33. 5->2: YEHUIAH


1.1       Elementos constitutivos ou relacionados

Coro 5 – Potências  
Príncipe: Camael.
Mundo do coro: 2 – Briah, Mundo das Criações, Astral, mundo dos desejos – elemento Agua.
Signo: Virgem.
Elemento zodiacal: Terra.
Relação/elementos: Agua da Agua atuando sobre a Agua do Fogo.
Relação/mundos: “He” do Mundo de Briah sobre o “He” do Mundo de Atziluth.
Velas:  Vermelha em cima e duas amarelas em baixo.
Incenso: [Sândalo, acácia, cipreste, absinto] e [Cravo, mirra, almíscar, estoraque, âmbar, louro, aloe vera].
Letras: Yod – Cheth – Vô – Yod – Heh
Gemátria: 10+8+6+10+5 = 39 = 3+9 = 12 = 1+2 = 3
Arco:  161º a 165º graus da esfera zodiacal.
Invocação por domicílio: de 10° a 15° de Virgem ou 03 a 8 de setembro.
Invocação por rotação: de 2 a 3 de Touro: “Yod” ou 23 de Abril;

de 14 a 15 de Câncer: “He” ou 07 de Julho;

de 26 a 27 de Virgem: “Vô” ou 20 de Setembro;

de 8 a 9 de Sagitário: 2º “He” ou 01 de Dezembro;

de 20 a 21  de Aquário ou 10 de Fevereiro: quintessência.

Invocação pelo ciclo diário:   10:40:00 às 11:00:00 a partir da saída do Sol.
Invocação por conjunção:  Quando Marte se encontra em um dos graus de Urano, ou seja, entre 1º a 2º, de 11º a 12º e de 21º a 22º de qualquer signo.
Atributo: Deus que conhece todas as coisas.
Nome da essência: SUBORDINAÇÃO.
Nome da Força: Construtora do Amor – Sabedoria.
Forças em ação: A força de Geburah que manifesta seus fluxos mediante as pulsações de Hochmah.
Sendero: Sub-sendeiro que une Hochmah a Geburah em sua trajetória de retorno pela árvore e de ida pelo zodíaco.

1.2               Palavras chaves:

SUBORDINAÇÃO, desapego, OBEDIÊNCIA E FIDELIDADE dos subordinados, força, gosto para cumprir o DEVER, poder legítimo, OBRIGAÇÃO, objetividade, mirar o essencial.

(-) REBELIÃO, insubordinação, RUPTURA, insurreição, ARMADILHAS, conhecer TRAIDORES e seus projetos.

 

1.3                Movimentação Sefirótica: Cinco na segunda posição

Os cincos cuidam do temido campo da justiça violada após um período de desfrute no mundo do gozo com favores e circunstâncias propícias do quatro sem Lei. Aqui Geburah pretende produzir os ajustes ainda que de forma violenta especialmente no campo emotivo de Hochmah. Os próprios gostos e inclinações naturais provocam circunstâncias dramáticas, conflitivas, ideais que levam ao castigo. Isto fará com que o indivíduo entre em guerras, disputas para a satisfação do ego animal.

Astrologicamente corresponde a posição de Marte em Aquário

1.4               Arcano – Mundo: Dois de copas no mundo de Briah

Recebe o título de Senhor do Amor. Refere-se ao elemento Agua e astrologicamente corresponde a posição de Urano transitando pelo segundo decanato de Câncer onde manifesta seus fluxos mediante as roupagens deste signo e sob as pulsações do regente deste decanato que é o Marte.

Neste ponto o Amor-sabedoria de Hochmah expressa-se por intermédio de seu próprio centro. No mais, o resultado desta alquimia se exteriorizara ainda pelo tom prismático de Geburah, o coordenador deste subciclo evolutivo.

Aqui ainda a liberdade é ilimitada e, assim, o amor é inesgotável, magnânimo, expansivo que não se prende a um objeto determinado, basta ver que Hochmah encontra-se no mundo das emanações, onde Binah ainda não se manifestou impondo seus limites, suas restrições, suas Leis.

Neste ponto o amor sem limite abrange a todo o criado, por cima de todas as coisas, capaz de todos os sacrifícios.

Ao analisarmos o segundo signo do elemento agua veremos que se trata de Escorpião, regido por Marte, ao passo que na árvore cabalística, pertence ao mundo da criação que é subordinado a Hochmah, já que ambos são “He”, e neste mundo ocupa a segunda posição que também pertence a Hochmah. Perceberemos, deste modo, como está carta e dominada inteiramente pela segunda sefirote.

Quando o dois de copas atua no mundo de Briah a providência trabalhará de acordo com a vontade do Ser de modo que as circunstâncias serão propícias à realização de seus anelos e esse amor sem limites encontrará sua rota de manifestação.

1.5               Virtudes concedidas:

1º.- Conhecer e destruir os projetos de traidores.

2º.- Proteção contra as armadilhas do mal.

3º.- Obediência e fidelidade dos subordinados.

4º.- Concede a força necessária para cumprir com as obrigações.

5º.- Protege contra a tentação de se rebelar e lutar contra o poder legítimo.

1.6               Descrição Sefirótica:

YEHUIAH é o primeiro da 5º ordem de anjos denominado como Coro das Potestades, situa-se na morada filosofal de número 33, rege o sub-sendeiro que une Geburah a Hochmah em sua trajetória de retorno pela árvore e de ida pelo zodíaco. Trata das forças de Geburah, a séfira emocional que trata dos reajustes, da atuação dinâmica da Justiça na correção dos erros e, neste ponto, manifesta seus fluxos mediante as pulsações de Hochmah o centro produtor de Amor-Sabedoria; o “He” do Mundo de Briah sobre o “He” do Mundo de Atziluth, Agua da Agua atuando sobre a Agua do Fogo. Nesta casa nos deparamos com a essência filosofal chamada SUBORDINAÇÃO, o conjunto de qualidades, propriedades e atributos que restabelece a ordem hierárquica onde quer que seja, haja vista que, conduz, mediante o trabalho, o ponto de Luz que torna tudo claro, diáfano e, assim, nos permite reconhecer nosso lugar e manter a linha de conduta que atente o superior, fiel aos princípios. Trata-se de uma força Construtora do Amor – Sabedoria, que protege a parte mais elevada de nosso Ser ao conhecer a autêntica hierarquia de princípios e valores e, deste modo, faculta a adequação da conduta que termina por voltar-se com vistas ao grande (a Coroa), em detrimento do pequeno (Malkut). Com isto, restabelece dos ritmos naturais, agrega poder e renome aos espaços ocupados, concede o conhecimento de todo o que esteja de acordo ou não com estes ritmos bem como favorece a sua destruição no segundo caso. Daí vem o atributo, esta qualidade imbuída de poder denominado Deus que conhece todas as coisas.

Hoje em dia as pessoas querem ocupar o primeiro lugar sem terem alcançado o mérito, pagar o preço para tanto; tal fato decorre da carência desta essência nominada como SUBORDINAÇÃO. Ocorre que nossa vaidade nos impede de fazer um juízo adequado e, deste modo, não distinguimos corretamente o que é superior do que é inferior o que acaba por comprometer nossa hierarquia de valores e terminamos por dar as costas ao que é grande quando deveríamos nos desvincular do pequeno.

Sem a SUBORDINAÇÃO não conseguimos elaborar sequer uma agenda pois não conseguimos estabelecer as prioridades. O simples fato de furar uma fila afasta de nós esta essência, pois não somos capazes de reconhecer os méritos alheios que colocaram o próximo em um lugar a nossa frente e consequentemente não saberemos como, legitimamente, estar lá pois ao retirar o mérito do outro, retiramos o nosso em primeiro lugar já que tudo se processa do interior para o exterior.

“Mateus 23:11. Porém o maior dentre vós será vosso servidor.

Porque o que a si mesmo se exaltar[elevar] será humilhado; e o que a si mesmo se humilhar será exaltado. [Levantado]”

É preciso saber valorar todas as coisas corretamente, saber sua importância na ordem criativa e, consequentemente, saberemos nossa posição neste ordenamento então, quando tenhamos consciência desta posição, a vida nos colocará em nosso devido lugar, em nossa posição.

A essência chamada Subordinação nos permite criar relações hierarquizada de valores a nível interno e externo e, deste modo, estabelecer a ordem de prioridades de forma a rebaixar, colocar em seu lugar instâncias secundárias e, por outro lado, outorgar força a tudo o que seja de primeira ordem. Havendo colocado cada coisa em seu lugar o faremos também com os impulsos provenientes de nosso Ser eterno que se verão potencializados e os provenientes de nossa personalidade emotiva, egoica, rebaixados.

Para que um impulso possa exteriorizar-se deverá ter força suficiente para ultrapassar o estado de semente. Pode sair da fase “Yod” e chegar até a fase “He” sem que haja forças para a materialização, onde produz-se então um aborto. Contudo se ultrapassa a próxima fase “Vô” e, após enraizar-se, dar as flores, posteriormente com a concentração das energias no caminho correto, no segundo “He”, dará seus frutos.

Durante o percurso das cinco forças anteriores testemunhamos um crescimento de poder, renome que faculta a criação, condução, expansão de nossas empresas, nossas empreitadas. No ponto atual, já não se trata mais de expansão, mas de um aperfeiçoamento interior. Assim, o que se pretende agora é a conquista da sabedoria própria de Hochmah, na adequação aos ritmos naturais. Daí surgira o afã interno pela procura do conhecimento, conferências, histórias que projete suas aspirações mais para o alto.

Caso

Lembro-me de certa vez que estávamos em uma grande feira de exposição e após caminharmos por toda a manhã pelos estandes fomos para um restaurante dentro do evento que estava muito lotado. Entramos em uma grande fila que subia uma escadaria para poder entrar no estabelecimento. Estava cansado, com algumas dores nas costas e pés em razão do tanto que andámos, mais as bagagens que levamos. Então um senhor com um jeito muito simpático achou uma maneira de furar a fila e logo trouxe consigo várias pessoas de modo que a fila teve que se adequar a sua falta de educação. As pessoas estavam contrariadas, mas não se pronunciavam.

Então joguei uma magia de Justiça: – Já que eles roubaram nossos méritos que levem também as dores e os sofrimentos que resultaram para que aqui estivéssemos.

Estranhamente as dores se aliviaram. Aquelas pessoas começaram a se enrolar e tudo se tumultuou ao seu redor, assim, passamos a sua frente – e outros também. Conseguimos ficar no melhor lugar no restaurante com uma facilidade incrível. Acreditem, no final das contas eles não encontravam sequer lugar para se sentar.

Mas talvez tudo tenha sido só coincidências…                     

1.7              Das virtudes concedidas:

1.7.1    Conhecer os traidores e destruir seus projetos.

Sempre que elevamos nosso olhar para o alto, que buscamos a sabedoria, a evolução, se produzirá o reencontro com o nosso passado, i. e., com as consequências, com a dinâmica do karma posta em ação anteriormente. Deste modo, se para colocar em ação as suas empresas o indivíduo tiver que recorre às traições, a deslealdade, agora, ocupará a posição de vítima destes traidores e desleais e, por conseguinte, esta dinâmica levará ao conhecimento dos nomes e maquinações dando a oportunidade de retificar suas ações, conciliar com eles, transforma o ódio em amor, converte-los em seu principal colaborador e, assim, poderá destruir os projetos e maquinações que tenham contra si.

Os traidores antes de se apresentarem em nossa existência, em nosso exterior, estão alojados em nosso interior e são em realidade traidores dos desígnios de nosso Ser Eterno. Por excelência a traição está ligada ao mundo dos desejos que tem muita força energética em nosso interior. Judas, o demônio dos desejos, vende seu mestre por trinta moedas. Lembremos que os três traidores do salvador se encontram nos três mundos:

Atziluth: “Yod”: Mundo da vontade: Demônio da má vontade – Pilatos, o que lava as mãos;

Briah: “He”: Mundo dos desejos: Demônio dos desejos – Judas;

Yetzirah: “Vô”: Mundo intelectual: Demônio da mente – Caifas, precursor das falsas doutrinas.

No mundo dos desejos o ego animal examina os planos de nossa divindade e utiliza este potencial para satisfazer suas paixões. Nosso Real Ser ao enviar sua contraparte (Nós em carne e osso) para os mundos inferiores – já que o Ser Espiritual é feito de energias mais sutis e, consequentemente, não pode adentrar diretamente -, busca a experiência, eis que o conhecimento já o tem, pois é um mestre completo. É semelhante àquele que termina o curso superior, mas lhe falta a prática. Contudo ao descer pelos planos sua contraparte vai adentrando mais e mais a matéria e ficando exposta as energias mais densas destes mundos de baixo onde acaba por sucumbir às suas naturezas os quais tem também sua contraparte em nosso interior, eis que “Assim como é em cima, o é embaixo e vice-versa”. Vão surgindo também a contraparte dos mundos de cima em nós, a arvore negativa e os diversos eus, a multiplicidade egoica. Seguindo o curso contrário ao plano de nosso Real Ser o ego animal transforma a conquista divina em uma mera conquista sentimental, de poder, de riquezas. Nossos traidores internos pretendem fazer-nos felizes como se esta felicidade, bem-estar e conquistas materiais fossem o objetivo perseguido por nosso Ser Eterno que na busca de experiência sempre nos coloca nas mais diversas situações e aventuras para alcançar seu intento.

A essência de YEHUIAH nos auxilia a conhecer os traidores internos bem como seus projetos, maquinações e posteriormente destruí-los, abandonar o triunfo mundano e devolver a iniciativa a nosso Pai interno para reconduzir nossa existência ao essencial. Sem sua presença seremos lançados a conquista do banal e como consequência tudo isto se plasmará no exterior, em nossas vidas. Deste modo surgirão os traidores em nossos caminhos, uma e outra vez, que irão disputar as nossas conquistas a fim de compreendermos o trabalho que devemos realizar por dentro. Enquanto não tomemos o caminho do alto, a medida que nos livramos de um traidor e desmontamos seus planos aparecerão outros que atuarão por intermédio de outras pessoas. Passaremos a vida desmascarando-os e sempre aparecerão outros em todos os lugares.

Então percebemos aqui que há dois caminhos a serem enfrentados para acabar com os traidores:

  • Saldar nossas dívidas ou tornar o traidor nosso amigo e colaborador para que não queira cobrar o mal que lhe fizemos;
  • O trabalho interno da eliminação do ego animal que abriga estes traidores e cria, dá origem a dinâmica do karma.

Nesta linha kármica cabe esclarecer que se violamos regras sociais, prejudicamos outras pessoas, empresas, se fomos injustos agora o farão conosco a menos que saibamos atuar com sabedoria e para isto poderemos contar com o auxílio de YEHUIAH.

 

1.7.2    Proteção contra as armadilhas do mal.

A ideia de proteção aqui está relacionada ao trabalho, ou seja, a trabalhar para que o príncipe que há em nós não seja assaltado pelos traidores e suas armadilhas, maquinações que deverão cair destruídas. Temos então que a força de Geburah sofrerá as influências de Hochmah para a realização de um trabalho superior, fazendo com que o indivíduo se mostre submisso ao que há de mais elevado.

A medida que efetuamos o trabalho interno de proteção aos príncipes internos tudo o mais se refletira no exterior.

1.7.3    Obediência e fidelidade dos subordinados.

Hochmah é o superior hierárquico de Geburah já que realiza as mesmas funções de “He”, mas em um ciclo superior no mundo de Yetzirah, que é o mundo das emanações da vontade, “Yod”, enquanto aquele atua em Briah, onde os sentimentos são predominantes. Isto impõe a Geburah a realização de funções mais elevadas já que Hochmah estará trabalhando na implantação da dinâmica Crística em nossos mundos internos.

Os textos indicam que YEHUIAH protege os príncipes cristãos e mantem a obediência em seu reino. Por príncipes cristãos devemos entender como as partes mais elevadas de nosso Ser. Temos visto que a dinâmica Crística reverte o processo da criação de modo que “os últimos serão os primeiros”; e são justamente estes príncipes cristãos que trabalham em nosso interior que promoverão este mundo de novos valores. Nos apartam de tudo o que seja competitivo, das confrontações em que uns ganham e outros perdem. Nos apartam das opulências e nos concedem o afã ao desapego, ao despojamento, nos faz mirar no essencial – objetividade.

Ao rezarmos a oração do Pai nosso dizemos: “venha a nós o vosso reino”. Pois os príncipes cristãos fazem parte deste reino interno que pertence ao Pai, são partes de nosso Real Ser. Estes príncipes nos aportam Amor-Sabedoria, atributos de Hochmah. Quando estes impulsos são suficientemente fortes em nosso interior, no externo, nos apartamos dos valores fátuos para abarcarmos as riquezas de nosso Ser Essencial. Ao detonamos o eu animal, a energia de nossa essência que estava aprisionada volta a nós em forma de virtude e é utilizada então pelos nossos Príncipes Cristãos internos.

A medida que estes principados internos vão crescendo, cada vez mais são capazes de subjugar os impulsos errantes, aqueles dominados pelo ego animal e, deste modo, vão se formando e crescendo cada vez mais o reino interno. O golpe final contra estes impulsos é a sua destruição com a petição ao Arquétipo nominado como Divina Mãe que os desintegra definitivamente, eis que estando ligado a esfera de Binah, onde toda a criação inicia sua manifestação, ali também é encontrada a porta do fim. Por isto se diz esotericamente que um filho ingrato (que esquece sua Mãe) não avança no trabalho interno.

YEHUIAH utiliza sua força para manter as energias sob controle, manter todos os sujeitos internos em obediência. No externo teremos o apoio a todas as iniciativas que se movem em direção do próximo de modo desinteressados, filantrópicas, patrocinadores, etc.

Outros gênios ligados a subordinação e obediência:

  1. 5->2 YEHUIAH: Obediência e fidelidade dos subordinados;
  2. 5->3 LEHAHIAH: Obediência hierárquica, as Leis, etc.;
  3. 5->8 REHAEL: Essência chamada submissão filial;
  4. 8->4 HARAHEL: Submissão e respeito dos filhos para com os pais pela compreensão;
  5. 8->5 MITZRAEL: Fidelidade e obediência dos subordinados, relação pais-filhos.

Outros gênios que tratam da fidelidade:

  1. 1->2 JELIEL: Fidelidade conjugal dos subordinados ao rei e aos governantes;
  2. 2->6 IEZALEL: Fidelidade conjugal e reconciliação entre esposos;
  3. 5->2 YEHUIAH: obediência e fidelidade dos subordinados;
  4. 6->3 MIKAEL: Obediência e fidelidade ao legítimo, líderes naturais;
  5. 6->9 MIHAEL: Fidelidade conjugal;
  6. 8->5 MITZRAEL: Fidelidade e obediência dos subordinados.

1.7.4    Concede a força necessária para cumprir com as obrigações.

A pessoa nascida sob essa influência sentir-se-á plenamente satisfeita, desempenhando os deveres exigidos por seu estado.

Concomitantemente ao sentido de subordinação aparecerá o de “dever”, eis que, se tudo tivesse um mesmo valor não haveria o porquê de subordinar-se. Assim, a medida em que tomamos consciência desta hierarquia, sabemos concomitantemente o que temos que fazer. Aparecera em nós a ideia de dever a cumprir e YEHUIAH põe em nós o gosto por este dever, o amor ao serviço. Uma vez que tenhamos o prazer interno para realizar este “dever” tudo fica mais fácil e teremos a força necessária para seu cumprimento. Deste modo, podemos pedir ajuda a YEHUIAH tanto para nós como para aqueles a quem detemos o mando. E, assim, todos realizarão suas tarefas prazerosamente.

1.7.5    Protege contra a tentação de se rebelar e lutar contra o poder legítimo.

O lado negativo da força

Se o Gênio positivo trata da hierarquia de valores, da subordinação, sua antítese dominará a todos os entes insubordinados e induz os sediosos, revoltosos a rebelião. Tudo isto ocorre em razão da inversão dos valores e o que até então era tratado como subordinação passa a ser o contrário de onde surge as revoltas, ruptura, insurreição. O ego animal dos desejos se vê potencializado e dispõe a enfrentar as ordens, os mandos que vem de cima para desvirtua-lo roubar do Real Ser o seu poder.

Inicialmente tudo acontece em nosso interior até o momento que passe ao exterior quando surge, então, a figura do rebelde que se opõe a tudo o que signifique hierarquia, autoridade, etc. Percebemos então que decorre inicialmente da perda dos valores internos e da subordinação destes valores que gera o caos e posteriormente passa a manifestação física. Daí surgem as ideologias como pretexto para combater a ordem atual e se um dia estas ideias forem aceitas e o poder referente se estabeleça os ideólogos passarão à posição contrária a ponto de combater até aqueles que foram companheiros de luta. Haverá o enfrentamento de todo poder constituído, seja os empregados, a polícia, o governo, as leis morais e civis.

Se não for trabalhada estas energias, cairá em cima o karma e o que destruiu em relação ao outro o será agora em si. De um modo ou outro se verá com os traidores dentro e fora sem que haja condições de vence-los, sendo melhor renunciar o desejo de afasta-los, de dana-los, de suprimi-los para ir a busca de um pacto que o faça desistir de sua vingança.

Nos dias e horas em que YEHUIAH está ativo em seu aspecto negativo e quando ocorrem as grandes rebeliões, revoltas, julgamentos contrários as Leis, votações nos parlamentos para suprimir dispositivos legítimos e moralmente aceitos. Esta influência não se produz apenas em grandes comoções, mas também no lar, no trabalho, na escola, etc.

Em 31 de agosto de 2016, mediante quadraturas de YEHUIAH com Marte e Saturno, foi votado a destituição da então presidente da república Brasileira, em termos gerais por corrupção em quadrilha, o fizeram com o expurgo de dispositivo constitucional que a impedia de ocupar cargos públicos, sub a presidência do então ministro presidente do STF; posteriormente, houveram revoltas populares em vários pontos onde houve a necessidade de repressão policial. A quadratura não marcou somente a saída, mas também a assunção de um “novo” governo (também atolado em corrupção), movediço, a beira do precipício em um ambiente onde as Leis tem sido aplicadas conforme o poder, influência, cumplicidades com o Réu, o clientelismo generalizado, novos dispositivos tem sido criado ou suprimidos pela interpretação de modo que os tribunais tem se tornado legisladores negativos com vistas ao mal, ao invés de mirar para o alto, os tribunais tem se tornado servos do abismo e com isto tem referendado, mantido, trazido este abismo para a terra onde nos deparamos com a criminalidade, o desemprego, a fome, o expurgo a saúde, educação, evolução humana, etc.

Aos Magistrados foram confiados uma grande missão as quais aceitaram, mas infelizmente considerável parte deles tem falhado. Deveriam auxiliar a evolução humana, mas tem contribuído para sua degradação. Traíram seus propósitos, seus pares, mas principalmente ao compromisso que fizeram embora não tenham a lembrança enquanto se manifestam pelo corpo físico em que atuam. Contudo, a alguns, no fundo suas essências lhes perturbam.

A questão é que ao traírem o compromisso que fizeram não terão forças para firmar outro compromisso. Não só pelo descrédito diante daqueles que o fizeram, mas principalmente por matarem esta força em seu interior – não terão mais fé em si mesmos e isto os levará ao fracasso em todos os sentidos de existência em existência – caso as tenha.

1.8         Escrituras

“S 94:11 (93-11) Dominus novit cogitationes hominum quia vanae sunt.

O Eterno conhece o pensamento do homem e sabe de sua vaidade. ”

1.9         Oração

“YEHUIAH: Deus que Conhece Todas as Coisas.

YEHUIAH: Senhor, tenho percorrido um longo caminho, ao lado da lei,

tenho sido o instrumento que me hás manipulado ao seu bel-prazer.

Se é a tua vontade que, agora, conheça a perversidade de seu reino,

vela desde o alto, YEHUIAH, para que aprenda as lições que devo assimilar

e não me exceda nas atribuições maléficas das quais me hás dotado.

Quero mover-me no limite de seus exatos desígnios;

quero que a minha incursão na coluna das trevas

seja um episódio, um interlúdio, a pausa em uma sonata,

uma distração, na grande ópera de minha existência.

E, uma vez aprendidas as lições que a tua vontade há designado,

peço a tua ajuda, Senhor,

para que ele possa voltar a coluna da luz e,

uma vez nela, passar para o pilar do centro,

a fim de ser o fundamento e a base de seu esplendoroso universo”.

1.10    Exortação

“Não estavas acostumado, peregrino, a mover-te entre traidores,

entre os que maquinam, os que conspiram, os que derrocam.

Instalado em reduto de bondade,

te viste lisonjeado, estimado, festejado, pela terra e pelo céu.

Conservaras agora suas virtudes?

Será o exemplo, peregrino, nesta sociedade no que te coloquei?

Essa é a sua prova e do alto contemplo como tu teces e administras.

Em torno de ti nada é sólido, porque uma das propriedades do Mal

é a de destruir-se constantemente a si mesmo.

Nessas areias movediças, estabelecerás sua felicidade,

sua mansão, sua célula familiar e social, como fazias outrora,

quando laboravas nas esferas da legalidade?

Ou, pelo contrário, marcharás errante em busca da justiça perdida?

Se elevas da cabeça para cima saberás que tudo é um jogo.

Um jogo reservado para os que, como tu, encontram-se na última etapa humana,

antes de conquistar a imortalidade.

Desde o alto te contemplo, peregrino, com imenso amor, com imensa ternura;

com a alma divina em suspense, esperando, esperando. . .

que não se identifique com esse esplendoroso Oceano de trevas”.

 

Oração e exortação de Kabaleb.

 

Experiência:

Certa vez, fora do corpo físico, enquanto caminhava, vi um Senhor que começou a tocar uma música e cantar uma canção que relatava toda a tragédia do século XX constante nos registros Akáshicos. Mas sua música tinha uma vibração terrível, de terror e sofrimentos que expunha toda a tragédia não como algo que vem de fora, uma mera canção de palavras, mas algo que atuava desde dentro de modo a transmitir toda aquela dor e sofrimento. Não pude me conter com aquelas vibrações cruéis pulsando em meu íntimo e chorei aquela dor. Então veio uma voz e disse algo como: Vai ficar ou vai desistir?

Ocorre que todo o sofrimento e tragédia que ocorre neste plano, neste oceano de sentimentos e dor, afeta também a outros seres, que habitam em outros planos, em outros mundos, a razão que se adentra mais e mais a Unidade. É como a tortura da gota d’água na cabeça, que a cada gota se torna mais e mais incomoda e os faz sair de sua paz para auxiliar a humanidade.

 

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A CABALA DE HAKASH BA HAKASH

Filosofia Metafísica Quântica Cabalística – TOMO III

Schemhammephorasch  שם הםףורש

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