sagitário, Capricórnio, Aquário e Peixes.

Os 22 caminhos estão, portanto, relacionados as 22 letras e aos 22 arcanos do Tarô de modo que somando-se aos 10 Sephiroth temos 32 caminhos.

 

Da mandala rosa cruz

rosa da rosa cruzA mandala da rosa cruz foi organizada com base nestas informações de modo que:

no círculo mais externo temos os doze signos na ordem das cores e posição do alfabeto hebraico (letras simples);

no círculo intermediário temos os sete planetas dispostos por suas cores (letras duplas) e a roda segue na progressão das cores do arco-íris e, por fim,

na roda central temos as três letras mães dispostas conforme a disposição das letras na árvore sephirótica onde Aleph (vermelho) encontra-se no 11º caminho unindo Kether a Hochmah, Men (azul) refere-se ao 23º Caminho unindo Geburah a Hod e Shim (amarelo) no 31º caminho que une Hod a Malkuth.

 

Da árvore sephirótica ou da vida

Na árvore da vida as letras estão distribuídas nos caminhos do seguinte modo:

  1. as três mães 01 Aleph-Fogo (א), 23 Mem-Água (מ), 31 Schin-Ar (ש).

Sob o governo de Aleph-Fogo, encontra-se a Tríade Fogosa de Kether, na qual está a Raiz do Fogo (Fogo do Fogo), que se reflete para baixo, através de Tiphereth, o Fogo Solar (Ar da Água), em Yesod, a radiação fogosa Lunar (Ar do Ar) se considerarmos a coluna do meio mas, pela triplicidade dos elementos teremos Kether (como Fogo do Fogo), Hesed (Fogo da Água) e Netzah (Fogo da Ar);

Em Mem-Água nos deparamos com Hochmah onde encontra-se a Raiz da Água (Água do Fogo – Fogo é origem, raiz), que se reflete na triplicidade dos signos, através de Geburah (Água da Água) e em Netzach (Fogo da Água) e,

Em Shin-Ar nos deparamos com Binah onde encontra-se a Raiz do Ar (Ar do Fogo), que se reflete a triplicidade do zodíaco, através de Tiphereth (Ar da Água), em Yesod (Ar do Ar).

Cumpre compreender que a diversidade desses agrupamentos, nos ajudam a compreender o significado das Sephiroth individualmente eis que só podemos compreender uma Sephirah através de suas múltiplas relações.

  1. b) as letras duplas 12 Beth-Saturno (ב), 13 Ghimel-Júpiter (ג), 14 Daleth-Marte (ד), 21 Kaph-Sol (כ), 27 Phé-Vênus (פ), 30 Resh-Mercúrio (ר) e 32 Tho-Lua (ת).

Cumpre esclarecer que os céus planetários seguem suas atribuições Sephiroticas, assim, por exemplo, 14 o céu de Marte é Madim מאדים em Assiah, conforme dado acima, em comparação ao número 5 que representa a Sephirah Geburah bem como seus nomes e atributos em Atziluth, Briah, Yetzirah e Assiah;

  1. c) as letras simples ou elementares: 15 He-Áries (ה), 16 Vô-Touro (ו), 17 Zain-Gêmeos (ז), 18 Cheth-Câncer (ח), 19 Teth-Leão (ט), 20 Iod-Virgem (י), 22 Lamed-Libra (ל), 24 Num-escorpião (נ), 25 Samech-Sagitário (ס), 26 Tsade-Capricórnio (ע), 28 Ain-Aquário (צ), 29 Qof-Peixes (ק). Os céus ou Chakra Cósmico Zodiacais são simplesmente os nomes em hebraico dos signos, mas pegam carona nos planetas que o regem.

Veja a arvore mais adiante para comparar.

Caminho da serpente“Vinte e duas letras como base. Ele as desenhou, esculpiu, pesou, e as intercambiou, formando através delas o conjunto da criação, e tudo o que deveria ser subsequentemente criado.” Sepher Yetzirah

A disposição das letras na árvore segue o chamado caminho da Serpente da Sabedoria (Nechushtan) ou caminho da iniciação que segue a sequência das letras de Malkuth a Kether onde se recebe o Santo Graal. A Serpente vai unindo os caminhos sem tocar qualquer das Sephiroth que estão, por sua vez, estão vinculadas a Espada Flamejante cujo raio segue a ordem natural da Árvore da Vida.

O curso da evolução segue a trilha do Relâmpago Brilhante ou da Espada Flamejante, de Kether a Malkuth, na ordem de desenvolvimento das Sephiroth. O Caminho da Iniciação ou do ocultista segue as espirais da Serpente da Sabedoria (Nechushtan) na Árvore; mas o Caminho da Iluminação segue o Caminho da Flecha lançada pelo Arco da Promessa, Qesheth, o arco-íris de cores astrais que se estende como um halo por trás de Yesod na coluna do meio e segue até Kether. Este é o caminho do místico, direto, livre dos perigos das forças desequilibradas, mas não confere poderes mágicos salvo o sacrifício de Tiphereth e o psiquismo de Yesod, ambos da coluna central.

 

Os vinte e dois caminhos junto com as dez Sephiroth formam os 32 caminhos nominados no Sepher Yetzirah também conhecido como o Livro da Formação.

As Letras-força estão ainda divididas em três ciclos de nove letras conforme dispõe a Árvore da Vida. Assim:

o primeiro ciclo vai de 1 a 9 com as letras Aleph א, Beth ב, Ghimel ג, Daleth ד, He ה, Vô ו, Zain ז, Cheth ח, Teth ט;

o segundo ciclo vai de 10 a 18 com as letras Iod י, Kaph כ, Lamed ל, Men מ, Noun נ, Samekh ס, Tsade ע, Phé פ, Ain צ;

e no terceiro ciclo que vai de 19 a 22 temos as letras Phé פ, Resh ר, Schin ש e Tho ת.

De outro modo as letras hebraicas foram distribuídas em nove câmaras onde foi dado um valor para cada letra o que possibilitou os trabalhos com a gematria, i.é., a criação de um código alfanumérico de atribuição de um valor numérico a cada letra e, consequentemente, a um nome, palavra ou frase com base no cálculo matemático de suas letras de modo a possibilitar a relação de uma palavra a outra que possua o mesmo valor numérico.

tabela gematriaAs 9 primeiras foram distribuídas em três câmaras, marcam as unidades que representam as nove classes de anjos, também chamadas de espirituais (Atziluth), comumente traduzida como intelectuais e vão de 1 a 9: א, ב, ג, ד, ה, ו, ז, ח, ט;

o segundo grupo marca as dezenas, distribuídas em outras três câmaras, que representam as coisas celestes (Briah) em seus nove orbes e vão de 10 a 90:  י, כ, ל, מ, נ, ס, ע, פ, צ;

o terceiro grupo é composto de quatro letras, com cinco finais, em três câmaras, marcam as centenas que representam as coisas terrestres ou elementais (Yetzirah – Malkuth) com os quatro elementos e os cinco gêneros de compostos perfeitos[1] (segundo Agrippa) que vão de 100 a 900: פ, ר, ש, ת, ך, ם, ן, ף, ץ.

  1. Quadro das correspondências letras, elementos, planetas, signos
Aleph Men Shin
Fogo Água Ar
Céu Terra Atmosfera
Calor/verão Frio/Inverno Temperado
Cabeça Ventre Peito
Prato do mérito Prato do demérito Regra de equilíbrio (flagelo)

 

Beth Saturno Sábado Boca Vida e morte
Guimel Júpiter Sexta Olho direito Paz e desgraça
Daleth Marte Quinta Olho esquerdo Sabedoria e ignorância
Caph Sol Quarta Narina direita Riqueza e pobreza
Phe Vênus Terça Narina esquerda Cultura e deserto
Resh Mercúrio Segunda Ouvido direito Graça e fealdade
Tau Lua Domingo Ouvido esquerdo Domínio e servidão

 

Note que os dias da semana estão alterados se considerados ao usual nos dias de hoje. Ocorre que o calendário original foi alterado pela igreja romana sobrando somente o dia do sábado em seu estado correto e é daí que se ordenam os planetas em ordem decrescente bem como os dias da semana.

 

He Áries Nisan Fígado Visão e cegueira
Touro Iyyar Bilis Audição e surdez
Zain Gêmeos Sivan Baço Olfato e sua ausência
Cheth Câncer Tammuz Estomago Palavra e mudez
Theth Leão Ab Rim direito Deglutição e fome
Iod Virgem Elul Rim esquerdo Comércio sexual e castração
Lamed Libra Tischrei Intestino delgado Atividade e impotência
Nun Escorpião Marheshvan Intestino grosso Andar e claudicação
Samech Sagitário Kislev Mão direita Cólera e arrebatamento do fígado
Ayin Capricórnio Tebet Mão esquerda Riso e arrebatamento do baço
Tzaddi Aquário Séhebat Pé direito Pensamento e arrebatamento do coração
Cuph Peixes Adar Pé esquerdo Sono e apatia

Portanto existem quatro elementos, sete planetas e doze signos, contudo aparecem apenas 3 elementos. Isto ocorre porque no plano físico encontramos o elemento Terra e por esta razão este elemento não aparece nas correspondências e nem nos caminhos já que estes conduzem ao invisível.

[1] anjo, homem, animal, planta e mineral

 

A CABALA DE HAKASH BA HAKASH TOMOS I capaClique na imagem ao lado para ser direcionado a pagina principal e baixar gratuitamente o livro.

A CABALA DE HAKASH BA HAKASH

Filosofia Metafísica Quântica Cabalística – TOMO I

ÀRVORE DA VIDA – OTZ CHIIM

ELEMENTOS, PLANETAS, SIGNO, TARO

 

Autor: Inácio Vacchiano