10. Ritual em suas fases


1.1        Preparo do altar.

O preparo do altar refere-se a tudo que esteja ligado ao mesmo. Seja a agua da taça, os pentáculos que se utilização para invocação ou evocação, o livro do ritual, conhecer a posição dos planetas para se posicionar no momento devido – quando for o caso.

1.2        Respiração – relaxamento – esvaziar a mente

Antes de inicial qualquer atividade em que haja alteração do estado de consciência faz-se necessário o relaxamento, liberar-se das tensões do dia a dia para que se adentra na sala por inteiro. Sem o devido relaxamento, sem estar com a mente vazia a prática pode não ter sucesso ou render o contrário do pretendido. É preciso foco.

O relaxamento mais conhecido é feito na contagem regressiva de 10 a 0. Imagina-se uma luz azul que desce sobre a cabeça enquanto se respira lentamente. Conte de um a quatro para encher os pulmões, conte novamente segurando o ar, outra vez ao liberá-lo e mais uma contagem após liberado.

A Luz azul paria: 1. Sobre a cabeça; 2. Nuca; 3 ombros; 4. Braço esquerdo; 5. Braço direito; 6. Caixa torácica completa; 7 pernas esquerda; 8 pernas direita; 9 pés esquerdo e 10. Pé direito.

Cabe alertar aqui que os trabalhos se iniciam desde nosso levantar da cama, pois o que ocorre durante o dia pode interferir nas atividades e até ser um sinal de como tudo vai se desenrrolar. Como estamos tratando de seres de Luz, convém que as práticas sejam realizadas ainda antes do raiar do Sol.

1.3        Vista o templo, as roupas, as armas

Já vimos no preparo da sala e altar que cada energia se utiliza de um material adequado e demos o exemplo no caso de REIYEL (29. 4->6). Assim de acordo com a atividade nos vestiremos com a roupa a que se refere o arquétipo e os instrumentos referentes.

No caso, para quem já tem, recomenta-se a utilização da Vara de Lotus, contudo para quem está iniciando pode-se fazer com o que estiver em mãos e com o tempo tudo se arranja.

A situação em verdade é tão interna que toda a prática pode ser feita mentalmente. É claro que tudo exige treino a fim de que a mente não fique divagando de um lado para o outro e todo acabe dando em nada. Como estamos no mundo físico e queremos plasmar o que está no alto, convém fazer a ligação do que está em cima com o que está embaixo até que isto seja tão natural que possamos trabalhar com todos os mundos em nosso interior.

Se estamos trabalhando com Hesed o templo deve ser visto a nível mental com a cor azul, assim como nossas vestimentas, e mesmo que não exista na sala podemos colocar tudo o que seja relativo a esta força, como por exemplo uma águia azul. É preciso criar a afinidade vibratória para atrair as forças que desejamos trabalhar.

 

1.4        Fechamento do corpo – microcosmos

Antes de iniciarmos os trabalhos convém fechar o corpo. Trata-se de uma proteção individual no qual imitamos o símbolo da cruz e do microcosmos (pentagrama).

  1. Inicialmente posicione o corpo para que fique na forma de uma cruz, com as palmas para cima;
  2. Junte as palmas no topo, mas ao juntá-las o faça desenhando um meio círculos;
  3. Agora desça a ponta das palmas até as extremidades dos ombros formando a ponta do pentagrama;
  4. Abra as pernas e os braços simultaneamente formando o pentagrama;
  5. Feche as pernas e braços simultaneamente, estes últimos para baixo cruzando o braço direito sobre o esquerdo. O fechamento pode também ser feito no peito – do mesmo modo cruzando o antebraço direito sobre o esquerdo.

1.5        Círculo Mágico de Proteção

O círculo mágico refere-se ao fechamento do ambiente, a proteção invisível para o Mago e expressa também o círculo de sua Vontade, seus domínios que não podem ser ultrapassados. Antes de qualquer operação recomenta-se fazer o círculo de proteção.

Contudo antes que o círculo seja fechado deve-se limpar o ambiente. Esta limpeza é efetuada com as conjurações como a do Belilin, dos quatro e dos sete, conforme a prática que se realize.

O Belilin é muito utilizado por ser fácil de decorar e cantar.

Conjuração: Cântico do Belilin:

Belilin… Belilin… Belilin…
Ânfora de Salvação
Quisera estar junto a Ti
O materialismo não tem força junto a mim
Belilin… Belilin… Belilin…

Belilin… Belilin… Belilin…
Ânfora de Salvação
Quisera estar junto a Ti
O materialismo não tem força junto a mim
Belilin… Belilin… Belilin…

Belilin… Belilin… Belilin…
Ânfora de Salvação
Quisera estar junto a Ti
O materialismo não tem força junto a mim
Belilin… Belilin… Belilin…

 

Após a Conjuração, devemos fazer um Círculo Mágico de Proteção, que poderá ser em volta de nosso quarto, cama ou casa (onde estiver), deste modo:

Pai meu, Deus meu, eu te peço e te suplico com a minha alma e o meu coração: ordenes ao meu Intercessor-Elemental para que trace um Círculo Mágico de proteção ao redor do meu corpo (ou do meu quarto, de minha casa, etc.).

Repete-se este pedido por 3 vezes.

Toque o polegar no entrecenho, terceiro olho, morada do Pai em seguida imagine um menino que circula o ambiente a ser protegido com uma cortina verde ou azul até voltar ao ponto de onde iniciou o círculo.

Acompanhe o menino com o polegar, indicador, médio apontado para ele enquanto rodeia o ambiente e no mesmo momento com a outra mão proteja o plexo solar (posição na região do umbigo). Volte o polegar a casa do Pai e cruze o braço direito sob o esquerdo formando o pentagrama.

Deve-se imaginar isto por 3 vezes.

1.6        Permissão do Real Ser para realizar os trabalhos

Antes de acendermos as velas e incensos, convém pedirmos permissão a nosso Real Ser, a Assistência de nosso Divina Mãe e ao Anjo Guardião – nosso Anjo da Guarda. Tudo para que haja harmonia desde nosso interior, sem conflitos internos que venham a prejudicar as atividades.

O Pai nosso que damos a seguir está ligeiramente modificado em favor da neurolinguística que por certo era desconhecida pelos tradutores e acabavam por utilizar palavra deletérias a psique em suas traduções.

PAI NOSSO

Pai nosso que estais nos céus

Santificado seja o Vosso nome,

Venha a nós o Vosso reino,

Seja feita a Vossa vontade,

Assim na terra como nos céus.

O pão nosso de cada dia dá-nos hoje

Perdoa nossas dívidas, assim como perdoamos os nossos devedores

Guia-nos no caminho do bem,

Dá-nos forças para combater o mal e vence-los.

Porque é seu o Reino o Poder e A glória para sempre.

Amem    Amem        Amem

 

Oração da Divina Mãe

Oh Isis!, Mãe do Cosmos, raiz do amor, tronco, botão, folha, flor e semente de tudo o que existe;

A Ti, força naturalizante, te conjuramos; Te chamamos, Rainha do Espaço e da Noite, e beijando seus olhos amorosos, bebendo o orvalho de seus lábios, respirando o doce aroma de seu corpo, exclamamos: Oh Nuit!

Tu, eterna seidade do céu, que és a Alma Primordial, que és o que foi e o que será.

Ísis! a quem nenhum mortal levantou o véu. Quando Tu estejas sob as estrelas irradiantes do noturno e profundo Céu do Deserto, com pureza de coração e na flama da Serpente, te chamamos.

RAM, IIIIIII, OOOOO….

 

Obs.: A Mãe Divina é um Arquétipo, portanto Universal. Caso alguém se sinta desconfortável com uma oração desconhecida pode utilizar a que esteja mais próxima de suas realidades.

 

Oração do anjo da guarda

Meu companheiro fiel

A quem deus confiou minha guarda

Muitas graças te dou por ter me livrado de tantos perigos

Guia-me proteja-me de todo erro de todo mal.

Apresentai a Divina Majestade minhas orações e obras,

Meus trabalhos e minhas aflições.

E fazei com que eu siga buscando a perfeição que me está destinada.

 

1.7        Acender velas e incensos

O Fogo é considerado um elemento feminino, isto é, o insuflador é a mulher. Convém que seja aceso por uma Isis (mulher) mas se não for possível então cabe solicitar que a Divina Mãe, a parte feminina que há em nossa psique, nosso Ser, que proceda a chama.

Enquanto acendemos os sírios mentalizamos as forças que serão acessadas de modo que na chama já estejam inscritas as nossas intenções.

Do mesmo modo ao acender os incensos tratamos com o Pai: Meu Pai, meu Deus, suplico que estas criaturas do fogo sejam agradáveis a ti e que elevem nossas orações, intenções para o alto.

 

1.8        Mantra AOM

O mantra AOM é um chamamento das três forças, um sinal de alerta, uma trombeta que é proclamada nos mundos. É utilizado na abertura e nos encerramentos dos trabalhos de Magia Branca. Pode ser utilizado ainda o AMEM.

Para pronunciá-lo deve-se encher bem os pulmões e soltar o mantra lentamente consciente de que as ondas do verbo se plasmarão nos confins dos Universo.

Pronuncia-se:

AAAAAAAAAAAAOOOOOOOOOOOMMMMMMMM

 

1.9        Cruz cabalística

A cruz cabalística difere um pouco da conhecida. Os quatro pontos são o entrecenho – morada do Pai; sexo, região de Yesod e os ombros direito e esquerdo. Tudo em consonância com a Arvore da Vida e da Ciência do Bem e do Mal.

Ao tocarmos os pontos fazemos as pronuncias conforme segue:

 

Na testa: A ti – Corresponde a Kether;

No sexo: O Reino – Corresponde a Yesod-Luz;

Ombro direito: O poder – Corresponde a Hesed-Júpiter;

Ombro esquerdo: E a Glória – Corresponde a Geburah-Marte.

Termina com a frase: Para sempre. Amem.

 

1.10    Vibração do nome do Mestre e Gênios assistentes.

Para quem conhece o nome de seu Mestre Interno, seu Real Ser, pronuncia-se este nome por três vezes vendo seu Real Ser reflexado em Si mesmo com toda sua glória. De outro modo pode ser utilizado o nome de seu batismo espiritual até que atinja o ponto de receber o de seu Ser.

Pronuncia-se ainda o nome dos Gênios assistentes. Aqueles que são utilizados em todos os rituais para que tudo corra bem a exemplo de HAAMIAH (38. 5->7) que auxilia na execução dos ritos.

1.11    Rituais de abertura do Pentagrama e Hexagrama

Neste ponto haveríamos de tratar dos rituais de abertura e fechamento dos portais mediante os pentagrama e hexagrama. Contudo o que estamos fazendo é o adiantamento de alguns pontos básicos para que o leitor possa realizar algumas práticas sem muitas complicações de modo que deixaremos este ponto para maiores esclarecimentos no volume adequado.

Para não ficar totalmente em branco este tópico, coloque-se o operador no centro do recinto de braços abertos, olhando para o Leste e pronuncie o seguinte:

 

A minha frente Gabriel.

As minhas costas Rafael.

A minha direita Auriel.

A minha esquerda Mikael.

Em minha volta ardem os Pentagramas Flamejantes.

Em cima e em baixo brilha a Estrela de seis pontas.

 

Termine esta parte com a Cruz Cabalística.

 

1.12    Declaração de intenções

Neste momento fazemos a declaração de intenções, manifestamos nossa vontade acerca do objetivo da atividade para que o Universo mova as energias necessárias

Podemos dizer al semelhante ao que segue:

O trabalho de hoje destina-se a… … tem o objetivo de…

 

1.13    Ritual da programação

Até aqui fizemos uma preparação e agora adentraremos nos pontos fundamentais a que se destina o rito e o que ocorrerá, que será utilizado depende dos trabalhos a que se pretendem.

Como estamos trabalhando com os 72 anjos cabalísticos sugerimos que seja recitada a Invocação atribuída ao Sábio Salomão – personagem bíblico, construtor do Templo. No devido tempo, em outra parte da obra pretendemos fazer uma explanação mais detalhada do significado Cabalístico do texto.

 

 

 

1.13.1 INVOCAÇÃO DE SALOMÃO

Potências do Reino, colocai-vos sob meu pé esquerdo e em minha mão direita.
Glória e Eternidade, tocai meus ombros e levai-me pelos caminhos da vitória.

Misericórdia e Justiça, sede o equilíbrio e o esplendor de minha vida.

Inteligência e Sabedoria, dai-me a coroa.

Espíritos de Malkuth, conduzi-me por entre as duas colunas sobre as quais se apóia todo o edifício do Templo.

Anjos de Hod e Netzach, afirmai-me sobre a pedra cúbica de Yesod!

Ó Gedulael! Ó Geburael! Ó Tipheret! Binael, sede meu Amor.

Ruach-Chokmael, sede minha luz!

Sê o que tu es e o que tu serás, ó Ketheriel!

Ishim, assisti-me em nome de Shaddai.

Cherubim, sede minha força em nome de Adonai!

Beni-Elohim, sede meus irmãos, em nome do Filho, o Cristo, e pelas virtudes do Sabaoth.

Elohim, combatei por mim, em nome do Tetragrammaton.

Malachim, protegei-me em nome de Iod-He-Vau-He!

Seraphim, depurai meu amor, em nome de Eloah!

Hasmalim, iluminai-me com os esplendores dos Elohim e da Shekinah.

Aralim, obrai! Ophanim, girai e resplandecei.

Hajoth, ha Kadosh, gritai, falai, rugi, mugi!

Kadosh, Kadosh, Kadosh.

Shadai, Adonai, Jot-chavah…

Eheie Asher Eheie

Halelu-Yah, Halelu-Yah, Halelu-Yah

Amém, Amém e Amém…

1.14    Evocação – invocação

É chegado o momento de proceder a invocação ou evocação do (s) Gênios. Mas antes de fazê-lo cumpre recitar os versículos iniciais de João. E o faremos conforme o estudo que procedemos nas introduções. Contudo se o leitor não se sentir à vontade com a interpretação pode fazê-lo como está nas traduções bíblicas ordinárias.

 

“João 1:1-5: O Princípio é o verbo, e o verbo está com Deus, e Deus é o verbo.

O verbo esta desde o princípio junto de Deus.

Todas as coisas SÃO feitas via ele, e sem ele nada do que foi feito se fez.

Nele, esta a vida e a vida é a luz dos homens;

e a luz resplandece nas trevas, e as trevas não a alcançam.

Há um homem enviado de Deus, cujo nome é (IAO):

IIIIIII   AAAAAA  OOOOOOO

 

Recitada a passagem, agora utilizaremos o nome de nosso Real Ser ou do batismo espiritual para quem ainda não o recebeu do alto conforme o texto que segue:

Eu (nome do Mestre)…, feito a imagem e semelhança de IHVH, e em nome daquele que todo joelho se dobra, invoco-te e lhe conjuro Gênio… em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo para que concorra e atenda a todas as nossas Vontades.

Faça o pronunciamento por três vezes.

Quem souber utilizar a Vara de Lotus proceda o chamamento pelo Hexagrama, iniciando-se pela séfira mais externa ao pentáculo e depois a interior. No final desenhe o símbolo da entidade no interior do mesmo enquanto pronuncia seu nome.

1.15    Leitura dos Salmos, pregarias, exortos, pedidos, etc.

Neste ponto iniciamos a leitura do texto sagrado, salmo etc., referente a entidade que estamos solicitando o auxílio.

O Salmo referente já deve estar aberto desde o início das atividades.

Pronuncie agora as orações relativas ao Gênio – ao final de cada capítulo colocamos a oração e exorto criados pelo cabalista Kabaleb.

Se for a primeira vez que faz contato com a entidade convém abençoar o pentáculo com os quatro elementos. Dirija-se em cada ponto e com o instrumento pertinente abençoe-o. Segure o pentáculo com o indicador, médio e polegar esquerdo e com a mão direita use os instrumentos de cada ponto com segue:

Ao Leste: Molhe o indicador, médio e anular da mão direita e aspirja a agua no pentáculo. Posteriormente com o cumprimento sacerdotal (os três dedos citados para cima e os outros dois para baixo) abençoe-o em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo enquanto afirma que este pentáculo representa as forças de… (nome do Gênio).

Feche os olhos e imagine-se entrando no símbolo, passando pelo portal, caminhando sobre as aguas – sinta o molhado, o frescor em seus pés e comprimente o seu novo amigo.

Ao Norte: Passe o pentáculo rapidamente pela chama das três velas na ordem Pai (em cima), Filho (direita) e Espirito Santo (esquerda) e do mesmo modo segure-o com a mão esquerda. |Use o báculo abençoando-o como anteriormente. Entre no símbolo que agora estará no elemento fogo e comprimente seu novo amigo.

Ao Oeste: Faremos o mesmo, mas agora utilizaremos a pena, o punhal ou mesmo a vareta de incenso para abençoar o pentáculo. Deixe que a fumaça passe por todo o símbolo. Imagine-se no céu, e que dali possa ver o infinito horizonte. Passe pelo símbolo e cumprimente seu novo amigo.

Ao Sul: Agora abençoaremos o pentáculo com o pentáculo da terra (caso o tenha) ou com um cristal. Podemos nos imaginar em um campo, prado, com animais da terra como touro, ovelhas, pedras de quartzo, diamantes, ouro, etc. Do mesmo modo imaginaremos atravessar o símbolo onde então nos depararemos com nosso novo amigo.

1.16    Leitura das cartas, oráculos, cristais, etc.

Feito o contado com as entidades agora vamos ver o que vão nos passar. Quem sabe ler as cartas, os oráculos, ver os cristais podem fazê-lo.

Em todo momento convém estar atento aos 5 sentidos ordinários e aos 7 superiores, as agitações que ocorrem dentro e fora da sala.

Neste momento podemos também entrar em alfa e ver o que aparece.

Antes de terminar convém darmos três voltas, tranquilas (ou rodar sobre o próprio eixo), na sala a partir do Leste e depois para o Norte, Oeste e Sul – seguindo o caminho do Sol no Hemisfério Sul, onde habitamos. Observe cada ponto da sala, cada símbolo, imagem, etc. para ver se aparece um sinal, uma manifestação, uma luz, uma voz, cheiro, sensação no corpo, nos órgãos, etc., se nosso olhar se estaciona em algum ponto sem que intencionemos isto. Aqui o “Nosce te Ipsum” é de fundamental importância.

Como dissemos anteriormente, a sala de práticas é uma entidade viva e nada do que acontece ali é por acaso e, agora, com o auxílio dos Gênios posemos interpretar. Convém solicitar o auxílio de MAHASIAH (5. 1->5) para que nos auxilie na interpretação do que presenciamos. Com o tempo aprenderemos a interpretar também os demais sinais que se sucedem em nossa existência.

Convém ainda fazermos um diário das experiências, do que foi visto, do que nos foi mostrado, etc.

1.17    Sentir-se grato pelo já realizado e Agradecimento

Chegamos ao ponto de nos despedirmos das entidades, dos Mestres que nos acompanharam nestes trabalhos. Cumpre mostrar o agradecimento, já pelo sucesso, pois tudo o que foi feito neste ponto já está impresso nos mundos acima e o agradecimento, o reconhecimento só fazem somatizar (no sentido de somar) os trabalhos já executados.

Podemos dizer:

Agradecemos a todos os Mestres, entidades que nos auxiliaram nestes trabalhos e desde já agradecemos pelos frutos.

Abençoo a todos em nome do Pai, Filho e Espírito Santo (use o símbolo sacerdotal).

Eu agora libero qualquer entidade que possa ter sido aprisionada por esta cerimônia.

Partam em paz para suas moradas e habitações, com as bênçãos de:

(VIBRE)     YEH-HAH-SHU-AH     YEH-HOH-VAH-SHA

1.18    Fechamento dos trabalhos

Quem procedeu a abertura com os Rituais do Hexagrama e Pentagrama pode agora fechar os portais.

Por fim pronunciamos com o mantra de fechamento.

AOM   AOM   AOM

Proceda a Cruz Cabalística

 

Obs.: Enquanto não terminar a prática não saia do círculo. Em termos energéticos seria algo com abrir a porta em meio a um furacão.

 

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A CABALA DE HAKASH BA HAKASH

Filosofia Metafísica Quântica Cabalística – TOMO III

Schemhammephorasch  שם הםףורש

 

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