6. OS 72 ANJOS.


1.1        Divisão dos 9 Coros

Os arquétipos foram divididos em 9 coros formados cada um por 8 personalidades Divinas distintas embora oriunda de mesclas dos próprios coros. Na terminologia cristã foram chamados de Coros Angélicos enquanto a tradição cabalística os chamou de Gênios.

A tradição afirma que os estes Coros foram organizados por Jehovah logo após o dilúvio, a fase relativa aos trabalhos com os sentimentos, quando se passou a esta Segunda Criação já que a Primeira se refere à Vontade. E como o Homem foi incapaz de interiorizar as energias criadoras as fontes foram divididas em 72 programas que foram domiciliados no zodíaco a razão de cinco em cinco graus cada um (72 x 5 = 360 graus) e do mesmo modo foram organizados de grau em grau de modo que na revolução anual os 72 Gênios expusessem seu programa por 5 vezes consecutivas em um processo evolutivo de acordo com o nome impronunciável acrescido da quintessência. Do mesmo modo foram distribuídos nas 24 horas do dia a cada 20 minutos a partir da saída do Sol.

Ocorre que o ser humano não dispõe de poder energético suficiente para lidar com todas as situações que se apresentam, cabe esclarecer que tudo o que vivemos são movimentações energéticas, contudo, apesar da carência energética, possui a prerrogativa de solicitar este poder que vem do alto em razão de uma Lei universal que em suma reza:

“Ao que pede lhe será dado. ”

Tudo é outorgado levando-se uma outra Lei de caráter implacável que se trata da Lei de Ação e Reação também conhecida esotericamente como Lei do Karma. De qualquer modo o grande segredo aqui é: pedir e pedir, até que tudo se realize.

Cada Gênio é depositário de cinco virtudes progressivas de uma fase inicial. Considerando-se que podem haver afinidades entre os raios, encontraremos virtudes parecidas entre alguns Gênios embora detenha certa especificidade em razão da alquimia entre elementos próprios.

 

 

1.2        Natureza dos gênios

1.2.1    Morada filosofal

Em nossa natureza interna concebemos um espaço simbólico virtual que chamamos morada ou morada filosofal termo utilizado pelos antigos sábios. Trata-se, pois, de criar um templo em nosso interior com 72 instâncias que represente a mescla dos arquétipos principais e, que juntas, formam este templo mítico de Salomão.

Uma vez emanada as energias dos arquétipos estas se encontram livre, vagando a procura de um destino em busca de um vazio onde possa residir. Algo semelhante a energia que se encontra em uma tomada que encontra seu receptáculo ao ser ligado um equipamento. Quando pela primeira vez recebemos um destes fluxos já a teremos em nosso organismo, com todas as informações, sementes e assim se estabelece a morada filosofal também chamada templo do Espirito Santo já que a terceira séfira a responsável por moldar estas entidades e passa inclusive a personifica-las a fim de que possamos de algum modo nos entender com estes fluxos. Então esta força personificada permanece em nós até que uma Vontade a saque de seu canto e lhe de uma atribuição.

De outro lado há forças postas em movimento de modo caótico, desordenado e que se não forem controladas e dada um destino passam a atuar contra nós até a autodestruição. A partir daí poderemos compreender o porquê de toparmos casualmente com pessoas mal-intencionadas que surgem para perturbar nossa vida. É justamente a Vontade, esta essência utilizada de modo consciente que nos fara livres, senhor de nos mesmos de modo que as forças que abitam em nós estejam a nosso serviço e não sejamos nós os seus escravos. Assim, preparamos o receptáculo para sua habitação e a utilizamos conforme seja seu programa que, dessarte, nos servirá de modo amoroso.

Quando uma força qualquer se manifesta no cosmo e dispomos destas essências em nossa alma, podemos trabalhar com elas, manifesta-las no plano em que existimos mediante o uso da Vontade.

1.2.2    Anjos, Gênios – Habitantes de outros mundos

Já dispusemos que a corrente cristã utiliza o termo Anjo, os cabalistas os tratam como Gênios, mas ambos se referem aos mesmos seres de luz, os 72 aspectos que perfazem o nome do Criador.

A lenda cabalística diz que Deus (o “Eu Sou”, o Grande Arquiteto do Universo, ou como quer que nós queremos chamar) criou 72 cidades com a ideia de que os seres humanos fossem passar uma temporada em cada um deles. Desta forma eles iriam se encharcando de seus costumes. Em outras palavras, eles aprenderiam a lição que merecem.

Mas o Criador percebeu que ao colocar tudo em prática as coisas não se saíram muito bem, faltava a experiência de modo que a idéia fracassou, porque nos apegamos a terra, a matéria de modo que não havia uma disposição interna para a mudança. Então, Deus teve que mudar sua estratégia.

Assim, chamou 72 seres de luz: os anjos ou Gênios da Kabbalah. Ele atribuiu, a cada, um programa de trabalho e colocou-os a serviço dos seres humanos para facilitar a sua aprendizagem.

O Criador, em seguida, usou a estrutura sobre a qual a nossa evolução é baseada: o zodíaco. Cada um desses gênios deu a regência de cinco graus: 5×72 = 360, que são os graus do zodíaco. E como os dois principais órgãos em que nós trabalhamos são o físico e emocional, decidiu que os anjos têm uma regência física e outra emocional. A primeira, a física, a contagem de 5 em 5 graus (0-5 Aries governa o gênio 1; 5 a 10, gênio 2; 10 a 15, o gênio 3, etc.). Emocional indo de série em série, a contagem de 1 em 1 graus (0-1 Aries governa o gênio 1, 1-2, 2, 2-3, 3, etc.) e quando se alcança 72, começar de novo, para completar 5 voltas que irá adicionar 360 graus.

Então em um entendimento bem rudimentar temos uma organização física astrológica, mas à medida que nos aprofundemos, nos damos conta de como das moradas filosofais, de como estas estruturas afetam nossa psique, nossos domínios anímicos espirituais.

Os Gênios não interferem em nosso livre arbítrio, o que se busca é a experiência, de modo que se fôssemos suas marionetes as experiências vividas seriam induzidas e careceriam de valor, assim, nós é que invocamos as forças à medida que escolhemos um caminho, manifestamos um desejo, uma Vontade, etc. O nosso próprio nascimentos, as configurações astrológicas, “casuais”, são o reflexo, o resultado de uma somatória energética que elaboramos.

1.2.3    Energia, frequências, pulsações

De outro ponto, temos que na natureza tudo é energia e que sua manifestação se refere ao aprisionamento a uma forma que é determinada em razão de sua destinação. E se tudo é energia isto significa que nós, seres humanos também o somos. Outra questão acerca deste ponto é que estas energias reagem entre si em ressonâncias, dissonâncias, amor, ódio e a rigor até a indiferença pode ser considerado um tipo de reação.

O conglomerado de massa universal vem participando destas relações no vácuo do infinito por bilhões e bilhões de anos. Não há como se determinar um começo e nem um fim e ainda que fosse possível encontra-los viria a questão: o que está antes do começo ou depois do fim? Como é possível se, é que é possível, a existência ou não de ambos? A rigor, o ser e o não ser, não fariam o menor sentido e poderíamos chegar à conclusão que não existimos ou que se existimos somos o todo disperso e não parte cuja existência estaria comprometida em razão de sua identidade. Portanto, não há existência fora da Unidade.

Destas mesclas foram se originando inteligências próprias que se relacionavam umas com as outras e, assim, foram surgindo mundos em níveis e subníveis como as frações que podem existir entre o zero e o um.

Em cada plano foram se organizando ainda outras energias em níveis de Inteligência que foram evolucionando e cuja existência era vislumbrada de acordo com o estado de consciência em que se encontravam. Deste modo a existência em cada plano desenvolvido é percebido de modo diferente e único, do mesmo modo como vemos a matéria em que vivemos e a consideramos como como o único modo de vida possível.

Então foram criados mundos, e estes foram habitados por seres que participam daquela configuração energéetica.

1.2.4    Dimensões, mundos

A cabala trata de 10 dimensões, a física tem concordado com estes ensinamentos pela teoria das cordas. Contudo esotericamente afirma-se que o conhecimento começa quando adentramos ao Absoluto. Todo este conhecimento multiplicado ao infinito é inconcebível a mente humana pois tratam-se de estados que não comportam estes limites.

Então dentro destes limites propostos, que já estão em um alto patamar, nos damos conta dos Arquétipos, vibrações organizadas que adquiriram inteligência e sustentam tudo o que conhecemos.

E como a vida se expande por tudo, foram desenvolvendo formas de vida dentro destas organizações em tempos sem fim (falando em termos tridimensionais), já que a partir da 5º coordenada o tempo desaparece na eternidade.

Como tudo evolui, i.e., retorna à Unidade, o ser humano também segue o seu curso e em nosso sistema, criado mediante a formula יהוה (“YHVH” – “Yod-He-Vô-He”) pelos chamados cosmocratores – seres que atuam em mundos acima do nosso e que em razão de seu desenvolvimento sabem como manipular e até criar entidades arquétipas. Nos textos tradicionais são chamados de Elohim, palavra de origem hebraica que se refere a um coletivo, o exército da voz, mas que comumente é traduzido como Deus.

1.2.5    Arquétipos

Então temos que os Gênios se referem a morada filosófica em nosso interior, mas também trata de regiões, departamentos da natureza, arquétipos e entidades que habitam e tem o controle sobre estes mundos.

Arquimedes afirmava que se tivesse uma alavanca e um ponto de apoio seria capaz de mover o universo. O que pretendemos aqui é exatamente isto: fornecer a alavanca e o ponto de apoio para que as energias dos arquétipos possam trabalhar a nosso favor.

Parafraseando Fernando Pessoa em sua assertiva: “Navegar é preciso”, então pretendemos demonstrar que é preciso viver, vivenciar as energias, Ser com elas, para que se instale em nós, se reproduza a sua compreensão e, consequentemente, a nossa evolução do humano com vistas ao Divino.

O que apresentamos aqui está muito além de meros conceitos, mas da análise científica acerca de uma verdadeira alquimia que ocorre entre os infindáveis tipos de energia existentes nos universos. Para entender este ponto faz-se necessário compreender o que são arquétipos e quais são os princípios que os compõe, há muitos equívocos nas definições.

Na definição etimológica temos que Arquétipo (grego ἀρχή – arché: “ponta”, “posição superior” e, por extensão, “princípio”, e τύπος – tipós: “impressão”, “marca”, “tipo”) é o primeiro modelo padrão passível de ser reproduzido em simulacros ou objetos semelhantes ou mesmo a imagem de alguma coisa, antigas impressões sobre algo – um paradigma.

Carl Gustav Jung definiu os arquétipos como conjuntos de “imagens primordiais” originadas de uma repetição progressiva de uma mesma experiência durante muitas gerações, armazenadas no inconsciente coletivo.

Ocorre que um Arquétipo não pode ser definido, colocado um círculo ao seu redor e dizer é isto, pois está além do entendimento humano, ultrapassa os sentidos, o tempo e espaço porque não tem início e nem fim nem foram gerados pelo ser humano, animais, vegetais, minerais, mas pelo contrário todo se subordina aos Arquétipos. Os conceitos apresentados alinham-se com o que se concebe como egrégoras, paradigmas, protótipos, etc., mas não com arquétipos.

Analisemos o Arquétipos do amor e maternidade. Sem estes as mães abandonariam sua prole ou indo mais além não haveria maternidade. O arquétipo da maternidade surgiu antes mesmo da figura materna. Sem o arquétipo da beleza as formas seriam caóticas. Sem o arquétipo da razoabilidade não haveria o progresso humano. Sem o Arquétipo da Vontade não haveria movimento.

Forçando uma definição podemos dizer que se tratam de princípios, fontes propulsoras, sem início e nem fim, que atua sobre todas as coisas que existem, existiram ou estão por existir, em todos os níveis, planos, etc., que fornecem as configurações, o impulso para que tudo exista, se inicie e mantenha o movimento com vistas a geração, integração, equilíbrio.

Acerca destes arquétipos analisamos características como essência, atributo, forças em ação e suas resultantes, seu caminho de partida desde a origem, sua causa primeira e o retorno destas energias a sua fonte primordial, o seu fim último.

A história ocidental constata que os primeiros arquétipos foram analisados por Jon Dee a partir de inscrições nas cavernas e outros ensaios deixados por povos primitivos que exprimiam símbolos coincidentes e que foram relacionados a modalidades de energias específicas.

Pela análise de tribos indígenas, com poucos ou nenhum contato com as civilizações, estes estudos podem ser mais conclusivos, contrario sensu, podemos entender o estrago que o doutrinamento efetuado pelas entidades religiosas causou a estes estudos que nos auxiliaria a entrar em contato com mundos muito além da compreensão humana atual – não é por acaso que tudo acabe virando religião (no sentido pejorativo).

Estas constatações são efetuadas ainda pelo estudo do comportamento animal, sua organização, etc., e que em muitos casos se repetem em outras partes do mundo onde há indícios de não haverem contato. Outrossim pelas características, desenhos geometrias, movimentos, identidades dos vegetais, minerais, movimentos, formas, etc. dos rios, mares, geologias, etc. quanto mais se tratem de suas nuances energéticas já que a energia antes de se manifestar há que estar aprisionada em alguma forma e, pela lei de Afinidade vibratória, as mesmas forças (com identidades semelhantes) comunicam-se entre si a exemplo de dois instrumentos de corda que quando próximo um ao outro: vibrando-se a corda de um ressoa no outro. Assim, os arquétipos se comunicam: por vibração, ressonância e dissonância.

 

1.3        Os momentos, desenrolar da atuação: יהוה – “Yod-He-Vô-He”

Já percebemos que tudo decorre da organização relativa nome impronunciável e, do mesmo modo, a atuação de cada Gênio se desenvolve.

  • Yod” – Há uma mobilização da Vontade, o objetivo do Real Ser;
  • He” – Mobilização a nível de sentimentos;
  • ” – Os pensamentos é que são mobilizados;
  • Segundo “He” – refere-se à cristalização da Vontade inicial e,
  • Quintessência: Refere-se à realização que se espalha além do indivíduo e sem a necessidade de mais movimentações pois trata de um desfrute, uma consolidação do que já foi realizado.

 

1.4        A quadratura do círculo – físico, emocional, mental.

Segundo os pressupostos cabalístico cada Gênio se dispõe aos nossos serviços da seguinte maneira:

Nível Físico ou por domicílio – por cinco dias corridos ao ano (arco quinquídio) – conforme representação mais afastada do centro na Mandala dos Anjos;

Nível Emocional ou por rotação – por cinco dias ao ano em um fluxo de grau em grau, que salta de 72 em 72 Graus 5 vezes por ano;

Nível Mental ou diário – Vinte minutos diários –  resultado das 24 horas divididos pelos 72 Gênios.

As ativações destas forças ocorrem sempre que o Sol transite a região governada por cada um deles, de modo que poderemos nos beneficiar dos assuntos de caráter morais, sentimentais ou intelectuais nos mais diversos trabalhos à medida em que estejam em seu trânsito, em seus dias, horas, etc. O objetivo é cumprir os programas e abastecer nossas alforjas filosóficas, nossos corpos internos com estas pulsações.

Os quatro pontos do nome impronunciável mais a quintessência corresponde a cada extremidade da estrela de cinco pontas por onde transitam os 72 arquétipos e por onde haveremos de viver e experimentar os programas de cada um. 72 pulsações multiplicado pelas cinco pontas, eis a quadratura do círculo.

 

1.5        Os três anjos guardiões

Agrippa afirmou em suas obras que cada homem tem três Gênios ou Anjo Guardião.

O primeiro (hora) vem da parte de Deus, do Real Ser, que faz parte de nosso exército interno, do Reino de Deus e surge no momento em que a alma é criada é chamado de Diretor da Vida pois guia nossos passos, dá o rumo certo. Está ligado a tabela das horas, ao Gênio regente no horário do nascimento, cuida da alma e espírito da pessoa.

O segundo (dia) emana do mundo astrológico, do zodíaco, ao qual Cristo está ao centro com seus 12 apóstolos e influi sobre a moral. Esta ligado a tabela dos dias, ao Gênio regente no dia do nascimento.

O terceiro (arco quinquídio) trata do mundo elementar e, portanto, domina sobre o físico, influi sobre a saúde, os movimentos, as ações. Está ligado a tabela dos quinquídios ao Gênio regente no arco correspondente ao quinquídio do nascimento, influi sobre o corpo físico.

Assim, para se conhecer os três gênios que regem o indivíduo basta verificar quais eram as manifestações em seu dia e hora de nascimento.

1.6        Programa original e complementar

Cada indivíduo vem com um programa a desenvolver tanto a nível interno (individual) ou externo (coletivo) que são assinalados no mapa natal – e aqui o preceito de Hermes se faz presente como em toda a obra – “Assim como é em cima o é em baixo e vice-versa. ”

Inicialmente estes programas podem ser observados pela posição em que ocupam os três Anjos guardiões em nossa zona zodiacal de modo que possamos observar os trabalhos a serem efetuados a nível físico, mental e emocional. Os aspectos, relacionamento entre os planetas (expressão física das forças eternas – centros de vida) nos dirão as dificuldades e facilidades que teremos no curso de nossa existência.

Tem se afirmado que escolhemos estes caminhos, e isto nos leva a pensar que as dificuldades, percalços, encontros desagradáveis também são escolhas nossas. Como já percebemos inicialmente, as pulsações descem de forma pura e natural sem quaisquer obstáculos, contudo ao proceder o primeiro ato, quando damos curso as vibrações energéticas, ocorre que haveremos de nos deparar com as suas consequências, com toda a gama de efeitos que haverá de ser geradas em razão deste ato. Então de início há infinitas possibilidades, mas ao se escolher uma delas haveremos de nos deparar com seus resultados.

As Lei física de causa e efeito tem sua origem em planos superiores, cabe lembrar que Malkut é um ponto de resultados, Assiah é o fruto do que acontece nos planos acima na relação de causalidade יהוה – “Yod-He-Vô-He” – semear (Atziluth), cultivar (Briah), florescer (Yetzirah) e por fim dar os frutos (Assiah). A Cabala afirma que tudo foi criado a partir do nome de Deus composto de quatro letras, compreender o significado e vive-lo nos leva a felicidade e a auto realização íntima do Ser.

Mas prosseguindo com o raciocínio, tivemos inicialmente uma escolha (que neste caso hipotético) foi executada. A partir daí tudo o que resultar desta escolha passam a ser vinculados. O livre arbítrio passa a ser tão relativo quanto a capacidade de dar um rumo diferente a energia inicial colocada em movimento. Daí temos em nosso mapa as novas oportunidades que nunca foram exploradas (posições cardinais), portanto, dotadas do livre arbítrio inicial; o curso que talvez possamos alterar (posições mutáveis) e o curso que não podemos modificar (posições fixas).

Alguns indivíduos vêm com programas lotados, muitas dívidas que precisam ser resgatadas – energias que exigem entrar em equilíbrio e que tornam por vezes insuportável a existência. Outros tem carga mais leve, seja por que tiveram poucas experiencias, relacionamentos, por não almejarem o mestrado, mas apenas uma vida tranquila em relacionamentos provinciais, sem conflitos.

De outro lado temos ainda almas, que pelo impulso interno de seu Real Ser, querem aprender e tem um espaço para agregar mais algumas experiencias em suas existências, como ocorre nos cursos que vemos nas escolas onde além das matérias principais obrigatórias é possível escolher algo complementar, um assunto que seja do agrado ou que se necessite.

Kabaleb nos fala que este programa complementar é encontrado a partir de um cálculo matemático conforme segue:

  • A posição do planeta, dentro da esfera zodiacal, é tomada em graus a partir da posição do Sol. Assim se o Sol se encontra a 6,38º de Aquário e Urano a 9,17º de Virgem temos um arco com 212,79;
  • Como o número encontrado é maior do que 72 dividimos o resultado por este número desta forma: 212,75/72 = 2,9549.
  • Multiplicamos o número inteiro por 72: 72*2 = 144;
  • Subtraímos o arco pelo resultado encontrado: 212,75-144 = 68,75;
  • Como o Sol rege o Gênio 1, o ponto inicial de sua posição, portanto, inicia-se a partir do 6. Assim, deve-se acrescentar uma unidade ao resultado da operação desta forma: 68,75+1 = 69,75 – que se refere ao Gênio ROCHEL (69. 9->6).

O número encontrado correspondente ao Gênio do programa complementar e do mesmo modo precede-se com os demais planetas.

 

1.7        Origem dos 72 nomes de Deus.

O triangulo nominado tetragrama Jehovah, יהוה – “Yod-He-Vô-He”, é composto por dez letras e a cada letra é atribuído um valor de modo que temos que “Yod” = 10; “He” = 5; Vô = 6 que resulta:

“Yod” (“י” Deus vivo – Pai), = 10

“Yah’ (“יה” Deus verdadeiro – Filho) = 10 + 5 = 15

“Yaho” (“יהו” Deus santo – Espírito Santo) = 10 + 5 + 6 = 21

Jehovah יהוה – “Yod-He-Vô-He” = 10 + 5 + 6 + 5 = 26

A somatória de os nomes resulta nos 72 atributos de Deus, os 72 Arquétipos, Anjos, Gênios como queiram chama-los, a escada de Jacob, vista em sonho, com seus 72 degraus que partem desde os céus, sob os raios do Sol e da Lua, a perder-se na imensidão das Moradas Divinas, simbolizadas no salão de algumas escolas e postada nos 72 quinquídios do zodíaco, as 72 partes do corpo, humano, os 72 Anciões da sinagoga, os outros 72 discípulos que o Cristo escolheu e enviou para todas as partes em grupos de dois que se referem ao caminho de ida e de retorno pelos sendeiros.

 

“Lucas 10:1 E, depois disto, designou o Senhor ainda outros setenta (e dois também) e mandou-os adiante da sua face, de dois em dois, a todas as cidades e lugares aonde ele havia de ir.

2 E dizia-lhes: Grande é, em verdade, a seara, mas os obreiros são poucos; rogai, pois, ao Senhor da seara que envie (empuxe) obreiros para a sua seara.

3 Ide; eis que vos mando como cordeiros ao meio de lobos.

4 E não leveis bolsa, nem alforje, nem alparcas; e a ninguém saudeis pelo caminho.

5 E, em qualquer casa onde entrardes, dizei primeiro: Paz seja nesta casa.

6 E, se ali houver algum filho de paz, repousará sobre ele (ela) a vossa paz; e, se não, voltará para vós.

7 E ficai na mesma casa, comendo e bebendo do que eles tiverem, pois digno é o obreiro de seu salário. Não andeis de casa em casa.

8 E, em qualquer cidade em que entrardes e vos receberem, comei do que vos puserem diante.

9 E sarai os enfermos que nela houver e dizei-lhes: É chegado a vós o Reino de Deus.

10 Mas, em qualquer cidade em que entrardes e vos não receberem, saindo por suas ruas, dizei:

11 Até o pó que dá vossa cidade se nos pegou sacudimos sobre vós. Sabei, contudo, isto: que já o Reino de Deus é chegado a vós.

12 E digo-vos que mais tolerância haverá naquele dia para Sodoma do que para aquela cidade.

13 Ai de ti, Corazim, ai de ti, Betsaida! Porque, se em Tiro e em Sidom se fizessem as maravilhas que em vós foram feitas, já há muito, assentadas em saco de pano grosseiro (cilício) e cinza, se teriam arrependido.

14 Portanto, para Tiro e Sidom haverá menos rigor no dia do juízo do que para vós.

15 E tu, Cafarnaum, que até o céu estás levantada, até ao inferno (Gr. Hades: lugar debaixo na terra) serás abatida.

16 Quem vos ouve a vós a mim me ouve; e quem vos enjeita a vós a mim me enjeita; e quem a mim me rejeita, rejeita aquele que me enviou.

17 E voltaram os setenta com alegria, dizendo: Senhor, pelo teu nome, até os diabos se nos sujeitam. ”

 

Em algumas imagens dos antigos cavaleiros podemos observar que eram em número de dois, um carregava as armas e combatia na terra, o outro estava de posse do libro sagrado velando pelo combate interno.

 

1.7.1    Os três versículos tidos como misteriosos

A tradição afirma que Deus construiu o Universo com as letras do alfabeto (Aleph – Beth) hebreu. A Cabala nos fornece os códigos e sistemas que aplicados às Sagradas Escrituras nos permitem perceber o significado intrínseco dos ensinamentos, em quatro níveis fundamentais: 1) simples ou literal 2) simbólico 3) filosófico e moral 4) esotérico e secreto.

As 22 letras do Alfabeto Hebraico, associadas as mais variadas formas nos fornecem os elementos das diversas manifestações de DEUS – Jehovah (YHVH – יהוה – Yod-He-Vô-He). Oras pois, a cabala desvela o significado espiritual das três frases que aparecem no Livro do Êxodo (Capitulo 14, vers. 19, 20, 21).

Cada letra individualmente representa uma energia específica. Cada som gerado pela vibração da pronúncia da letra representa uma força energética diferente. No mais, as multiplas combinação de letras criam diferentes tipos de energia, da mesma forma que diferentes combinações de notas musicais criam diferentes tons e melodias.

As três letras que formam cada um dos 72 nomes carregam em si três Forças com cargas específicas: Uma carga positiva, uma carga negativa e uma neutra que tem a função de ligar as duas primeiras a fim de criar um Circuito de Energia Metafísico-Quântico…

Deste modo, podemos presumir que cada seqüência de letras em particular, nos conecta a uma força específica. Ler, verbalizar, meditar ou simplesmente escancear visualmente essas letras e suas seqüências que formam os nomes nos ajuda a ativar as várias forças a que cada uma delas está conectada. Traz para dentro da nossa alma e do nosso ambiente as energias pulsantes referentes. Interagir com essas 22 letras, nas mais variadas formas possíveis, nos dá uma conexão subconsciente, com os planos superiores, com a nossa alma, com o mundo espiritual – o mundo quântico que tem redesenhado o modo de concepção do mundo que até então conhecíamos.

Estas 22 letras do alfabeto hebraico são mais do que representações já que se referem a 22 forças energéticas que originaram toda a criação e se manifestam em nosso mundo como formas e vibrações que podemos visualizar e vocalizar. Suas diversas combinações formam o código genético cósmico, e nos conecta com os diferentes tipos de pulsações da mesma maneira que o formato de uma chave é a ferramenta por meio do qual conseguimos abrir uma porta, uma forma específica de uma letra hebraica é a chave para abrir a porta ou o portal de outros mundos, de nossa alma.

As confecções ocorrem com base na Lei de afinidade vibratória e, a fim de esmiuçar as explicações, consideremos dois triângulos musicais. Ao bater em um dos triângulo constataremos que a ressonância será criada entre os dois, em virtude de sua forma idêntica de construção, sua essência vibracional. As ondas sonoras transferem-se de um triângulo para o outro.

Do mesmo modo se processam estas pulsações em nosso subconsciente, em nossa alma já que no final tudo é onda, luz, verbo. Quando trabalhamos com os elementos promotores da ressonância, seja pela visualização, meditação ou pronuncia das letras a energia estimulada é transferida para a alma e estabelecem mudanças em nossos padrões mentais, de sentimentos, de ação, eis que, atuam no mais íntimo do nosso ser, nossos genes metafísicos, infundindo-nos de uma enorme força espiritual e emocional.

Cumpre informar e esclarecer aqui, que a escrita hebraica se processa da direita para a esquerda de modo que o escanceando visual deve seguir esta seqüência.

Os nomes dos 72 Anjos, Gênios, Arquétipos foram formados a partir de três versículos tidos como misteriosos do capítulo 14 do Êxodo, são eles os de número 19, 20 e 21.

Cada uma das frases, escritas em hebraico, contém 72 letras que revelam a combinação dos 72 Nomes Sagrados com os quais DEUS se manifesta. Esses nomes são energias que regem as Leis da Natureza Manifestada, e são como canais que transmitem a combinação de Luz, Energia e Amor.

“Os 72 Nomes de Deus” não são realmente nomes, mas as seqüências de 3 letras hebraicas compostas que tem o poder extraordinário de superar o que poderíamos chamar de as leis da natureza humana. Estas 72 seqüências estão codificadas na alegoria Bíblica que fala a respeito da separação do Mar Vermelho – e é claro que podem até narrar um fato ocorrido em algum momento. Elas são como condutores que transmitem vários tipos de energia desde a Luz primordial até o nosso corpo físico. Ao avocar o poder dos 72 Nomes e superando suas naturezas reativas (lembremos que na natureza tudo é dual), Moisés foi capaz de realizar o milagre do Mar vermelho.

Há uma ampla variedade de forças ligadas as formas, sons, seqüências e vibrações dos 72 nomes ou alquimia pulsativa. Elas atuam como antenas que estimulam e liberam as formas da mesma energia invisível da Criação. A Luz que eles emitem purifica nossos corações, mentes, impulsos que geram o medo, a ansiedade, enfim.

 

Da formação em si

Assim os três versículos, em hebraico, são colocados um sobre o outro na sequência em que aparecem. Contudo o versículo 20 é invertido. Assim os versículos 19 e 21 são dispostos da direita para a esquerda e o 20 da esquerda para a direita. Deste modo a leitura de cima para baixo da direita para a esquerda acabam por formar os nomes dos 72 Gênios.

As três letras representam as potencialidades de “Yaho” (“יהו” Deus santo – Espírito Santo), o Demiurgo formador de todas as coisas.

Ao final de cada nome são acrescentadas as potencialidades divinas sejam elas “Yah’ (“יה” Deus verdadeiro – Filho) conforme já estudamos ou mesmo a terminação “EL” e, assim, formaremos os 72 nomes dos Anjos composto de cinco letras e cada um deles contendo o nome de Deus nas duas últimas letras.

Em suma, os 72 nomes compõem-se cada um de cinco letras hebraicas que denotam as revoluções יהוה – “Yod-He-Vô-He” mais a quintessência. De outro modo 72 multiplicado por cinco restará nos 360º da esfera, do zodíaco e representam o ano terrestre, a revolução que se inicia a partir de Áries, ou seja, 20 de março. Mas como o ano tem 365 ou 366 dias sobram estes dias ou graus. Quando o controle é feito de grau em grau tudo se ajeita, mas do contrário separa-se 1 dia a cada 72. Os antigos persas e egípcios denominavam este dia como Pentaedro e eram destinadas a divindades nominadas como Epagômenos. Estes dias são consagrados a cada um dos quatro elementos, os quatro pontos cardeais, as quatro estações e o quinto dia refere-se ao Grande Princípio (Deus), nosso Real Ser que encerra como o Ômega, no ano bissexto são dois dias. Ressalte-se que tanto o primeiro do ano zodiacal como o último dia são dedicado do Grande Princípio por tratar-se de início e fim, o alfa e o ômega de todas as coisas.

‘Apocalipse 22:6 E disse-me mais: Feito é. (Está cumprido) Eu sou o Alfa e Ômega, o princípio e o fim. Aquém tiver sede, de graça lhe darei da fonte da água da vida.

Apocalipse 22:13 Eu sou o Alfa, e Ômega, o primeiro e o derradeiro, o princípio e o fim. ’

 

1.7.2    Versículos bíblicos

A imagem abaixo representa os três versículos postado na disposição original, i.e., sem a inversão do versículo de número 19.

19  ויטע מלאך האלהים ההלך לפני מחנה ישראל וילך מאחריהם ויטע עמוד הענן מפניהם ויעמד מאחריהם׃

20  ויבא בין מחנה מצרים ובין מחנה ישראל ויהי הענן והחשך ויאר את הלילה ולא קרב זה אל זה כל הלילה׃

21 ויט משה את ידו על הים ויולך יהוה את הים ברוח קדים עזה כל הלילה וישם את הים לחרבה ויבקעו המים׃

19  ויסע מלאך האלהים ההלך לפני מחנה ישראל וילך מאחריהם ויסע עמוד הענן מפניהם ויעמד מאחריהם

 

“Êxodo 14:19-21

19 – E o anjo de Deus, que ia diante do exército de Israel, se retirou, e ia atrás deles; também a coluna de nuvem se retirou de diante deles, e se pôs atrás deles.

20 – E ia entre o campo dos egípcios e o campo de Israel; e a nuvem era trevas para aqueles, e para estes clareava a noite; de maneira que em toda a noite não se aproximou um do outro.

21 – Então Moisés estendeu a sua mão sobre o mar, e o Senhor fez retirar o mar por um forte vento oriental toda aquela noite; e o mar tornou-se em seco, e as águas foram partidas. ”

 

1.7.2.1 Tabela em hebraico com os versículos 19 a 21

Abaixo segue a tabela com o versículo 20 disposto ao contrário, já em condições de formar os nomes.

 

1.7.2.2 Tabela com os nomes formados

Abaixo segue a tabela com os nomes já formados, mas sem os sufixos sagrados:

1.7.2.3 Tabela com a origem dos nomes – alfabeto ocidental

 

1.7.2.4 Mandala dos 72 Anjos ou Gênios.

1.8        Imagem OEDIPI AEGYPTIACl GYMNAS

Abaixo segue a imagem extraída do frontispício de uma obra rara nominada como OEDIPI AEGYPTIACl GYMNAS, ora citada. Refere-se a uma das mais conhecidas obras que tratam do assunto, posta em latim, grego, hebraico, hieróglifos egípcios, árabes, persas, etc.

1.8.1    Outras tabelas que ilustram os Gênios

 

1.8.2    Imagem antiga com os 72 nomes em hebraico

 

1.8.3    Elemento dos gênios

Na mandala dos Gênios podemos consultar cada Gênio e qualificá-lo conforme o elemento do signo em que esteja firmado. Contudo Lenain explica outra fórmula:

Divida o número do Gênio por 4 e separe a sobra. Assim, tomemos a exemplo o de número 61:

61/4 = 15, com o resto 1.

Sabemos que a primeira letra do nome impronunciável se refere ao Fogo; a segunda a Agua; a terceira ao Ar e a quarta e última letra ao elemento Terra. Portanto o Gênio 61 refere-se ao elemento Fogo.

Agora sabemos que trata do elemento Fogo, a estação do Verão, que transmite a iniciativa, etc.

 

1.9        Divisão por graus e seus efeitos

Já vimos que os Gênios tem sua influência de acordo com a posição do Sol no mapa zodiacal, contudo resta as conjunções nos graus dos zodíacos efetuados pelos demais planetas eu nos indica um quarto elemento:

  • Por domicílio: Distribuídos de 5 em 5 graus – Efeito material
  • Por rotação: Distribuição intercalada a cada 5 graus – Efeito emocional
  • Pelo ciclo diário: Distribuídos a cada 20 minutos – Efeito mental
  • Por conjunção: Quando o planeta se encontra entre determinado grau de qualquer signo – Efeito zodiacal, então o que temos aqui é uma manifestação da Vontade Universal, ainda que derivada, já que as forças estão em movimento com vistas a uma realização.

 

1.10    O elemento a que pertence o Gênio

De um modo geral o elemento a que trabalha o Gênio pode ser observado em sua posição na Mandala dos Anjos ou Gênios, contudo Lenain nos fornece uma fórmula matemática para a determinação do elemento a que pertence cada entidade ao qual passamos a repassar:

Cada um dos gênios domina 10 dias do ano. Vê-se, por exemplo que VEHUIAH (1. 1->1) domina de 20 a 24 de março isto é, por 5 dias por domicílio, rege outros cinco dias por rotação, em resultado das cinco revoluções que se operam de 72 em 72 dias, visto que de 20 de março a 30 de maio, há 72 dias, e 31 de maio, que é o 73º dia, corresponde ao primeiro gênio e assim sucessivamente.

Havemos de considerar ainda que os antigos filósofos admitiam somente quatro elementos, a saber: o fogo, o ar, a água, e a terra, os quais correspondiam, segundo sua doutrina, aos quatro primeiros números (1, 2, 3, 4), as quatro estações (primavera, verão, outono e inverno), e aos quatro pontos cardeais (o oriente ou leste, o meridião ou sul, o ocidente ou oeste, e o setentrião ou norte).

Nesse sentido Lenain sugere as invocações dos gênios devam ser feitas na estação correspondente ao seu elemento, com ô indivíduo voltado para a direção da parte do mundo que presidem.

Cada elemento corresponde a um número de 1 a quatro conforme a ordem do nome impronunciável – 1. Fogo; 2. Agua; 3. Ar e 4 Terra.

Eis aqui o procedimento domando-se como exemplo o Gênio HAHASIAH (51. 7->4):

Dividimos primeiramente 51 por 4, que dá 48 com resto 3. Oras 3 refere-se ao elemento Ar, o oeste, correspondente à estação do outono.

Através desse procedimento, torna-se fácil conhecer a qual elemento pertencem os gênios, a parte do mundo que presidem e a estação que regem.

 

1.11    Princípio da especialidade

Cada letra, cada força possui suas particularidades, que lhe são próprias, essências e que produzem as vibrações em seus respectivos diapasões.

As pulsações celestiais tem seus atributos específicos conforme lhes sejam destinados, algumas para regular o movimento dos astros, outras a habitar os elementos, outras para ajudar e orientar os homens, e outras, para cantar continuamente as glórias de Deus – manter tudo em seu ritmo.

Salomão advertiu seu filho Rubião de que seria possível tornar familiar as pulsações pelo uso de selos e sigilos, desde que não se abuse desse privilégio, procedendo-se em manipulações contrárias a natureza da força que está sendo operada, ou mesmo abusando destas energias já que ocasionaria um repique que se voltaria contra o próprio operador. E neste sentido amaldiçoa todo aquele toma o nome de Deus em vão. Tomar o nome de Deus em vão é justamente utilizar mal as forças da natureza e isto não se trata somente no campo da Metafísica Quântica, mas também no mundo da ciência física, da medicina, genética, etc. quando a ordem natural das coisas é violada.

A princípio devemos respeitar o princípio da especificidade – é o mais seguro, contudo, podemos ainda captar as virtudes que estas entidades tenham adquirido no curso de sua evolução e, deste modo, enriquecer nossa existência.

No mais é importante saber o que queremos e estudar cada Arquétipo que contenha a energia referente em suas variadas manifestações e, então, dentre as separadas, escolher aquela que tenham mais pontos em comum com o almejado.

 

 

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A CABALA DE HAKASH BA HAKASH

Filosofia Metafísica Quântica Cabalística – TOMO III

Schemhammephorasch  שם הםףורש

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