52. 7->5: IMAMIAH


1.1       Elementos constitutivos ou relacionados

Coro 7 – Principados  
Príncipe: Haniel.
Mundo do coro: 3 – Yetzirah, Mundo de Formação, Mental – elemento Ar
Signo: Sagitário.
Elemento zodiacal: Fogo.
Relação/elementos: Fogo do Ar atuando sobre o Agua da Agua.
Relação/mundos: “Yod” do Mundo de Yetzirah sobre o “He” do Mundo de Briah.
Velas:  Verde ou rosa em cima e duas vermelhas em baixo.
Incenso: [Violeta, rosas, açafrão, almíscar, lavanda, dama da noite] e [Sândalo, acácia, cipreste, absinto].
Letras: Ayin – Men – Men – Yod – Heh
Gemátria: 70+40+40+10+5 =165 = 1+6+5 = 12 = 1+2 = 3
Arco:  256º a 260º graus da esfera zodiacal.
Invocação por domicílio: de 15 a 20° de Sagitário ou 8 a 12 de dezembro.
Invocação por rotação: de 21 a 22 de Touro: “Yod” ou 12 de Maio;

de 3 a 4 de Leão: “He” ou 27 de Julho;

de 15 a 16 de Libra: “Vô” ou 9 de Outubro;

de 27 a 28 de Sagitário: 2º “He” ou 20 de Dezembro;

de 9 a 10 de Peixes ou 28 de Fevereiro: quintessência.

Invocação pelo ciclo diário:   17:00:00 às 17:20:00 a partir da saída do Sol.
Invocação por conjunção:  Quando           Vênus se encontra em um dos graus de Marte, ou seja, entre 4º a 5º, de 14º a 15º e de 24º a 25º de qualquer signo.
Atributo: Deus elevado acima de todas as coisas.
Nome da essência: EXPIAÇÃO DOS ERROS.
Nome da Força: Inspiração Redentora.
Forças em ação: A força de Netzah que manifesta seus fluxos mediante as pulsações de Geburah.
Sendero: Sub-sendeiro que une Netzah a Geburah em sua trajetória de retorno pelas árvore e zodíaco.

1.2               Palavras chaves:

Confusão e DESTRUIÇÃO DOS INIMIGOS e adversidades, RESILIÊNCIA, expiação dos erros, REDENÇÃO, reencontros Kármicos, VIAGENS, PRISIONEIROS – busca da VERDADE, liberdade de sentimentos e pensamentos, ÊXITO NAS ATIVIDADES.

(-) GROSSERIA, maldade, ORGULHO, arrogância, VAIDADE, brigas, QUERELAS.

1.3               Movimentação Sefirótica: Sete na quinta posição

Toda a criação está regida por duas Leis básicas, a do três chamada de Triamazikamno cuja função é criar e a do sete conhecida como Lei do Eterno Heptaparaparshinoch cuja função é organizar. Assim, ao adentrarmos o mundo do sete abordamos a etapa final da obra divina já que passou pela criação e pela ordenação das energias.

Neste ponto estamos adentrando a esfera de Netzah que contem em si tanto o sete que se encontra na ordem Sefirótica como o três já que pertence ao mundo de Yetzirah, portanto representante direto de Binah que encontra-se no primeiro mundo – o de Atziluth – ao passo que Netzah é o primeiro de seu mundo, é também o terceiro de sua coluna.

Pelo sete adentramos ao Mundo de Formação, onde todas as coisas se instituem, tomam forma, seja pela 5º dimensão pelas vias de Hod e Netzah ou pela 4º coordenada por Yesod.

Resumindo os planos pela árvore Sefirótica temos:

  • 1º, 2º e 3º dimensões (de Euclides) em Malkut;
  • 4º coordenada em Yesod;
  • 5º composta por Hod e Netzah;
  • 6º em Tiphereth;
  • 7º por Geburah e Hesed;
  • 8º por Binah e Hochmah;
  • 9º por Kether.

Por está ótica vislumbramos três trindades (triângulos Logóico, Ético e Mágico), sete planos, dez dimensões, quatro mundos elementares (embora planos e dimensões sejam comumente utilizados como sinônimo na didática). Para acima de Kether nos deparamos com os véus de existência negativa, eis que são necessários destruir os corpos existenciais (caso os tenhamos fabricado) que utilizamos para manifestar-se nas dimensões superiores a fim de adentrar a este reino onde tem início realmente o conhecimento e a sabedoria e, esotericamente se afirma que, em comparação com nosso entendimento, os reinos abaixo são estudados como se minerais fossem.

Netzah tem como expressão física em Vênus, conhecido como o planeta do amor, da busca do complemento, do sócio. O indivíduo cede parte de seu poder, de suas conquistas, suas ideias para a consecução de algo maior, que vá mais além de si mesmo. Temos então a dissolução de parte de sua personalidade a fim de que seja possível a fusão com o outro.

Quando o sete se coloca na posição cinco o faz sob a regência do truculento, rigoroso Geburah. Em sentido positivo esta energia induz o auxílio a pessoas enfermas, exiladas, presas (auxílio no sentido de alívio de suas tensões). De outro lado, as dissonâncias levarão o indivíduo a relacionarem-se com pessoas, feias, do desagradável, defeituosas, violentas, cruéis, sádicas, masoquistas que carregam em si pesados karmas.

A música “House Of The Rising Sun – The Animals” expressa bem esta junção de forças, de um lado temos a beleza, arte e a harmonia, a musicalidade de Netzah e de outro a letra tenebrosa da situação fatalista e kármica imposta por Geburah.

O lado positivo induzirá ao ingresso em organizações que auxiliam enfermos, presos, exilados, todos os que sofrem alguma restrição produzindo vultosas energias de bondade.

Esta força produz a alternâncias entre o belo e o perverso.

Astrologicamente corresponde a posição de Vênus em Áries ou Escorpião.

1.4               Arcano – Mundo: Cinco de paus no mundo de Yetzirah

Recebe o título de Senhor da luta. Refere-se ao elemento Fogo e astrologicamente corresponde a posição de Marte transitando pelo segundo decanato de Leão onde manifesta seus fluxos mediante as roupagens deste signo e sob as pulsações do regente deste decanato que é o Sol.

Neste ponto, Kether o primeiro ponto de partida na Arvore e no zodíaco, o centro produtor de iniciativas, a essência divina, expressa-se por intermédio de Geburah que trata dos reajustes, da Justiça, da correção dos erros. No mais, o resultado desta alquimia se exteriorizara ainda pelo tom prismático de Tiphereth, o coordenador deste subciclo evolutivo.

Aqui as forças de Geburah mesclam-se com as forças de Hesed, por intermédio desta força ígnea, já que esta séfira é o “Yod” do segundo ciclo e em razão desta união com Kether que também é “Yod”, mas no primeiro ciclo. E como Geburah é o “He” de seu ciclo, funde-se ainda com Hesed como o “Yod” do segundo ciclo – ciclo este em que é o “He” de Hochmah e o segundo “He” do triângulo logoico.

Assim, o rigor de Geburah se unirá a bondade de Hesed fazendo com que o bem e o mal trabalhem juntos impulsionados pela vontade de obrar que, como resultado, tenderá a abrir caminhos. Temos, então, o fogo e a agua trabalhando juntos, contudo, ainda não há grande harmonia.

Quando o cinco de paus atua em Yetzirah o faz no centro exteriorizador das Leis subordinado a Binah, então, o bem e o mal que trabalham juntos e, assim, haverão de seguir os ditames cósmicos, submetendo-se aos castigos se necessário, se apresentando até como vítimas da Lei ao realizar os trabalhos de reparação dos erros.

1.5              Virtudes concedidas:

1º.- Destruir o poder dos inimigos e humilha-los.

2º.- Proteção nas viagens.

3º.- Proteção dos prisioneiros, inspirando-lhes os meios para obter a liberdade.

4º.- Protege os que buscam a verdade e reveem de seus erros.

5º.- Auxilia a não cair na grosseria, maldade, orgulho.

1.6        Descrição Sefirótica:

IMAMIAH é o quarto da 7º ordem de anjos denominado como Coro dos Principados, situa-se na morada filosofal de número 52, rege o sub-sendeiro que une Netzah a Geburah em sua trajetória de retorno pelas árvore e zodíaco. Trata das forças de Netzah responsável pelo gérmen do pensamento humano, pela vida dos sentidos aportando-lhes riqueza e exuberância e, neste ponto, manifesta seus fluxos mediante as pulsações de Geburah a séfira emocional que trata dos reajustes, da atuação dinâmica da Justiça na correção dos erros e cujos verbos são: restaurar, reparar, retificar; o “Yod” do Mundo de Yetzirah sobre o “He” do Mundo de Briah, Fogo da Agua atuando sobre o Agua da Agua. Nesta casa nos deparamos com a essência filosofal chamada EXPIAÇÃO DOS ERROS, o conjunto de qualidades, propriedades e atributos que visa a purificação das energias que de algum modo foram degradadas e geraram relações, de causa e efeito, em outros universos. Esta alquimia ocorre quando força expansiva do Universo se vê diante do buraco negro que pretende reduzir a energia a matéria, a um anti-universo, um espaço restrito, limitado. No aspecto humano ocorre quando os desejos oriundos do ego pretendem aprisionar a vontade do espírito, do Ser, materializar-se no Mundo de Ação, tomar corpo na realidade dos fatos. Então entra em ação as vibrações de liberdade inerente a Netzah no intuito de se conjugar com o cárcere material, o aspecto restritivo das pulsações de Geburah, de modo a produzir a equação com o resultado zero. Trata-se de uma força de Inspiração Redentora que, mediante a inoculação inspiração que se desprende de Netzah em direção ao rigor de Geburah exterioriza os desígnios desta Séfira que pretende aqui a expiação dos erros, quanto mais os de origem religiosas (Karmas religiosos, crimes contra o coração, contra a fé, a liberdade de sentimento e pensamento), embora atue também sobre outros equívocos, sempre que hajam repercutido em terceiros permitindo que a alma retorne ao seu estado virginal. Visa liberação das dependências que aprisionam. Inspiram os meios de se obter a liberdade pela eliminação dos desejos, pela integração com pulsações que estão acima das paixões, desfaz-se, assim, a prisão que ata, que torna cativo, a algum aspecto restritivo, limitador da liberdade. Deste modo ocorre uma potencialização na capacidade de suportar o adverso já que este passará a ser dominado e, diminuído sua importância, desaparecerá. Daí vem o atributo, esta qualidade imbuída de poder denominado Deus elevado acima de todas as coisas.

IMAMIAH (52. 7->5) atua no sendeiro que une Netzah a Geburah, no caminho de retorno, ou seja, no caminho oposto da mesma senda enfrentada por HAAMIAH (38. 5->7) mas em sua trajetória de ida ou descenso pelas árvore e zodíaco. Vimos que HAAMIAH (52. 7->5) domina sobre os cultos religiosos, é o instrutor dos rituais e o grande produtor de imagens sagradas no mundo de Briah ou mundo dos desejos que são geradas pelos fiéis que em boa-fé cometem erros, não por malícia, mas por ignorância.

Grandes equívocos religiosos, que geraram dor e sofrimento, foram cometidos no passado (e ainda o fazem no presente) a exemplo pela chamada santa inquisição que assassinava em nome de Deus, além de outras instituições da igreja e religiosos. Ainda hoje o fazem, os equivocados, radicais, fundamentalistas (a exemplo de certas facções Islâmicas) que também assassinam e cometem suicídio em nome de Deus além de destruírem tudo o que não represente sua fé, precursores contemporâneos dos atos de Constantino que pretendem chegar ao paraíso mediante atos infernais, alcançar o Amor supremo pelas vias do ódio incondicional, alcançar a liberdade assassinando quem se pronuncie contra suas crenças.

Estes crimes têm por base as energias de HAAMIAH mas assimiladas, captadas de sua contraparte abismal. Há um preceito esotérico que trata de uma das Leis Universais onde afirma que “tudo o que entra por uma porta tem que sair por esta mesma via”, assim, confere a IMAMIAH a tarefa de redimir, expiar tudo o que foi feito sob os auspícios de HAAMIAH. Do mesmo modo, todos os Gênios que atuam no sendeiro de retorno cumprem a tarefa de amenizar, sanar os erros cometidos no caminho de ida, de descenso a Malkuth.

Sempre que estes erros ultrapassem a terceiras pessoas cumpre procura-las para quitar a dívida. Se foi tirada a vida então esta deverá ser devolvida e talvez ocorra que o assassino venha a se torne o pai do prejudicado. Se foi a liberdade emotiva, como o sentimento religioso, ou mesmo algo em nome da moral haveremos de devolver a liberdade de alguma maneira.

Não se trata aqui de cometer erros no intuito de conceder as informações a fim de que o indivíduo possa viver em consonância com as Leis do Universo, mas o equívoco está em encerra-lo em uma sociedade sectária, obriga-lo a viver com uma crença, seita, religião minando sua liberdade emotiva, ainda que o caminho apontado seja o correto.

Consideremos ainda a obstrução da liberdade de pensamento que haverá de ser remediada em uma próxima existência. A atuação de IMAMIAH na presente manifestação física se dará em consonância ao ocorrido em existências passadas. Quanto maior a atividade deste Gênio certamente refletirá os danos provocados em outras épocas, no que tange a opressão religiosa. Trata-se portando de uma essência corretora e, se há em nós a disposição para sanarmos nossos equívocos, os Anjos do Destino colocarão as nossas antigas vítimas em nosso caminho, fornecendo todas as oportunidades, para que possamos descarregar a energia kármica que repousa sobre nossos ombros, em especial as dívidas adquiriras no exercício religioso.

Os nascido neste período obterão grande auxílio para liquidar estas dívidas. O próprio fato de ter este Gênio em seu mapa natal – quanto mais aos que se dedicam ao exercício religiosos -, muito provavelmente, não se trata de uma mera consciência, mas uma inscrição interna ao programa desta entidade.

Ressaltamos aqui que o livre arbítrio é um bem primordial e que somente os desavisados atuam para maculá-lo por ser um grande agente gerador de Karma. Mesmo os grandes mestres não violam este bem, nem mesmo para conceder auxílio, por isto sempre que necessitamos ajuda: convém pedir.

Mateus 7:7 “Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e achareis; [encontrareis;] batei, e abrir-se-vos-á.”

Já tratamos certa vez e a didática impõe que o façamos novamente, do testemunho acerca de quando estando fora do corpo físico, vi um Papa da igreja católica pedindo perdão a milhares de pessoas pelo que a entidade havia feito. Não foi por acaso que estive ali. No astral o sacerdote tinha pouca energia, com a aura bastante retraída algo esbranquiçado recolhido e tons vermelho de chagas na pele. Pouco tempo depois o dito regente, já debilitado, se mostra ao mundo pedindo perdão pelos males causados pela igreja, muito embora esta e outras que dela se ramificaram continuem afirmando que quem não está na instituição vai para o inferno. São muitos os religiosos que pregam a dissenção, o medo entre as pessoas em razão de suas crenças e, atingem principalmente, os mais incultos – em tempos mais remotos as escrituras era privilégio apenas dos sacerdotes de modo que somente eles poderiam dizer qual que seria a “vontade” de Deus, mas com a invenção da imprensa e o impulso interno dos indivíduos a bíblia se popularizou, contudo, sem as chaves que a criaram não passa de letra morta, histórias da carochinha, belas e emocionantes histórias para crianças que as interpretava conforme sua noção de mundo, sua história pessoal, e o mesmo ocorria com os sacerdotes que interpretavam de acordo com seu ego animal.

Em outro momento da presente existência, cursávamos Filosofia em uma universidade Católica e, em razão de nosso modo de ver o mundo, éramos tidos como ateus, havia uma certa discriminação e curiosidade simultâneas por partes dos colegas de curso que, aliás, eram seminaristas. Pois em uma noite, no astral, estive de frente com uns padres muito bravos com cerca de dois metros e meio de altura que se insurgiram contra minha pessoa a ponto de vir para a agressão. Pareciam estar atuando em algum chacra. Do que emiti um raio de Júpiter que fluiu dos três dedos polegar, indicador e médio e que projetou os sacerdotes ao revés como se tivesse recebido o tiro de um canhão.

Tratamos aqui das igrejas Cristãs e suas ramificações por estarem mais ligadas ao ocidente, mas o mesmo se aplica as demais, fundamentalistas principalmente as religiões monoteístas onde nos deparamos com Deuses ciumentos, possessivos, excludentes, ditatoriais, cruéis e que nada mais são do que a exteriorização de seus membros que transferem sua identidade a suas criações.

1.7               Das virtudes concedidas:

1.7.1    Destruir o poder dos inimigos e humilha-los.

Quando os impulsos terminam o seu ciclo de representações no Mundo das Criações passam ao cabalístico Mundo de Ação, encarnam-se na realidade dos feitos. Se estes impulsos foram elaborados com forças que entraram ao revés, como é o caso dos desejos oriundos do ego, ainda que a negatividade se destrua a si mesma, como dá lugar a reproduções, tem descendência no mal e, algo ou muito do que é negativo, subsiste. A força 52 é responsável pela destruição desses inimigos que nos impulsionam, desde nosso interior, a tomar decisões que conduzam à aniquilação de nossas empresas.

Então percebemos que esta ação tem seu início desde nosso interior e estas tendências perversas nos levam a tomar decisões equivocadas, mas IMAMIAH nos permite enxergar o “modus operandi” de como estas energias atuam impossibilitando sua atuação e, assim, a arrogância desaparece, já que os inimigos internos (e, posteriormente os externos) ao serem flagrados, em suas maquinações, ficam confusos, confundidos sem saber o que fazer. Deste modo, as tendências nobres que estavam aprisionadas, que se viam impossibilitadas de atuar em razão da opressão do inimigo são libertadas, ocupam o poder e mudam nossa política interna.

Sob a regência de IMAMIAH ocorre uma grande mudança em nossa política interna e posteriormente em nosso exterior, seja na vida pessoal, da empresa, etc… Será esta mudança que deixara confuso os inimigos o que nos permite atuar em nosso próprio domínio, com maior liberdade.

Este ponto final de atuação de nossos inimigos significa um aumento da sua capacidade de suportar os efeitos adversos, nos torna resilientes, capacidade de se recobrar facilmente ou se adaptar ás adversidades ou às mudanças, anulando as capacidades de nossos inimigos de causar prejuízos, quando não podemos dominar seus efeitos, que visa esmagar-nos com a sua força. Como adquirimos a força para dominar, as adversidades desaparecem e, a suas forças, tornam-se submissas a nós, passam atuar a nosso serviço.

Na junção destas duas energias nos deparamos com a liberdade inerente a Netzah com o cárcere material de Geburah. Cabe esclarecer que os inimigos são as tendências impulsionado pelo ego emotivo, o ego dos desejos, que nos envolvem com as energias as regiões inferiores do Mundo dos Desejos provenientes do anti-universo da árvore positiva onde atua a Força de Repulsão e que ao serem projetas ao mundo exterior darão lugar a ações em que a Força de Repulsão atuará destruindo o que foi materializado.

Estes desejos do baixo mundo atuam contra os decretos lançados por nosso Real Ser que está situado no topo da árvore. Lembramos mais uma vez que ‘ego’ e ‘Ser’ são coisas distintas. O ego representa nossos desejos, impulsos passivos, as paixões que nos escravizam; de outro lato temo o Ser ao qual nos deparamos com nossa verdadeira identidade, aquilo que somos realmente e vem daí a junção Real e Ser. Esta questão de eu superior e eu inferior, eu bom e eu mal, refere-se ao ego e são dois lados de uma mesma moeda. Do ego provem os desejos; de nosso Real Ser, a Vontade.

Quando a Vontade (ativa) e aprisionada pelo desejo (passivo) dizemos que nossas tendências (nossa disposição natural; inclinação, vocação) são prisioneiras do ego ao qual passamos a servir e fornecer nossa energia vital e com isto o ego vai se tornando cada vez mais robusto e no astral sua aparência horripilante. Mas o que causa terror não é sua aparência e sim sua energia abismal, a vibração tétrica que emite, que faz tremerem os mais valentes até que o indivíduo, um dia, adquira o valor interno para o enfrenta-lo cara a cara na prova do guardião do umbral.

A medida em que o ego se robustece com nossa energia vital, com esta energia cria todas as condições para que seu desígnio abismal se realize sem contar que se une na parte abismal com outras energias afins por Lei de Afinidade vibratória e, se na arvore positiva esta unidade é para o bem, para a evolução, na contraparte negativa a união energética é destinada ao mal, a destruição até que chegue ao ponto de destruir a si próprio imerso em dor e sofrimento.

IMAMIAH nos auxilia na libertação desta tendência, nos inspira os meios de obter a liberdade purificando nossos espaços internos de maneira que o ego seja aniquilado, destruído. Ao modificar a composição dos éteres, das energias que ocupam nossos espaços internos (as paixões internas são substituídas por sentimentos sublimes), muda também a hierarquia que se ocupa de preenche-los, faz com que volte o reinado da árvore de cima.

Analisando-se os inimigos de agora, sob a perspectiva deste Gênio, nada mais são do que as nossas antigas vítimas, as quais fizemos o mau nesta ou em outras existências; que retiramos a vida, obstruímos sua razão, seu direito, que oprimimos, controlamos seus desejos. Em decorrência disto agora aparecem consumindo a vida em nossas próprias entranhas, se erguem como nossos tutores, superiores hierárquicos, magistrados que atuam inadequadamente em seu mister, usurpam o fruto de nossos pensamentos ou nos substituem no coração das pessoas a que pretendemos. É claro que se e quando conseguem concluir seus desígnios de vingança o karma se volta ao vingador pois é dado início a um novo ciclo de ação e reação.

Romanos 12:21 “Não sejas vencido [Não te deixes vencer] do mal, mas vence o mal com o bem.”

IMAMIAH destrói este poder e nos coloca ao lado do inimigo para vencê-los e humilha-los. Isto não quer dizer que estamos recebendo uma segunda oportunidade para praticar o mal contra aqueles que já causamos dano anteriormente, mas pelo contrário; o Gênio, em algum momento de nosso caminho evolutivo nos colocará ao lado de nosso inimigo para que nos identifiquemos com ele, assumamos sua estratégia para auxilia-lo a triunfar sobre seu empenho. Com isto amontoamos brasas de fogo sobre nossos inimigos que já não nos verá como adversário, mas como irmão, aliado sem o qual a existência se torna mais difícil.

Romanos 12:20-21 “Portanto, se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe de comer: se tiver sede, dá-lhe de beber; porque, fazendo isto, amontoarás brasas de fogo sobre a sua cabeça.”

IMAMIAH coloca o inimigo diante de nós e a seguir nos libera mediante uma estratégia, assim, onde havia ódio agora florescerá o amor, o oponente se desarma, desiste de seus desígnios inconscientes de causar o mal, abstém-se de nos perseguir e causar inquietações, intranquilidades em nossa vida.

Outros Gênios que auxiliam contra os perseguidores:

  1. 1->5 MAHASIAH: Encontrar um lugar em que se sinta livre;
  2. 8->5 MITZRAEL: Proporciona a retificação dos esquemas que resultam no desaparecimento dos perseguidores;
  3. 3->9 HAHEUIAH: Cidades refúgios para escapar dos vingadores de sangue;
  4. 7->5 IMAMIAH: Confunde os perseguidores e nos torna resilientes.

1.7.2    Proteção nas viagens.

Quando iniciamos uma viagem transitamos de uma paisagem para outra onde se alteram as vegetações bem como os habitantes dos reinos animais, minerais, clima, inclusive as pessoas com suas idiossincrasias próprias de se tempo e espaço. Em alguns pontos parece até que o tempo não passou e em outros temos a sensação de estar em outro mundo. E de fato estamos.

Temos que Geburah é o “He” do Mundo “He” e ainda o “He” de sua coluna. De outro lado Netzah é o “Yod” do mundo aéreo, que denota movimento e também o “Vô” de sua coluna. Então o que temos aqui é Netzah dando movimento as emoções de Geburah.

Ocorre uma viagem que se refere a um programa de cunho anímico, deste modo, passamos de uma terra emotiva a outra. IMAMIAH favorece os deslocamentos emocionais internos e como o exterior é o reflexo do interior favorecerá igualmente as viagens externas.

Outros Gênios trabalham sobre a viagens:

  1. 1->4 ELEMIAH: Evitar acidentes. Proteção nas viagens marítimas;
  2. 3->7 YEIAIEL: Proteção nas viagens por mar a nos naufrágios (morais e físicos);
  3. 3->8 MELAHEL: Deus que libera dos males. Viagem com segurança – Binah conduz Hod;
  4. 6->3 MIKAEL: Segurança nas viagens da vida e para os diplomáticos;
  5. 6->5 YLAHIAH: Viagens com a finalidade de instrução;
  6. 7->5 IMAMIAH: Proteção nas viagens que passam de uma terra a outra, deslocamentos emocionais;
  7. 8->6 UMABEL: Para que as viagens sejam agradáveis e proveitosas;
  8. 9->2 DAMABIAH: Proteção para viagens e explorações marítimas.

1.7.3    Proteção dos prisioneiros, inspirando-lhes os meios para obter a liberdade.

Inicialmente cabe compreender que os prisioneiros são as tendências encerradas em nosso inconsciente, são as Vontades emanadas de nosso Real Ser e que mantemos aprisionados temerosos de que estraguem os nossos planos de gozos e de vitórias que havíamos traçado. IMAMIAH os liberta de sua prisão, e favorece a circular livremente por nossa psique, produzem em nós mudanças importantes em nosso comportamento.

Estes prisioneiros internos podem manifestar-se no exterior de maneiras bastante desagradáveis. Podem por exemplo emergir sob a forma de algum preso na família, ou entre as nossas amizades quando não ocorre com nós mesmos, presos. Deixar de fazer a Vontade do Pai e semelhante a um dique que vai se enchendo, enchendo até que sua estrutura não comporte mais a pressão de tanta agua e se rompa destruindo tudo o que esteja em seu caminho. É necessário que, constantemente, nos recolhamos, relaxemos e atentemos para o nosso interior, par sacarmos e compreendermos os impulsos que se encontram nas mais remotas de nossas cavernas.

A inspiração, os meios para conquistar a liberdade referem-se ao temperamento forte, determinado, vigoroso para suportar as adversidades com paciência e coragem. Nos deparamos aqui com a adversidade e o trabalho de Geburah e a força dulcificante emanada a tudo que é tocado por Netzah e assim o trabalho e a adversidade deixam de ser uma carga e passam a ser vistos como um prazer. Quando esta força é exteriorizada em sua fase “Vô” produz o afã de Redenção do gênero humano e desta forma, na vida social atua na proteção aos prisioneiros, na destruição dos inimigos, no amparo aos que sofrem com a adversidade, trata-se de uma energia portadora de consolo aos que sofrem.

Ocorre que muitas vezes temos que enfrentar o mundo para nos preservar da maldade e por vezes os obstáculos nos parecem intransponíveis e de fato, em nossa condição, o são. Contudo quando nos apegamos, nos unimos a uma força maior, nos fazendo “Um” com esta força, na Unidade podemos vencer qualquer obstáculo já que tudo o que percebemos como criado neste mundo o veio de cima para baixo, portando, o mundo em que vimemos é o resultado da força a qual nos Unimos, que é a causa. Mudando-se a causa altera-se o resultado. Assim IMAMIAH ao mesmo tempo em que coloca o inimigo em nossa frente nos confere a força necessária para que não sejamos destruídos. Venceremos o intransponível, em razão disto, o nos tornamos um hábil agente de qualquer tipo de execução, com um temperamento forte e vigoroso, capaz de suportar as adversidades com paciência, coragem, amor ao trabalho, executaremos facilmente e com êxito o que quiser, todo tipo de atividades.

“Filipenses 4:13 Todas as coisas posso em Cristo que me fortalece.”

Outros Gênios que libertam prisioneiros:

  1. 2->7 MEBAHEL: Libera os prisioneiros das tendências abismais e dos opressores;

24 3->9 HAHEUIAH: Auxílio aos prisioneiros fugitivos;

  1. 5->5 MENADEL: Libera aqueles que são prisioneiros de seus próprios erros;
  2. 5->9 IEIAZEL: Libera os prisioneiros em estado de sequestro;
  3. 7->5 IMAMIAH: Liberação dos prisioneiros pela redenção;
  4. 8->2 NEMAMIAH: Aprisionados pelo intelecto seja por teorias, lavagem cerebral, falsas religiões, etc.

1.7.4    Protege os que buscam a verdade e reveem de seus erros.

A fim de reparar os erros faz-se necessário de algum modo conhece-los, que a verdade seja posta diante de nossos olhos. Se enxergamos estes equívocos podemos sana-los pela colaboração, inteligência, neutralização das forças nefastas, etc.

Em Netzah nos deparamos com um grande exteriorizador que atua tanto pelas vias de Hochmah como de Binah onde estão depositados os registros akashicos. De outro modo Geburah nos coloca em contato com as emoções, assim, IMAMIAH coloca o inimigo diante de nós, seja pela exteriorização das memórias ou mesmo pelos sentimentos e ao mesmo tempo nos concede o valor, a paciência e a força necessária a fim de que este encontro não venha a nos destruir.

Uma das questões mais importantes neste ponto refere-se justamente ao encontro com o destino que nos aguarda ao evidenciar um credor. A carga pode mostrar-se insuportável, inatingível de modo que tenhamos a imediata sensação de que não vamos suportar, e sim desmoronar. Nestes momentos cumpre que nos interiorizemos a fim de nos abastecer com as energias necessária para que estas pulsações Netzah->Geburah nos concedem a resiliência que de outro modo não acessaríamos e provavelmente haveríamos de fracassar.

1.7.5    Auxilia a não cair na grosseria, maldade, orgulho.

O lado negativo da força

Os gênios contrários colocam em relevo os valores negativos de cada séfira, ao invés de eliminar os impulsos negativos, o ego animal os potencializa, Netzah do abismo incita a vaidade e os magnificará, dar-lhes-á beleza de modo que o grosseiro, o rude parecerá algo bonito e excitante, dará ao mau um ar de nobreza. Fará com que o indivíduo se sinta orgulhoso de seus defeitos, domina, portanto, o orgulho, a arrogância, a vaidade, a blasfêmia, a maldade; influi sobre os homens grosseiros, brigões, querelantes.

O orgulho impede que ocorra a expiação do erro já que a humildade é que nos coloca no caminho da reparação. A posição orgulhosa e prepotente dificulta a liquidação do karma. Assim, ofusca o reconhecimento de suas antigas vítimas que não são identificadas. Portanto, o inimigo continuará existindo e a resposta do indivíduo ante os assédios será a maldade.

A Inspiração de Netzah, dirigida por IMAMIAH do abismo, será no intuito de dar corpo a todo o tipo de artimanhas para combater a esse inimigo, cujo papel será dinamizado pela importância que se lhe dá. Dá-se início, assim, a uma série de querelas, perante os tribunais, ou fora deles e o indivíduo, empresário, etc. praguejará seus inimigos, os quais lhe farão o mesmo. E quanto maior for o ardor da luta contra os inimigos, tanto maior será a força de retorno, eis que se alimentarão com suas próprias energias em razão de que são nossas projeções internas lançadas ao exterior que fomentam as lutas e congregam os protagonistas que se apresentam em nossa vida. No momento em que deixarmos de potencializa-los, somatiza-los com nossas energias não terão mais o alimento a força para suas cobranças e, em razão disto, reunirão seus pertences, marchando para outro canto, outras cobranças, não mais a nós. Sobre este ponto há um brocardo esotérico que diz: “Quem reage está perdido…”.

Quando reagimos reconhecem nossas energias e dizem: Você se lembra do que me fez em outra existência, me falou, obrigou o que deveria sentir e pensar? Pois bem, eu farei a mesma coisa agora com você, agora.

Então quando reagem, o fazem em razão das pulsações que carregamos em nosso interior, da memória energética que entra principalmente pelo chacra solar, mas que também são sentidas nos demais centros conforme a memória dos acontecimentos passados.

Pode parecer estranho, mas quando nos deparamos com uma pessoa a que temos dívidas kármica, de algum modo ela se comunica a nós e nos fala acerca da fatura, mas como estamos com a consciência adormecida não percebemos. Esta comunicação não se refere somente a questões kármica, mas aos mais diversos assuntos.

TESTEMUNHO:

Certa vez estava conversando com um Senhor de uma certa idade o no meio de algo que poderia parecer insano – fato é que as pessoas a volta não se deram conta do que o velho transmitia -, me falou de um problema de saúde que estava tendo e como cura-lo. A comunicação que une consciência a consciência ou de subconsciente a subconsciente é algo “extra-ordinãrio”, tem me parecido que se trata de um “Dom” a sua captação, uma faculdade que precisa ser trabalhada, desenvolvida.

O conhecimento é transmitido, mas sem este suporte de exteriorização fica armazenado em nosso interior, sabemos que está lá, temos uma consciência de que existe, mas não podemos acessá-lo, passa-lo ao mundo físico. Do mesmo modo fomos informados por outras pessoas que nos queriam cobrar o karma e, por vezes, somente no momento da cobrança que o conhecimento se tornava palpável. Necessitamos, pois, do auxílio de IMAMIAH para termos a iluminação no momento em que nos é comunicada a fatura a fim de que possamos sanar o dano que causamos, por outros meios que não seja o da dor.

Uma das piores coisas que pode acontecer é não reconhecermos as necessidades de nosso destino, porque as cargas serão cada vez mais densas, o karma endurece, e nos fará ceder de uma maneira ruim, dolorosa. Aqueles que recebem as influências do génio do abismo passarão muito mal, encontrarão dificuldades cada vez maiores até que toda energia kármica seja drenada.

Não pretendemos entrar em questões polémicas, contudo, para fins didáticos, cabe informar que em um certo pais caiu um avião em que morreram quase que a totalidade dos tripulantes brasileiros salvando-se uns três. Na época me foi dado o entendimento de que aquelas pessoas que morreram, em outros tempos esbulharam, mataram e dilaceraram, cruelmente um povo indígena na região de Santa Catarina. Os tripulantes morreram jovens, no auge de suas carreiras, perderam tudo o que haviam conseguido, seus corpos foram dilacerados com a queda do avião cuja causa da queda teve a ver com mesquinharias. Todos os envolvidos sejam na responsabilidade pelo acidente como as vítimas tinham questões kármica pendentes entre si.

Se o Gênio de cima nos impulsa a reparação do Karma, o homem que recebe os impulsos abismais buscará a solução policial, procurará resolver na Justiça os ataques e passará do orgulho a maldade, rebelando-se contra aquela situação e praguejando contra os que lhe causam o dano, envolver-se-á em querelas sem fim.

A atuação destas energia negativa podem ser pontuais, de acordo com processo יהוה – “Yod-He-Vô-He”, ou seja, em “Yod”, são plantadas as sementes do mal, pode haver uma querela sendo plantada, uma denúncia imperceptível no começo; na fase “He” tratando-se de uma empresa o mal aparecerá na sua organização interna, talvez os trabalhadores e os funcionários que a protagonizarão; em “Vô” os inimigos e queixas serão no exterior, então serão os clientes ou concorrentes que o protagonizarão; se estiver trabalhando, atuando no estado do  segundo He” o mal aparecerá no produto final e no fruto e irá então aparecer defeitos e sabotagens nos produtos e se atuação for no quinto ciclo o mundo desaba sobre o indivíduo, sobre a empresa, etc. com tudo de uma vez levando a pique todo o empreendimento.

 

1.8        Escrituras

“7:17 (7-18) confitebor Domino secundum iustitiam eius et cantabo nomini  Domini altissimi.

Eu louvarei ao Eterno por causa de sua justiça. Cantarei o nome do Eterno, do Altíssimo.”

 

1.9               Oração

“IMAMIAH: Deus Elevado Acima de Todas as Coisas.

IMAMIAH: Senhor, fazei com que meus inimigos compreendam

que já não faço parte do seu mundo;

dize-lhes que hás me queimado com teu Fogo

e que já não posso cumprir as promessas

que a minha personalidade material contraiu um dia.

Livra-me, Senhor, das responsabilidades de meu passado profano

e ajude-me a voltar para a morada celestial,

para voltar ao mundo carregado com seus pesos e medidas

e construir nele o seu Éden.

Eu quero ser o operador consciente da construção de Teu mundo,

o edificador iluminado de Teu Santuário”.

 

1.10           Exortação

“Através de mim as almas se reintegram a sua virgindade;

Eu sou aquele que acolhe os que chegam,

cansados de sua peregrinação humana,

batendo na porta do Eterno.

São almas que pedem roupas, pedem alimentos,

porque já não encontram gosto nos manjares que enchem suas alforjes,

e em mim encontram uma nova materialidade.

Eu sou, peregrino, a porta estreita;

eu sou o olho da agulha que

apenas aqueles que abandonam tudo conseguem atravessar.

Se logras passar por essa porta, te verás a salvo de todos os perigos

e nada poderão contra ti, os teus perseguidores.

Por mais afastado que estejas de meus domínios,

basta que sinta minha nostalgia

para que Eu ponha à sua disposição o veículo que há de propiciar o teu regresso.

Desde a Eternidade lhe estendo a mão para dirigi-lo para as fileiras do Povo Eleito”.

 

Oração e exortação de Kabaleb.

 

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A CABALA DE HAKASH BA HAKASH

Filosofia Metafísica Quântica Cabalística – TOMO III

Schemhammephorasch  שם הםףורש

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