Bacharéis em direito organizam manifestação em Brasília no dia 07/07/2013 #FIMEXAMEOAB #examedeordemINCONSTITUCIONAL #CPIdaOAB


Porto Alegre – Estudantes e bacharéis em direito farão manifestação em Brasília, no próximo dia 9 de julho, para pedir ao Congresso Nacional aprovação do projeto de Lei nº 2154/2011, que se aprovado revoga o inciso IV e § 1º do art. 8º da Lei nº 8.906, de 04 de julho de 1994, – Estatuto da Advocacia – Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). 

Em entrevista ao site Justiça em Foco, a presidente da UNBA Gisa Moura, destacou que a manifestação defende o fim do exame da OAB.“Buscamos o fim do ato ditatorial, ou seja, o provimento do Conselho Federal da OAB, que exige o Exame de Ordem para inscrição nos seus quadros, quando no Brasil – faltam advogados e defensores públicos em boa parte dos municípios. Só queremos trabalhar”, disse a líder dos Bacharéis em Ação. 

O protesto é organizado pela União Nacional dos Bacharéis em Ação (UNBA), que espera receber apoio de outros movimentos em defesa do fim do exame de ordem. “Não tem sentido, a única profissão que depende de exame de conselho de classe para ser exercida é a de advogado. Exame é abusivo, é apenas uma fonte de arrecadação para os cofres da OAB”, desabafa Gisa Moura. 

A nota disponibilizada pela União Nacional dos Bacharéis em Ação (UNBA) – convoca a sociedade, alunos e bacharéis a participarem da mobilização em Brasília no dia 09 de julho. A organização, disse que só divulga o horário da concentração no mesmo dia, mais  disponibilizou e-mail e telefone de contato no site www.BachareisemAcao.com.br

@BachareisemAcao

PL 2154

Aprovação do PL 2154/2011 tornará possível – o bacharel em direito advogar, sem exigência de exame de ordem, atualmente regulamentado em provimento do Conselho Federal da OAB. O projeto de lei é de autoria do deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ).  

  Fonte: Da redação (Justiça em Foco), Carla Castro

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80 respostas para Bacharéis em direito organizam manifestação em Brasília no dia 07/07/2013 #FIMEXAMEOAB #examedeordemINCONSTITUCIONAL #CPIdaOAB

  1. Baltasar da SIlva disse:

    Boa tarde a todos,
    Sou Bacharel em Direito e como a maioria, insatisfeito com o exame de ordem da OAB.
    Vivo do Direito (administrativo) desde antes da faculdade, a carteira da OAB não me fará melhor nem pior profissional do que sou hoje, apenas mudará meu status profissional e provavelmente o valor dos meus haveres.

    Acredito sim, que a OAB me ataca frontalmente quando não permite que eu trabalhe e usufrua daqueles mais de 60 mil reais investidos na universidade, aliás, com média geral de 8,7!!

    Por força do hábito da área que atuo, fiz breve pesquisa sobre este rapaz com aparência de psicopata que subscreve suas boçalidades com a alcunha de Tiago Leme Meneghin e constatei que o mesmo não é inscrito na OAB de nenhuma das 27 unidades da federação!!

    Isso mesmo, não é inscrito na OAB com a alcunha que usa aqui no blog, portanto, minha sugestão é que todos que tenham interesse no assunto Exame de Ordem deixem de responder às provocações do rapaz, ele deve ter outro tipo de carências e interesses que não vem ao caso e que não deve valer a pena discutir neste foro, tão importante para a maioria.

    Como não consegui anexar o Print Scrin do site da OAB Nacional com a pesquisa do nome do rapaz, segue o link da página, é só digitar o nome e conferir.
    http://cna.oab.org.br/

    Boa semana a todos e bons estudos.
    Baltasar

    • INJUSTIÇADOS NO X EXAME DA OAB VÃO FAZER ACAMPAMENTO E GREVE DE FOME NA PORTA DA CFOAB
      CAROS COMPANHEIROS E COMPANHEIRAS, apesar de toda a pressão feita sobre a OAB/FGV, em função das injustiças praticadas no X EXAME DE ORDEM, temos visto que tanto a OAB quanto a FGV tentam a todo custo bancar uma postura de comando absoluto sobre a questão.
      Nós examinandos de trabalho, percebemos que todas as vezes que grupos se manifestam na CFOAB, esta busca um jeito de dar uma desculpa e assim afastar a imprensa.
      Percebemos que em todas as áreas houve injustiça, bem como, manifestação de juristas, professores e juízes, sobre o abuso cometido neste exame. Porém, mesmo assim, tanto a OAB quanto a FGV, não se redimem a reconhecer seus erros, e se colocam acima do direito e da legalidade.
      Assim, estamos reunidos em um grupo de 120 examinandos, que vem conversando de forma anônima, e decidimos aguardar até o dia 26.07, quando será publicada a lista final dos aprovados.
      E caso a OAB/FGV insistir em manter o abuso e reprovar os examinandos, não aplicando a isonomia, seja com as questões de civil, seja com as diversas peças de tributário, penal, administrativo, constitucional e uma correção justa a todas, decidimos ingressar com MS em Brasília, bem como vamos acampar e fazer GEVE DE FOME na porta da CFOAB.
      Esclarecemos a todos que nossa atitude, não é de desespero ou de mera pressão, mas de luta digna pelo direito, direito que aprendemos nos bancos da faculdade ser um dos principais pilares de uma sociedade democrática.
      Nossa Carta Magna é bem clara quanto aos três poderes que governam a nossa sociedade, Executivo, Legislativo e Judiciário. Estes poderes tem o papel de Legislar, Executar e Garantir o cumprimento das leis.
      Não podemos aceitar que um Quarto Poder chamado OAB/FGV, venha a suprimir os direitos fundamentais garantidos no artigo 5º de nossa Constituição. Pois aceitar isso, seria o mesmo que aceitar a escravidão e jogar no lixo a democracia e nossa liberdade.
      Assim, pedimos o apoio de todos aqueles que se sentiram injustiçados ou que não concordem com este abuso de poder cometido pela OAB/FGV, a manifestarem seu repudio a esse abuso.
      Para aqueles que queiram participar, seja com sua presença, ou mesmo no acampamento, deixamos aqui um e-mail criado especificamente para esse fim, para que assim possamos devolver informações e orientações e definir o dia a hora, os apoios que teremos e a estrutura, para que possamos realizar nosso ato que só se encerrará com a vitória de todos.
      Segue aqui nosso E-mail, para que possamos inibir ações contrárias da OAB/FGV que buscam através de anônimos contaminar os grupos nas redes sociais e desmotivar essa luta gloriosa daqueles que não querem e não vão aceitar esse absurdo.
      Forte abraço a todos e até a vitória. E-mail agibas@ig.com.br
      “O fim do Direito é a paz; o meio de atingi-lo, a luta. O Direito não é uma simples ideia, é força viva. Por isso a justiça sustenta, em uma das mãos, a balança, com que pesa o Direito, enquanto na outra segura a espada, por meio da qual se defende. A espada sem a balança é a força bruta, a balança sem a espada é a impotência do Direito. Uma completa a outra. O verdadeiro Estado de Direito só pode existir quando a justiça bradir a espada com a mesma habilidade com que manipula a balança.” Rudolf Von Ihering

      • Wilian Fontes disse:

        Estou com vcs…Deus abençoe esta luta!!!!!

        Efésios 6:13-17 A Armadura de Deus “Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, havendo feito tudo, ficar firmes. Estais, pois, firmes tendo cingidos os vossos lombos com a verdade, e vestida a couraça da justiça, e calçados os pés na preparação do evangelho da paz, tomando sobretudo o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do maligno. Tomai também o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a Palavra de Deus.”

  2. Victor disse:

    Dr. Thiago Leme quando falei em aperta sua mão para cumprimenta-lo, eu realmente falava serio, todavia depois de sua degradante resposta eu me recolho a minha insignificancia pois nao sou merecedor de seus cumprimentos. Só para lembrar eu sou homem então você não corre qualquer risco de apertar minha mão, pois eu gosto de mulher, viados como você eu respeito afinal também são seres humanos. Mais uma coisa quando você fala “Nem cogite se aproximar de mim, pois se tentar isso garanto que vai se arrepender de ter nascido”. Rapaz você não sabe o medo que eu to sentindo. Eu não sabia mais parece que você veio do futuro ou tem pacto com mãe Diná,já sabe até que vou me arrepender de ter nascido.
    Grande amigo se você sofre por que não pode sair do armario ou pq não arruma um namorado, sei lá um amante não te preocupa, os bachareis em direito podem lhe ajudar é só pedir, pessoas que tem esse problema costumam ficar agressivas nós temos que entender pessoal o Thiago tbm é um ser humano como nós. Thiago pode desabafar, mais sem ser agressiva se nao “papai não deixa”. Ha só mais uma coisa eu pedir para você apertar minha mao não foi outra coisa não ta recalcada.

  3. Tiago Leme Meneghin disse:

    Bachareis e analfabetos em geral, não digam asneiras, sejam coerentes no que dizem. Ophir Cavalcante é um grande advogado e um grande homem, ele sabe bem o que está falando. Ophir foi um dos maiores presidentes que a OAB já teve, sempre muito dinâmico e muito atuante em prol da inegável necessidade e inequívoca relevância do exame de ordem. De fato, após a magnífica e louvável decisão do STF, em 2011, e, depois da brilhante fundamentação dos ministros Marco Aurélio e Luiz Fux, já não restam quaisquer dúvidas com relação à constitucionalidade do exame de ordem, que é um marco na história da OAB, da advocacia e do ensino jurídico pátrio. O STF demonstrou muita sabedoria ao proferir a constitucionalidade do exame de ordem. Foi brilhante, e por que não épica, a fundamentação do ministro Marco Aurélio em prol do exame de ordem que, calando completamente os bachareis presentes no STF, expôs os motivos pelos quais o exame de ordem é necessário, importante, constitucional, lícito, plausível e amplamente recomendável. Até hoje me lembro das sábias palavras do ministro. Ophir Cavalcante é homem de infindável sabedoria e, mesmo que não tenha prestado o exame de ordem, isso em nada o desmerece. Ophir Cavalcante deixou claro que a própria vida o qualificou, é verdade, mas hodiernamente isso não mais se admite por uma série de fatores (sociológicos, jurídicos, legais, éticos, econômicos etc). Os tempos são outros. Os tempos mudaram drasticamente nos últimos 10 anos. E o Direito, como ciência humana dinâmica que é, sofreu profundas transformações nos últimos 10 anos, de modo que o exame de ordem surgiu, não como reserva de mercado ou meio arrecadatório, mas como marco regulatório destinado à fiscalização da qualidade do ensino jurídico brasileiro. Ophir Cavalcante não prestou o exame, pois em seu tempo o ensino jurídico tinha outra face, com outras características e outras peculiaridades. Não é nada sábio compararmos os tempos do grande Dr. Ophir com os tempos atuais, em que temos mais de 1.300 faculdades de direito e mais de 4 milhões de bachareis semi-analfabetos. Nos tempos de Ophir não havia tantas universidades/instituições ruins e desestruturadas. Nos tempos de Ophir não havia o fenômeno do “bacharelismo” (presença maciça de bachareis ineptos, despreparados, desqualificados e, em inúmeros casos analfabetos). Reitero: o fato de Ophir não ter feito exame de ordem em nada o desqualifica ou desmerece. Os tempos do Dr. Ophir eram outros e não podem ser comparados aos atuais dias de intensa pobreza e precariedade no ensino jurídico. Dr. Ophir Cavalcante a OAB será eternamente grata ao Senhor! Vida longa ao mestre Ophir! Vida longa ao exame de ordem!

  4. Tiago Leme Meneghin disse:

    Eu não estou querendo fazer chacota coisa nenhuma. Apenas estou tentando fazer com que os bacharéis acordem para a realidade e se deem conta do quão importante e necessário é o exame de ordem. Devido ao elevado número de universidades/instituições ruins, o exame de ordem se faz estritamente necessário para SEPARAR O JOIO DO TRIGO. Não se trata de chacota, mas apenas de alertar os bacharéis sobre a importância do exame de ordem. Sem o exame de ordem, o joio se misturaria ao trigo, o que traria enorme prejuízo à classe dos advogados. A OAB quer em seus quadros somente o trigo. O joio, por óbvio, não é e nem poderia ser bem vindo. O exame de ordem almeja separar o joio (imprestável e danoso) do trigo (prestável e benéfico). É apenas isso que quis dizer. Separar o joio do trigo é importante não só em nome da reputação da nossa nobre classe, mas também em estrita atenção aos interesses do cidadão, que não quer ver seus direitos/interesses representados por profissionais comprovadamente medíocres, desqualificados e despreparados. Deveras fica a indagação: sem o exame de ordem, como se separaria o joio do trigo? Pensem nisso.

    • Marcello disse:

      Gostaria de lembrar aos prezados colegas que o curso de direito visa ensinar a seus estudantes a empregar as leis vigentes em favor de seus clientes, utilizando de todos os meios legais para defender os direitos deste. Ora caros colegas, como poderemos defender os interesses e direitos de outras pessoas uma vez que não somos capazes de zelar pelos nossos.
      Urge salientar ainda que o ilustre presidente nacional da OAB, Marcus Vinicius Furtado deveria explicar a razão de tanta necessidade da realização desta prova uma vez que ele mesmo e muitos dos que compõem a diretoria desta tão respeitada entidade nunca fizeram a mesma e ainda se tal prova tem por finalidade apenas certificar a qualidade dos profissionais que estão prestes a entrar no mercado de trabalho, por que cobrar esse valor que muitos não possuem condições de pagar?
      Ilustre Dr. sejamos imparciais!

  5. josé Porto disse:

    dr. inácio. Esse tiago está fazendo chacota no seu blog. Enquanto o ilustre amigo deixar isso acontecer, os demais vão achar que o seu blog está equiparando ao do Maurício. Não vem dizer que todos são iguais para fazer cometários.

    • Vamos aprender com ele. Ele está nos ensinando como pensam os nossos opositores. É preciso conhecer o inimigo.

      • Tiago Leme Meneghin disse:

        Concordo plenamente com o Senhor. Um sujeito que se diz filósofo (que consequentemente se declara, portanto, amante da sabedoria), jurista (que supõe-se, até prova em contrário, conhecer profundamente a Constituição Federal e seu artigo 5, inciso XIII) e jornalista (que deveria informar e não formar…) causa enorme espanto ao se opor a uma prova inequivocamente necessária, chancelada pelo STF e pela Constituição Federal. Modéstia parte, acho que o Senhor tem mesmo muito a aprender comigo, pois é realmente difícil acreditar que um super intelectual – filósofo, jurista e jornalista – seja incapaz de enxergar a nítida necessidade do exame de ordem; incapaz de extrair o significado e alcance do artigo 5, inciso XIII, da Carta Magna. Também me surpreende o fato de o Senhor – filósofo, jurista e jornalista – ainda estar aprendendo (“Ele está nos ensinando como pensam os nossos opositores”) como nós pensamos. Ophir Cavalcante já concedeu várias entrevistas nas quais forneceu inúmeros argumentos favoráveis ao exame de ordem; a própria OAB já expôs em seu site os motivos pelos quais o exame é necessário; também a AASP (Associação dos Advogados de São Paulo) já expôs em sua página os motivos pelos quais defende a manutenção do exame; parlamentares favoráveis ao exame de ordem já explicaram porque defendem a continuidade do exame; o STF, de modo muito objetivo, em 2011, manifestou as razões pelas quais o exame é constitucional. E você vem me dizer que ainda está aprendendo (eu estou te ensinando certo? você que disse isso acima Senhor) como pensam seus opositores? Sr. Inácio, saiba que você – filósofo, jurista e jornalista… – já deveria ter aprendido há muito, muito tempo o nosso pensamento acerca da manutenção, necessidade e constitucionalidade do exame de ordem. É incrível que, em pleno ano de 2013, eu ainda esteja a te ensinar como pensam aqueles aos quais o Senhor se refere como opositores. Se você, que se diz filósofo e jurista, ainda não conhece a fundo os pensamentos e argumentos daqueles a quem você se refere como inimigos, saiba que isso é grave. Com tanto material disponível na internet, em revistas, jornais, artigos e até na TV, e ainda diz que eu estou ensinando a você (s) o pensamento dos seus opositores… estou profundamente decepcionado. E mais: você também diz que “é preciso conhecer o inimigo”. Depois de travar uma implacável batalha jurídica no STF em 2011 (ano retrasado hein!), buscando frenética e desesperadamente o fim do exame de ordem e, de forma dramática e humilhante (não tiveram nem um único voto favorável), perder, você ainda diz que é necessário conhecer o inimigo!? Que absurdo. E que vergonha Senhor Inácio. Depois daquela dolorosa, melancólica e dramática derrota no STF, o Senhor deveria – como filósofo, jurista e jornalista… – já estar conhecendo o inimigo de forma profunda. Me desculpe Senhor Inácio, mas vossa Senhoria tem a obrigação MORAL E INTELECTUAL de já estar conhecendo de forma profunda os argumentos, os pensamentos e as teses de seu inimigo; e jamais deveria dizer que deveria aprender comigo (“Vamos aprender com ele”), pois com tanto material disponível na internet, e o Senhor diz que vai aprender comigo… e olha que é filósofo, jurista e jornalista. Imagina se não fosse as três coisas… Da próxima vez, faça-me o favor de argumentar de modo satisfatório, pois escrever três frases apenas, sendo que nenhuma delas foi de proveito, pega muito mal para qualquer filósofo, jurista e jornalista…

      • Wilian Fontes disse:

        Excelente!!!!

  6. wilson Bihain disse:

    Prezado Dr. Inacio:
    Sou brasileito com muito orgulho, e satisfacao em me comunicar com os colegas, bachareis de todos os recantos desse Brasil afora, mas gostaria que vossa senhoria publicasse alguns comentarios para que nossos colegas nao entrassem em comentarios de baichissimo niveis como alguns que se dizem advogados e escrevendos enormes besteiras e por outro lado, colegas bachareis, dando respostas, causando com isso uma verdadeira disputa, desviando totalmente o grande foco de nosso movimento dos bachareis que e o trabalho (carteira da oab). Vamos e sim e combater os politicos “gigolo”.Veja o que o misnistro da educacao juntamente com o da saude estao fazendo com nossa classe medica? Se eles podem fazer residencia medica com sua formacao, e sair abrindo e fechando barigas de gente humanas e clinicando em hospitais em pacientes nos corredores dos hospitais sem as minimais condicoes de humanidade, porque nos bachareis em direito nao podemos defender os coruptos e coruptores do escandalo do “mensalao”? Ond esta o (stf), As ruas esta dando as resposta para tudo isto que vem ocorrendo em nosso pais nos ultimos anos.

    • Tiago Leme Meneghin disse:

      Não se iluda Wilson. O EXAME DE ORDEM JAMAIS VAI SER EXTINTO. Já pensou em fazer outra faculdade? Não!? Ahh, é verdade, me esqueci que os bachareis contrários ao exame de ordem são meros analfabetos e seguramente não passariam no vestibular…

  7. Tiago Leme Meneghin disse:

    Ao mesmo tempo em que são vagabundos, semi analfabetos, botequeiros e baladeiros, os bachareis contrários ao exame de ordem, em sua maioria esmagadora, também são, e temos a obrigação moral de reconhecer e frisar esse ponto, vítimas de universidades/instituições péssimas, cujo objetivo precípuo não é – e jamais foi – fornecer aos mesmos conhecimento jurídico teórico e prático, mas tão somente LUCRO. Infelizmente são muitas as instituições/universidades que visam apenas o lucro, deixando inteiramente de lado o processo de aprendizagem e esquecendo-se quase que completamente dos elementos indispensáveis à formação intelectual/cognitiva/crítica dos alunos. O resultado não podia ser outro: uma legião de bachareis desqualificados, despreparados, incapacitados, desprovidos de saber jurídico, ridículos em suas palavras (vide os comentários abaixo), desesperados em suas ações (vide os protestos em Brasília e as audiências no Legislativo federal) e desmoralizados/humilhados perante seus amigos e familiares, haja vista que inevitavelmente se tornam motivo de chacota. Ora, os próprios bachareis já reconheceram que são motivo de chacota perante terceiros – quem não se lembra daquela faixa, na qual os próprios bachareis pediam o fim do BULLYING JURÍDICO? Ninguém pode negar que este “bullying jurídico” realmente existe. Não se trata de simples ficção ou mero chororô dos bachareis. Pelo menos não desta vez… Este “bullying jurídico” é tão real quanto qualquer outro tipo de bullying. No entanto, não obstante a existência do mencionado bullying, inequivocamente reconhecido pelos próprios bachareis, não podemos concluir de imediato que a OAB é culpada disso. A OAB é, decerto, a que menos merece ser tachada de vilã. A OAB apenas almeja que os bachareis provem de forma concreta que são possuidores de um nível mínimo de conhecimento jurídico. Se não possuem conhecimentos técnico-jurídicos para acertar ao menos 50% da primeira fase e redigir uma peça processual… me desculpe bacharel, mas não dá! Não dá mesmo! Sem condições. O MEC também tem culpa nisso, pois, tal Ministério é, certamente, o grande responsável por este cenário de esbórnia acadêmica: mais de 1.300 faculdades de direito, a maioria delas iludindo e ludibriando milhões de bachareis Brasil afora. Eles prometem um sonho colorido, mas entregam um pesadelo que para muitos não terá fim, uma vez que o exame não será derrubado nem hoje, nem amanhã, nem em 2014, nem nunca. Acreditar no fim do exame de ordem – cuja defesa nós, advogados, abraçamos com unhas e dentes – é como acreditar no papai noel ou no coelhinho da páscoa. O exame de ordem é sagrado. O exame de ordem é o oxigênio da advocacia. Sem ele, a advocacia brasileira perderia sua credibilidade, sua dignidade e sua estima. Desistam botequeiros; desistam baladeiros; desistam vadios; não percam o vosso tempo com protestos, manifestações e audiências inúteis. Quanto mais vocês choram, mais forte fica o exame de ordem, pois a sociedade vê claramente quem tem razão. O exame de ordem é sagrado. O exame de ordem não cairá jamais. Não esperem que uma lei utópica seja aprovada no Congresso Nacional. Mexam-se cambada de botequeiros/vagabundos/analfabetos. Prestem novo vestibular, comecem outra faculdade antes que estejam velhos demais… o tempo passa… vocês envelhecem… e o exame continua – e continuará – de pé.

  8. Tiago Leme Meneghin disse:

    Os comentários ofensivos abaixo não me atingem. Afinal, tudo que vêm de baixo – muitíssimo baixo, diga-se de passagem – não me atinge. Se eu me deixasse levar pelos comentários ridículos e patéticos abaixo expostos, eu efetivamente não serviria para ser advogado, pois advogado tem que ser frio, independente, objetivo e racional; jamais emotivo, subjetivo e dependente de palavras e opiniões esdrúxulas de bacharéis, “devogados” ou “adevogados” (pseudo advogados para ser mais direto). Podem me insultar, me execrar, me censurar, me demonizar à vontade. Independente do que esses pseudo advogados argumentem – alguns argumentos são até coerentes e relativamente intelectivos – o que eu digo é fato inegável e incontestável: QUEM NÃO PASSOU NO EXAME DE ORDEM NÃO É ADVOGADO. DOA A QUEM DOER (E A VERDADE ÀS VEZES DÓI, SIM, E COMO DÓI), QUEM NÃO FOI APROVADO NO EXAME DE ORDEM SIMPLESMENTE NÃO É ADVOGADO E PONTO. Ser aprovado no exame de ordem é REQUISITO IMPRESCINDÍVEL para tornar-se advogado. Simples assim. Será que é tão difícil assim compreender isso? Ou será que a OBB (ORDEM dos BACHARÉIS BOTEQUEIROS) não tem hermenêutica suficientemente qualificada para interpretar o artigo 5, inciso XIII, da Carta Magna, cuja redação é a seguinte: “é live o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer”. Será que a ORDEM dos BACHARÉIS BURROS (OBB) é tão burra a ponto de sequer conseguir interpretar esse mandamento constitucional? Será que a ORDEM dos BACHARÉIS BOTEQUEIROS (OBB 2!) é tão botequeira que esqueceu o vade mecum no boteco, de modo a não ler tal mandamento constitucional? A própria Constituição em seu artigo quinto (núcleo imodificável, cláusula inequivocamente petrea senhores botequeiros) deixa claro que para exercer certas profissões é necessário atender determinadas qualificações estabelecidas por Lei. Para exercer a advocacia (note que eu disse ADVOCACIA e não pseudo advocacia) a Lei estatui como requisito imprescindível e inegociável a APROVAÇÃO EM EXAME DE ORDEM. Portanto, quem se autodeclara advogado sem ter sido aprovado no exame de ordem, está simplesmente negando a Constituição Federal, dizendo uma mentira grotesca e se passando por ridículo perante aqueles que verdadeiramente conhecem a Carta Magna. A Lei Soberana apoia o exame de ordem. Não é à toa que é exatamente este o entendimento do STF. Logo, quem se autodeclara advogado sem ter passado no exame, não só nega a Constituição, mas nega o próprio STF. Quem os bacharéis pensam que são para afrontar a Constituição Federal + o STF? Será que os bacharéis tem mais saber jurídico do que os ministros do STF? São os bacharéis hierarquicamente superiores à letra da Constituição? Francamente, acho que não. Aliás, tenho certeza que não. Lamento decepcioná-los, mas vocês não são advogados. Podem se sentir advogados. Podem se considerar advogados. Podem até mesmo acreditar com firme convicção que são, de fato, advogados. Mas a verdade dói… e dói muito: vocês não são advogados nem aqui, nem na China. E, por favor, parem com essa tolice de me chamar de colega. Eu não sou colega de vocês. Para eu ser colega de vocês, vocês primeiro precisam parar com este chororô generalizado e acabar com esse complexo de derrotismo. Em segundo lugar, precisam deixar o boteco, a balada e os barzinhos de lado, e começar a abrir livros. Em terceiro lugar, devem corajosamente se submeter ao exame de ordem, e responder as questões com frieza e com sabedoria. Em quarto lugar, devem conferir a lista com os nomes dos verdadeiramente qualificados. Depois de tudo isso vocês podem se referir a mim como colega. Por enquanto não dá. Mas nada impede que num futuro próximo eu, que ainda sou pequeno e tenho muito a aprender, bem como outros doutores dotados de infindável saber jurídico (Ophir Cavalcante, José Roberto Batochio, Cláudio Zallaf, Thiago Rodovalho etc) sejamos colegas de vocês. E sejam mais sensatos ao falar da OAB. A OAB é uma entidade séria, honesta, transparente e que historicamente defende, com grande vigor e rigor, a letra da Constituição. A OBB e o MNBD, ao contrário da OAB, lutam contra um dispositivo constitucional, esses dois grupelhos perdedores (o STF que o diga…) lutam pela derrubada de um dispositivo constitucional. A OAB jamais lutou contra a Constituição. Mas esses dois grupelhos querem, a todo custo, mutilar, passar por cima de um dispositivo constitucional, conduta que não só se configura inconstitucional, mas também antiética, absurda e moral e juridicamente inaceitável. A Constituição é uma espécie de Bíblia jurídica e, como tal, nenhuma entidade, órgão, grupo, grupelho ou pessoa tem permissão para passar por cima de seus dispositivos. A Constituição está acima da OBB, do MNBD, bem como dos anseios de qualquer bêbado, botequeiro, analfabeto ou sabichão metido a advogado. O STF por sua vez, é o órgão supremo da estrutura do Poder Judiciário pátrio. Como tal, suas decisões são, em regra, inatacáveis e imunes a qualquer chororô. O STF é composto de 11 julgadores com altíssimo nível de saber jurídico; o STF já decidiu que o exame de ordem é absolutamente constitucional; mesmo assim há bacharéis que, num verdadeiro ato de arrogância e prepotência, querem ser juridicamente mais sábios que os ministros do STF. Desesperadamente, recorrem a todo tipo de argumentação a fim de “provar” que eles estão certos e o STF é que está errado. Criticam a OAB. Se referem a mais estruturada e atuante instituição civil do país como corrupta, mafiosa, desonesta etc, mas se esquecem que as instituições que os representam, OBB (ORDEM dos BACHARÉIS BOTEQUEIROS ou ORDEM dos BACHARÉIS BURROS) e MNBD (MOVIMENTO NACIONAL dos BACHARÉIS DESAVERGONHADOS), sequer têm história. São dois movimentos desorganizados, desarticulados, vazios, sem história, sem credibilidade, sem repercussão e cheios de metas e de objetivos utópicos, que seguramente jamais serão atingidos. E querem falar da OAB, uma entidade rica, próspera, poderosa, atuante, estruturada, articulada e quem têm muita, muita história no país, especialmente no que diz respeito ao processo de construção e consolidação da democracia brasileira. Gente hipócrita que se recusa a olhar para o próprio umbigo. A OAB tem representação digna no Congresso Nacional. E eles? São representados por quem? Só se o Tiririca aceitar representá-los. Não se deve ter pena dessa gente. Hoje estão desempregados, passando fome, sem dinheiro, sem renda, sem credibilidade, desmoralizados perante a própria família, e claro, sem nenhum saber jurídico. Mas no passado, quando deviam estar focados, lendo doutrinas e sinopses, assistindo às aulas, fazendo os trabalhos/pesquisas solicitadas, preferiam os botecos, os barzinhos e as baladas. E deu nisso. Priorizar o boteco, o barzinho e a balada em detrimento das doutrinas, das sinopses e das aulas só podia dar nisso. Tais atitudes infelizes e irresponsáveis não podiam terminar com um final feliz. Se tão somente tivessem fincado o traseiro na cadeira e lido as bibliografias recomendadas pelos professores certamente não se encontrariam diante de situação tão degradante. Mas a vida é feita de escolhas. E as pessoas que criticam tão ferozmente o exame de ordem, decerto, fizeram as escolhas erradas (boteco e balada ao invés de doutrina e presença às aulas). Esses coitados ingenuamente compraram sonhos, mas ao ver a encomenda se deram conta de que se tratava de pesadelos… sem fim… Agora não adianta espernear. Não adianta sequer orar, pois Deus viu tudo lá de cima. Agora só resta chorar.

  9. Tiago Leme Meneghin disse:

    Ao mesmo tempo em que são vagabundos, semi analfabetos, botequeiros e baladeiros, os bachareis contrários ao exame de ordem, em sua maioria esmagadora, também são, e temos a obrigação moral de reconhecer e frisar esse ponto, vítimas de universidades/instituições péssimas, cujo objetivo precípuo não é – e jamais foi – fornecer aos mesmos conhecimento jurídico teórico e prático, mas tão somente LUCRO. Infelizmente são muitas as instituições/universidades que visam apenas o lucro, deixando inteiramente de lado o processo de aprendizagem e esquecendo-se quase que completamente dos elementos indispensáveis à formação intelectual/cognitiva/crítica dos alunos. O resultado não podia ser outro: uma legião de bachareis desqualificados, despreparados, incapacitados, desprovidos de saber jurídico, ridículos em suas palavras (vide os comentários abaixo), desesperados em suas ações (vide os protestos em Brasília e as audiências no Legislativo federal) e desmoralizados/humilhados perante seus amigos e familiares, haja vista que inevitavelmente se tornam motivo de chacota. Ora, os próprios bachareis já reconheceram que são motivo de chacota perante terceiros – quem não se lembra daquela faixa, na qual os próprios bachareis pediam o fim do BULLYING JURÍDICO? Ninguém pode negar que este “bullying jurídico” realmente existe. Não se trata de simples ficção ou mero chororô dos bachareis. Pelo menos não desta vez… Este “bullying jurídico” é tão real quanto qualquer outro tipo de bullying. No entanto, não obstante a existência do mencionado bullying, inequivocamente reconhecido pelos próprios bachareis, não podemos concluir de imediato que a OAB é culpada disso. A OAB é, decerto, a que menos merece ser tachada de vilã. A OAB apenas almeja que os bachareis provem de forma concreta que são possuidores de um nível mínimo de conhecimento jurídico. Se não possuem conhecimentos técnico-jurídicos para acertar ao menos 50% da primeira fase e redigir uma peça processual… me desculpe bacharel, mas não dá! Não dá mesmo! Sem condições. O MEC também tem culpa nisso, pois, tal Ministério é, certamente, o grande responsável por este cenário de esbórnia acadêmica: mais de 1.300 faculdades de direito, a maioria delas iludindo e ludibriando milhões de bachareis Brasil afora. Eles prometem um sonho colorido, mas entregam um pesadelo que para muitos não terá fim, uma vez que o exame não será derrubado nem hoje, nem amanhã, nem em 2014, nem nunca. Acreditar no fim do exame de ordem – cuja defesa nós, advogados, abraçamos com unhas e dentes – é como acreditar no papai noel ou no coelhinho da páscoa. O exame de ordem é sagrado. O exame de ordem é o oxigênio da advocacia. Sem ele, a advocacia brasileira perderia sua credibilidade, sua dignidade e sua estima. Desistam botequeiros; desistam baladeiros; desistam vadios; não percam o vosso tempo com protestos, manifestações e audiências inúteis. Quanto mais vocês choram, mais forte fica o exame de ordem, pois a sociedade vê claramente quem tem razão. O exame de ordem é sagrado. O exame de ordem não cairá jamais. Não esperem que uma lei utópica seja aprovada no Congresso Nacional. Mexam-se cambada de botequeiros/vagabundos/analfabetos. Prestem novo vestibular, comecem outra faculdade antes que estejam velhos demais… o tempo passa… vocês envelhecem… e o exame continua – e continuará – de pé.

  10. Pedro Henrique Machado de Ibitinga disse:

    Vamos para de falar e vamos fazer. vamos deixar de lado os que estão aqui só para criticar, não são contra eles que devemos nos revoltar e sim contra os mandos e desmandos desse bando de quadrilheiro da OAB. Vamos pra TV, Rádio, Rua, vamos lutar por favor vamos nos organizarmos, sei que aqui todos são dotados de capacidade para organizar-se, por favor se necessário for façamos um líder ou uma liderança que seja. Nada na terra é tão poderoso que não seja destrutível. Para tanto temos diversos e diversos exemplos, o mais recente é o fenômeno “Primavera Árabe”. A OAB e seus lideres tem os seus pontos fracos, basta descobri-los e este atacarmos. Guardado as devidas proporções mais fazendo uma analogia valida com o esporte, observemo-nos os motivos pelos quais o admirável Anderson Silva foi derrotado? e a derrota da brilhante Espanha? e o invencível Barcelona?
    Devemos encarar a OAB como adversários, pois assim poderemos nos estruturar em termos de estratégia.
    Assim a batalha se tornaria no minimo parelha; fato ao qual nos dias de hoje não o é.
    O e-mail que aqui descrevo é de um bacharel, não que a condição de advogado retire esta, porém, prefiro usar de tal meio ou artificio como queiram, objetivando evitar represálias, motivo pelo qual outros advogados não aderem esta causa que é de todos, já que vencida esta poderá ensejar varias outras vitórias, por exemplo contra a abusividade das anuidades. obrigado pela atenção e espero poder contar com todos vocês. um abraço a cada verdadeiro colega.

  11. Tiago Leme Meneghin disse:

    Esses vagabundos desses bachareis, alinhados com a OBB (ORDEM dos BACHAREIS BURROS) e com o MNBD (MOVIMENTO NACIONAL dos BACHAREIS DESAVERGONHADOS), deveriam se preocupar em ao menos ter dignidade. Querem entrar na OAB pela porta dos fundos (recorrendo ao Legislativo… no Judiciário [STF] já foram destruídos e sepultados). Decerto serão igualmente sepultados no Legislativo. O exame de ordem existe para separar o trigo, do joio; os intelectuais, dos analfabetos; os competentes, dos incompetentes. Não é e jamais será reserva de mercado. Esses vagabundos perdem dias e noites nos botecos, nas baladas e em frente à TV (assistindo Big Brother e Sônia Abrão) e agora culpam o exame de ordem. Quanta cara de pau. Essa gente folgada, preguiçosa, acomodada, botequeira e baladeira devia se preocupar em estudar. Mas rejeitam Maria Helena Diniz, Fernando Capez e Miguel Reale para “curtir” uma noitada louca regada a muita bebida, sexo e drogas. BBB= BACHAREIS BURROS do BRASIL. BBB agora não significa mais Big Brother Brasil…

  12. Tiago Leme Meneghin disse:

    Esses bachareis não passam de uns vadios. São uns vagabundos, desocupados e folgados. Não querem saber de abrir um único livro para passar no exame de ordem. Querem receber a carteira de mão beijada, o que é ilícito e até imoral. Esses vagabundos, botequeiros, baladeiros e semi analfabetos querem ser advogados a todo custo. Santa rebeldia! Comecem a estudar vagabundos, deixem o boteco, a cerveja e a sinuca de lado por alguns meses. Botequeiros ridículos.

  13. Tiago Leme Meneghin disse:

    MNBD= MOVIMENTO NACIONAL dos BACHAREIS DESAVERGONHADOS

  14. Tiago Leme Meneghin disse:

    OBB= ORDEM dos BACHAREIS BURROS

  15. josé Porto disse:

    Caro Dr. Inácio. No momento em que estrei em seu blog, vi nada mais nada menos que pessoas agredindo uns aos outros com palavras de baixo nível, tive a impressão que essas pessoas, não querem unirem para acabar com o desonesto exame de ordem, mais sim para tecer comentários agressivos. Hoje fiquei o dia todo apreensivo para saber o resultado da manifestação em Brasília. Sabes o que vI no seu blog, agressões e mais agressões. O Sr. Não acha que o mundo já está muito violento?. Vou pensar, talvez não mais tecerei comentários em seu blog, visto que ultimamente só leio textos sem fundamentos e sem conhecimento de causa; isto ., verdadeira guerra. Desculpe o desabafo.

  16. Wilian Fontes disse:

    Parece uma porca!!!!!

    • Marcello disse:

      Com essa aparência fica tudo explicado!! Esse rapaz não deve ter pego ninguém durante sua faculdade e pela forma arrogante de ser duvido muito que tenha feito algum amigo neste período. Talvez por esta razão tenha tanto despeito por nossa classe.

  17. Paulo Roberto Araújo Filho disse:

    Meus companheiros amigos bachareis em direito estamos juntos nessa batalha vocês em Brasilia e eu em Santarém mas tamos juntos contra essa pouca vergonha do exame da oab

  18. Paulo Roberto Araújo Filho disse:

    Meus companheiros amigos bachareis em direito estamos juntos nessa batalha vocês em Brasilia e eu em Santarém mas tamos juntos e misturados

  19. Francisco de Assis dos Santos disse:

    Este Exame é forma da OAB proteger uns candidatos e prejudicar outros candidatos em pé di igualdade que na segunda fase responde as questões semelhantes, simplesmente a Comissão exame de ordem pontua o candidato que quer e zera o outro candidato que respondeu a questão
    da mesma forma, semelhante, assim quebrando a isonomia entre candidato já que a OAB protege os seus e prejudica outros candidatos humildes desapadrinhado.

  20. Tiago Leme Meneghin disse:

    Os comentários ofensivos abaixo não me atingem. Afinal, tudo que vêm de baixo – muitíssimo baixo, diga-se de passagem – não me atinge. Se eu me deixasse levar pelos comentários ridículos e patéticos abaixo expostos, eu efetivamente não serviria para ser advogado, pois advogado tem que ser frio, independente, objetivo e racional; jamais emotivo, subjetivo e dependente de palavras e opiniões esdrúxulas de bacharéis, “devogados” ou “adevogados” (pseudo advogados para ser mais direto). Podem me insultar, me execrar, me censurar, me demonizar à vontade. Independente do que esses pseudo advogados argumentem – alguns argumentos são até coerentes e relativamente intelectivos – o que eu digo é fato inegável e incontestável: QUEM NÃO PASSOU NO EXAME DE ORDEM NÃO É ADVOGADO. DOA A QUEM DOER (E A VERDADE ÀS VEZES DÓI, SIM, E COMO DÓI), QUEM NÃO FOI APROVADO NO EXAME DE ORDEM SIMPLESMENTE NÃO É ADVOGADO E PONTO. Ser aprovado no exame de ordem é REQUISITO IMPRESCINDÍVEL para tornar-se advogado. Simples assim. Será que é tão difícil assim compreender isso? Ou será que a OBB (ORDEM dos BACHARÉIS BOTEQUEIROS) não tem hermenêutica suficientemente qualificada para interpretar o artigo 5, inciso XIII, da Carta Magna, cuja redação é a seguinte: “é live o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer”. Será que a ORDEM dos BACHARÉIS BURROS (OBB) é tão burra a ponto de sequer conseguir interpretar esse mandamento constitucional? Será que a ORDEM dos BACHARÉIS BOTEQUEIROS (OBB 2!) é tão botequeira que esqueceu o vade mecum no boteco, de modo a não ler tal mandamento constitucional? A própria Constituição em seu artigo quinto (núcleo imodificável, cláusula inequivocamente petrea senhores botequeiros) deixa claro que para exercer certas profissões é necessário atender determinadas qualificações estabelecidas por Lei. Para exercer a advocacia (note que eu disse ADVOCACIA e não pseudo advocacia) a Lei estatui como requisito imprescindível e inegociável a APROVAÇÃO EM EXAME DE ORDEM. Portanto, quem se autodeclara advogado sem ter sido aprovado no exame de ordem, está simplesmente negando a Constituição Federal, dizendo uma mentira grotesca e se passando por ridículo perante aqueles que verdadeiramente conhecem a Carta Magna. A Lei Soberana apoia o exame de ordem. Não é à toa que é exatamente este o entendimento do STF. Logo, quem se autodeclara advogado sem ter passado no exame, não só nega a Constituição, mas nega o próprio STF. Quem os bacharéis pensam que são para afrontar a Constituição Federal + o STF? Será que os bacharéis tem mais saber jurídico do que os ministros do STF? São os bacharéis hierarquicamente superiores à letra da Constituição? Francamente, acho que não. Aliás, tenho certeza que não. Lamento decepcioná-los, mas vocês não são advogados. Podem se sentir advogados. Podem se considerar advogados. Podem até mesmo acreditar com firme convicção que são, de fato, advogados. Mas a verdade dói… e dói muito: vocês não são advogados nem aqui, nem na China. E, por favor, parem com essa tolice de me chamar de colega. Eu não sou colega de vocês. Para eu ser colega de vocês, vocês primeiro precisam parar com este chororô generalizado e acabar com esse complexo de derrotismo. Em segundo lugar, precisam deixar o boteco, a balada e os barzinhos de lado, e começar a abrir livros. Em terceiro lugar, devem corajosamente se submeter ao exame de ordem, e responder as questões com frieza e com sabedoria. Em quarto lugar, devem conferir a lista com os nomes dos verdadeiramente qualificados. Depois de tudo isso vocês podem se referir a mim como colega. Por enquanto não dá. Mas nada impede que num futuro próximo eu, que ainda sou pequeno e tenho muito a aprender, bem como outros doutores dotados de infindável saber jurídico (Ophir Cavalcante, José Roberto Batochio, Cláudio Zallaf, Thiago Rodovalho etc) sejamos colegas de vocês. E sejam mais sensatos ao falar da OAB. A OAB é uma entidade séria, honesta, transparente e que historicamente defende, com grande vigor e rigor, a letra da Constituição. A OBB e o MNBD, ao contrário da OAB, lutam contra um dispositivo constitucional, esses dois grupelhos perdedores (o STF que o diga…) lutam pela derrubada de um dispositivo constitucional. A OAB jamais lutou contra a Constituição. Mas esses dois grupelhos querem, a todo custo, mutilar, passar por cima de um dispositivo constitucional, conduta que não só se configura inconstitucional, mas também antiética, absurda e moral e juridicamente inaceitável. A Constituição é uma espécie de Bíblia jurídica e, como tal, nenhuma entidade, órgão, grupo, grupelho ou pessoa tem permissão para passar por cima de seus dispositivos. A Constituição está acima da OBB, do MNBD, bem como dos anseios de qualquer bêbado, botequeiro, analfabeto ou sabichão metido a advogado. O STF por sua vez, é o órgão supremo da estrutura do Poder Judiciário pátrio. Como tal, suas decisões são, em regra, inatacáveis e imunes a qualquer chororô. O STF é composto de 11 julgadores com altíssimo nível de saber jurídico; o STF já decidiu que o exame de ordem é absolutamente constitucional; mesmo assim há bacharéis que, num verdadeiro ato de arrogância e prepotência, querem ser juridicamente mais sábios que os ministros do STF. Desesperadamente, recorrem a todo tipo de argumentação a fim de “provar” que eles estão certos e o STF é que está errado. Criticam a OAB. Se referem a mais estruturada e atuante instituição civil do país como corrupta, mafiosa, desonesta etc, mas se esquecem que as instituições que os representam, OBB (ORDEM dos BACHARÉIS BOTEQUEIROS ou ORDEM dos BACHARÉIS BURROS) e MNBD (MOVIMENTO NACIONAL dos BACHARÉIS DESAVERGONHADOS), sequer têm história. São dois movimentos desorganizados, desarticulados, vazios, sem história, sem credibilidade, sem repercussão e cheios de metas e de objetivos utópicos, que seguramente jamais serão atingidos. E querem falar da OAB, uma entidade rica, próspera, poderosa, atuante, estruturada, articulada e quem têm muita, muita história no país, especialmente no que diz respeito ao processo de construção e consolidação da democracia brasileira. Gente hipócrita que se recusa a olhar para o próprio umbigo. A OAB tem representação digna no Congresso Nacional. E eles? São representados por quem? Só se o Tiririca aceitar representá-los. Não se deve ter pena dessa gente. Hoje estão desempregados, passando fome, sem dinheiro, sem renda, sem credibilidade, desmoralizados perante a própria família, e claro, sem nenhum saber jurídico. Mas no passado, quando deviam estar focados, lendo doutrinas e sinopses, assistindo às aulas, fazendo os trabalhos/pesquisas solicitadas, preferiam os botecos, os barzinhos e as baladas. E deu nisso. Priorizar o boteco, o barzinho e a balada em detrimento das doutrinas, das sinopses e das aulas só podia dar nisso. Tais atitudes infelizes e irresponsáveis não podiam terminar com um final feliz. Se tão somente tivessem fincado o traseiro na cadeira e lido as bibliografias recomendadas pelos professores certamente não se encontrariam diante de situação tão degradante. Mas a vida é feita de escolhas. E as pessoas que criticam tão ferozmente o exame de ordem, decerto, fizeram as escolhas erradas (boteco e balada ao invés de doutrina e presença às aulas). Esses coitados ingenuamente compraram sonhos, mas ao ver a encomenda se deram conta de que se tratava de pesadelos… sem fim… Agora não adianta espernear. Não adianta sequer orar, pois Deus viu tudo lá de cima. Agora só resta chorar.

    • Wilian Fontes disse:

      https://www.facebook.com/tiago.meneghin/photos

      Este é o modelo de cidadão que anda falando besteira.

      Não é uma piada, acreditem

      É esse lixo ai mesmo!!!!!

    • rebert disse:

      quem é esse bunda mole ai? nossa que burro esse cara, deve ser um bobinho que faz merda nos fórum da vida não deve saber de nada. Respeite os colegas que são bacharéis coisa que você não deixou de ser seu merdinha pois a prova da ordem não qualifica ninguém muito menos uma besta como você. Não posso crer que um advogado fale tanta besteira e seja arrogante, não vai passar de um mero advogado de porta de cadeia. Vai estuda cara e deixa os bacharéis na luta deles.

  21. Lecinio Felipe de Mercê disse:

    Olá amigos e companheiros Bachareis em Direito vamos continuar nossa luta, esse famigerado exame da OAB não qualifica ninguém e não dá sabedoria para nós que estudamos. Quanto aos comentários desse indivíduo Tiago Leme,não devemos jamais levar em consideração, esse devasso, jamais é um Bacharel em Direito, pois um sujeito que usa esses termos que atinge a moral e os bons costume das pessoas não merece credibilidade social. Um sujeito como esse demonstra não ter nenhum preparo na vida, podem ter a certeza que ele é um recalcado, desprezado pelos amigos e pela família, daí então, vem a sua frustração e seu recalque, guarde a sua “inteligência” para si mesmo, pois somente você merece ela. Dr. Wilian Fontes e Dr. Roberto de Paula Mota, parabéns pelos cometários é sim que os grandes intelectuais demonstra sua capacidade, sua moral e sua dignidade, grande abraço. Avante Bachareis e Advogados que nos apoiam nessa luta contra o famigerado exame dessa Organização (OAB).

    • eu vou estar lá, estudei 05 anos para ter uma profissão e hj sou motorista de ônibus, não tenho outro meio para sustentar a minha família, a OAB faz de nós um limbo da sociedade, tenho 03 irmãos advogados e eles são os primeiro a me menosprezar pela a minha atual situação, temos que gritar para todos verem a nossa situação, vamos a luta, somos profissionais do direito e temos que lutar até alcançar a nossa vitoria, temos que dar um basta nesta situação, vamos a luta, temos que organizar um ato em São Paulo, me fone é (011) 968856628

    • Tiago Leme Meneghin disse:

      Lecínio burrico acho que você errou em várias coisas que disse. 1) Eu não sou bacharel mesmo, eu sou ADVOGADO JÁ INSCRITO NA ORDEM, coisa que o Senhor certamente jamais será. 2) Pode ter certeza que eu tenho preparo de vida sim, estagiei na Justiça Federal e na Comissão de Licitações do meu município; já trabalhei num escritório de advocacia e atualmente estou fazendo cursinhos na LFG para carreiras públicas, que como todos sabem, são excelentes opções. 3) Desprezado pelos meus amigos e minha família? Esse foi seu erro mais grotesco seu IMBECIL. Como pode dizer uma coisa dessas? Por acaso me conhece para fazer uma afirmação dessas? Decerto, não me conhece, e nem conhecerá, pois eu espero nunca vê-lo na minha frente. Eu certamente me enojaria de conhecê-lo, seria uma experiência nauseante. Mas se não me conhece, como pode dizer que minha família e meus amigos me desprezam? O senhor é vidente por acaso? Tem bola de cristal? Nunca alegue uma coisa da qual não tenha certeza, sob pena de se passar e merecer ser chamado de IDIOTA. Me dou muito bem com todos os meus amigos, familiares e colegas de estudo. Nunca tive sequer um único entrevero com eles. Sempre saímos aos finais de semana, somos unidos, nos divertimos muito e o Sr. vem me dizer que meus amigos me desprezam? Ora, vá se tratar homem. E desista logo de lutar contra o “famigerado exame dessa Organização”. A OAB já impôs uma dura derrota a vocês no STF, já não foi o bastante? Querem tomar uma nova surra no Congresso Nacional também? Foram destruídos no Judiciário e agora querem ser nocauteados no Legislativo? Que falta de honra hein!

      • lecinio felipe de merce disse:

        Nossa Tiago Leme, você é um Advogado que passou no exame da Ordem, faz cursinho no LFG, estagiou na Justiça Federal de seu Município e uso esses termos com seus semelhantes, você me desculpa mais será que você não é uma pessoa demagoga, se acha inteligente demais para viver em sociedade?. A verdade é que você demonstrar ser uma pessoa recalcada e desequilibrada na sua vida pessoal e profissional, um Dr. que usa as redes sociais para atingir as pessoas que estão lutando pelos seus direitos com vocabulários vulgar, não merece credibilidade e nem dignidade, sinceramente eu não te conheço e jamais quero ter esse prazer, pois além de ser orgulhosamente Bacharel em Direito, eu tenho respeito, caráter e muita educação para tratar as pessoas, independente da sua formação profissional, em primeiro lugar Tiago Leme, as pessoas tem que ter respeito pelos seus semelhantes, você pode ter a certeza que os grande mestres os grande sábios e o grandes intelectuais, não pregam essa sua ideologia. Portanto Tiago Leme, você deve guardar a sua inteligência para você mesmo, pois somente uma pessoa como você merece a sua própria inteligência.

      • Leandro alves aguiar disse:

        É ISSO AIIIIIIIIII MESMO NUNCA APONTE UM DEDO PORQUE VOLTA 4 PARA VC SEU LIXO

  22. Bianca disse:

    Este Thiago Leme, precisa se preocupar em ter clientes, com está fama, tenho certeza, que ninguém, gostaria de tê-lo como adv.

    • Tiago Leme Meneghin disse:

      E você precisa se ocupar de estudar, do contrário, ficará eternamente nessa situação degradante e infame. Pode ficar tranquila com relação aos clientes do escritório, se Deus quiser eu e meus amigos vamos crescer, pois lutamos por isso. Não ficamos à espera de uma lei utópica que será promulgada no Dia de São Nunca.

  23. antonio dias disse:

    No meu entender os movimentos a nível Estadual teriam mais participantes e maior aceitação por parte dos integrantes, bacharéis e outros, por questões de ordem financeira e disponibilidade de tempo. Não que não tenha que ter movimentação em Brasília, mas nos Estados teríamos maior número de participantes. Teríamos que criar um dia “D” para uma manifestação em todo o Brasil, lotarmos as ruas, praças, frente das Assembleias, palácios de governos, e onde se fizesse necessário. A luta por justiça, ante a descriminação que todos os bacharéis em direito sofrem a anos nesse país pelos dirigentes da OAB, que vão ao desencontro do que pensa a população Brasileira, conforme demonstram as pesquisas realizadas pelos meios de comunicação a nível nacional. Obrigado pela atenção e oportunidade de tecer meu comentários. Isso sim é democracia de fato e de direito. Oportunidades iguais a todos.

    • antonio dias disse:

      Eu sou brasileiro com muito orgulho, e acredito na justiça, nas instituições nacionais, e que ainda existem muitas pessoas de bem que estão atentas as ações descabidas de muitos que acendem ao poder e estão a praticar abusos em detrimento pessoal ou de poucos, prejudicando muitos. Os brasileiros estão atentos e estão indo as ruas para fazerem valer seus direitos. Não podemos ficar deitados em berço esplêndido esperando que nossos representantes que escolhemos pelo voto falem e decidam por nós. Temos que fiscalizar as suas ações, e quando praticarem atos abusivos ou contrários as leis existentes, e não houver punição, temos que nos manifestar procurando sempre em bons termos buscar a ordem, de maneira racional, e pacifica. A força de uma nação esta na sua voz, se fazer ouvir, não pela força e atos de vandalismo, e sim se mostrando contrario a tudo que fere e contraria os princípios básicos de existência. Moral, Ética, Honra, Cidadania, Igualdade, Humanidade,e Paz. O Brasil é de todos, e todos temos direitos, deveres,e obrigações, para construirmos uma nação gigante e prospera, nossa terra tem tudo, só esta faltando respeito as normas vigentes que integram os Códigos, e nossa Constituição que é soberana, mas a muito anda esquecida. Obrigado.

  24. Joao Alves disse:

    Galera: temos que entrar em contato com programas de televisao, pode ser por e-mail ou telefone. Vocês já perceberam que a mídia aberta da muita forca aos movimentos, eu já mandei para cidade Alerta, mais tem que ter muita participação para eles apoiarem, vamos todos.

  25. Victor disse:

    Grande Thiago Leme meu grande ídolo poético e doutrinário, to doidinho para te encontrar e apertar sua mão, você não sabe quanto ficaria feliz em poder olhar no seus olhos e cumprimenta-lo, apesar de eu ser bacharel em direito concordo com você, eu não passo de um burro mesmo.Espero sinceramente que um dia nós possamos nos encontrar, tenho certeza que você não vai esquecer meu amigo.

    • Bianca disse:

      Este Thiago Leme, precisa se preocupar em ter clientes, com está fama, tenho certeza, que ninguém, gostaria de tê-lo como adv.

    • Tiago Leme Meneghin disse:

      Obrigado Victor, mas não tenho o menor interesse em conhecê-lo. Não faço a mínima questão de conhecer o Senhor, pois não suporto pessoas imbecilizadas e fracassadas. Certamente não nos daremos bem. Nem cogite se aproximar de mim, pois se tentar isso garanto que vai se arrepender de ter nascido. Fique na sua e eu fico na minha. Você jamais apertará a minha mão, pois eu jamais aceitaria apertar a sua. Ao invés de querer me estender a sua mão, use-a para folhear uma doutrina, uma sinopse ou um vade mecum. Garanto que se fizer isso, sua mão lhe trará mais benefícios a curto, médio e longo prazos.

      • rebert disse:

        cara você deve ter o pinto pequeno, é muito recalcado e arrogante. esta com medo de gostar do cara se aperta a mão dele? Feliciano cura você

  26. josé Porto disse:

    Mais uma vez leio no blog d o Dr. Inácio, baboseira escrita por esse advogadozinho, tal Tiago Meneghin, mostrando a verdadeira face dos defensores ferrenho do desonesto exame de ordem. Ele se diz advogado, mais está se comportando como um “adevogado” isto é despreparado, imbecil, verdadeiro representante da OAB, que é corrupta, desonesto e fraudulenta e outros adjetivos ruim. Essa pessoa, além de agredir de graça os bachareis indiscriminadamente, agride a ele próprio com sua conduta agressiva e sem fundamento ético de um verdadeiro advogado; devido a esses fundamentos incompatíveis aos procedimentos de um advogado. Muitos já não acreditam que o seja; pode até ser “adevogado”, pois em sua redação mostra medo, desespero e covardia, esquecendo que um dia foi bacharel. Ou Talvez seja desses advogado que tem medo de perder mercado por ser incompetente, estando desesperado com a extinção desse desonesto exame de ordem, que muito em breve o será. Digo isso, por que, não cabe em pessoas de bom censo, a atitude dessa pessoas que não tem dignidade de ser chamado de cidadão brasileiro. Por essas “agressões”, digo a essa pessoa, que jamais contrataria um profissional dessa formação, Agressivo, mal educado, pelo visto, sem nenhum saber jurídico. Eu, José Porto, deixo meu repúdio ao adv. que se diz. Que deus o abençoe e lhe dê humildade para conduzi-lo em todos seus atos.

  27. Joao Alves disse:

    O movimento e legitimo, estamos tratando de causa publica de grande relevo social, tal como eu, que fiz supletivo apos mais de 20 anos sem estudar, entrei na faculdade pagando a duras penas, muitas vezes deixando de comer para pagar mensalidade, e AGORA NAO POSSO TRABALHAR. Não posso pagar preparatório, nem tenho material para estudos e tenho que fazer prova da OAB a nivel de concurso publico com duas fases.

    Isto tem que ter fim.

  28. LUCINEIA ISABEL TEIXEIRA disse:

    Lamentável certas afirmações aqui. O exame não avalia, logo só serve para arrecadar. Para quem? OAB, CURSINHOS, EDITORAS, AUTORES, ETC. Ou será que quando o bacharel faz o exame já é o supra sumo do direito? ACORDA BRASIL. União total e esse exame ACABA.

  29. Tiago Leme Meneghin disse:

    As pessoas verdadeiramente sensatas sabem bem que o exame de ordem é amplamente justificável, legítimo, estritamente necessário, constitucional (vide decisão do STF) e, portanto, qualquer reclamação constitui mero “chororô” de perdedor. O brasileiro tem mania de derrotismo. Já se sente derrotado antes de ir à luta, o que é deplorável, bem como reprovável. O exame de ordem é um relevante instrumento de defesa e de proteção aos direitos do cidadão, que almeja ver seus interesses/direitos resguardados, ou seja, solidamente defendidos por um profissional competente, capacitado e devidamente qualificado. Bacharéis, semi-analfabetos, preguiçosos e pseudo operadores do Direito: coloquem-se no lugar do cidadão, vocês gostariam de correr o risco de contratar um profissional incompetente, incapacitado e desqualificado que cedo ou tarde lançaria vossos interesses/direitos no fundo da latrina? Ninguém merece advogado incompetente (que pode destruir o patrimônio do cliente ou manter o mesmo na cadeia, quando este poderia estar livre), médico incompetente (que pode matar um paciente no decorrer de uma intervenção cirúrgica ou causar-lhe irreparável lesão corporal) ou engenheiro civil incompetente (que pode conduzir prédios e edifícios literalmente abaixo). Temos de zelar pela competência e pela qualificação dos profissionais que atuam no mercado pátrio. Nada de bacharéis que se acham advogados (pseudo advogados né), nada de engenheiros civis que não sabem efetuar cálculos complexos e, sobretudo, nada de médicos bolivianos ou cubanos (pobre Hugo Chávez). Não podemos aceitar essa gente (gentalha, nas palavras de Dona Florinda…) atuando como advogados, médicos, engenheiros ou seja lá o que for. O Brasil precisa de advogados e não de manipuladores de palavras bonitas. O Brasil quer médicos e não Mengeles com doutorado em carnificina. Queremos engenheiros, jamais demolidores de prédios. O exame de ordem é absolutamente constitucional, lícito, legal, necessário, útil e, como se pode ver, amplamente justificável. Temos mais de 1.300 faculdades de Direito pelo país, o que é um absurdo. É óbvio que muitas dessas faculdades são péssimas, não contam com professores qualificados (mestres, doutores e especialistas realmente preparados para lecionar), com infraestrutura adequada etc. Se o MEC nada faz para fiscalizar essa palhaçada generalizada, então só resta à OAB fazê-lo, ainda que este não seja seu papel. Há mais de 700 mil advogados no mercado, dentre os quais eu orgulhosamente me conto, portanto, não há sequer sinal de reserva de mercado, ou alguém seria louco de dizer que 700 mil é um número irrisório? Falar em reserva de mercado é derrotismo descarado. Jamais houve reserva de mercado. Entre os que são favoráveis ao exame da OAB constam entidades e pessoas ilustres, tais como: LFG (grande complexo jurídico), Damásio de Jesus (outro grande complexo jurídico), Marcatto (mais um grande complexo jurídico), FGV (Fundação Getúlio Vargas), José Roberto Batochio (grande advogado criminalista), Márcio Thomas Bastos (grande advogado), STF (Supremo Tribunal Federal), Ophir Cavalcanti (ex presidente da OAB), mais de 70% dos próprios bacharéis, Olavo de Carvalho (grande filósofo da USP e escritor), além de milhares de outros profissionais liberais (médicos, dentistas, arquitetos, engenheiros etc) que admiram e veem com bons olhos o imprescindível exame de ordem. Abrir mão do exame de ordem seria um suicídio brutal, e a OAB tem plena consciência disso. Sem o exame de ordem, o mercado ficaria abarrotado de semi analfabetos, de picaretas/pilantras, de safados sem ética, bem como de pessoas despreparadas, inaptas e desqualificadas. Favor abrir o livro. Favor começar a estudar. Obrigado.

    • Wilian Fontes disse:

      Dr Tiago Leme Meneghin, vc é um babaca…Não se trata de uma luta para tornar o bacharel em direito em advogado e encher o mercado de incompetentes, ou ainda, analisar a competência daqueles fizeram a prova antes de 1996. Tenha mais respeito ao julgar os bacharéis, pais de família, mães que são tolidas no seu direito de exercer livremente a profissão que escolheram. TRATA-SE DE JUSTIÇA, a mesma que o Doutorzinho “acha” que conhece. Posso garantir que como advogado aprovado no exame em 2009, sei que a prova não serve para nada, fiz uma única prova e passei de primeira, escolhi na segunda fase uma peça de penal, estudei só para ela e passei com 6, razoável com toda a certeza, nunca mais atuei em penal, sou muito melhor em direito civil, internacional, tributário ou em criticar pessoas como vc adevogadozinho Mengele!!!!

      Vejo até hj amigos brilhantes da faculdade, aprovados no exame inconstitucional, empregados em grandes escritórios sendo manipulados e escravizados, outros, o próprio mercado selecionou, mudaram de atividade, alguns continuam médios em seus escritórios, alguns se fizeram grandes ao conciliar a atividade de empresário com o jurídico bem afinado.

      A prova não é garantia de qualidade, é fonte de arrecadação pela OAB que vc paga e bajula, é fonte de discriminação social. R$85.000.000,00 todo ano, é uma mina de ouro que não sofre fiscalização ou é declarada, valor este que vc legitima ao defender o exame. É renda fácil para as editoras que vc “puxa o saco” e para cursinhos….

      Quando este exame acabar vão apenas abraçá-lo e dizer que estava errado…peça desculpas aos homens e mulheres que ofendeu e que nunca lhe faltaram com o devido respeito…Seja justo e homem!!!!

      Peço a todos o máximo de resignação que puderem ter e que acreditem que vamos encontrar o caminho da justiça e da paz neste conflito. Sei que é muito constrangedor e humilhante suportar as circunstâncias de ter seu direito de trabalhar na profissão que escolheram limitado, mas qualquer espécie de excessos em nada nos ajudará na nossa batalha, mas poderá servir para que alguns, que não tenham bons argumentos para defender as suas ideias, generalizem o ato de um como se fosse de todos, embora os bons operadores do direito saibam que essa transferência de responsabilidade não tem possibilidade jurídica.

      Como entre o mar e o rochedo quem leva a pior é o marisco; no caso do Exame da OAB, entre o MEC, a faculdade, a OAB e os bacharéis, quem vai levar a pior é o cidadão, mais fraco, que deveria estar protegido pelo Estado, com base nos Direitos Humanos?

      A OAB tem em sua história grandes atuações nos direitos relacionados à cidadania. Se ela acredita firmemente na importância deste Exame para a segurança dos que utilizam os serviços de profissionais liberais, em defesa da sociedade, deveria defender, com bons argumentos, avaliação análoga em outras profissões, especialmente às que os erros dos seus profissionais podem levar à morte imediata, como médicos, engenheiros, eletricistas e outras. Diferente da advocacia, erros desses profissionais não permitem, em geral, recursos que reformem os “erros” de “instâncias inferiores”.

      Por outro lado, se a OAB, qualquer pessoa ou instituição souber de eventual existência de faculdades caça-níqueis e não as denunciar, estará sendo conivente. Não podemos consagrar a lógica de que cada instituição faz o que quer desde que os fins que alega alcançar sejam justificativas para legitimar os meios utilizados.

      Assim, não explica, sob nenhuma ótica, a cassação do direito dos bacharéis de exercer a profissão de advogado, impondo-lhes o dever de cumprir uma etapa confrontante com a Constituição e as leis, com direitos fundamentais, com regras do mercado de trabalho, ineficiente, cara, e com outras incongruências que serão mostradas a seguir. Um ilegal pedágio para o “livre exercício da profissão” consagrado na Carta Magna.

      Tenho visto que a maioria dos argumentos largamente utilizados para defender o Exame da OAB são eivados de preconceitos e avaliações distorcidas da realidade. Quando há preconceito, não há argumentos bons o suficiente, mas isso é contraditório com a justiça e com a moral.

      A reprovação em massa no Exame da OAB produz três efeitos perversos: (1) impede o ingresso de novos profissionais no mercado; (2) garante um número maior de candidatos no concurso seguinte, propiciando uma arrecadação mais “robusta”; e (3) torna a advocacia elitizada, pois não há profissionais com disposição de patrocinar causas mais modestas para pessoas mais vulneráveis e pobres (vide direitos de cidadãos vilipendiados em comunidades pobres).

      Desempenho profissional é demonstrado em resultados obtidos em questões normalmente não contempladas por métodos pré-estabelecidos, como ocorrem nas avaliações do Exame da OAB. O bom profissional é identificado através da conquista de bons resultados no exercício de suas atividades. Essa avaliação envolve vários fatores não avaliáveis neste modelo de prova. O resultado que se almeja não é o que o órgão de classe busca, mas o que o cliente que contratou espera. Se nota de prova atestasse capacidade profissional, todos os profissionais do mercado deveriam ostentar suas notas em cursos. Isso não é feito para médicos, engenheiros, advogados, etc.

      A seleção dos melhores profissionais será no mercado, como acontece em todo mundo livre, não por terceiros que não dão garantias aos serviços prestados, como no caso, a OAB. Quem acredita que o Exame seleciona os melhores, não deveria estar preocupado com a sua extinção, porque os melhores se destacariam naturalmente no mercado. Assim, a prova é inócua.

      Nosso país possui muita gente que não tem acesso à justiça. As Defensorias Públicas estão sobrecarregadas. Se o exame for abolido, o número de advogados aumentará, juntamente com a competitividade por conta da disponibilidade de profissionais no mercado. Com mais advogados, haverá menos casos de direitos ultrajados e questões tão básicas sem solução. Competitividade obriga, por questão de sobrevivência, uma necessidade de melhoria de performance. É um instrumento mais eficiente que qualquer prova para elevar em massa o nível dos profissionais.

      As empresas e os contratantes de serviços sabem procurar o profissional de acordo com o nível de complexidade que a sua demanda exige. Isso é regra de mercado. Há bacharéis em Direito que não alcançaram a aprovação no Exame da Ordem, porém, são contratados por escritórios para realizar atividades privativas de advogados, recebendo salários menores. É o mercado reprovando a metodologia da OAB e aproveitando para reduzir salários dos empregados.

      Existem inúmeras profissões no país. Os demais Conselhos e órgãos de classe, com responsabilidades correspondentes à OAB, que não replicaram o modelo são ineficientes ou rejeitaram o mesmo? A OAB está certa sozinha?

      Se a OAB entendesse que a seleção de bons advogados (profissionais liberais) deve ser por meio de provas, por que não se utiliza deste mesmo método para selecionar seus candidatos a desembargador (cargo público), pelo quinto constitucional? Está evidente que as finalidades pretendidas justificam os meios escolhidos.

      A prova da OAB é aplicada por instituições terceirizadas. Isso mostra que ela não tem condições sequer de fazer essa tal peneira que estaria usando em suas avaliações. O resultado absurdo é que a instituição avaliadora privada acaba influindo como limitadora de um direito fundamental que a Constituição diz que é livre, no artigo 5o, XIII.

      Se o Exame efetivamente tivesse a finalidade de cumprir o que a OAB afirma, ele deveria ser periódico e por área. Periódico porque a legislação, a doutrina e a jurisprudência mudam periodicamente. A avaliação ficaria obsoleta em 5 anos, por exemplo. Por área porque o Exame só afere, na segunda fase, uma área do Direito, mas habilita em todas. Isso seria uma garantia de que os profissionais estariam atualizados e avaliados nas áreas que atuam. Como não é feito assim, o Exame é uma negação do que se alega em sua defesa.

      O bacharel que é aprovado na primeira fase do Exame, e não passa na segunda, poderia ter a validação dessa primeira aprovação para outros exames subsequentes. Eles seriam mais baratos para a OAB e para os bacharéis. Isso não é feito. O Exame sai mais caro para o bacharel e arrecada-se mais, de muitos desempregados, em exames subsequentes.

      (By Rubens Teixeira)

      Wilian Fontes
      Advogado
      Perito Judicial
      Empresário

    • rebert disse:

      poxa então devolve a sua carteira se você tem, você se enquadra justamente nesse perfil fajuto de advogado.

  30. PR. DR. EUDES LIMA disse:

    É muito triste ainda vermos pessoas da minúscula qualidade como esse Tiago Leme Meneghin. o individuo, respeito os direitos dos demais, e se recolha a sua insignificância.

    • Tiago Leme Meneghin disse:

      Sr. Eudes Lima, é muito triste ver que no Brasil há tantos bachareis VAGABUNDOS que se recusam a abrir um livro/vade mecum/sinopse. É muito triste ver tantos bachareis recorrendo desesperadamente ao vergonhoso jus sperneandi. É muito triste ver tantos bachareis dando-se por vencidos. É muito triste ver tantos bachareis querendo avacalhar e destruir por completo o parâmetro – ainda que passível de contestação – de qualidade do ensino jurídico pátrio. É muito triste ver tantos bachareis culpando e demonizando a OAB, quando aqueles compraram um pesadelo sem fim, sob o invólucro do sonho jurídico-romântico. Se tem tanta preguiça de estudar, viva do dízimo de sua igrejola. Inaugure mais templos e viva do dízimo. Com tantos idiotas úteis dispostos a dar “grória ao Sinhô Onipotente”, você certamente ganhará muito mais $$ como pastor (vide seu colega Marco Feliciano, que também apoia o fim do exame) do que como advogado.

    • Wilian Fontes disse:

      Dr Tiago Leme Meneghin, vc é um babaca…Não se trata de uma luta para tornar o bacharel em direito em advogado e encher o mercado de incompetentes, ou ainda, analisar a competência daqueles fizeram a prova antes de 1996. Tenha mais respeito ao julgar os bacharéis, pais de família, mães que são tolidas no seu direito de exercer livremente a profissão que escolheram. TRATA-SE DE JUSTIÇA, a mesma que o Doutorzinho “acha” que conhece. Posso garantir que como advogado aprovado no exame em 2009, sei que a prova não serve para nada, fiz uma única prova e passei de primeira, escolhi na segunda fase uma peça de penal, estudei só para ela e passei com 6, razoável com toda a certeza, nunca mais atuei em penal, sou muito melhor em direito civil, internacional, tributário ou em criticar pessoas como vc adevogadozinho Mengele!!!!

      Vejo até hj amigos brilhantes da faculdade, aprovados no exame inconstitucional, empregados em grandes escritórios sendo manipulados e escravizados, outros, o próprio mercado selecionou, mudaram de atividade, alguns continuam médios em seus escritórios, alguns se fizeram grandes ao conciliar a atividade de empresário com o jurídico bem afinado.

      A prova não é garantia de qualidade, é fonte de arrecadação pela OAB que vc paga e bajula, é fonte de discriminação social. R$85.000.000,00 todo ano, é uma mina de ouro que não sofre fiscalização ou é declarada, valor este que vc legitima ao defender o exame. É renda fácil para as editoras que vc “puxa o saco” e para cursinhos….

      Quando este exame acabar vão apenas abraçá-lo e dizer que estava errado…peça desculpas aos homens e mulheres que ofendeu e que nunca lhe faltaram com o devido respeito…Seja justo e homem!!!!

      Peço a todos o máximo de resignação que puderem ter e que acreditem que vamos encontrar o caminho da justiça e da paz neste conflito. Sei que é muito constrangedor e humilhante suportar as circunstâncias de ter seu direito de trabalhar na profissão que escolheram limitado, mas qualquer espécie de excessos em nada nos ajudará na nossa batalha, mas poderá servir para que alguns, que não tenham bons argumentos para defender as suas ideias, generalizem o ato de um como se fosse de todos, embora os bons operadores do direito saibam que essa transferência de responsabilidade não tem possibilidade jurídica.

      Como entre o mar e o rochedo quem leva a pior é o marisco; no caso do Exame da OAB, entre o MEC, a faculdade, a OAB e os bacharéis, quem vai levar a pior é o cidadão, mais fraco, que deveria estar protegido pelo Estado, com base nos Direitos Humanos?

      A OAB tem em sua história grandes atuações nos direitos relacionados à cidadania. Se ela acredita firmemente na importância deste Exame para a segurança dos que utilizam os serviços de profissionais liberais, em defesa da sociedade, deveria defender, com bons argumentos, avaliação análoga em outras profissões, especialmente às que os erros dos seus profissionais podem levar à morte imediata, como médicos, engenheiros, eletricistas e outras. Diferente da advocacia, erros desses profissionais não permitem, em geral, recursos que reformem os “erros” de “instâncias inferiores”.

      Por outro lado, se a OAB, qualquer pessoa ou instituição souber de eventual existência de faculdades caça-níqueis e não as denunciar, estará sendo conivente. Não podemos consagrar a lógica de que cada instituição faz o que quer desde que os fins que alega alcançar sejam justificativas para legitimar os meios utilizados.

      Assim, não explica, sob nenhuma ótica, a cassação do direito dos bacharéis de exercer a profissão de advogado, impondo-lhes o dever de cumprir uma etapa confrontante com a Constituição e as leis, com direitos fundamentais, com regras do mercado de trabalho, ineficiente, cara, e com outras incongruências que serão mostradas a seguir. Um ilegal pedágio para o “livre exercício da profissão” consagrado na Carta Magna.

      Tenho visto que a maioria dos argumentos largamente utilizados para defender o Exame da OAB são eivados de preconceitos e avaliações distorcidas da realidade. Quando há preconceito, não há argumentos bons o suficiente, mas isso é contraditório com a justiça e com a moral.

      A reprovação em massa no Exame da OAB produz três efeitos perversos: (1) impede o ingresso de novos profissionais no mercado; (2) garante um número maior de candidatos no concurso seguinte, propiciando uma arrecadação mais “robusta”; e (3) torna a advocacia elitizada, pois não há profissionais com disposição de patrocinar causas mais modestas para pessoas mais vulneráveis e pobres (vide direitos de cidadãos vilipendiados em comunidades pobres).

      Desempenho profissional é demonstrado em resultados obtidos em questões normalmente não contempladas por métodos pré-estabelecidos, como ocorrem nas avaliações do Exame da OAB. O bom profissional é identificado através da conquista de bons resultados no exercício de suas atividades. Essa avaliação envolve vários fatores não avaliáveis neste modelo de prova. O resultado que se almeja não é o que o órgão de classe busca, mas o que o cliente que contratou espera. Se nota de prova atestasse capacidade profissional, todos os profissionais do mercado deveriam ostentar suas notas em cursos. Isso não é feito para médicos, engenheiros, advogados, etc.

      A seleção dos melhores profissionais será no mercado, como acontece em todo mundo livre, não por terceiros que não dão garantias aos serviços prestados, como no caso, a OAB. Quem acredita que o Exame seleciona os melhores, não deveria estar preocupado com a sua extinção, porque os melhores se destacariam naturalmente no mercado. Assim, a prova é inócua.

      Nosso país possui muita gente que não tem acesso à justiça. As Defensorias Públicas estão sobrecarregadas. Se o exame for abolido, o número de advogados aumentará, juntamente com a competitividade por conta da disponibilidade de profissionais no mercado. Com mais advogados, haverá menos casos de direitos ultrajados e questões tão básicas sem solução. Competitividade obriga, por questão de sobrevivência, uma necessidade de melhoria de performance. É um instrumento mais eficiente que qualquer prova para elevar em massa o nível dos profissionais.

      As empresas e os contratantes de serviços sabem procurar o profissional de acordo com o nível de complexidade que a sua demanda exige. Isso é regra de mercado. Há bacharéis em Direito que não alcançaram a aprovação no Exame da Ordem, porém, são contratados por escritórios para realizar atividades privativas de advogados, recebendo salários menores. É o mercado reprovando a metodologia da OAB e aproveitando para reduzir salários dos empregados.

      Existem inúmeras profissões no país. Os demais Conselhos e órgãos de classe, com responsabilidades correspondentes à OAB, que não replicaram o modelo são ineficientes ou rejeitaram o mesmo? A OAB está certa sozinha?

      Se a OAB entendesse que a seleção de bons advogados (profissionais liberais) deve ser por meio de provas, por que não se utiliza deste mesmo método para selecionar seus candidatos a desembargador (cargo público), pelo quinto constitucional? Está evidente que as finalidades pretendidas justificam os meios escolhidos.

      A prova da OAB é aplicada por instituições terceirizadas. Isso mostra que ela não tem condições sequer de fazer essa tal peneira que estaria usando em suas avaliações. O resultado absurdo é que a instituição avaliadora privada acaba influindo como limitadora de um direito fundamental que a Constituição diz que é livre, no artigo 5o, XIII.

      Se o Exame efetivamente tivesse a finalidade de cumprir o que a OAB afirma, ele deveria ser periódico e por área. Periódico porque a legislação, a doutrina e a jurisprudência mudam periodicamente. A avaliação ficaria obsoleta em 5 anos, por exemplo. Por área porque o Exame só afere, na segunda fase, uma área do Direito, mas habilita em todas. Isso seria uma garantia de que os profissionais estariam atualizados e avaliados nas áreas que atuam. Como não é feito assim, o Exame é uma negação do que se alega em sua defesa.

      O bacharel que é aprovado na primeira fase do Exame, e não passa na segunda, poderia ter a validação dessa primeira aprovação para outros exames subsequentes. Eles seriam mais baratos para a OAB e para os bacharéis. Isso não é feito. O Exame sai mais caro para o bacharel e arrecada-se mais, de muitos desempregados, em exames subsequentes.

      (By Rubens Teixeira)

      Wilian Fontes
      Advogado
      Perito Judicial
      Empresário

  31. MÁRCIO MOURA disse:

    Colega José Porto, até a presente data não nos foi repassado nenhuma informação a respeito dessa audiência pelo Pres. Da OBB Willyan Johnes. logo que tivermos alguma informação ela será repassada com certeza. Abs.

  32. Tiago Leme Meneghin disse:

    OBB (ORDEM dos BACHAREIS BURROS). COMECEM A ESTUDAR CAMBADA DE VAGABUNDOS.

    • será que todo advogado que se formou antes de 1994 era burro e não sabia advogar pois não fez exame de ordem vez que entes de 1994 o exame ainda não existia ,. será que esse Tiago menghele fez o exame de ordem ???? PELA MANEIRA COMO OFENDE OS SEMELHANTES percebe-se pelo menos a primeira vista que: classe ele não tem a minima . educação então ……

      • Tiago Leme Meneghin disse:

        Olá Betão. Finalmente, um rapaz com argumentação de nível mais elevado nesta página. Pois bem, respondendo à sua indagação: creio que não podemos tecer maiores comentários no tocante à capacidade dos advogados formados antes de 1994, dada a inexistência de um parâmetro avaliativo de qualidade. Naquela época não havia nenhum exame/prova que atestasse – ainda que tais exames/provas sejam contestáveis em determinados aspectos, reconheço – de maneira objetiva/subjetiva o nível de conhecimento jurídico dos bachareis. Então todo tipo de gente ia advogar: preparados e despreparados, qualificados e desqualificados. Mas podemos afirmar, com razoável sensatez, que antes de 1994, muita gente despreparada entrou no mercado, se inscreveu nos quadros da OAB e, decerto, estão fazendo “cacas” até hoje. Felizmente, hoje já não é mais assim. A OAB criou um parâmetro avaliativo (o famigerado exame né) admirado e reconhecido por outras entidades de classe como o CRM (Conselho Regional de Medicina), o CRC (Conselho Regional de Contabilidade, que inclusive copiou o modelo avaliativo da OAB). Esse modelo avaliativo criado pela OAB também foi reconhecido pelo MEC (vide os comentários de Aloizio Mercadante acerca do exame) e pelo próprio STF. Além disso meu caro, lembre-se que até 1994 eram poucas as faculdades de Direito, de modo que com o decorrer do tempo estas se multiplicaram estrondosamente, tanto que hoje são mais de 1.300 faculdades de Direito em todo o país. Com a proliferação absurda de faculdades – muitas sem infraestrutura adequada, sem biblioteca adequada, sem professores qualificados etc – a demanda por um parâmetro qualificatório – ainda que falho em certos pontos, reconheço isso – tornou-se evidente, e o exame da OAB, por essas e outras razões que, diga-se de passagem, o Sr. conhece bem, adquiriu caráter compulsório, ou seja, o exame é estritamente necessário e amplamente justificável. Portanto, em 1994 a realidade era uma… hoje a realidade é outra. Por favor Betão, não seja estúpido a ponto de ficar traçando análises comparativas infundadas entre 1994 (uma realidade x) e 2013 (uma realidade y). Não é nada coerente querer comparar a realidade do ensino jurídico de 1994 com a realidade atual do ensino jurídico. Quanto à aprovação no exame, pode acreditar, eu passei na prova sim. Peguei a era FGV (a mais difícil de todas). Confesso a ti que não consegui passar de primeira, pois a prova é altamente desafiadora, porém necessária. Estudei numa ótima faculdade do interior de SP, que fica em Limeira, a aproximadamente 154 quilômetros da capital paulista. A faculdade pela qual me graduei tem de 75% a 85% de aprovação no exame. Mesmo assim, e eu particularmente achei isso muito injusto, a OAB deixou de fora do ranking a minha instituição. Discordo disso, pois uma faculdade que aprova de 75% a 85% no complicado exame, merecia mais respeito. Quanto ao Mengele, dê graças a Deus de eu não sê-lo, pois se eu o fosse você estaria encrencado, pois no regime nazista a preguiça e o complexo de derrotismo eram tratados na ponta do fuzil. Bom, no caso de Mengele seria na ponta do bisturi. Se me aturam? Sim, muitos me aturam, pode ter certeza disso. Não só me aturam como gostam de mim, agradeço de coração a Deus por ter posto em meu caminho tantos amigos que amo tanto. Quanto a estudar para o exame de OAB, dou-lhe, do fundo do coração, uma preciosa dica, que seguramente me foi decisiva. Mas não zombe, peço que NÃO DESCONSIDERE o que vou dizer agora. É sério Beto, faça o que vou lhe pedir, por favor me ouça: COMPRE A COLEÇÃO DE RESUMOS DA OAB (ATUALIZADA PELO AMOR DE DEUS) DA EDITORA MÉTODO. Acesse o site http://www.editorametodo.com.br … Acesse o site e compre O QUANTO ANTES a coleção completa da editora método. Para a primeira fase, eu estudei por esta coleção. Por isso peço a ti que faça o mesmo. Para a segunda fase, só passará com cursinho preparatório, de preferência o da LFG. A LFG tem o melhor cursinho para segunda fase. Mas peço que compre a coleção da editora método. É bem superior à coleção da Saraiva e bem superior à coleção da editora RT. Mas compre, não aja com orgulho, compre a coleção da editora método. Obrigado pela atenção.

    • Wilian Fontes disse:

      Dr Tiago Leme Meneghin, vc é um babaca…Não se trata de uma luta para tornar o bacharel em direito em advogado e encher o mercado de incompetentes, ou ainda, analisar a competência daqueles fizeram a prova antes de 1996. Tenha mais respeito ao julgar os bacharéis, pais de família, mães que são tolidas no seu direito de exercer livremente a profissão que escolheram. TRATA-SE DE JUSTIÇA, a mesma que o Doutorzinho “acha” que conhece. Posso garantir que como advogado aprovado no exame em 2009, sei que a prova não serve para nada, fiz uma única prova e passei de primeira, escolhi na segunda fase uma peça de penal, estudei só para ela e passei com 6, razoável com toda a certeza, nunca mais atuei em penal, sou muito melhor em direito civil, internacional, tributário ou em criticar pessoas como vc adevogadozinho Mengele!!!!

      Vejo até hj amigos brilhantes da faculdade, aprovados no exame inconstitucional, empregados em grandes escritórios sendo manipulados e escravizados, outros, o próprio mercado selecionou, mudaram de atividade, alguns continuam médios em seus escritórios, alguns se fizeram grandes ao conciliar a atividade de empresário com o jurídico bem afinado.

      A prova não é garantia de qualidade, é fonte de arrecadação pela OAB que vc paga e bajula, é fonte de discriminação social. R$85.000.000,00 todo ano, é uma mina de ouro que não sofre fiscalização ou é declarada, valor este que vc legitima ao defender o exame. É renda fácil para as editoras que vc “puxa o saco” e para cursinhos….

      Quando este exame acabar vão apenas abraçá-lo e dizer que estava errado…peça desculpas aos homens e mulheres que ofendeu e que nunca lhe faltaram com o devido respeito…Seja justo e homem!!!!

      Peço a todos o máximo de resignação que puderem ter e que acreditem que vamos encontrar o caminho da justiça e da paz neste conflito. Sei que é muito constrangedor e humilhante suportar as circunstâncias de ter seu direito de trabalhar na profissão que escolheram limitado, mas qualquer espécie de excessos em nada nos ajudará na nossa batalha, mas poderá servir para que alguns, que não tenham bons argumentos para defender as suas ideias, generalizem o ato de um como se fosse de todos, embora os bons operadores do direito saibam que essa transferência de responsabilidade não tem possibilidade jurídica.

      Como entre o mar e o rochedo quem leva a pior é o marisco; no caso do Exame da OAB, entre o MEC, a faculdade, a OAB e os bacharéis, quem vai levar a pior é o cidadão, mais fraco, que deveria estar protegido pelo Estado, com base nos Direitos Humanos?

      A OAB tem em sua história grandes atuações nos direitos relacionados à cidadania. Se ela acredita firmemente na importância deste Exame para a segurança dos que utilizam os serviços de profissionais liberais, em defesa da sociedade, deveria defender, com bons argumentos, avaliação análoga em outras profissões, especialmente às que os erros dos seus profissionais podem levar à morte imediata, como médicos, engenheiros, eletricistas e outras. Diferente da advocacia, erros desses profissionais não permitem, em geral, recursos que reformem os “erros” de “instâncias inferiores”.

      Por outro lado, se a OAB, qualquer pessoa ou instituição souber de eventual existência de faculdades caça-níqueis e não as denunciar, estará sendo conivente. Não podemos consagrar a lógica de que cada instituição faz o que quer desde que os fins que alega alcançar sejam justificativas para legitimar os meios utilizados.

      Assim, não explica, sob nenhuma ótica, a cassação do direito dos bacharéis de exercer a profissão de advogado, impondo-lhes o dever de cumprir uma etapa confrontante com a Constituição e as leis, com direitos fundamentais, com regras do mercado de trabalho, ineficiente, cara, e com outras incongruências que serão mostradas a seguir. Um ilegal pedágio para o “livre exercício da profissão” consagrado na Carta Magna.

      Tenho visto que a maioria dos argumentos largamente utilizados para defender o Exame da OAB são eivados de preconceitos e avaliações distorcidas da realidade. Quando há preconceito, não há argumentos bons o suficiente, mas isso é contraditório com a justiça e com a moral.

      A reprovação em massa no Exame da OAB produz três efeitos perversos: (1) impede o ingresso de novos profissionais no mercado; (2) garante um número maior de candidatos no concurso seguinte, propiciando uma arrecadação mais “robusta”; e (3) torna a advocacia elitizada, pois não há profissionais com disposição de patrocinar causas mais modestas para pessoas mais vulneráveis e pobres (vide direitos de cidadãos vilipendiados em comunidades pobres).

      Desempenho profissional é demonstrado em resultados obtidos em questões normalmente não contempladas por métodos pré-estabelecidos, como ocorrem nas avaliações do Exame da OAB. O bom profissional é identificado através da conquista de bons resultados no exercício de suas atividades. Essa avaliação envolve vários fatores não avaliáveis neste modelo de prova. O resultado que se almeja não é o que o órgão de classe busca, mas o que o cliente que contratou espera. Se nota de prova atestasse capacidade profissional, todos os profissionais do mercado deveriam ostentar suas notas em cursos. Isso não é feito para médicos, engenheiros, advogados, etc.

      A seleção dos melhores profissionais será no mercado, como acontece em todo mundo livre, não por terceiros que não dão garantias aos serviços prestados, como no caso, a OAB. Quem acredita que o Exame seleciona os melhores, não deveria estar preocupado com a sua extinção, porque os melhores se destacariam naturalmente no mercado. Assim, a prova é inócua.

      Nosso país possui muita gente que não tem acesso à justiça. As Defensorias Públicas estão sobrecarregadas. Se o exame for abolido, o número de advogados aumentará, juntamente com a competitividade por conta da disponibilidade de profissionais no mercado. Com mais advogados, haverá menos casos de direitos ultrajados e questões tão básicas sem solução. Competitividade obriga, por questão de sobrevivência, uma necessidade de melhoria de performance. É um instrumento mais eficiente que qualquer prova para elevar em massa o nível dos profissionais.

      As empresas e os contratantes de serviços sabem procurar o profissional de acordo com o nível de complexidade que a sua demanda exige. Isso é regra de mercado. Há bacharéis em Direito que não alcançaram a aprovação no Exame da Ordem, porém, são contratados por escritórios para realizar atividades privativas de advogados, recebendo salários menores. É o mercado reprovando a metodologia da OAB e aproveitando para reduzir salários dos empregados.

      Existem inúmeras profissões no país. Os demais Conselhos e órgãos de classe, com responsabilidades correspondentes à OAB, que não replicaram o modelo são ineficientes ou rejeitaram o mesmo? A OAB está certa sozinha?

      Se a OAB entendesse que a seleção de bons advogados (profissionais liberais) deve ser por meio de provas, por que não se utiliza deste mesmo método para selecionar seus candidatos a desembargador (cargo público), pelo quinto constitucional? Está evidente que as finalidades pretendidas justificam os meios escolhidos.

      A prova da OAB é aplicada por instituições terceirizadas. Isso mostra que ela não tem condições sequer de fazer essa tal peneira que estaria usando em suas avaliações. O resultado absurdo é que a instituição avaliadora privada acaba influindo como limitadora de um direito fundamental que a Constituição diz que é livre, no artigo 5o, XIII.

      Se o Exame efetivamente tivesse a finalidade de cumprir o que a OAB afirma, ele deveria ser periódico e por área. Periódico porque a legislação, a doutrina e a jurisprudência mudam periodicamente. A avaliação ficaria obsoleta em 5 anos, por exemplo. Por área porque o Exame só afere, na segunda fase, uma área do Direito, mas habilita em todas. Isso seria uma garantia de que os profissionais estariam atualizados e avaliados nas áreas que atuam. Como não é feito assim, o Exame é uma negação do que se alega em sua defesa.

      O bacharel que é aprovado na primeira fase do Exame, e não passa na segunda, poderia ter a validação dessa primeira aprovação para outros exames subsequentes. Eles seriam mais baratos para a OAB e para os bacharéis. Isso não é feito. O Exame sai mais caro para o bacharel e arrecada-se mais, de muitos desempregados, em exames subsequentes.

      (By Rubens Teixeira)

      Wilian Fontes
      Advogado
      Perito Judicial
      Empresário

    • rebert disse:

      manda sua mamãe aqui boneca. ela vai gostar dos vagabundos

  33. Tiago Leme Meneghin disse:

    OBB solicita audiência com Dilma… meu Deus quero só ver no que vai dar essa aliança macabra entre OBB (ORDEM dos BACHAREIS BURROS) e PT (PARTIDO dos TOLOS). A mistura de BURROS com TOLOS certamente será explosiva… espero não estar em Brasília quando esta reunião acontecer.

    • Wilian Fontes disse:

      Dr Tiago Leme Meneghin, vc é um babaca…Não se trata de uma luta para tornar o bacharel em direito em advogado e encher o mercado de incompetentes, ou ainda, analisar a competência daqueles fizeram a prova antes de 1996. Tenha mais respeito ao julgar os bacharéis, pais de família, mães que são tolidas no seu direito de exercer livremente a profissão que escolheram. TRATA-SE DE JUSTIÇA, a mesma que o Doutorzinho “acha” que conhece. Posso garantir que como advogado aprovado no exame em 2009, sei que a prova não serve para nada, fiz uma única prova e passei de primeira, escolhi na segunda fase uma peça de penal, estudei só para ela e passei com 6, razoável com toda a certeza, nunca mais atuei em penal, sou muito melhor em direito civil, internacional, tributário ou em criticar pessoas como vc adevogadozinho Mengele!!!!

      Vejo até hj amigos brilhantes da faculdade, aprovados no exame inconstitucional, empregados em grandes escritórios sendo manipulados e escravizados, outros, o próprio mercado selecionou, mudaram de atividade, alguns continuam médios em seus escritórios, alguns se fizeram grandes ao conciliar a atividade de empresário com o jurídico bem afinado.

      A prova não é garantia de qualidade, é fonte de arrecadação pela OAB que vc paga e bajula, é fonte de discriminação social. R$85.000.000,00 todo ano, é uma mina de ouro que não sofre fiscalização ou é declarada, valor este que vc legitima ao defender o exame. É renda fácil para as editoras que vc “puxa o saco” e para cursinhos….

      Quando este exame acabar vão apenas abraçá-lo e dizer que estava errado…peça desculpas aos homens e mulheres que ofendeu e que nunca lhe faltaram com o devido respeito…Seja justo e homem!!!!

      Peço a todos o máximo de resignação que puderem ter e que acreditem que vamos encontrar o caminho da justiça e da paz neste conflito. Sei que é muito constrangedor e humilhante suportar as circunstâncias de ter seu direito de trabalhar na profissão que escolheram limitado, mas qualquer espécie de excessos em nada nos ajudará na nossa batalha, mas poderá servir para que alguns, que não tenham bons argumentos para defender as suas ideias, generalizem o ato de um como se fosse de todos, embora os bons operadores do direito saibam que essa transferência de responsabilidade não tem possibilidade jurídica.

      Como entre o mar e o rochedo quem leva a pior é o marisco; no caso do Exame da OAB, entre o MEC, a faculdade, a OAB e os bacharéis, quem vai levar a pior é o cidadão, mais fraco, que deveria estar protegido pelo Estado, com base nos Direitos Humanos?

      A OAB tem em sua história grandes atuações nos direitos relacionados à cidadania. Se ela acredita firmemente na importância deste Exame para a segurança dos que utilizam os serviços de profissionais liberais, em defesa da sociedade, deveria defender, com bons argumentos, avaliação análoga em outras profissões, especialmente às que os erros dos seus profissionais podem levar à morte imediata, como médicos, engenheiros, eletricistas e outras. Diferente da advocacia, erros desses profissionais não permitem, em geral, recursos que reformem os “erros” de “instâncias inferiores”.

      Por outro lado, se a OAB, qualquer pessoa ou instituição souber de eventual existência de faculdades caça-níqueis e não as denunciar, estará sendo conivente. Não podemos consagrar a lógica de que cada instituição faz o que quer desde que os fins que alega alcançar sejam justificativas para legitimar os meios utilizados.

      Assim, não explica, sob nenhuma ótica, a cassação do direito dos bacharéis de exercer a profissão de advogado, impondo-lhes o dever de cumprir uma etapa confrontante com a Constituição e as leis, com direitos fundamentais, com regras do mercado de trabalho, ineficiente, cara, e com outras incongruências que serão mostradas a seguir. Um ilegal pedágio para o “livre exercício da profissão” consagrado na Carta Magna.

      Tenho visto que a maioria dos argumentos largamente utilizados para defender o Exame da OAB são eivados de preconceitos e avaliações distorcidas da realidade. Quando há preconceito, não há argumentos bons o suficiente, mas isso é contraditório com a justiça e com a moral.

      A reprovação em massa no Exame da OAB produz três efeitos perversos: (1) impede o ingresso de novos profissionais no mercado; (2) garante um número maior de candidatos no concurso seguinte, propiciando uma arrecadação mais “robusta”; e (3) torna a advocacia elitizada, pois não há profissionais com disposição de patrocinar causas mais modestas para pessoas mais vulneráveis e pobres (vide direitos de cidadãos vilipendiados em comunidades pobres).

      Desempenho profissional é demonstrado em resultados obtidos em questões normalmente não contempladas por métodos pré-estabelecidos, como ocorrem nas avaliações do Exame da OAB. O bom profissional é identificado através da conquista de bons resultados no exercício de suas atividades. Essa avaliação envolve vários fatores não avaliáveis neste modelo de prova. O resultado que se almeja não é o que o órgão de classe busca, mas o que o cliente que contratou espera. Se nota de prova atestasse capacidade profissional, todos os profissionais do mercado deveriam ostentar suas notas em cursos. Isso não é feito para médicos, engenheiros, advogados, etc.

      A seleção dos melhores profissionais será no mercado, como acontece em todo mundo livre, não por terceiros que não dão garantias aos serviços prestados, como no caso, a OAB. Quem acredita que o Exame seleciona os melhores, não deveria estar preocupado com a sua extinção, porque os melhores se destacariam naturalmente no mercado. Assim, a prova é inócua.

      Nosso país possui muita gente que não tem acesso à justiça. As Defensorias Públicas estão sobrecarregadas. Se o exame for abolido, o número de advogados aumentará, juntamente com a competitividade por conta da disponibilidade de profissionais no mercado. Com mais advogados, haverá menos casos de direitos ultrajados e questões tão básicas sem solução. Competitividade obriga, por questão de sobrevivência, uma necessidade de melhoria de performance. É um instrumento mais eficiente que qualquer prova para elevar em massa o nível dos profissionais.

      As empresas e os contratantes de serviços sabem procurar o profissional de acordo com o nível de complexidade que a sua demanda exige. Isso é regra de mercado. Há bacharéis em Direito que não alcançaram a aprovação no Exame da Ordem, porém, são contratados por escritórios para realizar atividades privativas de advogados, recebendo salários menores. É o mercado reprovando a metodologia da OAB e aproveitando para reduzir salários dos empregados.

      Existem inúmeras profissões no país. Os demais Conselhos e órgãos de classe, com responsabilidades correspondentes à OAB, que não replicaram o modelo são ineficientes ou rejeitaram o mesmo? A OAB está certa sozinha?

      Se a OAB entendesse que a seleção de bons advogados (profissionais liberais) deve ser por meio de provas, por que não se utiliza deste mesmo método para selecionar seus candidatos a desembargador (cargo público), pelo quinto constitucional? Está evidente que as finalidades pretendidas justificam os meios escolhidos.

      A prova da OAB é aplicada por instituições terceirizadas. Isso mostra que ela não tem condições sequer de fazer essa tal peneira que estaria usando em suas avaliações. O resultado absurdo é que a instituição avaliadora privada acaba influindo como limitadora de um direito fundamental que a Constituição diz que é livre, no artigo 5o, XIII.

      Se o Exame efetivamente tivesse a finalidade de cumprir o que a OAB afirma, ele deveria ser periódico e por área. Periódico porque a legislação, a doutrina e a jurisprudência mudam periodicamente. A avaliação ficaria obsoleta em 5 anos, por exemplo. Por área porque o Exame só afere, na segunda fase, uma área do Direito, mas habilita em todas. Isso seria uma garantia de que os profissionais estariam atualizados e avaliados nas áreas que atuam. Como não é feito assim, o Exame é uma negação do que se alega em sua defesa.

      O bacharel que é aprovado na primeira fase do Exame, e não passa na segunda, poderia ter a validação dessa primeira aprovação para outros exames subsequentes. Eles seriam mais baratos para a OAB e para os bacharéis. Isso não é feito. O Exame sai mais caro para o bacharel e arrecada-se mais, de muitos desempregados, em exames subsequentes.

      (By Rubens Teixeira)

      Wilian Fontes
      Advogado
      Perito Judicial
      Empresário

    • Clara disse:

      TOLO

    • rebert disse:

      manda sua namorada ou mulher se você tem ela vao gostar de fazer algo bem feito

  34. josé Porto disse:

    Li neste blog, que o Presidente DA OBB, solicitou uma Audiência com a Presidenta Dilma. Gostaria de saber se já foi marcado a data dessa audiência? Se não; talvez temos que usarmos outra maneira para tal. Não quero ser impulsivo, mais só resta a força bruta para sensibilizar essa corja de políticos. Não foram o que fizeram nas ruas?

    • Tiago Leme Meneghin disse:

      OBB solicita audiência com Dilma… meu Deus quero só ver no que vai dar essa aliança macabra entre OBB (ORDEM dos BACHAREIS BURROS) e PT (PARTIDO dos TOLOS). A mistura de BURROS com TOLOS certamente será explosiva… espero não estar em Brasília quando esta reunião acontecer.

      • Querido gênio – inteligentíssimo Tiago menghele, sua ausência em Brasilia será lamentável. pois pessoas com alto QI como o seu não são encontradas em qualquer esquina não. Eu gostaria muito de lhe conhecer pessoalmente aprender um pouco com você como se estuda para passar na prova da OAB . pois sou apenas um dos insignificantes bacharéis em direito que você do alto da sua inteligência inigualável com seu culto linguajar adjetivou de preguiçoso e burro. Eu gostaria muito de lhe conhecer para beber dessa fonte de sabedoria. Por isso, espero que voce esteja em Brasilia quando esse nosso encontro acontecer pois quero lhe conhecer pessoalmente e poder lhe dar um fortíssimo abraço bem apertado . Seu admirador que muito o inveja . ROBERTO MOTTA INSIGNIFICANTE, BURRO E PREGUIÇOSO BACHAREL EM DIREITO.

        • AI GALERA, ESSE TIAGO LEME MENGHELE É UMA FIGURINHA, NÃO OBSTANTE TENHA LEME NA COMPOSIÇÃO DO SEU SINGELO NOMEZINHO, PERCEBE-SE CRISTALINAMENTE QUE O ELEMENTO ENCONTRA-SE COMPLETAMENTE A DERIVA E SEM LEME . TIAGUINHO SEM LEME, LEVAMAL NÃO MAIS AÍ, . SAI FORA O MALA SEM ALÇA. – VAI PROCURAR TUA TURMA SE É QUE ALGUÉM TE ATURA. ROBERTO DE PAULA MOTTA FALOU E TENHO DITO,

        • Tiago Leme Meneghin disse:

          Betão não leve a mal rapaz. Não fique magoado, não tive a intenção de machucá-lo. Mas é sério, leia minha resposta acima, e COMPRE O MATERIAL QUE TE RECOMENDEI. Pode ficar tranquilo, não tenho nenhum vínculo/sociedade com a editora método. Alguns colegas que estudaram pela coleção da ed. método acertaram mais de 60 questões na primeira fase. Faça o que lhe recomendei. Boa sorte e que Deus ilumine a sua mente, primeiramente para acatar meu modesto conselho, e secundariamente para passar no exame. Vai dar tudo certo. Mas primeiro compre a coleção, faça isso logo antes que esgote. Obrigado e se cuide cara.

          • Joao Alves disse:

            Tiago leme: Sai da vida de riquinho abastado, e vem para o mundo real, dos que não tem meios de comprar livros, preparatórios, e acordam cinco horas da manha para trabalhar, que fazem provas sob pressao, porque já tem mais de 50 anos e não tem mais vaga no mercado de trabalho. Vem viver com a grande maioria, quero ver se voce sobrevive sem dinheiro do papai e longe da mamae.

            • Tiago Leme Meneghin disse:

              Se tem mais de 50 anos já era cara, fica dificílimo mesmo… Lamento informar, mas se você trabalha tanto a ponto de não ter pelo menos de 5 a 6 horas disponíveis para estudar, VOCÊ NÃO TEM A MENOR CHANCE DE PASSAR NO EXAME. E não tiro sua razão, pelo menos não totalmente: quem não tem condições de ficar em casa lendo, estudando, dedicando-se exclusivamente ao exame, não tem nem 1% de chances. A prova é difícil e quem não estudar pelo menos 5 horas por dia jamais será aprovado. Mas lamento por você. Todos que conheço que passaram no exame foram literalmente bancados, por isso não tiro sua razão. Mas não deixo de ser realista contigo: você está encrencado, pois nessas circunstâncias (acordando 5 horas da manhã, sem dinheiro para comprar uma boa coleção e sem tempo de estudar…), você não tem sequer 1% de chances de passar. E não se iluda: o exame de ordem não vai cair nem em 2013, nem nos próximos anos. A OAB tem apoio do Governo e do MEC para manter o exame.

      • Wilian Fontes disse:

        Dr Tiago Leme Meneghin, vc é um babaca…Não se trata de uma luta para tornar o bacharel em direito em advogado e encher o mercado de incompetentes, ou ainda, analisar a competência daqueles fizeram a prova antes de 1996. Tenha mais respeito ao julgar os bacharéis, pais de família, mães que são tolidas no seu direito de exercer livremente a profissão que escolheram. TRATA-SE DE JUSTIÇA, a mesma que o Doutorzinho “acha” que conhece. Posso garantir que como advogado aprovado no exame em 2009, sei que a prova não serve para nada, fiz uma única prova e passei de primeira, escolhi na segunda fase uma peça de penal, estudei só para ela e passei com 6, razoável com toda a certeza, nunca mais atuei em penal, sou muito melhor em direito civil, internacional, tributário ou em criticar pessoas como vc adevogadozinho Mengele!!!!

        Vejo até hj amigos brilhantes da faculdade, aprovados no exame inconstitucional, empregados em grandes escritórios sendo manipulados e escravizados, outros, o próprio mercado selecionou, mudaram de atividade, alguns continuam médios em seus escritórios, alguns se fizeram grandes ao conciliar a atividade de empresário com o jurídico bem afinado.

        A prova não é garantia de qualidade, é fonte de arrecadação pela OAB que vc paga e bajula, é fonte de discriminação social. R$85.000.000,00 todo ano, é uma mina de ouro que não sofre fiscalização ou é declarada, valor este que vc legitima ao defender o exame. É renda fácil para as editoras que vc “puxa o saco” e para cursinhos….

        Quando este exame acabar vão apenas abraçá-lo e dizer que estava errado…peça desculpas aos homens e mulheres que ofendeu e que nunca lhe faltaram com o devido respeito…Seja justo e homem!!!!

        Peço a todos o máximo de resignação que puderem ter e que acreditem que vamos encontrar o caminho da justiça e da paz neste conflito. Sei que é muito constrangedor e humilhante suportar as circunstâncias de ter seu direito de trabalhar na profissão que escolheram limitado, mas qualquer espécie de excessos em nada nos ajudará na nossa batalha, mas poderá servir para que alguns, que não tenham bons argumentos para defender as suas ideias, generalizem o ato de um como se fosse de todos, embora os bons operadores do direito saibam que essa transferência de responsabilidade não tem possibilidade jurídica.

        Como entre o mar e o rochedo quem leva a pior é o marisco; no caso do Exame da OAB, entre o MEC, a faculdade, a OAB e os bacharéis, quem vai levar a pior é o cidadão, mais fraco, que deveria estar protegido pelo Estado, com base nos Direitos Humanos?

        A OAB tem em sua história grandes atuações nos direitos relacionados à cidadania. Se ela acredita firmemente na importância deste Exame para a segurança dos que utilizam os serviços de profissionais liberais, em defesa da sociedade, deveria defender, com bons argumentos, avaliação análoga em outras profissões, especialmente às que os erros dos seus profissionais podem levar à morte imediata, como médicos, engenheiros, eletricistas e outras. Diferente da advocacia, erros desses profissionais não permitem, em geral, recursos que reformem os “erros” de “instâncias inferiores”.

        Por outro lado, se a OAB, qualquer pessoa ou instituição souber de eventual existência de faculdades caça-níqueis e não as denunciar, estará sendo conivente. Não podemos consagrar a lógica de que cada instituição faz o que quer desde que os fins que alega alcançar sejam justificativas para legitimar os meios utilizados.

        Assim, não explica, sob nenhuma ótica, a cassação do direito dos bacharéis de exercer a profissão de advogado, impondo-lhes o dever de cumprir uma etapa confrontante com a Constituição e as leis, com direitos fundamentais, com regras do mercado de trabalho, ineficiente, cara, e com outras incongruências que serão mostradas a seguir. Um ilegal pedágio para o “livre exercício da profissão” consagrado na Carta Magna.

        Tenho visto que a maioria dos argumentos largamente utilizados para defender o Exame da OAB são eivados de preconceitos e avaliações distorcidas da realidade. Quando há preconceito, não há argumentos bons o suficiente, mas isso é contraditório com a justiça e com a moral.

        A reprovação em massa no Exame da OAB produz três efeitos perversos: (1) impede o ingresso de novos profissionais no mercado; (2) garante um número maior de candidatos no concurso seguinte, propiciando uma arrecadação mais “robusta”; e (3) torna a advocacia elitizada, pois não há profissionais com disposição de patrocinar causas mais modestas para pessoas mais vulneráveis e pobres (vide direitos de cidadãos vilipendiados em comunidades pobres).

        Desempenho profissional é demonstrado em resultados obtidos em questões normalmente não contempladas por métodos pré-estabelecidos, como ocorrem nas avaliações do Exame da OAB. O bom profissional é identificado através da conquista de bons resultados no exercício de suas atividades. Essa avaliação envolve vários fatores não avaliáveis neste modelo de prova. O resultado que se almeja não é o que o órgão de classe busca, mas o que o cliente que contratou espera. Se nota de prova atestasse capacidade profissional, todos os profissionais do mercado deveriam ostentar suas notas em cursos. Isso não é feito para médicos, engenheiros, advogados, etc.

        A seleção dos melhores profissionais será no mercado, como acontece em todo mundo livre, não por terceiros que não dão garantias aos serviços prestados, como no caso, a OAB. Quem acredita que o Exame seleciona os melhores, não deveria estar preocupado com a sua extinção, porque os melhores se destacariam naturalmente no mercado. Assim, a prova é inócua.

        Nosso país possui muita gente que não tem acesso à justiça. As Defensorias Públicas estão sobrecarregadas. Se o exame for abolido, o número de advogados aumentará, juntamente com a competitividade por conta da disponibilidade de profissionais no mercado. Com mais advogados, haverá menos casos de direitos ultrajados e questões tão básicas sem solução. Competitividade obriga, por questão de sobrevivência, uma necessidade de melhoria de performance. É um instrumento mais eficiente que qualquer prova para elevar em massa o nível dos profissionais.

        As empresas e os contratantes de serviços sabem procurar o profissional de acordo com o nível de complexidade que a sua demanda exige. Isso é regra de mercado. Há bacharéis em Direito que não alcançaram a aprovação no Exame da Ordem, porém, são contratados por escritórios para realizar atividades privativas de advogados, recebendo salários menores. É o mercado reprovando a metodologia da OAB e aproveitando para reduzir salários dos empregados.

        Existem inúmeras profissões no país. Os demais Conselhos e órgãos de classe, com responsabilidades correspondentes à OAB, que não replicaram o modelo são ineficientes ou rejeitaram o mesmo? A OAB está certa sozinha?

        Se a OAB entendesse que a seleção de bons advogados (profissionais liberais) deve ser por meio de provas, por que não se utiliza deste mesmo método para selecionar seus candidatos a desembargador (cargo público), pelo quinto constitucional? Está evidente que as finalidades pretendidas justificam os meios escolhidos.

        A prova da OAB é aplicada por instituições terceirizadas. Isso mostra que ela não tem condições sequer de fazer essa tal peneira que estaria usando em suas avaliações. O resultado absurdo é que a instituição avaliadora privada acaba influindo como limitadora de um direito fundamental que a Constituição diz que é livre, no artigo 5o, XIII.

        Se o Exame efetivamente tivesse a finalidade de cumprir o que a OAB afirma, ele deveria ser periódico e por área. Periódico porque a legislação, a doutrina e a jurisprudência mudam periodicamente. A avaliação ficaria obsoleta em 5 anos, por exemplo. Por área porque o Exame só afere, na segunda fase, uma área do Direito, mas habilita em todas. Isso seria uma garantia de que os profissionais estariam atualizados e avaliados nas áreas que atuam. Como não é feito assim, o Exame é uma negação do que se alega em sua defesa.

        O bacharel que é aprovado na primeira fase do Exame, e não passa na segunda, poderia ter a validação dessa primeira aprovação para outros exames subsequentes. Eles seriam mais baratos para a OAB e para os bacharéis. Isso não é feito. O Exame sai mais caro para o bacharel e arrecada-se mais, de muitos desempregados, em exames subsequentes.

        (By Rubens Teixeira)

        Wilian Fontes
        Advogado
        Perito Judicial
        Empresário

      • Wilian Fontes disse:

        que babaca…

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