OAB quer onerar ainda mais o Empresário com a injustiça do trabalho. #CPIdaOAB


Creio que seja de conhecimento geral que a Justiça Trabalhista tem se tornado um empecílio para a criação de emprego e o próprio crescimento do Pais.

Quem hoje em sã consciência quer ter um empregado?

Muitas empregadas domésticas poderiam estar trabalhando registradas, mas cada vez mais vem aumentando o número de diaristas já que trabalhando duas vezes por semana não gera vinculo. Compensa mais ter três empregadas diaristas ao invés de uma registrada. Quem quer dor de cabeça?

Basta que um empregado entre na Justiça do Trabalho para quebrar uma pequena empresa, já vimos isto ocorrer com vários microempresários. Os tributos são altos, mas o pior é encontrar um advogado sem ética que não quer apenas receber os direitos de seu cliente; quer ganhar o que não é devido lesando a outra parte. O que é muito comum, pois ha um entendimento de que encontrar uma brecha na lei ou mesmo o Juiz concedendo o pedido isenta-se a consciência e tudo fica “legal”. Isto não é Justiça e nem ética.

Agora a maior Organização Corporativa deste Pais, com uma bancada forte no Parlamento quer lesar ainda mais o Empresário Brasileiro.

Não importa se isto gerará desemprego, quebrará empresas, expulsará investimentos etc. Quanto mais gente pobre e desempregada melhor. Mais escravos para servir a casta privilegiada.

A terceirização dá certo na maioria dos países desenvolvidos. Mas no Brasil não dá…

Não consigo ver futuro na vida de um empregado. Casa sem terminar, falta comida, remédio, roupas etc.

A proliferação dos micro empreendimentos é uma forma de resolver esta situação já que um empresário tem que obrigatoriamente se desenvolver, aprender a tomar decisões, a fazer as coisas, pensar por si próprio e como consequência, EMANCIPA-SE.

A CLT, a Justiça do Trabalho, a terceirização tem que ser repensada. Os microempreendedores devem ser valorizados.

Quanto a OAB, esta confraria materialista, este câncer sanguessuga precisa voltar ás suas origens, ao que foi destinado: UMA ASSOCIAÇÃO DE CLASSE.

OAB luta por aprovação de PL que prevê honorários de sucumbência na Justiça do Trabalho

Assessoria Câmara dos Deputados

O Projeto de Lei (PL) nº 3393/2004, que institui honorários advocatícios de sucumbência na Justiça Trabalhista, foi tema da reunião, desta quarta-feira (27), na Câmara dos Deputados, em Brasília, com os deputados federais José Francisco Paes Landim, que entrou com recurso exigindo mais discussão sobre a pauta, e Jovair Arantes.

A reunião foi solicitada pelo Conselho Federal da OAB e pela OAB-GO para pedir aos deputados a retirada de recursos do Projeto e, posteriormente, a aprovação do mesmo pela Câmara porque trata de assunto de relevância para a advocacia trabalhista.

Segundo o presidente da OAB-GO, Henrique Tibúrcio, que participou da discussão, é preciso corrigir uma desigualdade entre o segmento e a categoria militante na Justiça Comum. “Os honorários sucumbenciais são significativos para a remuneração de todos os advogados e os trabalhistas, que, atualmente, somam cerca 120 mil em todo o País, não contam com a verba, portanto, precisamos colocar toda a advocacia em igual condição”, destacou.

Henrique Tibúrcio acredita, ainda, que, com a aprovação do Projeto de Lei, as demandas aventureiras na Justiça do Trabalho serão reduzidas. “É preciso responsabilizar a parte que aciona a Justiça consciente de que o faz sem grandes chances de êxito”, afirmou.

Nesse contexto, Marcus Vinícius Furtado, presidente do Conselho Federal da OAB, argumentou aos deputados federais destacando que a defesa dos honorários de sucumbência para a advocacia trabalhista é de fundamental importância para a valorização da própria Justiça do Trabalho, que, atualmente, é considerada uma Justiça de acordos, mas trata, na verdade, de situações complexas que atingem toda a classe trabalhadora do Brasil.

Também participaram da reunião, o diretor-tesoureiro da OAB-GO, Enil Henrique; os conselheiros seccionais da OAB-GO Arlete Mesquita, Eliomar Pires e Rafael Cortez (presidente da Associação Goiana dos Advogados Trabalhistas); o conselheiro federal pelo Distrito Federal, Nilton Correia; e o presidente da Associação Brasileira dos Advogados Trabalhistas, Antônio Fabricio de Matos.

Autor: Assessoria de Comunicação Integrada da OAB-GO

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Uma resposta para OAB quer onerar ainda mais o Empresário com a injustiça do trabalho. #CPIdaOAB

  1. Elço Ferreira dos Santos disse:

    Se esta atitude da OAB, visa proteger os advogados, começo a ter pena dos mesmos, existe no ar algo sinistro, parabens para esse conselho totalitario.

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