A greve de fome do Bacharel em Direito (Advogado), Antônio Gilberto em frente a OAB X Fantástico da Rede Globo. #FIMEXAMEOAB #examedeordemINCONSTITUCIONAL #CPIdaOAB


Brasília, 13 de agosto de 2013

OPINIÃO

VAI FAZER O QUE?

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VASCO VASCONCELOS

De todos os aspectos da miséria social nada é tão doloroso quanto o desemprego” (Jane Addams).

vascovasconcelosAplausos para o mais novo quadro do Programa Fantástico da Rede Globo de Televisão, intitulado: VAI FAZER O QUE?  Mostrando  situações, recriando cenas com autores da Globo onde se depara a falta de civilidade, falta de educação, violência, desrespeito, intolerância  com crianças e idosos, brigas de casais, tratamento desumanos nas filas dos nosocômios públicos e as reações diversas dos cidadãos que passam; uns olham e vão embora  e  outros cidadãos, homéricos probos,  que ao deparar com situações constrangedoras, dão as caras às tapas, em defesa dos oprimidos, dando  uma lição de ética, de moral, de cidadania, dignidade e alto espírito de brasilidade.

Porém o Fantástico não precisava montar cenas, instalar  parafernálias de câmeras escondidas, estúdios ambulantes, para flagrar situações constrangedoras e  tamanho desrespeito com os cidadãos  brasileiros, até pasme, escravidão contemporânea. Bastaria dirigir em frente à luxuosa sede da Ordem dos Advogados do Brasil – OAB.

Veja só o que está acontecendo aqui em Brasília em frente a sede da OAB onde o  Bacharel em Direito (Advogado), Antônio Gilberto da Silva, num ato de  coragem e  nobreza, desde  05 de agosto se  encontra em greve de fome,  lutando pasme,  pelo direito ao trabalho, contra as injustiças da OAB e FGV  que usurpam o papel do Estado (MEC) e ainda  se negam a corrigir com seriedade as provas da segunda fase  do X caça-níqueis Exame da OAB. Uma excrescência tão grande que de acordo com o Blog  Bocão News, levou o ex- Presidente da OAB/BA, Saul Quadros Filho  em seu Facebook, a fazer duras críticas à empresa que organiza atualmente o exame da OAB. De acordo com Saul Quadros Filho, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) comete tantos erros na confecção da prova que é preciso urgentemente cobrar da instituição o mínimo de competência. (…) Segundo ele, a Ordem tem que ter um exame que não tenha abertura para falhas e consequente contestações, conforme tem ocorrido bastante nos últimos tempos. Além disso, o objetivo da prova não deve ser reprovar os candidatos, mas sim avaliar seu conhecimento. Portanto, o dever do Conselho Federal é cuidar da qualidade das provas ou então aposentar o exame. O que não deve fazer é o que tem feito atualmente.  “No atual momento o Conselho Federal tem que ser solidário e não o algoz dos que “foram reprovados” pela FGV quando, na verdade, se tem alguém que merece ser reprovada é, induvidosamente, a própria Fundação Getúlio Vargas”, endureceu Quadros. O nível de erros verificado na última prova em sua 2ª fase tem gerado críticas generalizadas dos candidatos”.

O Bacharel em Direito (Advogado),  Antônio,   está  corretíssimo em sintonia com os ensinamentos do Santo Padre Francisco quando disse, O jovem que não protesta não me agrada”. Sejam revolucionários contra as injustiças sociais. Os jovens não podem acostumar com o mal. “Futuro exige de nós uma visão humanista da economia e uma política que realize cada vez mais e melhor a participação das pessoas, evitando elitismos e erradicando a pobreza. Que ninguém fique privado do necessário, e que a todos sejam asseguradas dignidade, fraternidade e solidariedade: esta é a via a seguir”,  disse  também que “Todos aqueles que possuem um papel de responsabilidade, em uma Nação, são chamados a enfrentar o futuro “com os olhos calmos de quem sabe ver a verdade”, como dizia o pensador brasileiro Alceu Amoroso Lima [“Nosso tempo”, in: A vida sobrenatural e o mundo moderno (Rio de Janeiro 1956), 106].  Dando a entender  (SMJ)   que tais lições foram dirigidas aos mercenários da OAB., que só tem olhos para os bolsos dos Bel. em Direito.

Isso é Brasil. O cidadão tem que fazer greve de fome, pelo direito ao trabalho.  OAB vem se aproveitando da palidez e debilidade inoperância e (ir)responsabilidade dos nossos governantes, para impor a excrescência do inconstitucional, caça-níqueis Exame da OAB (uma chaga social que envergonha o país), que a dezesseis anos vem triturando sonhos, gerando desemprego, fome, depressão, síndrome do pânico e outras doenças psicossociais e até agora sem credibilidade, não provou a que veio e não resolveu o problema da baixa qualidade do ensino superior,até porque todos os cursos de direito, são reconhecidos pelo MEC com o aval da OAB, ou seja trata-se de uma verdadeira máquina de arrecadação que só não foi banida do nosso ordenamento jurídico graças a dois pálidos ex-senadores, Demóstenes Torres e Marconi Perillo, braços direitos da OAB, acusados com envolvimento com Carlinhos Cachoeira, que em 2011 sucumbiram ao lobby da OAB, e rejeitaram a PEC 01/2010 e o PLS 186/2006 no Senado Federal, que pretendiam abolir a escravidão contemporânea da OAB, ou seja o fim do caça-níqueis Exame da OAB (Bullying Social).

Assim como as máquinas caças-níqueis do Carlinhos Cachoeira, são programadas para os apostadores perderem, o caça-níqueis Exame da OAB se iguala; pois é calibrado estatisticamente para reprovação em massa; quanto maior reprovação maior o faturamento.Só a OAB abocanha R$ 72,6 milhões por ano, de fazer inveja Carlinhos Cachoeira, sem transparência, sem propósitos, sem retorno social sem prestar restar contas ao TCU, triturando sonhos de jovens e idosos, para manter reserva pútrida de mercado (num país de desempregados) e alimentar uma teia pantanosa e seus satélites, gerando fome, desemprego, depressão, síndrome do pânico, Síndrome de Estocolmo, doenças psicossomáticas e outras comorbidades diagnósticas). Uma chaga social que envergonha o país. Ensina-nos Martin Luther King: “Na nossa sociedade, privar um homem de emprego ou de meios de vida, equivale, psicologicamente, a assassiná-lo”.

Senhores a OAB tem que se limitar a fiscalizar os seus inscritos e puni-los exemplarmente, fato que não está acontecendo veja o que relatou a reportagem de capa da Revista ÉPOCA, Edição nº 297 de 26/01/2004 “O crime organizado já tem diploma e anel de doutor. Com livre acesso às prisões, advogados viram braço executivo das maiores quadrilhas do país. O texto faz referência aos advogados que se encantaram com o dinheiro farto e fácil de criminosos e resolveram usar a carteira da OAB para misturar a advocacia com os negócios criminosos de seus clientes”.

E ainda tem a desfaçatez de afirmarem que o Exame da OAB protege o cidadão?

Qualidade de ensino se alcança, com a melhoria das Universidades, suas instalações, equipamentos, laboratórios, bibliotecas, valorização e capacitação dos seus professores, inscritos nos quadros da OAB, e não com exame caça-níqueis, parque das enganações, (armadilha humanas). O que deve ser feito é exame periódico durante o curso, efetuando as correções necessárias na grade curricular e não esperar o aluno se formar fazendo malabarismo, pagando altas mensalidades, sacrificando sua vida e vida dos seus familiares, enfim investindo tempo e dinheiro, para depois dizerem que ele não está capacitado para exercer a advocacia (…).

A nossa  sociedade precisa saber e os jornais censuram as verdades, que não é da competência  nenhum sindicato avaliar ninguém. Está insculpido na Constituição Federal, Art. 205 CF. “A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”. Art. 43. da LDB -Lei 9.394/96 a educação superior tem por finalidade (.); inciso 2 -formar diplomados nas diferentes áreas de O art. 48 da LDB diz que os diplomas de cursos superiores reconhecidos, quando registrados, terão validade nacional como prova da formação recebida por seu titular.).

art. 5º inciso XIII, CF, “É livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer.O art. 209 da Constituição Federal diz que compete ao poder público avaliar o ensino. O art. 29 § 1º do Código de Ética Disciplina da OAB (Das regras deontológicas fundamentais) “Títulos ou qualificações profissionais são os relativos à profissão de advogado conferidos por universidades ou instituições de ensino superior, reconhecidas. Art. 22 da Constituiçã: Compete privativamente a União legislar sobre ;(EC nº19/98) (…) XVI -organização do sistema nacional de emprego e condições para o exercício de profissões.

“In casu”, a  Lei nº 10.861, de 2004, que institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior, o Sinaes, NÃO possui nenhum dispositivo permitindo a interferência das corporações no processo avaliativo, este da competência exclusiva do MEC para as IES que integram o sistema federal de ensino.

Se para ser Ministro do Egrégio STF basta o cidadão ter mais de trinta e cinco anos e menos de sessenta cinco anos de idade, de notável saber jurídico e reputação ilibada (art. 101 CF)? Por que para ser advogado o bacharel tem que passar por essa cruel humilhação e terrorismo?

Na realidade esses caras não querem fiscalizar as Universidades. Isso dá trabalho não gera lucro farto e fácil.

Depois do desabafo do Desembargador Lécio Resende então Presidente do TJDFT, Exame da OAB, “É uma exigência descabida. Restringe o Direito de livre exercício que o título universitário habilita”, dias depois, ou seja, dia 13.06.2011 OAB por maioria dos seus pares, aprovou o Provimento n° 144/2011, dispensando do Exame de Ordem os bacharéis em direito oriundos da Magistratura e do Ministério Público. Pelo Provimento nº 129 de 8.12.2008, isentou desse exame os Bacharéis em Direito oriundos de Portugal, e com essas tremendas aberrações e discriminações ainda têm a petulância de afirmarem que esse tipo de excrescência é Constitucional? Onde fica nobres juristas, o Princípio da Igualdade? A Declaração Universal dos Direitos do Homem, de 1948, repudia a discriminação, em quaisquer de suas formas, por atentar contra a dignidade da pessoa humana e ferir de morte os direitos humanos.

A Constituição lusitana, no art. 13, consagra o princípio da igualdade nos seguintes termos: “todos os cidadãos têm a mesma dignidade social e são iguais perante a lei. Ninguém pode ser, privilegiado, beneficiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão da ascendência, sexo, raça, língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação econômica ou condição social”.

No passado a elite predatória não aceitava o fim da escravidão se utilizando dos mais rasos e nefastos argumentos, tipo: “Acabar com a escravidão iria ocasionar um grande derramamento de sangue e outras perversidades. Sem a escravidão, os ex-escravos ficariam fora de controle, roubando, estuprando, matando e provocando o caos generalizado” hoje essa mesma elite não aceita o fim da escravidão contemporânea da OAB, o fim do caça – níqueis Exame de Ordem plantando nas revistas e nos jornais nacionais (vale quanto pesa), manchetes fantasiosas tais como: Exame de Ordem protege o cidadão. Outros alegam que o Exame de Ordem se faz necessário em face da existência no país de 1240 cursos de direitos, falta de fiscalização do MEC e a extensão territorial. Então questiono por que a OAB não fiscaliza? Ah nobre jurista Vasco Vasconcelos, isso dá trabalho não gera lucro fácil e farto.

Presidenta Dilma Rousseff Vossa Excelência que recentemente deu depoimento sobre as torturas sofridas durante a ditadura, parece que ainda não se deu conta ou ignora as torturas e injustiças, enfim a à existência de atitudes escravagistas, que não só degradam a condição do ser humano, mas também o fazem mero objeto de lucros exorbitantes em cima milhares de bacharéis em direito, (advogados), impedidos de trabalhar, por uma minoria corporativistas da OAB, cujo novo Presidente foi eleito numa eleição indireta, em pleno Regime Democrático, com 64 votos dos 81 dos conselheiros para representarem cerca de 750 mil advogados em todo o país. Isso é que é DEMOCRACIA, não obstante quer impor sua tirania ao impedir milhares de Bacharéis em Direito (Advogados), ao direito no mercado de trabalho, para manter reserva pútrida de mercado. Será da concorrência?

Já imaginou os prejuízos incomensuráveis que o cassino da OAB, vem causando ao nosso país, com esse contingente de milhares de bacharéis em direito (advogados), devidamente qualificados pelo Estado (MEC), desempregados?  Saibam Senhores que privação do emprego é um ataque frontal aos direitos humanos. Afinal a função primordial dos Direitos Humanos é proteger os indivíduos das arbitrariedades, do autoritarismo, da prepotência e dos abusos de poder.

Destarte em respeito à Constituição Federal,  ao Direito ao trabalho bem como a Declaração Universal dos Direitos Humanos temos que banir  essa excrescência do nosso ordenamento jurídico, aprovando o Projeto de Lei nº  nº 2154/2011 do nobre Deputado Federal Eduardo Cunha – PMDB-RJ, Líder do PMDB na Câmara dos Deputados. Isso significa: mais emprego, mais renda, mais cidadania e acima de tudo maior respeito à Declaração Universal dos Direitos Humanos, um dos documentos básicos das Nações Unidas e foi assinado em 1948. Nela estão enumerados os direitos que todos os seres humanos possuem. Está previsto Artigo XXIII -1 -Toda pessoa tem o direito ao trabalho, à livre escolha de emprego, à justas e favoráveis condições de trabalho e à proteção contra o desemprego. Os documentos que o Brasil é um dos signatários, impõem a obrigação de tomar medidas para garantir o exercício do como meio de prover a própria vida e a existência No dia 14 de Setembro de 1981, o papa João Paulo II assinalando o nonagésimo aniversário da encíclica Rerum Novarum, publicou uma encíclica sobre o Trabalho Humano – Laborem Exercens (LE), onde explicitava que “a Igreja está convencida de que o trabalho humano constitui uma dimensão fundamental da existência do homem sobre a terra”( LE 4). O trabalho é a “chave essencial” para o drama social da humanidade, e somente o homem tem capacidade para realizá-lo, conforme preconizou, na encíclica Laboren Exercens, o Papa João Paulo.

Durante o julgamento do RE 603.583 o nobre Ministro do STF, Luiz Fux apontou que o exame da OAB caminha para a inconstitucionalidade se não forem criadas formas de tornar sua organização mais pluralista. “Parece plenamente razoável que outros setores da comunidade jurídica passem a ter assento nas comissões de organização e nas bancas examinadoras do exame de Ordem, o que, aliás, tende a aperfeiçoar o certame, ao proporcionar visão mais pluralista da prática jurídica”, disse. Para Fux, manter a elaboração e organização do exame somente nas mãos de integrantes da OAB pode suscitar questionamentos em relação à observância, pela entidade, de princípios democráticos e republicanos. “Cumpre à OAB atender às exigências constitucionais de legitimação democrática da sua atuação, que envolve, entre outros requisitos, a abertura de seus procedimentos à participação de outros seguimentos da sociedade”, reiterou. Para o ministro, a forma como o exame é produzido atualmente é uma “falha” que acarretará, no futuro, “a efetiva inconstitucionalidade da disciplina do exame da OAB”.

A propósito, “ o juiz deve colocar a sua atuação a serviço da cidadania, pretendendo construir uma sociedade que dignifique a pessoa, estimule a solidariedade, diminua as diferenças regionais, que colabore na erradicação da miséria, da pobreza e do analfabetismo” Urbano Ruiz.

Um belo dia, quando tudo isso for passado, a própria OAB vai se envergonhar de sua TIRANIA ao impor esta absurda humilhação aos Bacharéis em Direito (Advogados) e à sociedade, através de um falso e hipócrita discurso de defesa da sociedade. A Presidenta Dilma, o Egrégio STF e o Congresso Nacional passarão à história como submissos ao poder da Leviatã, OAB”.

A voz do povo é a voz de Deus. Pesquisa realizada pela Agência Senado: Fim do famigerado Exame da OAB conta com apoio de 94,32 % dos internautas. O Congresso Nacional e a Presidenta Dilma Rousseff, não podem ser subservientes aos mercenários da OAB. Têm que respeitar as vozes roucas dos Movimentos Sociais.  Por isso torna-se imperioso e urgente abolir a escravidão contemporânea da OAB. Fim do caça-níqueis Exame da OAB. Dezesseis anos triturando sonhos e diplomas, gerando fome, desemprego e doenças psicossociais. Uma chaga social que envergonha o país.

VASCO VASCONCELOS

Escritor e Jurista

BRASÍLIA-DF vasco.vasconcelos@brturbo.com.br

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4 respostas para A greve de fome do Bacharel em Direito (Advogado), Antônio Gilberto em frente a OAB X Fantástico da Rede Globo. #FIMEXAMEOAB #examedeordemINCONSTITUCIONAL #CPIdaOAB

  1. sandra disse:

    algum tempo atrás, só existia o exame de múltipla escolha, mas como quase todos passavam, acharam por bem dificultar mais um pouco, e com isso arrancar mais dinheiro do examinado, criando assim a 2ª fase, bem mais problemática e muito mais fácil de ludibriar, porque se o exame moldasse o caráter e a compostura de um individuo representante da lei e operador do direito, então não existia advogado mau caráter, que se vende rouba seu próprio cliente, pega dinheiro dos dois lados, e como o adversário regra geral paga mais, então ele senta e encruza os braços e deixa o barco correr conforme a correnteza, e a OAB vem falar que quer moralizar o mercado do direito, conta outra, pois essa não mais é aceitável, perdeu foi a vergonha na cara.

  2. jorge disse:

    Depois de Ler tudo isso, não preciso dizer mais nada. Tudo está correto. Não sou mais jovem, sou um adulto com 48 anos de idade, casado, pai de três filhas, e tenho um sonho, advogar, e para isso ralei muito. Passei na primeira fase do exame duas vezes. Da última vez que passei, me deram nota cinco. Pedi um professor, que não vou citar o nome para corrigir a prova na qual tenho a cópia guardada até hoje, e pela correção desse professor, achou ponto de sobra para passar, entrei com recurso, mas foi negado. Chamo isso de reserva de mercado, Por isso acho que depois de todos esse acontecimentos, alguma coisa tem que acontecer, num mínimo esse exame terá que sair das mãos da OAB. Quero falar para alguns políticos desse pais, que ano que vem é ano eleitoral, não sejam covardes, vejam o que a OAB está fazendo com nós Bachareis em Direito, tomem uma providencia, esse exame tem que acabar.

  3. Francisco de Assis dos Santos disse:

    Sem duvida o exame da OAB é meio para a pratica de injustiça vez que tem o condão de reprovar é tanto que quando resposta iguais a OAB não tem vergonha de pontuar um candidato e zera a questão de outro candidato respondida semelhante e até resposta igual a exigida no gabarito as vezes não é pontuada até mesmo posterior recurso administrativo, assim dois peso e duas medidas na correção e consequentemente pontuação na segunda fase do exame da OAB.

    • Sônia Silva disse:

      A FGV NÃO TEM COMPETÊNCIA PARA FAZER O EXAME DE ORDEM DA OAB, ELES NÃO CORRIGEM AS PROVAS EM SUA TOTALIDADE, vejam o que aconteceu no último exame, ou seja, XIV exame de ordem:

      “Pedido de reconsideração da 2ª fase
      Relato

      No XIV Exame de Ordem Unificado, mas precisamente na questão de número 04, item B, não foi pontuado o referido item. Esclarece-se que foi interposto recurso no prazo previsto sem lograr sucesso e SEM RESPOSTA para o item apresentado.

      A questão pede “O período de afastamento de Carlos Sá Pereira será considerado na contagem do seu tempo de serviço? Justifique.”

      A resposta da candidata está nas linhas 14 a 22, do texto definitivo – questão 4, observe-se “Sim, será considerado na contagem do tempo de serviço, pois nos termos do artigo 4º , parágrafo único, da CLT, computar-se-ão, na contagem do tempo de serviço , para efeito de indenização e estabilidade, os períodos em que o empregado estiver afastado do trabalho prestando serviço militar e por motivo de acidente do trabalho. Sendo este último o caso em análise.”

      Recurso interposto de número 10051330260853191998 “No item “b” do espelho de correção a Banca Examinadora informa “O período será computado como tempo de serviço (0,40). Indicação art. 4º, § único, CLT. (0,20)”.
      A examinanda em sua resposta atendeu integralmente ao que se pede, pois às linhas 14 a 16, aduz de maneira inequívoca “Sim, será considerado na contagem do tempo de serviço, pois nos termos do artigo 4º, parágrafo único da CLT, computar-se-ão, na contagem do tempo de serviço para efeito de indenização e estabilidade, os períodos em que o empregado estiver afastado do trabalho prestando serviço militar e POR MOTIVO DE ACIDENTE DE TRABALHO. Sendo
      este último o caso em análise”.
      Diante do exposto, por razões de justiça, requer a pontuação integral no item, de modo a ser atribuída nota não inferior a 0,60, buscando assim, impedir prejuízo à examinanda.”

      A resposta do recurso veio apenas relativo ao item A, sendo a correção favorável a candidata. Quanto ao item B não houve comentário.

      Por esta rezão a resposta da questão da examinanda está correta e de acordo com o padrão de respostas da Banca Examinadora, pois foi demonstrado o raciocínio exigido pelo examinador.

      Diante de todo o exposto, requer a pontuação integral no item e que seja majorada em 0,60 a nota da questão 04, item B, buscando assim, impedir prejuízo à candidata em aprovação no presente certame, por ser de inteira justiça”.

      Não podemos nos calar diante de tamanha injustiça.

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