Polícia fecha abatedouro de jumentos, que vendia carne como se fosse de gado


A cerca de um mês passamos um fim de semana em Porto de Galinhas em Pernambuco, de vida noturna movimentada é muito comum que na frente de quase todos os restaurantes tenha gente assediando para entrar em seu estabelecimentos.

Por conta do assédio nos deixamos levar e entramos em uma churrascaria que tinha ao lado um “self serv” por quilo, vazando por dentro entre os dois estabelecimentos, de um para o outo, que provavelmente pertencia ao mesmo dono.

Optei por dividir uma “longnet” com minha esposa e posteriormente fomos nos servir. Contudo percebemos que algo estranho ocorria no ambiente. Os demais clientes não pareciam satisfeitos.

Apos preenchemos os pratos no “buffet” da churrascaria percebemos que a carne não chegava, e quando vinha não dava vontade de comer não. Mandaram pão de alho e perguntamos: -Quando vem a carne.

Foram enrolando, enrolando, enrolando, na mesa ao lado estavam perdendo a paciência e por fim disse a minha esposa: -Isso é uma enganação, vamos embora.

Queriam que pagássemos o que havia servido no prato. O meu estava intocado e  minha esposa havia consumido um pouco. 

Me recusei a pagar, minha esposa pesou o prato e insistiu em pagar o dela. 

Já havíamos perdido a fome e fomos de volta para o hotel.

Moramos no nordeste a cerca de dois anos.

Minha esposa é Nordestina, então posso afirmar sem preconceito, empiricamente que os comerciantes, representantes, etc da região da Paraíba-Pernambuco são em sua maioria uns pilantras. Nesta região as pessoas são preguiçosas, acomodadas de fazer passar raiva. Tentam ganhar a vida sempre que possível lesando o próximo. Não se trata de caso isolado. É da cultura da região. O malandro carioca dos anos 70 perde em muito para esta gente.

Aos colegas do Sul que venham passear devem tomar alguns cuidados. De cara já sabem quem são os turistas, mas independentemente de ser turista ou não quem eles não conhecem negociam como se estivesse negociando com um inimigo. E claro que um turista é uma presa fácil.

Portanto, ao entrar em um restaurante, não faça o pedido de imediato. Peça uma cervejinha, olhe ao redor, sinta o ambiente, veja como as pessoas estão sendo atendidas, se constatar algo errado, não pense duas vezes, pague o malte e procure outro lugar.

Pois a bíblia deste povo reza:

Se não o conheço, foda-se!

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O Núcleo de Inteligência do Sertão da polícia de Salgueiro, Pernambuco, desarticularam na última terça feira, naquela cidade, um abatedouro clandestino que abatia jumento e passava a carne como sendo de gado aos comerciantes do Mercado Público local.

Na ação foram presos os irmãos Maricélio de Carvalho Martins, 37 anos, solteiro, “comerciante de carnes” no Marcado Público de Salgueiro e Mauricio de Carvalho Martins 32 anos, solteiro, ambos moradores do local onde os animais estavam sendo sacrificados.
Na localidade, que fica no Bairro da Primavera em Salgueiro, também foi preso Cícero Henrique dos Santos, 32 anos, que era o responsável pelo sacrifício dos animais.Os policiais que participaram da missão se surpreenderam com tamanha crueldade, ao visualizarem um dos animais (uma fêmea) já totalmente destroçada e restos de seu ventre com um feto bem desenvolvido, além de mais 05 (cinco) jumentos, entre fêmeas e machos que também seriam abatidos durante a madrugada.Restos de outros animais também foram encontrados dentro do freezer e geladeira, no entanto, não se pode afirmar se realmente seriam da mesma espécie. Em conversa com os policiais, o acusado Maricélio declarou que aquilo era apenas uma brincadeira e que os animais eram capturados na rua. Os acusados foram conduzidos para Delegacia de Policia Civil da 193ª Circunscrição em Salgueiro, aonde foram apresentados com alguns materiais utilizados no abatedouro, autuados em flagrante pela barbárie cometida e recolhidos às celas do Presídio Regional do município (PSAL), ficando à disposição do Poder Judiciário.

(Com informações do Girasertão e Campo Maior em Foco)

Fonte: chapadinhablog

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Uma resposta para Polícia fecha abatedouro de jumentos, que vendia carne como se fosse de gado

  1. Valéria. disse:

    Os homens que fizeram essa barbárie deveria, no mínimo, sofrer todas as dores desses animais. No máximo, a prisão perpétua é pouco.
    Valéria.

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