Ophir propõe incluir conciliação no Exame de Ordem #FIMEXAMEOAB #examedeordemINCONSTITUCIONAL #CPIdaOAB


DIFICULTAR PARA REPROVAR MAIS…

SOLUÇÃO DE CONFLITOS

Ophir propõe incluir conciliação no Exame de Ordem

Durante o lançamento da Escola Nacional de Mediação e Conciliação (Enam), o presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, Ophir Cavalcante, disse que irá propor a inclusão na grade obrigatória do Exame de Ordem Unificado dos métodos autocompositivos de solução de conflitos judiciais.

Segundo explicou Ophir, ao tornar obrigatória a cobrança de matérias relacionadas à solução extrajudicial de conflitos no Exame de Ordem, a OAB terá mais condições de “pressionar as universidades e faculdades para que formem cada vez mais operadores do Direito que pensem a Justiça e a cidadania”.

“Todos ganharão com o estímulo à mediação e à conciliação: a Justiça, que será desafogada, o advogado, que receberá sim seus honorários, e, sobretudo, o cidadão, que terá mais acesso ao sistema judicial e verá sempre seu problema resolvido”, avaliou o presidente nacional da OAB.

No evento também foi assinado um acordo de cooperação técnica entre a OAB e o Ministério da Justiça. Pelo termo, o Conselho Federal irá difundir a importância da solução extrajudicial de conflitos e estimulará a capacitação dos advogados em mediação e conciliação. Ophir colocou à disposição da escola as cerca de 380 unidades de transmissão da Escola Nacional da Advocacia (ENA), presentes hoje em 25 estados do país, para a realização de cursos jurídicos telepresenciais para os advogados brasileiros.

A Escola Nacional de Mediação e Conciliação, fruto de parceria do Ministério da Justiça e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), oferecerá capacitação para operadores do Direito, seminários e eventos de difusão de conhecimento e projetos e atividades de ensino e pesquisa. Os objetivos da Enam são disseminar técnicas de resolução extrajudicial de conflitos e estimular o diálogo entre a comunidade acadêmica, os órgãos do sistema de Justiça, os gestores de políticas públicas e os diversos atores envolvidos com os meios alternativos de resolução de conflitos.

O lançamento contou com a presença do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, do presidente do Superior Tribunal de Justiça, Félix Fischer, do procurador-geral da República, Roberto Gurgel, do Advogado-Geral da União, Luis Inácio Adams, e do secretário da Reforma do Judiciário, Flávio Caetano. Com informações da Assessoria de Imprensa da OAB.

Revista Consultor Jurídico, 17 de dezembro de 2012

Esse post foi publicado em GERAL e marcado , , . Guardar link permanente.

4 respostas para Ophir propõe incluir conciliação no Exame de Ordem #FIMEXAMEOAB #examedeordemINCONSTITUCIONAL #CPIdaOAB

  1. Romildo leal rodrigue disse:

    estão criando um monstro que depois eles não irão conseguir mata lo ou domestica lo, OAB esta mas para monstro que entidade!

  2. LUIZ GONZAGA FERREIRA disse:

    Mais uma artimanha do Sr. Ophir em querer tornar a OAB acima de nossa Constituição e ainda contando com apoio de pessoas que deveriam antes de aceitarem tal convite, analisarem as algúrias vividas por dezenas de bacharéis. 1 – Porque não isentar de taxa o “candidato” aprovado na 1ª fase e reprovado na 2ª fase. 2 – Porque não tornar a correção da petição e respostas transparente. O que nos parece num primeiro momento é que no seu desespero e preocupado com a ganância em obter mais recursos, procura trazer para si pessoas que não têm conhecimento do que realmente é o E.O. e suas armadilhas. não é ministro Marco Aurélio?

  3. “OAB terá mais condições de “pressionar as universidades e faculdades para que formem cada vez mais operadores do Direito que pensem a Justiça e a cidadania”.
    Ophir propõe incluir conciliação no Exame de Ordem #FIMEXAMEOAB #examedeordemINCONSTI…
    De:Inacio Vacchiano
    A respeito das teses de OPHIR acima postas em “aspas’ diz este cidadão:

    O lançamento contou com a presença do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, do presidente do Superior Tribunal de Justiça, Félix Fischer, do procurador-geral da República, Roberto Gurgel, do Advogado-Geral da União, Luis Inácio Adams, e do secretário da Reforma do Judiciário, Flávio Caetano. Com informações da Assessoria de Imprensa da OAB.

    Esta astuciosa “conciliação proposta por OPHIR “no Exame de Ordem” cujo lançamento contou com a presença de José Eduardo Cardozo, ministro da justiça, de Felix Fischer presidente do Superior Tribunal de Justiça, de Roberto Gurgel procurador-geral da República, de Luis Inácio Adams, secretário da Reforma do Judiciário e de Flávio Caetano secretario da Reforma do Judiciário, põe em risco de forma direta e em contradição,a atos e fatos que se encontram acostados no RECURSO EXTRAORDINÁRIO 603.583. Da relatoria do ministro MARCO AURÉLIO.
    Que acolheu parecer de ex-senador cassado Demóstenes Torres partidário do DEM.
    Tendo dito que o Exame de Ordem é constitucional. E não o é.
    A discussão do RE não foi votada no Plenário do STF. Por isto, tão apenas e somente por isto não faz coisa julgada imutável
    O que, põe em choque a proposta de OPHIR e das autoridades. Cuja presença dela na proposta de OPHIR no Exame de Ordem, assume Repercussão Geral.
    Fato provocador de interesse nacional.
    Cuidem as “autoridades” ao dar credito a OAB NACIONAL. A respeito de atos e fatos não votados no RE 603, 583 em matéria da competência interna corpo ris do STF.
    SE
    O presidente nacional da OAB deseja propor CONCILIAÇÃO.
    Que a faça com a roupagem da LÓGICA.
    Pondo-a sob o domínio e julgamento do STF.
    Sempre em favor do BACHAREL em DIREITO. A fim de torná-Lo apto de advogar. Como sempre advogou nos limites da Lei 4.215/63.
    Revogada de forma inconstitucional, pela Lei 8906/94.
    Que critério LÓGICO adotou esta nova lei para exigir “exame de ordem”?
    Que desde o Império Republicano no Brasil, nenhum bacharel foi obrigado a fazê-lo?
    Uma “lei nova” nunca pode prejudicar “direito adquirida” do brasileiro.
    Especialmente diplomado por UNIVERSIDADE ou FACULDADE de DIREITO.
    Esta manifestação se abriga no texto do artigo 339 do Código de Processo Civil Brasileiro.
    “Ninguém se exime do dever de colaborar com o Poder Judiciário para o descobrimento da verdade”
    Ainda:
    “Os caminhos da justiça são infinitos e nenhum deles pode deixar de ser tentado”
    Miguel Reale. Filósofo e Jurista.De saudosa memória.
    João Ribeiro Padilha
    OAB SP 40385 AASP 8740
    Presidente de Honra do MNBD em São Paulo. Por indicação de ITACIR FLORES presidente

  4. JUSTIÇA ... ACIMA DE TUDO. disse:

    MAIS UMA FORMULA DE REPROVAÇÃO E ARRECADAÇÃO – VIVEMOS NUMA DEMOCRACIA DIRIGIDA, PIOR QUE DITADURA. POR ISSO SINTO SAUDADES E PREFIRO A DITADURA

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s