69. 9->6: ROCHEL


1.1       Elementos constitutivos ou relacionados

Coro 9 – Anjos  
Príncipe: Gabriel.
Mundo do coro: 3 – Yetzirah, Mundo de Formação, Mental – elemento Ar
Signo: Peixes.
Elemento zodiacal: Agua.
Relação/elementos: Ar do Ar atuando sobre o Ar da Agua.
Relação/mundos: “Vó” do Mundo de Yetzirah sobre o “Vô” do Mundo de Briah.
Velas:  Branca em cima e duas amarelas em baixo.
Incenso: [Cânfora, murta, louro, arruda, eucalipto, hortelã, alecrim, patchouli, citronela, absinto] e [Cravo, mirra, almíscar, estoraque, âmbar, louro, aloe vera].
Letras: Resh – Aleph – He – Aleph – Lamed
Gemátria: 200+1+5+1+30 = 237 = 2+3+7 = 12 = 1+2 =3
Arco:  341º a 345º graus da esfera zodiacal.
Invocação por domicílio: de 10º a 15° de Peixes 2 a 6 de março.
Invocação por rotação: de 8 a 9 de Gêmeos: “Yod” ou 30 de Maio;

de 20 a 21 de Leão: “He” ou 13 de Agosto;

de 2 a 3 de Escorpião: “Vô” ou 26 de Outubro;

de 14 a 15 de Capricórnio: 2º “He” ou 5 de Janeiro;

de 26 a 27 de Peixes ou 17 de Março: quintessência.

Invocação pelo ciclo diário:   22:40:00 às 23:00:00 a partir da saída do Sol.
Invocação por conjunção:  Quando a Lua se encontra em um dos graus de Sol, ou seja, entre 5º a 6º, de 15º a 16º e de 25º a 26º de qualquer signo.
Atributo: Deus que tudo Vê.
Nome da essência: RESTITUIÇÃO.
Nome da Força: Propagadora, difusora de equidade.
Forças em ação: A força de Yesod que manifesta seus fluxos mediante as pulsações de Tiphereth.
Sendero: 25, que une Yesod a Tiphereth em sua trajetória de retorno pelas árvore e zodíaco.

1.2               Palavras chaves:

RESTITUIÇÃO, objetos ROUBADOS (conhecer o ladrão), PERDIDOS, restituição (física, etérica, mental, emotiva – vampirismo), renome, LEGADOS, fortuna, TESTAMENTO, usos e COSTUMES, viagem (unidade multiplicidade), SABER o que nos pertence, ADVOCACIA, magistratura.

(-) HERDEIRO ILEGÍTIMO, ruina, DESPOJO TESTAMENTÁRIO, gastos familiares.

 

1.3               Movimentação Sephiroth: Nove na sexta posição

As energias de Yesod atuam sobre Tiphereth emitindo seu raio sobre a Vontade emanada do Real Ser, contudo por tratar-se de uma imagem refletida, será parcial e reduzida, exteriorizará uma pessoa voluntariosa, autoritária, mas que em realidade não possui os atributos necessários – uma vontade de mando, mas sem os poderes para tanto.

Esta posição indica ainda o confronto com algo grande, desmensurado e carrega consigo a impotência de um enfrentamento além de suas forças e capacidade.

Outras falsas imagens aqui produzidas são a do falsário, travesti, seja homem-mulher ou mulher-homem, imaginação de poderes ou poderes superiores.

Astrologicamente corresponde a posição da Lua em Leão.

1.4               Arcano – Mundo: Seis de espadas no mundo de Yetzirah

Recebe o título de Senhor do Êxito Merecido. Refere-se ao elemento Ar e astrologicamente corresponde a posição do Sol transitando pelo terceiro decanato de Aquário onde manifesta seus fluxos mediante as roupagens deste signo e sob as pulsações do regente deste decanato que é Mercúrio.

Neste ponto as restrições de Binah o construtor do universo, centro instituidor de todas as coisas de onde emanam a Lei e a ordem, expressa-se por intermédio de Tiphereth, a séfira que transmite mais LUZ que qualquer outra, responsável pela consciência, que tudo harmoniza, e pela manifestação da Vontade de Kether a nível prático. No mais, o resultado desta alquimia se exteriorizara ainda pelo tom prismático de Hod, o coordenador deste subciclo evolutivo.

Trata-se de um fluxo em que Tiphereth reina e, sem percalços, estabelece suas Leis junto ao indivíduo de acordo com seus merecimentos em virtude de suas atuações passadas e de seu presente programa de vida. A fim de dar este prosseguimento a pessoa se desfaz de tudo o que seja desnecessário, inútil, parasitário e constrói sua vida de acordo com as necessidades cósmicas sejam estas necessidades de amor ou do rigor no intuito de subsistir. Temos aqui a criação do porvir na justa medida e com a conjunção de todas as séfiras que se comunicam com Tiphereth de modos que está luz já estará manifesta no pensamento por obra de Binah e se projetará em seu terceiro “Vô” no mundo físico, proporcionando que a então forma mental se converta em objeto. E como há um grande fluxo das ideias de cima para baixo o resultado será o inovador, o descobridor, o inventor.

Caso este fluxo não tenha forças suficientes para vencer seu curso, dará origem ao pedantismo como resultado da potência que não se transformou em ato, frustração, uma falha no caminho, mas que poderá ser corrigido se a energia, embora não tenha forças para prosseguir por si, encontrar em sua rota um facilitador, um outro instaurador do fluxo.

Quando o seis de espadas atua em Yetzirah estes méritos advindos de outros tempos encontram seu espaço de manifestação, mas é claro com um tom de Binah que rege este terceiro mundo, de modo que acentuam-se os critérios para que todo o êxito saia de acordo o máximo possível com o ordenamento.

1.5               Virtudes concedidas:

1º.- Encontrar objetos perdidos ou roubados.

2º.- Renome, fama, fortuna, obtenção de legados, doações.

3º.- Ser um luminar da advocacia, a magistratura, as leis.

4º.- O conhecimento dos usos e costumes dos povos.

5º.- Protege contra a ruína das famílias e o despojo testamentário.

1.6               Descrição Sephiroth:

ROCHEL é o quinto da 9º ordem de anjos denominado como Coro dos Anjos, situa-se na morada filosofal de número 69, rege o sendeiro 25, que une Yesod a Tiphereth em sua trajetória de retorno pelas árvore e zodíaco. Trata das forças de Yesod por onde são aportadas as imagens rumo a cristalização e, neste ponto, manifesta seus fluxos mediante as pulsações de Tiphereth o depositário, a nível de consciência, das vibrações emanados do Real Ser as quais serão convertidos em força de vontade em vontade executória já que compete ao filho fazer a vontade do Pai; o “Vó” do Mundo de Yetzirah sobre o “Vô” do Mundo de Briah, Ar do Ar atuando sobre o Ar da Agua. Nesta casa nos deparamos com a essência filosofal chamada RESTITUIÇÃO, o conjunto de qualidades, propriedades e atributos que insta dar a cada um dos atores que se apresentem em nossa vida (conjunto das existências), o que legitimamente lhes pertencem e, contrário senso, o mesmo se suceda a nós mesmos, de modo venhamos a receber de volta o que de algum modo está ligado à nossa essência e foi extraviado, perdido, retirado. Trata-se de uma força Propagadora, difusora de equidade, que ocorre quando os raios de Tiphereth-Sol após se precipitarem sobre Yesod-Lua retornam seu reflexo ao primeiro, eis que estamos tratando de um sendeiro de retorno, então os dois olhares se encontram e desta história de amor entre os dois liminares se produz uma imensa claridade, uma visão conjunta de 360º, em todos os sentidos, direções, tempos (comprimento de onda), planos (vibrações da Luz) etc., que nos permite encontrar o que antes se havia perdido bem como promover a disposição interna de dar a cada um dos personagens que passam por nossa vida aquilo que legitimamente lhes pertencem e, assim, no final de tudo encontramos a nós mesmos, nossa plenitude interior, a reconquista da Unidade, a união do masculino com o feminino que parte desde dentro[1]. Daí vem o atributo, esta qualidade imbuída de poder denominado Deus que tudo Vê.

O que está perdido, no sentido esotérico-filosófico, refere-se a nossa alma divina que se encontra em um ponto acima da alma humana e que no físico resultou na separação dos sexos, masculino-feminino. ROCHEL promove novamente a união destas bodas alquímicas de modo que o masculino e o feminino voltem a caminhar juntos e, seremos então, perfeitos hermafroditas espirituais e até, talvez, físico – como o que ocorre com os chamados Mestres ressurretos.

1.7        Das virtudes concedidas:

1.7.1    Encontrar objetos perdidos ou roubados.

Ajuda a achar os objetos perdidos ou escondidos e a conhecer a pessoa que os subtraiu.

Tiphereth trabalha a nível de consciência e uma de suas virtudes consiste em dar o impulso, a disposição interna de dar a cada um daqueles que cruzaram nossos caminhos, dos atores de nossa vida aquilo que legitimamente lhe pertence. Ocorre que no curso da vida nos saciamos muitas vezes daquilo que pertence a outro e não a nós.

Quando se trata de uma apropriação material, de um furto então dizemos que o indivíduo praticante do ato é um larápio, um ladrão, etc., e o entregamos a justiça para ser condenado ou ainda fazemos justiça com as próprias mãos conforme seja a crença do indivíduo no sistema em que vive ou sua disposição interna para resolver a questão.

Contudo, há ainda apropriações que estão acima da matéria e atingem o intelectual, o emocional ou mesmo os chamados sonhos dos indivíduos, suas projeções para a existência.

Então nos apropriamos das ideias concebidas por outro e a apresentamos como nossa. Isto ocorre nos mais diversos campos, mas como exemplo citaremos o que ocorre muitas vezes no ambiente de trabalho das empresas, órgãos públicos, etc. quando um diretor ouve a ideia de um funcionário e a repassa ao dono da empresa ou ao seu superior, seja lá qual for apresentando essa ideia como se fosse sua e, como agravante, repassa somente as coisas ruins acerca de seu subordinado de modo a prejudicar o equilíbrio de valor em seu julgamento.

Mas nos apropriamos também dos sentimentos e, prosseguindo o exemplo acima, aquele que rouba as ideias do empregado apropria-se, em benefício próprio, do sentimento de gratidão que sentiria o dono da empresa, repartição, etc. bem como estanca a progressão daquelas ideias que vieram de uma pessoa conectada aquele tipo de energia, portanto, capaz de traze-la a manifestação de maneira ainda mais grandiosa daquilo que fora apresentado inicialmente.

Convém aqui tratar da lendária figura do Conde Drácula que absorve o sangue da vítima. No sangue encontra-se o capital de vida, a energia vital então simbolicamente refere-se não a apropriação do fluido material, mas da vitalidade em suas mais diversas formas sejam elas mental, emocional, etérica, anímica, etc.

Como explanamos, há pessoas que vampirizam outras pessoas em sua vitalidade, seus sentimentos, ideias no intuito de angariar a graça, gratidão, o brilho, a estima social, etc. E há casos patológicos em que a pessoa não tem luz própria e o faz de modo contumaz embora o mais comum é que sua realização se dê a nível inconsciente, sem um ânimo premeditado de incorrer no ato.

Em ambos os casos podemos pedir auxílio a ROCHEL seja para devolvermos ou para que nos devolvam o que foi vampirizado, que tudo seja devolvido aos seus legítimos donos juntamente com as benesses apuradas com o uso destas energias já que isto o teremos que fazer em um tempo ou outro, seja lá de que modo for pois como temos aprendido o Universo está sempre se movimentando na busca do equilíbrio, colocar cada coisa em seu lugar e o que ocorre em cima se reflete em baixo bem como ocorre com o contrário, ou seja, o desequilíbrio em baixo causa perturbação em cima. Se desejamos subir devemos antes devolver a cada um o que lhes pertence já que a medida que galgamos o retorno, desde Malkuth a Kether, nos deparamos com as aduaneiras de cada séfira que vão sacando de nós tudo aquilo que tenhamos incorporado, mas não nos pertença, que não faça parte de nossa essência e, então, tudo é devolvido aos seus legítimos donos.

Quanto melhor o seja se o entreguemos voluntariamente o que foi sacado indevidamente sob pena de passar pela humilhação de que o aduaneiro cósmico venha nos tirá-lo e, a níveis materiais, este processo interno ocorra de forma humilhante e nós vejamos esquecidos, colocados como o último da fila.

Olhando sob este prisma podemos entender o que ocorrerá com aqueles que roubam, parasitam, centenas, milhares de pessoas como o que temos visto na classe política atual que nos dias atuais mais se equiparam a quadrilhas de crime organizado.

É preciso compreender que o equilíbrio rege tudo o que existe. As aguas do oceano invadiriam a terra e tudo desapareceria se não houvesse uma Lei que colocasse as aguas em seu lugar. Eis que as Leis que vemos no mundo material, antes que aqui se plasmasse, tiveram sua origem no alto, nos mundos sensíveis onde as pulsações são mais sutis e foram descendo até o momento de se exprimir em Malkuth.

Às vezes é difícil definir quais pensamentos, sentimentos, impulsos realmente nos pertencem, de um lado porque as ideias geram novas ideias e novas emoções, assim como os impulsos, de outro lado está a questão do ego, eis que, cada pensamento sugere um pensador e, o que vem de nosso Real Ser, é um impulso que não necessita mais do que o fazer, trata-se de um ato contínuo e diligente.

Outra forma de nos apropriarmos acerca de que não nos pertence é quanto não somos justos ao dividir o resultado da sinergia (que ocorre quando dois mais dois é igual ao maior que cinco) na razão de sua participação. Fato é que dá alquimia de duas ou mais pessoas, com pulsações próprias, seja para o que seja, resulta em um resultado muito maior do que aquele em que ocorreria se todos estivessem trabalhando em separado.

Mas há ainda um terceiro ponto que passa despercebido pelas pessoas comuns, mas não pelos sensitivos. Trata-se de sentir o que o outro está sentindo, de pensar o que o outro está pensando, uma espécie de osmose com o outro ambiente. Estas pessoas, desavisadas e sem treinamento acabam tendo atitudes que não são suas, é como um raio que caia sobre sua cabeça, toda carga que está a sua volta vem sobre elas, transportam sobre si, e embora estejam fazendo o papel de um Cristo levando todo o mal sobre si, terminam por sofrer as consequências relativas ao resultado de uma energia negativa a que não deram causa e não entende por que tudo ocorre. São apontadas como culpadas de tudo, mas quando são retiradas do local os produtores das energias deletérias voltam a receber sobre si a carga que criaram juntamente com suas consequências.

ROCHEL nos auxilia saber o que nos pertence e para que cada um receba o que é seu e deste modo ajuda os sensitivos a não assumirem em seus ombros a carga que não lhes pertence. É claro que estas pessoas podem ser também orientadas pelo Gênio a transmutar, destruir estas energias que podem ser de cada um dos sete raios. Algumas pessoas quando estão trabalhando com as pulsações negativas, ao se aproximarem de pessoas carregadas começam a emitir bocejos, de modo natural, instintivo pois já aprenderam, nesta ou em outras existências, como trabalhar com estas forças.

E para ilustrar ainda mais citamos o caso de uma pessoa que está bastante carregada com as energias sexuais de modo que o sensitivo ao se aproximar possa sentir estas energias e se não estiver consciente do funcionamento dos fluxos, achará que todas aquelas emanações provem de si mesmo.

Assim, quando desejamos saber o que nos pertence ou não, ou mesmo a necessidade de restituição a alguém ou algo a que devemos a reparação convém pedir o auxílio a ROCHEL, quanto o mais o seja em seus dias e horas, afim de que que promova em nossa natureza interna o que podemos chamar esotericamente de “Juiz inapelável”, que resolverá definitivamente a questão e dará a cada um o que é seu, fazendo com que apareça meridianamente em nosso interior a evidência de que é nosso e o que não o é.

ROCHEL nos auxilia também a recuperar os objetos perdidos, desviados, subtraídos bem como para conhecer a pessoa que os subtraiu, roubou, assim diz o programa. Lembremos que o atributo deste gênio é Deus que tudo vê e, deste modo, suscita o impulso da restituição, de devolver o que foi arrebatado já que na natureza a dualidade está sempre presente e, deste modo, se nos induz a devolver o que não nos pertence, também nos retornará o que é nosso.

E vai mais longe de modo que nos apresente a pessoa que nos furtou, roubou e assim a poderemos conhece-la, mesmo que já não faça mais parte daqueles que rodeiam nossa existência e, principalmente, quando se trate de algo além do material, uma vez que se de algum modo compartilhamos pensamentos, sentimentos, ainda que anonimamente, é evidente que há alguma coisa em comum com a pessoa em questão e talvez seja interessante e apropriado unir forças.

Mas ROCHEL vai além dos objetos subtraídos e nos devolve ainda o que foi perdido. Então há primeiramente de entender o sentido interno do que foi perdido. Por vezes nos deparamos com pessoas que estão sempre perdendo coisas não importando se sejam de muito ou pouco valor. Então cumpre compreendermos: O que está sendo extraviado?

Quando perdemos uma carteira com uma soma em dinheiro e se quem a encontrou utilizar bem ou mal esta soma haverá retorno sobre nós?

O que perdemos, em realidade para nosso subconsciente, simboliza os valores que descartamos, dos quais nos afastamos e que passarão a mãos de quem os encontrem. De modo que quando perdemos algo, quando uma energia sai de nós, e no caso em questão uma carteira com dinheiro este descarte já foi feito anteriormente em nosso interior de modo que se quem a encontrou fizer bom ou mal-uso ao numerário encontrado, participaremos do que foi feito, das energias movimentadas e que demos o arranque, start, ainda que de forma inconsciente, mas de algum modo intencional.

Estas perdas não se referem somente ao dinheiro ou quaisquer outros objetos materiais, mas também as outras formas de energia como pensamentos e sentimentos que estão em nosso interior, mas que não os cristalizamos. As energias estão sempre em movimento em busca do equilíbrio e quando não utilizamos as energias mentais, emoções, volitivas, as essências que se derramam das séfiras sobre nós (não confunda com o ego) se conduzirão à outras pessoas que estejam em afinidade com aquelas pulsações tal qual ocorre com as aguas que caem sobre os pontos mais cuminosos da terra e que vão circulando, procurando os caminhos até que cheguem ao grande oceano.

Quando ROCHEL atua em nós nos reintegra os resultados da utilização deste potencial mental, emocional, volitivo, de modo até surpreendente, permitindo que nossa existência se torne ativa, com resultados positivos ou negativos, tudo dependendo do modo como foram utilizados os nossos bens pelas pessoas que os tenham incorporados e utilizados, ou seja, de uma forma ou outra a energia despendida retorna a nós.

Na prática, ao perdermos um objeto ou qualquer coisa que seja, podemos mantralizar o nome de ROCHEL e seremos conduzidos, mesmo que de modo inconsciente e surpreendentemente ao objeto perdido. Por muitas vezes fomos auxiliados por ROCHEL, inclusive quando certos elementais que gostam de brincar nos escondem as coisas e mesmo que estejam a nossa frente não conseguimos enxerga-los formando-se algo como uma barreira em nossa visão por meio do subconsciente.

No sincretismo religioso ROCHEL tem sido chamado de São Longuinho, ou seja, de algum modo parte do conhecimento cabalístico manifestou-se entre as pessoas, e porque não dizer que encontraram parte de um conhecimento oculto, perdido…

Outros gênios que nos auxiliam a encontrar objetos perdidos

  1. 5->5 MENADEL: Objetos, bens perdidos pela recuperação da verdade em razão do TRABALHO interno;
  2. 9->6 ROCHEL: Objetos perdidos, roubados inclusive pensamentos, sentimentos e Vontade.

Outros gênios que nos devolvem o que é legítimo:

  1. 3->7 YEIAIEL: Devolução de tesouros adquiridos de modo legítimo, sejam quais forem;
  2. 5->5 MENADEL: Objetos, bens perdidos pela recuperação da verdade em razão do TRABALHO interno;
  3. 7->7 NITHAEL: Legitimidade sucessória;
  4. 9->6 ROCHEL: Objetos perdidos, roubados inclusive pensamentos, sentimentos e Vontade.

 

1.7.2    Renome, fama, fortuna, obtenção de legados, doações.

Esse gênio domina a fama, a fortuna e as heranças, as sucessões, influência os jurisconsultos, os magistrados, os procuradores, os advogados e os tabeliães.

A conquista da unidade, esta junção da Alma Humana com a Alma Divina e o Íntimo pressupõe a adequação da Alma Humana a conformidade do ordenamento cósmico de modo que possa subir suas pulsações até alcançar a Alma Divina e, então, fundir-se a esta em um só corpo. Contudo isto somente se realiza depois de Alma Humana ser submetida a duras provas, depois de haver eliminado os desejos ilegítimos provenientes do ego animal.

Esta conquista ocorre pelo renome já que em sentido interno o renome significará uma virtude consolidada energeticamente.

Quando o rosto de ROCHEL aparece em um horóscopo, estaremos diante de uma pessoa equilibrada, que pretende, vive segundo as regras, os ditames Universais e trabalha no mundo físico para que tudo se concretize de acordo com este ordenamento, nos encontramos diante de uma pessoa que forma parte de uma raça espiritual de linhagem elevada e cumpre-nos – os que tem o conhecimento para tanto -, revelar-lhes a sua missão, as responsabilidades que lhe incumbem.

Isto implica que são as pessoas ideais para mediar conflitos seja como conciliador, advogado, jurisconsulto, notória, etc., eis que em seu interior carregam as essências capazes de dizer a sociedade quais são as regras do jogo, tratará com propriedade acerca do Espírito das Leis.

Mas o que é o Espírito da Lei?

Supomos que alguém esteja dirigindo com seu veículo as duas horas da manhã e, então, se depare diante do semáforo, com o tempo no vermelho, sem que haja outro veículo em circulação ou mesmo sem uma alma viva no local. O que fazer? Esperar o tempo verde ou passar no vermelho?

Horas o semáforo é um agente mediador de conflitos, foi colocado naquele local para este fim, i.e., resolver a lide, o conflito de interesses diante de uma pretensão resistida ou insatisfeita. Mas para que haja um conflito são necessário ao menos duas partes com interesses em comum e no caso só há um veículo sem qualquer disputa pelo direito de trafegar. Então o sinal vermelho neste ponto e momento assume sua função de mediador. Não havendo conflito de interesses e muito menos pretensão resistida (que depende da existência do primeiro), como afirmar que a Lei foi violada? O semáforo foi feito para o homem ou o homem para o semáforo?

Outro exemplo. Um guarda multa um carro que está estacionado na vaga destinada a um deficiente físico porque não há no para-brisas do veículo a carteirinha de deficiente. Posteriormente chega o deficiente e o guarda não tira a multa mesmo comprovando a veracidade do fato, a equidade dos acontecimentos que nos induz a compreender que aquela vaga foi colocada à disposição daquele indivíduo em razão de suas condições limitadas.

Portanto o Espirito das Leis estão diretamente relacionados a sua finalidade que se traduz a real necessidade, utilidade e adequação ao caso concreto e a Lei.

A necessidade está relacionada à Vontade, portanto a Kether; a utilidade ao Amor-sabedoria de Hochmah e a adequação é uma virtude de Binah que criou e ordenou tudo o que existe pela inteligência colocando cada coisa em seu lugar.

Da união das três forças, necessidade, utilidade e adequação, quando a trindade se reduz a unidade, formando o Tetragrammaton, surge então o Espírito das Leis.

“Marcos 2:27 E disse-lhes: O sábado foi feito por causa[Gr. di’a] do homem, e não o homem, por causa[Gr. di’a] do sábado. ”

Outros Gênios que concedem o renome.

  1. 1-6 LELAHEL Renome nas ciências e nas artes advindas da LUZ.
  2. 2-4 LAUVIAH Renome por talento próprio.
  3. 3->7 YEIAIEL: Renome para submeter os demais e no comércio.
  4. 7->9 POYEL: Renome providencial, por meios naturais.
  5. 9->6 ROCHEL: Renome provindo de legados.

1.7.3    Ser um luminar da advocacia, a magistratura, as leis.

Influência os jurisconsultos, os magistrados, os procuradores, os advogados e os tabeliães. A pessoa nascida sob essa influência se distinguirá na advocacia.

Como ROCHEL nos induz o conhecimento acerca do espírito da Lei, e concede a cada um o que legitimamente lhe pertence, os influenciados por este Gênio tenderão a promover a Justiça em um ponto muito além do que as pessoas comumente podem acessar, de modo que sejam eles Magistrados, ou mesmo advogados, sempre que mirarem para o alto administrarão o bom direito. Criarão teses, interpretações jurisprudenciais que serão seguidos por seus pares e se destacarão na condução da hermenêutica que eleva a humanidade. Este Gênio nos auxilia a encontrar advogados e Magistrados que caminham nesse sentido.

Outros Gênios auxiliam na advocacia:

  1. 2->7 MEBAHEL: Advocacia e a jurisprudência pró inocente, verdade;
  2. 3->3 CALIEL: Advogados contra falso testemunho, jurisprudência;
  3. 4->9 VASARIAH: Auxilia a encontrar um bom advogado para conseguir clemência;
  4. 6->5 YLAHIAH: Auxilia a restituirmos o dano causado sem dor, bom advogado, benevolência do Juiz;

49 7->2 VEHUEL: Exprime a jurisprudência com amor e arte;

  1. 7-2 DANIEL: Auxilia a escolher um bom advogado ou Juiz, justo, eloquente;
  2. 9->6 ROCHEL: Auxilia a escolher um bom advogado de sucessões.

1.7.4    O conhecimento dos usos e costumes dos povos.

A pessoa nascida sob esta influência se distinguirá por seus conhecimentos dos usos e costumes de todos os povos.

O procedimentos de ROCHEL ocorrem em um movimento com efeito dominó ou cascata, de um sobre o outro, já que aquilo que perdemos ou que nos foi tirado, nossas ideias, sentimentos, os bens materiais resultantes de nossa Vontade acabam por influenciar outras pessoas em uma cadeia sem fim de modo que todos os influenciados pelo Gênio, os possuidores dos objetos extraviados, furtados, roubados acabam por dever algo ao primeiro da fila, o portador do impulso gerador, da primeira idéia, sentimento, impulso inicial já que sem ele não haveria o prosseguimento no encadeamento de sequencias.

Isto significa que todos os que conseguiram de algum modo a fortuna, o renome, com a energia provinda do primeiro, na sequência, acabam sendo seus devedores, de modo que ROCHEL requisita a todos os usufrutuários da cadeia sua contribuição ao primeiro. Então aquele chefe que se apropria das ideias de seu subordinado torna-se seu devedor e em algum momento deverá restituir suas energias, do mesmo modo ocorre com as descobertas já que uma segue a outra. E assim com as teorias, escritos, etc.

Acerca do que escrevemos aqui todos os mestres que participaram de algum modo, sejam em livros, palestras, orientações recebem sua parcela acerca da bondade emanada. Eis mais um excelente motivo para que não se escondam os conhecimentos como temos visto ocorrer em inúmeras entidades que acreditam que dividirem o conhecimento é o mesmo que dividir a fortuna existente no mundo. O que constatamos aqui é justamente o contrário. Quanto mais no que a responsabilidade de trabalhar aquele que receberá o conhecimento. O verdadeiro Mago sempre recebe os sinais, os impulsos a quem deve repassar seu legado, ainda que por vezes possa parecer loucura. Se não consegue ver os sinais, impulsos e segui-los é porque ainda é um discípulo e não um Mestre.

Esta força de indagar, de projetar as imagens da consciência, local onde se encontra o mundo causal, de viajar ao exterior, de estabelecer contato com os influenciados distantes nesta cadeia de usufrutuários de uns sobre os outros terminam por conceder aos influenciados por ROCHEL ou aqueles que solicitam seu auxílio, um conhecimento amplo sobre os usos e costumes e sobre a forma em que foram derivados das leis nos diferentes povos.

Como são especialistas na multiplicidade sabem, concebem que a diversidade cultural, assim como ocorre com a orgânica foi derivada a partir de um impulso que, ao expressar-se em outros organismos, no caso psíquicos, derivou para formas imprevistas e até irreconhecíveis – se considerarmos o termo inicial, seu ponto de partida. Por estarem energeticamente no Um e no Múltiplo, são considerados o fio de Ariadne que conduz os homens à Unidade.

1.7.5    Protege contra a ruína das famílias e o despojo testamentário.

Como ROCHEL trata das influências em efeito dominó ou cascata, rege igualmente a todos os que tratam sobre sucessão e suas influências, representados em terra pelos advogados, jurisconsultos, notários e todos os que se ocupam de coisa relacionada com as fortunas, a sua origem e a sua sucessão.

Temos aprendido com largueza que o exterior é o reflexo de nosso interior e que em nosso interno há um contingente enorme de personificação das energias de modo que levamos em nossa natureza interna toda uma plêiade de advogados, notários e magistrados que se ocupam de restituir a cada séfira o que lhe pertence, as experiências que acabou de viver ponteando cada pulsação em sua sede. Os próprios elogios são formas energéticas já que influenciam nosso modo de pensar, sentir e até agir. Assim uma séfira recebe um elogio por seu brilhantismo intelectual, então estas pulsações se alojam em Hod. Mas quando o louvor é sobre a beleza, a cristalização de uma obra de arte, abriga-se em Netzah. Tratando-se da coragem, da força os louros dirigem-se a Geburah, e assim segue…. Quando cada séfira recebe seu tributo seu brilho aumenta já que o centro se manifestou em sua atividade e teve seu retorno, por isto o agradecimento é uma forma de explosão, de dinamização dos centros sephirothicos que só faz aumentar os seus poderes. Não é por acaso que os Textos Tradicionais, as escrituras louvam tanto, elogiam tanto os arquétipos.

ROCHEL nos auxilia a realizar estes trabalhos por dentro e por fora, eis que, tudo aquilo que fazemos no externo e a expressão material do que havemos de realizar por dentro.

O lado negativo da força

O gênio contrário domina os processos, os testamentos e os legados que são feitos em detrimento dos herdeiros legítimos; influencia aqueles que causam a ruína das famílias, provocando gastos enormes e processos intermináveis, os que ao em vez de restituir os bens aos seus legítimos proprietários, defenderá sua posse por parte daqueles aos quais têm ido parar. Seja na separação em que um dos cônjuges fica com o que é do outro ao invés da divisão justa ou mesmo nos testamentos em que alguns herdeiros ficam com os bens ou parte do que pertence a outro membro da família, etc.,

Certamente que estes processos são engendrados por advogados que em contínuas atitudes similares tem perdido sua alma, já consideram normais e até legítimos estes procedimentos e em alguns casos envolvem até Magistrados que atuam no caso conscientemente ou não. E nestes casos ao invés de restituir os bens a seus legítimos proprietários defendem sua possessão a outros. Certamente que, karmicamente falando, tanto os advogados (e demais envolvidos) como os que o contrataram tornam-se devedores de suas vítimas e, em algum momento haverão de restituir o que tomaram indevidamente, conforme já temos aprendido, de algum modo servirão àqueles a quem impuseram o dano.

A medida que vamos repetindo atos, que vão contra os ordenamentos, nossa consciência vai adormecendo e desfalecendo de modo que a perda da essência muito raramente é um processo súbito.

O poder e o dinheiro em si não são coisas boas e nem más, porém grande parte das vezes aqueles que tem atingido poder e conseguido grandes somas o fazem a um preço alto: o de sua alma.

A advocacia tem sido uma das profissões que mais mergulham os indivíduos no abismo já que vão utilizando racionalizações deletérias para justificar seus atos. Psiquicamente o bem e o mal têm somente o limite que cada um impõe conforme sua natureza interna, mas a natureza, que é anterior a nós tem as suas Leis.

Aquele que vós escreveis estes textos é graduado em Filosofia e Direito. Na Filosofia descobrimos que o pensamento é capaz de transformar o mal em bem e o bem em mal; no Direito encontramos o campo material, a terra fecunda e prática onde tudo o que foi projetado na Filosofia pode acontecer, materializar-se.

Já comentamos que: enquanto a Magistratura e o Ministério Público trabalham com vistas a Kether, a Unidade suprema onde a Multiplicidade se faz Um, de outro lado, mais embaixo, a advocacia mira em Malkuth, no individual, no ego. Por isto é um grande equívoco misturar os institutos de cima com o de baixo.

Cabalisticamente falando os Juízes das cortes mais altas devem ter em si o ânimo interno, a vocação para serem Juiz. Assim convém iniciar a carreira passando pelos concursos e serem eleitos por seus pares – os Ketheres da Lei, pois são os mais qualificados para dizer quem é justo e conhece a Lei já que sua profissão exige a imparcialidade e, suas escolhas serão efetuadas como exercício de seu mister.

O Ministério Público também tem oferecido excelentes Juízes a sociedade já que seus membros atuam como fiscais da Lei, ou seja, como Juízes. E como atuam no campo mais prático dão uma visão a corte, como batedor que foram, de como tudo ocorre realmente – além da teoria.

Os advogados em grande parte são compostos por almas que ainda não atingiram evolução suficiente para desempenhar a Magistratura. Os Magistrados de fato, de intento interno, fazem parte de uma elite espiritual, de probidade, que lhes permitem estar no meio de um conflito, atuarem de modo imparcial e contam com uma sabedoria que está além de si mesmos. Estes causídicos que miram o indivíduo, o ego, a Malkuth devem estar a parte de tudo o que seja coletivo pois há grande perigo de dano já que trabalham para o indivíduo e comumente deixam a sociedade, as Leis de fora em razão deste, suas interpretações acerca dos ordenamentos são escorregadias. Ter feito uma faculdade de Direito não significa ser advogado ou Juiz pois tudo é uma questão de disposição interna, de evolução, Karma e Dharma.

As dissonâncias no programa do gênio farão com que tudo se inscreva defeituosamente, de modo deturpado e, não vendo claro o efeito dominó ou cascata de tudo que se sucede em seu interior e mesmo no externo, o indivíduo adotara uma atitude crítica diante da transcendência ignorando como todo o ordenamento se desdobra.

As leis humanas têm sido diferentes conforme o tempo e o espaço que se propague, mas isto ocorre porque estas leis estão desindexadas das Leis naturais que regem tudo o que foi criado.

Como o direito temporal trata basicamente da propriedade, podemos averiguar como as leis variaram nos mais diversos territórios em momentos diferentes conforme o valor que seja dado ao material. Nos tempos de Ulisses, privilegiava-se aquele que tinha o valor de ser um ladrão e roubava um gado. O larápio não era mais do que o afortunado do momento, até que outro o roubasse, hoje na maioria dos países o direito de propriedade é assegurado. Em outros o “Estado” é dono de tudo, mas a corrente que mais vem crescendo é a da função social da propriedade, ou seja, a que segue os ditames universal, que deve a tender a todos, a Multiplicidade na Unidade. O que não implica nas invasões e desapropriações em si mesmas, mas sim que a terra deve ser produtiva, dar moradia, atender a todos que por estarem neste mundo tem direito a sua parcela. É claro que a medida em que tudo evolua a manifestação destes princípios também se alteram.

A riqueza é um modo de ver e também está ligada a evolução de cada um. Há uma teoria interessante que afirma que se toda a riqueza existente no mundo fosse distribuída igualmente a todos, uma parte significativa dos ricos continuariam ricos e a grande massa, inclusive aqueles que não atingiram a riqueza por méritos próprios ficariam pobres outra vez. A riqueza nas mãos das pessoas certas proporciona riquezas para si e para os demais.

Mas como estamos tratando do lado negativo da força sabemos que são os de baixo os que organizaram a sociedade e sua organização ainda prevalece e prevalecerá à medida que a sociedade evolua como um todo. Assim, quando pedirmos justiça sobre um legado que legitimamente nos pertence é melhor faze-lo no seu tempo apropriado conforme já nos ensinou Eclesiastes 3:1-8 ora citado em MEHIEL (64), não o façamos quando rege o as energias do abismo, quando ocorrem os aspectos dissonantes, já que assim o fazendo nos meteremos no um sem fim processo, levado por advogados e quem sabe até cortes corruptas que o irão perenizar e ainda no final nós veremos prejudicados.

Quando sobre os pontos deste gênio se formarem maus aspectos, ou se são transitados de planetas pesados, abstenhamo-nos de pedir o que consideramos que é nosso. Sobretudo com as Novas Luas mau expectadas em seus pontos, pois serão os períodos em que se desenvolverão os processos injustos.


1.8         Escrituras

“S. 15:5 (16:5) Dominus pars hereditatis meae et calicis mei tu possessor sortis meae.

Senhor, sois a porção da minha herança e do meu cálice. Tendes Vós em vossas mãos o meu destino.”

 

1.9         Oração

” ROCHEL: Deus que tudo Vê.

ROCHEL: Senhor que tudo Vês nas sublimes memórias das vidas,

dá-me a força necessária para pagar o mal que eu fiz

e transmuta os antigos ódios em puros amores desinteressados.

Esvazia de minha alma todo o torcido e miserável que possa haver nela,

para que em minhas trevas possa penetrar tua luz.

E quando for apurado até a última gota do cálice da amargura,

permita-me, ROCHEL, que preste testemunho da divina sabedoria;

permite que seja um exemplo vivo para os outros

e que eu me torne o canal dos grandes desígnios do espírito”.

 

1.10           Exortação

“A força de viver, de ser e estar, a ressurreição do primogênito no coração dos homens.

O Eterno me colocou neste ponto do espaço para propiciar essa ressurreição.

Eu levantarei em ti, peregrino, forças que sempre estiveram lá, mas que tu ignoravas.

Descobrirá então aquele Irmão Menor do que tu pensavas estar morto;

esse Irmão que nunca te hás entendido e que possui o poder de fazer milagres.

Eu descortinarei em ti, peregrino, um novo ser,

que lhe abrirá as portas de uma nova dimensão.

Te embriagarei de luz,

e essa luz terá em ti uma tal vitalidade,

que nada poderá apagá-la;

nem mesmo as águas de tuas emoções.

Eu porei fogo em teus desejos exaltados e, assim, descobrirás a Lei e a Ordem.

E nunca mais poderás ser outra coisa além de um executor desta Lei,

e um conjurador dessa Ordem.

A Vontade Divina se expressa através de ti

e serás um manancial de pureza reencontrada”.

 

Oração e exortação de Kabaleb.

[1] Obs.: não se trata de homossexualismo que, Cabalisticamente falando, representa justamente o contrário, a expressão do desequilíbrio destas forças desde o interior do indivíduo – quanto menos refere-se à discriminação de indivíduos, o que propomos aqui é a didática relativa a atuação das forças naturais. Cada um tem um propósito, dificuldades, etc., de modo que estas dissonâncias não fazem parte do Ser, são aspectos acidentais que em algum momento com certeza haverão de ser corrigidas já que as forças naturais tendem a colocar cada coisa em seu lugar em um constante processo tendente ao reequilíbrio.

 

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A CABALA DE HAKASH BA HAKASH

Filosofia Metafísica Quântica Cabalística – TOMO III

Schemhammephorasch  שם הםףורש

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