7. Local da prática e instrumentos


1.1        A Sala e o Altar

Convém separar um ambiente exclusivamente para o contato com o ultra, longe das influências externas, olhares curiosos, quanto mais os que condenam, os ignorantes de natureza cética, os que não podem compreender porque ainda não chegou o seu momento ou por não estar em seu destino o Mestrado.

É fundamental compreender que o local destinado às práticas sejam de concentração, meditação, invocação, evocação, etc., torna-se um organismo vivo. De um lado a consciência se altera, se eleva e do outro os céus baixam ao operador. Nada do que ocorre ali é por acaso. Certamente que ocorrerão manifestações que a princípio podem assustar, mas com o tempo tudo se torna tão natural que poderá ocorrer de algo passar desapercebido – é preciso muito cuidado neste sentido: o acostumar-se com o sobrenatural.

Sabemos que nem todos dispõem de tal aposento, assim recomenda-se a colocação de um armário no lado Leste do ambiente e ali sejam colocados os instrumentos.

Houve um momento que tivemos que utilizar de um armário de aço e ocorreu um fenômeno interessante, sem que houvesse uma explicação plausível ao mundo em que vivemos. O armário de tão magnetizado começou a dar choque. Chamei minha consorte para ver se era coisa de minha cabeça ou algum tipo de energia estática, mas sem nada relatar. Ela também recebeu a carga. Procuramos por fios ligados a tomada ou qualquer indício que justificasse o ocorrido, porém, nada encontramos e, nos dias que se seguiram, continuou do mesmo jeito.

 

1.2        O que deve conter na sala de práticas?

A sala em si refere-se a local de atividades em que o Mago se moverá de um lado para o outro trabalhando com as forças da natureza, do Universo. O tanto quanto seja possível, convém que tenha o tamanho viabilize o desenvolvimento em vota da mesa central com a movimentação dos instrumentos ritualísticos.

Deve conter o pentagrama de modo que ao entrar no recinto já se depare com o mesmo e/ou ainda colocá-lo no lado Leste da sala.

O Centro da sala

Na sala deve haver uma mesa ou oratório central onde fica depositado o Livro Sagrado, a Bíblia, Grimórios, a Vara de Lótus (se tiver), demais instrumentos, pentáculos, e duas espadas postas uma sobre a outra de modo que a empunhadura da direita seja posta por último. Trata-se de uma mesa simbólica e de suporte que pode contem ainda dois vasos finos com flores. A mesa coberta por um pano branco com as letrar PTR (acrônimo: Patar, Pedra, Tao). Algumas indicações referem-se a uma toalha negra para indicar o tecido do Universo – temos preferido utilizar o branco já que estamos sempre buscando a Luz.

A sala de práticas é um espelho do macrocosmo, uma reprodução em miniaturas de modo que ao entrarmos nela estaremos no centro do Universo. O Mago é o microcosmos e a sala o Macrocosmos. Então colocaremos alguns itens básicos e nos aprofundaremos mais em outro tomo.

Já aprendemos que o nome de Deus é composto pelos quatro elementos. Assim, em cada ponto cardeal colocaremos um elemento, suas simbologias, instrumentos, etc.

Leste – Elemento Agua: Uma mesinha ou armário, algo em torno de 40×40 a 60×60, altura de uma mesa comum, onde ficam depositadas a Taça (que pode ser de cristal) com agua, e tudo o que represente este elemento, tais como conchas de diversos tamanhos, estrela do mar, búzios, símbolos, imagens, etc.

Norte – Elemento Fogo: Uma mesinha ou armário, algo em torno de 40×40 a 60×60 que pode estar à altura do peito onde se trabalhará com o elemento fogo e conforme o trabalho será um castiçal para uma, três ou sete velas – sempre números impares, eis que, os números pares estão ligados a passividade é o mago é um elemento ativo.

No trabalho com os Gênios da Schemhammephorasch (os 72) são utilizadas três velas pois tudo que se cria é pelo três – no quatro o que advém são os frutos. A do meio no pondo mais alto representa o Pai; a direita temos o Filho e a esquerda o Espírito Santo. Podem ser utilizados símbolos como o Leão, a chama, o triangulo do fogo, etc. O instrumento é a vara do mago feita de madeira.

Oeste – Elemento Ar: Uma mesinha ou armário, algo em torno de 40×40 a 60×60, altura de uma mesa comum, onde ficam depositados os incensos (de acordo com os trabalhos realizados), as fumigações, punhal de dois fios, imagem de águia, símbolos do elemento ar, pena de ave de alto voo com a águia.

Certa vez estivemos na Chapada dos Guimarães onde acampamos por diversas vezes antes de virar Parque Nacional. Por um momento senti de subir em um pico em busca de algo que não sabia o que era. Então estando lá nos deparamos com uma pena de ave, algo entorno de 25cm. O Universo fornece naturalmente ao Mago os elementos de seu ofício.

Sul – Elemento Terra: Uma mesinha ou armário, algo em torno de 40×40 a 60×60, altura de uma mesa comum, onde ficam depositados as pedras, cristais diversos, pentáculos da terra, imagem do touro, símbolos da terra, etc.

O reino das pedrarias é composto de pedras exóticas, cristais dos mais diversos tipos, relacionados com os trabalhos conforme cada caso, mas que podem ficar a vista. Pode-se colocar uma imagem de um touro, pirâmides, etc.

Tem-se recomendado a utilização de um pentáculo como instrumento nos trabalhos mais elevados, mas pode ser utilizada a espada quando se trate de trabalhar diretamente com os elementais da terra.

Só para esclarecer: não se trata aqui de adoração a totens, sejam agua, touro, leão, etc., eis que estamos tratando de arquétipos, e assim utilizamos dos elementos que por uma afinidade nos coloque em contato com as energias referentes. Não confunda o Mago com o crente, o inculto.

Suplementos

É bom ter ainda um local para fazer anotações, um caderninho, lápis, etc. Em nosso tempo pode ser até utilizado um celular.

Convém deixar uma mesinha e uma cadeira no lado Oeste, canto direito da sala (com vista para o Leste e Norte) de modo que estando ali visualize todo o ambiente. Este ponto será utilizado para realizar as práticas de meditação, concentração, etc. e também será o local do oráculo.

Vestimenta

Também não daremos detalhes aqui, contudo o importante é saber que tudo se realiza a nível de mente, sentimento, Vontade. Assim, mesmo que o indivíduo não tenha condições financeiras para colocar tudo em uma sala, deve trabalhar a imaginação.

A roupa varia de acordo com a atividade. Assim, supondo-se que estejamos trabalhando com o anjo REIYEL (29. 4->6) ao observarmos o talismã perceberemos que na parte mais externa temos as forças de Júpiter que se refletem na cor azul e mais ao centro as forças do Sol que trabalha com o amarelo, dourado. Assim, mentalizemos uma vestimenta que na parte superior seja azul e na inferior amarela. Do mesmo modo a vela superior será azul e as duas inferiores serão amarelas.

 

1.1    Os instrumentos dos rituais – advertência

Quando iniciamos os trabalhos com os Gênios de cima o fazíamos com a espada, contudo houve uma manifestação energética de desagravo, nada maldoso, mas um desconforto cuidadoso pelo modo de nossa atuação. Estávamos sendo orientados que não era este o procedimento para tratar com entidades Superiores, receber Mestres, Amigos com a espada em punho.

Como há alguns anos já havia construído a Vara de Lotus resolvemos consagra-la novamente e a partir de então utiliza-la em todos os trabalhos que de algum modo envolvam os Gênios planetários, os Sephiroth e assim tudo correu de modo harmônico.

 

1.2        Teoria da inversão dos quadrantes

Os livros que tratam destes assuntos em sua grande maioria foram escritos no Hemisfério Norte do planeta, com base em referenciais do Velho Mundo de modo que os elementos foram tomados em razão do que ocorre naquela região, ou seja, Hemisfério Norte principalmente no escopo Europa-Egito embora haja vários escritos de outros pontos. Assim, passamos a relatar o mundo sob esta perspectiva antes de modificarmos o necessita ser modificado – mutatis mutandis.

Elemento Fogo: Partindo do ponto nominado perceberemos que o Sul é mais quente devido à proximidade com o Equador e do Sol. O calor é observado em todas as estações, por esta razão os egípcios possuem a pele mais bronzeada e escura, i.e., por consequência do clima local. Assim designou-se o elemento Fogo para o Sul.

Elemento Agua: A partir deste mesmo ponto perceberemos que no Oeste é onde se localiza o Oceano Atlântico, lar das Sereias, Poseidon e tudo que esteja relacionado a Agua

Elemento Ar: Quando os exploradores se dirigiram em direção a Ásia observaram os constantes ventos, no mais constataram que uma das características dos povos do Leste são os olhos puxados, uma alteração genética produzida para a adaptação aos ventos frios. O Leste é onde nasce os Sol.

Elemento Terra: Notaram também que quanto mais alto e montanhoso era o local, mais frio se apresentava o clima. Deste modo ao dirigirem-se mais próximo ao Pólo Norte, concluíram que as montanhas e picos relacionam-se com o elemento Terra. Outra questão relevante é que nos polos a agua se solidifica, perde movimento, materializa-se ainda mais e se firma a crosta terrestre.

A inversão dos quadrantes

No Hemisfério Sul as correspondências entre os quatro pontos cardeais e os quatro elementos se invertem já que o ponto mais quente é ao Norte; as montanhas e geleiras estão ao Sul; o oceano fica ao Leste e, no Oeste, nos deparamos com diversos povos com os olhos ligeiramente puxados a exemplo dos Bolivianos, tribos indígenas, averiguamos ainda planos de altitude. Isto nos leva a considerar a seguinte ordem dos elementos:

Elemento Fogo: Norte;

Elemento Agua: Leste;

Elemento Ar: Oeste e

Elemento Terra: Sul.

 

Há ainda a possibilidade de seguirmos as letras do nome de Deus em rotação com o Sol, conforme seja o Hemisfério, a partir do Leste mas não trataremos deste ponto.

1.3        Sobre os Talismãs

Em cada um dos 72 Talismãs estão gravados os nomes divinos referentes a cada mundo de atuação. Estes nomes podem ser conferidos nas tabelas que fornecemos e que fazem parte integrante desta obra.

O ideal é que cada um faça seu próprio talismã, de modo consciente durante todo o processo, após os estudos que deem a certeza do que está sendo feito. Assim a Vontade vai se impregnando a Arte. Contudo estas relíquias também podem ser adquiridas e consagradas. A questão básica é que quanto mais Vontade se coloque sobre a peça mais poder terá.

Os selos foram extraídos da rosa central constante na chamada Rosa Cruz ao qual passamos dar breves explicações, suficientes para a finalidade deste curso.

 

1.4        A Cruz Hermética – Rosa-Cruz

A Cruz Hermética Rosa-Cruz é um símbolo que tem origem nos Mistérios da Ordem Rosa-Cruz medieval. Mas também tem sido utilizada por outras tantas ordens iniciáticas do Ocidente.

A Cruz Hermética está composta de símbolos de diversas origens que se harmonizam e complementam. Assim, neste objeto místico vislumbramos elementos gnósticos, cabalísticos, egípcios, astrológicos, ocultistas, alquimistas, mágicos, conhecimentos advindos dos antigos Magos Árabes, Caldeus, Egípcios, etc.

As interpretações dadas a esta Cruz Hermética variam de acordo com os princípios que guiam as mais diversas correntes ocultistas e iniciáticas que a utilizam. No geral toda esta simbologia nos remete à relação entre o Microcosmo-Homem e o Macrocosmo-Deus (representados nas duas cruzes, a maior e a menor que está inserida ao centro do signo bem como o pentagrama e o hexagrama.

Para uma melhor interpretação, deve-se analisar as partes que a conformam, tudo isso desde o ponto de vista dos três fundamentos da Gnose Eterna: Alquimia, Cabala, Magia.

Elementos Gnósticos

A Cruz possui um significado mais esotérico é, a miúdo, vista pelos ocultistas como um símbolo da Iniciação e a consequente Imortalidade da Alma, também representa o sacrifício (Sacro Ofício) e a Morte (mística, ou seja, a morte de todos os defeitos que atuam no mundo dos sentimentos, pensamentos e que se traduzem em ações).

Cada um dos 4 braços representa os 4 elementos (Terra, Água, Ar e Fogo) e os 4 Corpos inferiores (Físico, Etérico, Astral e Mental), com suas cores correspondentes é que superados nos permitem adentrar ao mundo da Consciência.

No ponto de interseção dos 4 braços temos 12 Raios, que representam a Lei dos 12, conforme indicados em todas as tradições místicas, tais como os 12 Cavaleiros da Távola Redonda, as 12 Tribos de Israel, os 12 Apóstolos e as 12 Portas da Jerusalém Celestial, etc.

INRI: Nesses 12 Raios vemos as 4 letras crísticas INRI ao redor do centro da Cruz. Para os alquimistas significa o resultado do acrônimo Ignis Natura Renovatur Integra, ou o Fogo Renova Incessantemente a Natureza. E para os cabalistas hebreus seriam as siglas iniciais dos 4 Elementos: Iam = Água; Nour = Fogo; Ruach = Espírito ou Ar; e Iabeshah = Terra.

Elementos Cabalistas

O alfabeto hebraico e a Rosa: ao redor da Rosa-Cruz bem ao centro temos 22 pétalas, das quais vemos as letras do alfabeto hebraico, essas letras estão conformadas em círculo e se dividem em 3 seções.

1) O primeiro círculo nuclear, contém 3 pétalas, que representam as três forças primárias, positivo, negativo e neutro conhecido também como a Santíssima Trindade, e suas letras-mães a saber: Aleph, Mem e Shin, que formam a palavra Shemá “שמא”, ou Céu, e na Árvore localizam-se no ponto mais alto, o Mundo das Emanações onde Aleph, por ser o primeiro, figura no topo do Triangulo Logoico, portanto representa Kether o elemento fogo, a energia primordial que está em todo lugar e compõe tudo o que existe; Mem é o Filho que está sentado à direita do Altíssimo, expressa o elemento Agua que se adequa a tudo, crias as circunstâncias e por fim restou a Shin a última letra mãe que representa o Espirito Santo e o elemento Ar.

Em várias escolas o núcleo com as três letras estão dispostas colocando-se o amarelo em cima o vermelho do lado direito e o azul do lado esquerdo sob a sob a justificativa de equilíbrio com os braços que representam os mundos e os elementos.

Entendemos que não é o correto, mais que isto, um sentimento interior nos impulsionou a seguir por outro caminho de modo que o núcleo coincida com a Árvore da Vida e da Ciência do Bem e do Mal de modo que mantivemos a mesma disposição e colocamos o amarelo em cima, o vermelho do lado esquerdo e o azul representando a coluna da direita.

2) O segundo círculo ao meio contém 7 pétalas e representa os 7 planetas que influem sobre nossa evolução interior (Lua, Mercúrio, Vênus, Sol, Marte, Júpiter e Saturno).

Aqui também seguimos por outro caminho e após disponibilizar as cores em sua progressão conforme o arco-íris, o símbolo da união entre Deus e o Homem localizamos cada planeta em sua cor correspondente.

3) O terceiro círculo mais externo é composto por 12 pétalas e representa os 12 sais da terra, os 12 signos, 12 apóstolos, 12 tribos.

Elementos Esotéricos

Vemos na Cruz Hermética quatro pentagramas, um em cada braço. O pentagrama simboliza aqui o Iniciado que encontrou a Autorrealização Íntima do Espírito.

E ao redor de cada pentagrama vemos os símbolos dos 5 Elementos (os 4 já mencionados mais a quintessência, o Éter). O Éter está representado pela Roda de oito divisões e os outros quatro com os signos fixos do Zodíaco: a cabeça de águia ao Ar; o leão ao Fogo; o touro à Terra e as ondas à Água.

Na parte extrema de cada braço vemos 3 símbolos alquimistas, que são o Mercúrio, o Sal e o Enxofre, as três bases para a realização da Alquimia Interior, muito ensinada pelos Iniciados Gnósticos. Também representam o Corpo, a Alma e o Espírito da Matéria-Prima Transmutação Alquimista. Como essas 3 bases estão nos 4 braços da Cruz Hermética, podemos deduzir que são necessários os mesmos trabalhos alquimistas para a criação dos 4 Corpos (Físico e demais).

 O Hexagrama: Representa o dualismo cósmico que precisamos harmonizar em nosso interior, os 2 triângulos, um com o vértice para o alto e o outro com o vértice para baixo. Com essa harmonia alquímica dos opostos criaremos os 7 Planetas Metálicos em nosso interior, iniciando a Ascensão rumo ao Espírito.

1.5        Mapeamento e confecção dos pentáculos

Os símbolos internos foram traçados com base no seguimento do nome dos Gênio em hebraico sobre a mandala ou rosas que se encontra no centro da Cruz Hermética ou Rosa-Cruz.

Foram colocadas as Estrelas de Davi que cuida dos trabalhos com os gênios planetários bem como a Estrela de Salomão que trata dos quatro elementos. Portanto temos a representação do macrocosmo e do microcosmos o que equivale a dizer: Seja feita a Vossa vontade assim na terra como nos céus.

O selo do Gênio foi extraído a partir do curso constante da sequência das letras hebraicas posicionadas no miolo da Rosa-Cruz – cabe lembrar que o hebraico ruma da direita para a esquerda durante a leitura.

No verso do talismã Lenain recomenda a colocação do talismã com a insinuação das três forças criadores juntamente com progressão do nome impronunciável ao qual emanou os 72 nomes derivados.

Cada pentáculo deve ser consagrado, magnetizado nos momentos devidos, quando as energias relativas as suas simbologias estiverem atuantes, sejam em seus aspectos, domicílios, rotações, horários, etc. observando-se que os aspectos zodiacais estejam positivos, sem quadraturas danosas a força em questão. Tudo no intuito de que com o talismã as energias possam ser avocadas mesmo fora de seu tempo já que em um momento determinado criamos um link pelas vias do pentáculo ou pantáculo (como chamam alguns pan = tudo).

Uma cerimônia completa pode durar cerca de duas horas, assim, este tempo deve ser administrado levando-se em conta cada etapa, sem pressa, pois há um momento em que se aguarda a manifestação das entidades que poderão fazê-lo dos mais diversos modos, assim, a consciência deve estar desperta, atenta.

Recomenda-se a solidão nos trabalhos pois o que se pretende é evitar, inclusive, os pensamentos e sentimentos dos colaboradores. Talvez no início o medo se manifeste ao perceber fenômenos estranhos e diversos, contudo, no decorrer das práticas tudo fica muito normal ao ponto até de que determinados acontecimentos escapem e somente em um momento depois se dê conta.

Tivemos oportunidade de realizar as práticas em lugares bastantes perturbado que acarretaram agitações das entidades locais e inclusive manifestações físicas de perigo, por isto é bom estar com tudo na cabeça e manter a calma já que seguindo-se os procedimentos tudo fica bem. As conjurações o mago deve saber de cor para utiliza-las mesmo que venha ocorrer algum nervosismo. De qualquer modo a espada e os grimórios devem estar a mão em caso de necessidade (o que não significa que precise segura-los todo o tempo – pelo menos não na Magia Branca).

 

 

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A CABALA DE HAKASH BA HAKASH

Filosofia Metafísica Quântica Cabalística – TOMO III

Schemhammephorasch  שם הםףורש

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