Pesquisa demonstra: População é contra o impeachment e a favor da intervenção Militar


Está sendo realizada uma pesquisa pela ViperTechnology.Com.Br nas principais redes sociais e o resultado parece algo inesperado.

A maioria dos que votaram até o momento são contra o impeachment da Presidente Dilma, mas são a favor da intervenção Militar.

E o que isto quer dizer exatamente?

De um lado não se deseja uma ruptura total com o atual sistema. Que a Presidenta, apesar das dificuldades está fazendo seu trabalho.

De outro, sobraria a intervenção militar junto ao Congresso e o Judiciário. Em resumo, deseja-se o afastamento do Legislativo e o funcionamento do Judiciário, é claro que isso pressupõe o fechamento do Congresso e a destituição dos membros da Suprema Corte, de Juízes dos Tribunais e o afastamento do Sindicato OAB (que indicou a quase totalidade dos Ministros) tanto do judiciário como do parlamento (Comissão de Constituição e Justiça).

Vale lembrar que os Militares não podem falar abertamente sobre política, assim, toda e qualquer manifestação termina sendo feita por seus familiares ou pela ala reformada.

Abaixo segue o endereço para votação e conferência dos resultados.

http://www.vipertechnology.com.br/2015/03/22/impeachment-ou-intervencao-militar/

Vejam abaixo a representação feita por um Militar reformado ao STF.

Militar aciona CNJ contra STF por causa de Toffoli

Por Pedro Ivo Moézia*

Representação contra Ato Administrativo do Supremo Tribunal Federal que determinou a transferência do Ministro  JOSÉ ANTONIO DIAS TOFFOLI, da 1ª para a 2ª Turma de julgamento daquele Tribunal pelas razões de fato  e direito a seguir expostas.

DOS FATOS

Já faz alguns anos que o Brasil está mergulhado numa crise moral sem precedentes em sua história.

São escândalos envolvendo partidos políticos, políticos, empreiteiras, prestadores de serviços, pessoas inescrupulosas, que através da fraude, do roubo e da corrupção, sagram o erário público, das empresas estatais, das autarquias e de outras instituições governamentais em aquantias vultosas, bilionárias que segundo comentários de especialistas nacionais e internacionais são as jamais vistas em qualquer parte do mundo.

Investigações que estão sendo levadas a efeito pelo MPF e Polícia Federal mostram que elas já vêm de longa data, com maior incidência no período em que o país vem sendo governado pelo PARTIDO DOS TRABALHADORES (Lula e Dilma).

Questões de ordem interna do STF e por sugestão de alguns dos atuais Ministros, foi proposto que um membro da 1ª Turma fosse transferido para a 2ª Turma, para não “sacrificar” o Ministro indicado para ocupar a vaga aberta com a saída do Ministro JOAQUIM BARBOSA, que teria que ocupar a Presidência da 2ª Turma, justamente a  que  vai julgar os acusados da Operação Lava Jato.

O Ministro DIAS TOFFOLI, prontamente através de ofício endereçado ao Presidente do STF, Ministro LEWANDOWSKI se apresentou como voluntário para mudar de turma e assumir aquela presidência.

O oficio foi prontamente despachado com parecer favorável, baseado no Art. 19 do Regimento Interno do Conselho Nacional de justiça:

Art. 19- O Ministro de uma Turma tem o direito de transferir-se pra outra onde haja vaga; havendo mais de um pedido, terá preferência o do mais antigo.

Tudo seria perfeitamente normal, mera rotina interna, não houvesse um antecedente perigoso.

Ora! Todo mundo sabe que o Min. DIAS TOFOLLI foi advogado do ex Presidente Lula, do PT, foi assessor da Casa Civil no governo Lula e tem intimas ligações com o PT.

Todo mundo sabe que entre os acusados na Operação Lava Jato estão políticos e militantes do PT e dos partidos da base aliada.

O Min. com inexplicável rapidez se apresentou para mudar para a Turma que julgará os acusados da Operação Lava Jato.

Com inexplicável presteza encontrou-se com a presidente Dilma, não importando se naquele momento já havia ou não agendado audiência com a Presidente.

Mas, dentro das circunstancias que envolveram a situação é lícito supor que na ocasião foram tratados assuntos ligados aos acusados na Operação Lava Jato, quais?

Ninguém está querendo colocar dúvidas sobre a honestidade do Ministro, insinuando que quis mudar de Turma para beneficiar quem quer que seja. Mas o Ministro já teve no passado ligações muito estreitas com muitos dos acusados e tudo isso aos olhos do povo pode parecer muito estranho, muito suspeito.

Parece-nos, salvo melhor juízo, que a atitude do Ministro no mínimo não foi ética. Acreditamos que ele não deveria ter requerido a transferência porque juridicamente ele nos parece suspeito para participar do processo e se fosse indicado teria que de ofício declarar o seu impedimento.

Brasileiros do nível do Min DIAS TOFFOLI que pertencem à elite intelectual do país, que são lideranças expressivas em suas áreas de atuação, que são formadores de opinião, têm o dever e a obrigação de em cada gesto em cada atitude sua oferecer um exemplo de honra, honestidade, dignidade, decência a ser seguido pelos demais brasileiros. Nossas ações, nossas atitudes, nosso posicionamento diante dos fatos da vida também têm uma finalidade educativa, afinal todos temos responsabilidades na formação do nosso povo, na construção da nossa nação.

Ainda que todos os atos e circunstâncias que envolveram a transferência de Turma do Ministro se revistam de toda legalidade, a sua motivação, salvo melhor juízo, pode ser posta sob suspeita e pode macular a imagem da Instituição que representa e arranhar um dos pilares da Administração Pública que é a MORALIDADE ADMINISTRATIVA.

A moralidade administrativa como princípio segundo escreve Hely Lopes Meirelles, “constitui hoje pressuposto da validade de todo ato da Administração Pública”. Conforme assentado na doutrina, não se trata da moral comum, mas sim de uma moral jurídica, entendida como “o conjunto de regras de conduta tiradas da disciplina interior da Administração”.

Assim o administrador ao agir, deverá decidir não só entre o legal e o ilegal, o conveniente e o inconveniente, o oportuno e o inoportuno, mas também entre o honesto e o desonesto.

A doutrina enfatiza que a noção de moral administrativa não está vinculada as convicções íntimas do agente público, massim a noção de atuação adequada e ética existente no grupo social.

A lei pode ser cumprida moralmente ou imoralmente. Quando sua execução é feita, com o intuito de prejudicar alguém deliberadamente, ou com o intuito de favorecer alguém, por certo que se está produzindo um ato formalmente legal, mas materialmente comprometido com a moralidade administrativa.

No caso do Ministro DIAS TOFFOLI não se pode excluir a possibilidade de que agiu com o intuito de favorecer alguém, no caso os acusados na Operação Lava Jato, muito dos quais, outrora, poderiam ter sido seus amigos. Portanto, ainda que involuntariamente, feriu o Princípio da Moralidade, violando um princípio constitucional.

MM! Poderemos estar diante de uma caso de SUSPEIÇÃO perfeitamente enquadrado no Art. 135 do Código de Processo Civil  que decreta:

Art. 135. Reputa-se fundada a suspeição de parcialidade o juiz, quando:
amigo íntimo ou inimigo capital de qualquer das partes;
………..
………..
receber dádivas antes ou depois de iniciado o processo…………
interessado no julgamento da causa em favor de uma das partes.

DO PEDIDO

Vem de tempos imemoriais, antes mesmo do nascimento de Cristo um ensinamento que é sempre atual e se aplica a esse caso que diz que não basta ser honesto, é preciso parecer honesto. Como dito anteriormente, ninguém está colocando dúvidas sobre a honestidade do Ministro DIAS TOFFOLI, nem na legalidade do ato administrativo praticado pelo STF quando transferiu o Ministro em questão de uma Turma para outra, o que em outras circunstâncias pareceria normal, mas, para que não pairem dúvidas sobre a lisura do julgamento a que serão submetidos os acusados da Operação Lava Jato, para que não fiquem máculas, nuvens negras sobre a imagem da Suprema Corte e para que seja honrado o princípio Constitucional da Moralidade Administrativa, requeiro a Vossa Excelência:

Sejam apurados os fatos acima narrados, para que ao final, seja tornado sem efeito o ato administrativo do STF que transferiu o Ministro DIAS TOFFOLI DA 1a Turma para a Presidência da 2a Turma e que o mesmo seja declarado SUSPEITO para participar de do julgamento daqueles acusados em qualquer fase do processo.

*Pedro Ivo Moézia de Lima é Advogado e Coronel reformado do EB.

Alerta Total

Fonte: brasilsoberanoelivre
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7 respostas para Pesquisa demonstra: População é contra o impeachment e a favor da intervenção Militar

  1. Gritar e pedir intervenção militar é um direito constitucional. Pedir a saída de um governo corrupto onde deixa que as instituições pilares do nosso país sejam corroídas é constitucional. Nosso país está sendo devorado por víboras e algo precisa ser feito. Pedir a saída da Dilma é pouco. A maioria da população quer o fim desta bagunça no executivo, legislativo e judiciário, onde grupos estão devorando o país, leis que só oneram e denigrem os valores sociais e legislam em causa própria e não para a população e um judiciário onde um ministro que foi advogado de um partido julga seus companheiros….absurdo o que acontece neste país…por isso pedir intervenção militar além de ser constitucional é justo!! e para o autor petista que certamente não tinha nascido, ninguém pediu fora Castelo Branco porque o povo desejava, foi uma solicitação do povo, pena que não pediram para implantarmos a pena de morte para os terroristas.

  2. FRANCISCO disse:

    Cadê o nosso maior defensor dos Bacharéis em Direito, depois que O Presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha ganhou as eleições e foi empossado Presidente da Câmara, infelizmente ser curvou para a toda poderosa OAB. A OAB está rindo do nosso defensor. Infelizmente em vários Estados do Brasil, o Deputado Eduardo Cunha, teve muitos votos dos Bacharéis, ajudando a elegê-lo. E AGORA COMO FICA O PL 2154/2011, CONTINUA PARADO E NÃO SABEMOS SE VAI DECOLAR???

  3. MARTA disse:

    Concordo com as colocações sensatas de Márcio como de Zilda. Diante dos desmandos existentes, algumas pessoas aproveitam para implantar a “anarquia” e a baderna, e também defender ideias “Esdruxulas”. Como se já não bastasse defender ideias “Retrogradas” em defesa de um Estado de exceção. A democracia apesar das suas mazelas, ainda podemos dizer o que pensamos e não numa ditadura militar que somos tolhidos até de pensar, pois somos perseguidos e vigiados até em nossos pensamentos. Percam um pouco do seu tempo e pesquisem sobre a ditadura no nosso país e nos países vizinhos. Já não basta termos um Nícolas Maduro ao nosso redor em que a Venezuela passa por escassez de alimentos e liberdade de expressão???

  4. jose maria de aquino disse:

    Nada disso, a pior violência é aquela que age em silencio beneficiando grupos de corruptos. Eu sou do tempo da ditadura militar e nada acontecia com os homens de respeito desse país. Eu com 15 anos de idade já tinha caderneta de poupança, hoje menor só pode votar e tirar a vida dos outros. Ditadfura para amansar esse leão faminto que silenciosamente rouba o nosso salário e o poder só fica nas mãos de uns poucos escolhidos no panelada dos colarinhos brancos lesionadores da dignidade da pessoa humana. Deixe disso, congresso e STF escolhidos pelos interessados no erário público e nada mais. Enquanto isso os mais pobres morrem abandonados por falta de médicos, enquanto os grandes larápios tem Beneficiencia portuguesa e outros cinco estrelas a mais por aí.

  5. MÁRCIO MOURA disse:

    Defender implantação de um regime militar no país só pode sair da “Alienação” politica de alguns ou que NÃO vivenciaram os tempos de chumbo da ditadura de 1964 a 1985, ou NÃO conhecem a Historia do Brasil com os militares no poder. Leiam um pouco mais, se inteirem dos fatos da época para defender tamanho desatino, já não chega as mortes promovidas pela ditadura militar que ainda hoje famílias buscam os restos mortais dos seus entes queridos, um caso emblemático que até hoje mesmo com a criação da “Comissão da Verdade”, até hoje NÃO se encontrou os restos mortais do deputado Rubens Paiva. Ninguem está a defender esse Governo, mas até agora como bem disse os Ex Ministros do STF Sepúlveda Pertence e Ayres Brito que NÃO existe pressupostos para impeachment de Dilma. É imperativo enfatizar que NÃO estou a defender Dilma Rousseff, que o Governo dessa senhora é um desastre, sem duvida, mas defender um Estado de Exceção vai de encontro aos preceitos Constitucionais. Vão as ruas, cobrem na pressão aquilo que você acha que está errado e que precisa ser corrigido, é tanto que já ha rumores de alguns ajustes nas ultimas medidas antipáticas aos trabalhadores, e se não conseguirmos, o melhor caminho é o voto. Derrubem um Governante pelo modo democrático, o voto e não com golpismo. A democracia, apesar dos suas nuances, ainda é a melhor forma de convivência e não um regime ditatorial. A democracia é tão boa, o seu exercício, que temos que ver e ler tantas bobagens por golpistas de plantão. Se fosse em um regime ditatorial, jamais poderíamos ler tantas “Asneiras”. Com o devido respeito!!! Abs. a todos.

  6. José disse:

    Prezados leitores, temos que pensar com equilíbrio , tanto intervenção militar como impeachment, não são bom para o País. Lembrando que não há intervenção militar sem violência, já tivemos essa experiência, por outro lado, se houver impeachment , obrigatoriamente tem que fazer uma nova eleição. Antes de 2 anos de mandato do governo atual, tem que haver uma nova eleição, após 2 anos, assume o vice. Portanto, se houver impedimento para o atual governo, o candidato mais cogitado é dos tucanos, que também foi citado na operação lava-jato, além das denúncias de corrupções nos metrôs e trens de São Paulo. Contrariando o Slogan do Tiririca´: “pior que tá fica”.

  7. Zilda disse:

    São tantos os desmandos, corrupção, impunidade, altos índices de criminalidade, congresso sem credibilidade, mídia tendenciosa, a população está meio perdida, se deixando levar pela opinião de alguns que querem ver uma anarquia neste país e como sempre se aproveitarem do momento.

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