Presidente da OAB/MS defende exame de ordem e nepotismo praticado por seu pai o desembargador Claudionor Miguel Abss Duarte. #examedeordemINCONSTITUCIONAL #examedeordempeloMEC


 E interessante como os defensores do exame de ordem tem um padrão de moralidade linear. 

O principal argumento é que  “Hoje se formam dez bacharéis por hora, com uma média de 20% de aprovação no Exame, temos dois advogados por hora no Brasil, é mais advogado que a China“.  

OAB/MS repudia nova tentativa de derrubar Exame da Ordem

O presidente da OAB/MS, Leonardo Duarte, repudiou veementemente a nova tentativa de acabar com o Exame da Ordem, encabeçada pelo deputado federal Eduardo da Cunha (RJ). O projeto de lei, em trâmite na Câmara Federal, deixaria livre para exercer a advocacia qualquer bacharel em Direito, sem necessidade de aprovação no Exame da OAB.
“Hoje se formam dez bacharéis por hora, com uma média de 20% de aprovação no Exame, temos dois advogados por hora no Brasil, é mais advogado que a China. O País não tem condições de realizar uma medida dessa (derrubar o Exame)”, comentou Duarte.
A posição é reforçada por Rubens Deocussau Tilkian, vice-presidente da Comissão Permanente de Estágio e Exame da Ordem da OAB/SP. “O fim do Exame traria uma insegurança jurídica e social muito grande, e não garantiria mais a qualidade do trabalho da advocacia com a população. É o Exame que garante isso”, defendeu, em visita à Campo Grande.
Segundo Tilkian, depois de muitas tentativas de colocar fim no Exame, desta vez o tema deve tomar proporções maiores. “A proposta do deputado Eduardo da Cunha virou uma bandeira em alas do Congresso. Isso é uma medida de mídia, para ganhar votos, e perigosíssima para a sociedade”, afirmou.
A OAB/MS entende que o Exame é essencial para a advocacia, porém não desmerece outras áreas de atuação do bacharel de Direito. “Tem que pensar em todos que permeiam a área, como por exemplo oficiais de justiça. E neste quesito não é preciso o Exame da OAB em algumas profissões”, comentou o presidente Leonardo Duarte.
Fonte: oabms

Briga em família de desembargador tem mais um capítulo na OAB/MS

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Ana Maria Assis

Conselheiro da OAB/MS (Ordem dos Advogados do Brasil em Mato Grosso do Sul), Claudionor Duarte Neto denunciou à Ordem o nepotismo cruzado por parte do desembargador do Tribunal de Justiça (TJ/MS), Claudionor Abss Duarte. O desembargador é tio de Jamili Coberlino Duarte Caldart, que tem cargo comissionado no Tribunal de Contas do Estado (TCE). A denúncia foi apresentada no inicio do mês, mas resposta à solicitação aumentou polêmica sobre o caso.

Neto entrou em contato com o Campo Grande News reclamando de que a OAB/MS pediu mais provas em relação à denúncia, sendo que ele já havia apresentado nome, cargo e nomeação de Jamili.

No entanto, o presidente da entidade, Leonardo Duarte, explica que TCE e o TJ são instituições diferentes e, que para haver o nepotismo cruzado, além de Jamili trabalhar no TCE por indicação do desembargador, teria de haver um cargo no TJ indicado por alguém do Tribunal de Contas.

O nepotismo cruzado é caracterizado pela “troca de favores”, o que não foi apresentado no ofício de Duarte Neto, alega a OAB.

A denúncia, conforme Leonardo Duarte, filho do desembargador, é devido à desavença de Duarte Neto com a família, inclusive com o pai que é irmão do desembargador, com quem não fala há sete anos.

Segundo o presidente, Neto é, além de sobrinho do desembargador, então primo do presidente da OAB/MS, também irmão de Jamili, que possui o cargo no TCE.

O presidente da Ordem afirmou que, mesmo diante as circunstâncias, agiu com profissionalismo.

“O processo já foi aberto, mas estamos em recesso. No entanto, o desembargador já foi inclusive oficiado sobre o caso”.

Leonardo lembrou do processo que corre na OAB em face de Duarte Neto, em que ele é citado por trabalhar na Assembleia Legislativa. “Seguindo o raciocínio do requerente, até ele em tese também cometeria o crime, por trabalhar na Assembleia Legislativa e por ter mesmo grau de parentesco, sendo sobrinho do desembargador”, avaliou Leonardo.

Para Duarte Neto, em e-mail enviado ao Campo Grande News, o pedido da OAB/MS por mais provas do nepotismo cruzado, inclusive de cargo assumido no TJ por alguém indicado por servidor do TCE, é uma maneira de “fugir” da denúncia.

O conselheiro chegou a dizer que a OAB/MS está “tentando desvirtuar o lançado no referido pedido.

Para o autor da denúncia, “a OAB, em vez de lançar mão de atitudes, quer achar pele em ovo, desvirtuando o que fora lavrado no pedido de providencias”.

Fonte:   campograndenews

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