Água fluoretada, uma herança nazista


Por Claúdia Rodrigues.

Em setembro de 2003, e lá se vão oito anos, uma petição internacional assinada por mais de 300 cientistas, químicos, técnicos e ambientalistas de 37 países, pediu a revisão, esclarecimento e discussão sobre os benefícios e malefícios da adição à água encanada do flúor, íon utilizado como preventivo de cáries. Atendendo à petição, foram apresentados vários estudos comprovando os riscos para a saúde geral do corpo, especialmente dos ossos, devido à ingestão desse potente agente químico que quando ultrapassa apenas 1 ppm já causa problema até nos dentes. De lá para cá, muitas pesquisas vêm atestando ligações entre ingestão de flúor e doenças da modernidade.

Autistas, por exemplo, não devem beber água fluoretada. Embora não haja confirmação de associação direta entre o flúor e a disfunção, sabe-se que ele potencializa os sintomas do autismo.

O problema da adição de uma droga, venenosa ou não, na água de todas as pessoas, é uma questão delicada. Até que ponto as autoridades têm o direito de institucionalizar um tratamento medicamentoso na água para todos os cidadãos de todas as idades? Sabendo-se da ligação entre tal produto e desencadeamento de patologias, como e por quais razões se mantêm a mesma diretriz?
A retirada, diante das evidências, bate na trave econômica e política. Subproduto da indústria do alumínio, o íon, que mata um corpo adulto com apenas 5 gramas, não pode ser simplesmente jogado na natureza. A confiança inicial de que em doses ínfimas espalhadas pelas águas e alimentos no mundo, só faria bem aos dentes, evitando cáries, fez com as políticas se consolidassem nesse gigantesco contrato comercial mundial, agora difícil de ser desfeito, especialmente em países em desenvolvimento que têm de um lado a população ignorante que aceita as decisões públicas e privadas sem questionamentos e de outro os concentradores de renda, que defendem o status quo a qualquer preço.

Alguns países, já a partir de 2003, outros antes, retiraram o flúor da água e passaram a adicioná-lo ao sal de cozinha, já que se consome menos sal do que água, o que reduziria o risco de ingestão excessiva do íon, cumulativo no corpo humano. Diante das evidências e para reparar a visão equivocada, baseada em pesquisas que só levavam em conta a prevenção de cáries, muitos países simplesmente não utilizam mais o uso sistêmico do flúor como preventivo de cáries; apostam na educação alimentar, higiene e no uso tópico, diretamente aplicado nos dentes. No Canadá, Áustria, Finlândia, Bélgica, Noruega, França e Cuba, alguns dos países que pararam de fluoretar suas águas, os índices de cáries continuaram caindo. Estudos sobre a ingestão do flúor, que a partir da década de 1970 também foi adicionado a alimentos, leites em pós e a alguns medicamentos, apontam malefícios graves e cumulativos para a saúde em geral. Os danos começam pela fluorose, que pode ser leve, causando manchas esbranquiçadas nos dentes ou grave, quando a dentição permanente fica com manchas marrons ou chega a ser perdida, esfacelando os dentes. Para que isso ocorra basta que crianças de zero a seis anos sejam expostas à ingestão diária do íon. O resultado visível só aparece nos dentes permanentes, já a ingestão de flúor na gravidez compromete a primeira dentição da criança.

O flúor no corpo- Quando ingerido o flúor é rapidamente absorvido pela mucosa do estômago e do intestino delgado. Sabe-se que 50% dele é eliminado pelos rins e que a outra metade aloja-se junto ao cálcio dos tecidos conjuntivos. Dentes e ossos, ao longo do tempo, passam a ficar deformados, surgem doenças e rachaduras. A hipermineralização dos tecidos conectivos dos ossos, da pele e da parede das artérias é afetada, os tecidos perdem a flexibilidade, se tornam rígidos e quebradiços. Para que tudo isso ocorra, segundo estudo de 1977 da National Academy of Sciences, dos EUA, o corpo humano precisaria absorver durante 40 anos apenas 2mg de flúor por dia. Parece difícil ingerir tanto, mas a fluorose já é um fato, uma doença moderna comprovada. Diversos estudos químicos atestam que o flúor é tão tóxico como o chumbo e, como este, cumulativo. Quanto mais velhos mais aumentamos a concentração de flúor nos nossos ossos, o que traz maiores riscos de rachaduras e doenças como a osteoporose (veja o primeiro link). A versão natural do flúor, encontrada na natureza, inclusive em águas minerais, peixes, chás e vegetais tem absorção de 25% pelo corpo humano, mas a fluoretação artificial é quase que totalmente absorvida. A maior parte se deposita nas partes sólidas do organismo, os ossos, e parte pequena vai para os dentes. Acredita-se que o fluoreto natural tenha algum papel importante para a saúde humana, mas isso ainda não foi completamente comprovado.

No Brasil a adição de flúor à água começou em 1953 em Baixo Guandu, ES, virou lei federal (6.050/74) e a campanha da fluoretação das águas, abraçada pela odontologia em parceria com sucessivos governos desde a década de 1960, continua em alta e tem como meta atingir 100% da água brasileira encanada. Águas potáveis também recebem flúor e algumas águas minerais possuem mais flúor em sua composição do que é recomendado para evitar a fluorose, que é algo situado entre 0,5 ppm e 1ppm, dependendo da temperatura ambiente, já que no verão ou em locais mais quentes se consome mais água. Os odontologistas que ainda defendem a adição do flúor na água potável e encanada afirmam ser a fluorose, que atingiu adolescentes nas últimas gerações com manchas brancas, um problema menor diante das evidências de redução das cáries, comprovadas por várias teses, elaboradas nos anos 1960 e 1970. Segundo eles esse método é o mais eficaz para reduzir índices de cárie que variam entre 20% e 60%. Da década de 1960 para cá, além da fluoretação das águas brasileiras, a população teve acesso maior às escovas de dentes, que tornaram-se mais baratas e populares. Na Suécia, por exemplo, onde não há fluoretação das águas, a cárie foi erradicada por meio da educação da população.

O flúor nos dentes- A redução de cáries por acesso ao flúor ocorre em decorrência de uma regulação do ph bucal, que teria maior constância via corrente sangüínea a partir da ingestão dessa substância. Após escovarmos os dentes com creme dental fluoretado, mantemos o ph ideal por cerca de duas horas. Apesar da campanha pró-ingestão de flúor, nenhum dentista defende a água fluoretada sem a dobradinha boa higiene e boa alimentação. Não há ph administrado pelo flúor que regule os detritos retidos entre os dentes; esses detritos desregulam o ph local, tornando-o mais ácido, o que favorece o surgimento de cáries e outras doenças periodontais. O açúcar torna o ph do sangue muito ácido e ao lado dele o outro grande vilão é o carboidrato, daí os odontologistas condenarem o abuso de doces, biscoitos e pães entre as refeições, especialmente os feitos com farinhas refinadas. Segundo Pedro Cordeiro, odontologista em Florianópolis, uma boa alimentação e uma escovação bem feita três vezes ao dia são métodos extremamente eficazes para a prevenção de cáries. “Recomendo aos pais que não usem creme dental fluoretado em crianças até cinco anos, pois é possível que engulam o creme acidentalmente ou voluntariamente, o que acarretaria a fluorose.” Uso de fio dental, escovação com água e uma boa alimentação são suficientes para evitar o surgimento de cáries em qualquer idade, garante o dentista.

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Medidas seguras- Na água potável encanada são recomendados no máximo 0,6 ppm de flúor, o que causa em crianças menores de sete anos uma fluorose mínima ao nascerem os dentes permanentes. “Acima de 1,5 ppm de flúor na água bebida por crianças menores de sete anos a fluorose é mais agressiva e pode causar má aparência nos dentes permanentes, mas existe tratamento para essa fluorose nos consultórios dentários”, garante o professor Jaime Cury, da Unicamp, defensor da adição de flúor à água. Em Cocalzinho, cidade de Santa Catarina, o flúor contido numa água natural, (1000 ppm) causou sérios danos aos dentes das crianças da região, com perdas parciais e totais dos dentes permanentes. Profissionais de várias partes do Brasil interessaram-se pelo caso, que foi documentado no final da década de 1980. Em 2004 a água mineral Charrua, do RS, apresentava 4ppm de flúor, o que pode resultar em fluorose avançada. O flúor está presente nos cremes dentais desde 1989, inclusive nos infantis, sendo hoje difícil encontrar no mercado convencional um creme dental para uso diário sem o íon. Normalmente os cremes dentais recebem de 1000 ppm a 1800 ppm de flúor. Não há pesquisa que ateste que o flúor aplicado, sem ingestão, cause qualquer mal, mas segundo vários estudos em odontopediatria os problemas de fluorose verificados em todo o Brasil nos últimos anos estão relacionados ao uso de creme dental porque crianças pequenas, além de serem extremamente vulneráveis à ingestão do flúor, engolem acidentalmente ou voluntariamente o creme dental. Uma das razões da ingestão voluntária, em crianças maiores de 3 anos, se deve ao sabor doce dos géis dentais infantis. A fluorose aparente nos dentes de crianças e adolescentes é uma realidade no Brasil.

Diferenças de miligramas são fatais- O argumento que sustenta a adição de flúor à água potável encanada e às águas engarrafadas baseia-se na defesa do controle da cárie infantil, mas quando as águas brasileiras começaram a ser fluoretadas em massa, em 1974, os cremes dentais não eram fluoretados e as informações sobre os hábitos de higiene e de alimentação iniciavam nas capitais e cidades maiores. Naquela época o flúor ainda não era adicionado a medicamentos, chicletes, biscoitos e leites em pó para bebês, que quando somados ao flúor da água ultrapassam o nível recomendado para lactantes em até 80%. O leite humano possui cerca de 00,1ppm de flúor, uma quantidade já bastante inferior à dos leites em pó, mais isso depende, obviamente, da alimentação da mãe. Durante a década de 1980, quando a fama do flúor como preventivo de cáries era inquestionável, muitas mulheres grávidas tiveram prescrição para tomar comprimidos que incluíam o íon na composição. Hoje já não se receitam suplementos de flúor para gestantes, pois as que tomaram enfrentaram problemas de fluorose na primeira dentição de seus filhos. Foi um teste “científico” que não deu certo, mas não foi o primeiro.

Flúor e o nazismo- As primeiras pesquisas com ingestão de flúor em humanos foram feitas em campos de concentração nazistas com o intuito de acalmar os prisioneiros, que ingeriam o íon a partir da água com até 1500 ppm de flúor. O resultado gerava uma espécie de apatetamento, os prisioneiros cumpriam melhor suas tarefas sem questioná-las. Com o mesmo objetivo o flúor é adicionado a alguns medicamentos psiquiátricos hoje em dia. Mais de 60 tranquilizantes largamente utilizados contêm flúor, como Diazepan, Valium e Rohypnol, da Roche, ligada à antiga I.G.Farben, indústria química que atuou a serviço da Alemanha nazista.http://www.theforbiddenknowledge.com/hardtruth/fluoridation.htm

Essa ligação histórica desperta brigas ferrenhas entre os adeptos da adição do flúor à água e os que são contra, esses últimos acusados pelos primeiros de fazer terrorismo e estabelecer o caos social em nome da nova ordem mundial, que está aí a questionar as bases que sustentam a economia.

A Associação Brasileira de Odontologia recomenda a adição de flúor à água potável como método preventivo fundamental para o Brasil, país grande, de população pobre e desinformada sobre os hábitos de higiene e de alimentação. Segundo o professor Jaime Cury,que passou mais de 20 anos estudando a prevenção da cárie, o flúor adicionado à água tem uma importância social inquestionável. “Gostaria de ser o primeiro a anunciar que o flúor não precisa mais ser adicionado à água, mas o povo brasileiro, a maior parte da população, a que é pobre e desinformada, não escova os dentes corretamente, não pode cuidar da alimentação e é beneficiada pela adição de flúor na água.”

Para ele, “a fluorose leve que não causa mal-estar social, nem deveria ser considerada um problema ou doença porque as crianças com fluorose leve, manchinhas brancas, têm dentes mais fortes.”

Questões políticas- A ciência odontológica vê a fluorose média ou grave como problema principal em conseqüência da adição de flúor à água, mas médicos, químicos e toxicologistas afirmam que a fluorose é apenas o começo de um problema espalhado por todos os ossos do corpo, sobrecarregando a glândula pineal e acarretando outras conseqüências na saúde devido a alteração do funcionamento bioquímico. Eles alertam que as doenças podem demorar anos para surgir, pois o flúor é cumulativo. Nunca houve uma denúncia formal ligando o flúor à indústria de alumínio; as pesquisas feitas por químicos e neurologistas focam exclusivamente os danos do íon à saúde humana. Polêmica à parte, algo não está sendo levado em conta: é praticamente impossível encontrar água que não tenha sofrido adição de flúor. Por uma convenção entre sucessivos governos, a ciência odontológica e a indústria de alumínio, o brasileiro perdeu o direito de beber água sem o aditivo.

Cláudia Rodrigues, jornalista, terapeuta reichiana, autora de Bebês de Mamães mais que Perfeitas, 2008. Centauro Editora. Blog: http://buenaleche-buenaleche.blogspot.com

Flúor Tóxico: Países que Proibiram Fluoretação da Água

24/04/2004 – Mapa do mundo da água fluoretada. As cores indicam a porcentagem da população que recebe água fluorada em cada país, vermelho indica maior porcentagem e branco menor porcentagem.
Os dados deste mapa são do Table 31 (pp. 35-6) de: The British Fluoridation Society; The UK Public Health Association; The British Dental Association; The Faculty of Public Health (2004). “The extent of water fluoridation”, One in a Million: The facts about water fluoridation, 2nd, 55–80.

A fluoretação da água, sal, leite e alimentos variam em grau de país para país. A fluoretação foi implementada em vários países, principalmente na Austrália, Brasil, Canadá, Malásia e EUA, e apenas 5,7% da população mundial bebem água fruoretada.

No Brasil alguns municípios começaram a fluoretação da água em 1950. A lei federal de 1974 exigiu novas estações de tratamento de água, e a fluoretação se expandiu consideravelmente na década de 1980, com níveis de fluoretação ideal fixado em 0,8 mg/L. Em 2003 mais de 70 milhões de brasileiros recebiam água fluoretada, principalmente nas grandes cidades.

Declarações

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Segue abaixo a resposta de alguns países sobre a não fluoretação de seus suprimentos de água potável:

Alemanha – Interrompido

“Geralmente, na Alemanha a fluoretação da água potável é proibida. A relevante lei Alemã permite exceções para fluoretação. A argumentação do Ministério Federal da Saúde contra uma geral permissão de fluoretação da água potável é a natural problemática da medicação compulsória“. (Gerda Hankel-Khan, Embaixada da República Federal da Alemanha, 16/Setembro/1999).

Áustria – Proibido

“O fluoreto tóxico nunca foi adicionado no suprimento de água Pública na Áustria.“ (M.Eisenhut, Chefe do Dept. de Água, Osterreichische Yereinigung fur das Gas-und Wasserfach Schubertring 14, A-1015 Wien, Austria, 17/Fevereiro/2000).

Bélgica – Proibido

“Este tratamento da água nunca foi usado na Bélgica e nunca será (esperamos) no futuro. A razão principal para isto é a posição fundamental do setor de água potável que isto não é uma tarefa para levar tratamento medicinal às pessoas. Isto é de única responsabilidade dos serviços de saúde.“ (Chr.Legros, Directeur, Belgaqua, bruxeles, Bélgica, 28/Fevereiro/2000).

China – Interrompido

”A fluoretação da água potável não é permitido na China, em conformidade com as normas de Padrão da Água Potável Pública da China. (Gao Xishui, Deputy Director General, Department of International Cooperation, Ministry of Health, China, 1/March, 2000).

Dinamarca – Proibido

“nós somos gratos em informar-lhes que segundo o Ministério Dinamarquês de Ambiente e Energia, fluoretos tóxicos nunca foram adicionados no suprimento de água pública. Consequentemente, nenhuma cidade dinamarquesa jamais foi fluoretada.“ (Klaus Werner, Embaixada Real Dinamarquesa, Washington DC 22/Dezembro/1999).

Finlândia – Interrompido

“Nós não favorecemos ou recomendamos a fluoretação da água potável. Existem meios muito melhores de proporcionar a fluoretação que nossos dentes necessitam.“ (Paavo Poteri, Vice Director de Administração, água de Helsique, Finlandia, 7/Fevereiro/2000).

França – Rejeitado

“Quimicas do fluoreto não são incluídas na lista ( dos tratamentos químicos da água potável). Isto é devido à ética assim como as considerações médicas“. (Loius Sanchez, Direteur de la Protection de l’environment, 25 de Agosto de 2000).

Holanda – Interrompido

“Do final dos anos 60 até o inicio dos anos 70 a água potável em vários lugares da Holanda foi fluoretada para prevenir cáries. Entretanto, em seu julgamento de 22 Junho de 1973 no caso nº 10683 a Suprema Corte determinou que não havia uma base legal para a fluoretação. Após aquele julgamento, uma emenda ao acto do suprimento da água foi preparado para proporcionar uma base legal para a fluoretação. Durante o processo tornou-se claro que não havia apoio parlamentar suficiente para este emendamento e a proposta foi retirada.“ (Wilfred Reinhold, Conselheiro Legal, Directoria de Água Potável, Holanda, 15/Janeiro/2000).

Hungria – Interrompido

”A fluoretação foi interrompida por razões técnicas nos anos 60.”

Irlanda do Norte – Interrompido

“O suprimento d’agua da Irlanda do Norte foi fluoretado em 2 pequenas localidades por cerca 30 anos até o ano passado. A fluoretação cessou nestas localidades por razões operacionais. Desta vez não existem planos para começar a fluoretação dos suprimentos d’agua na Irlanda do Norte.“ (C.J, Grimes, Departamento para Desenvolvimento Regional, Belfast, 6/Novembro/2000).

Japão – Proibido

”No Japão decidimos que não há necessidade de fluoretação geral da água potável porque: 1) o impacto da fluoretação sobre a saúde humana varia muito para cada indivíduo e a fluoretação geral pode causar problemas de saúde em pessoas vulneráveis, 2) tabletes de flúoreto podem ser consumidos voluntariamente. (Toru Nagayama, Environment Agency, Government of Japan, 8/March/2000).

Luxemburgo – Proibido

“O fluoreto nunca foi adicionado ao suprimento de água pública em Luxemburgo. Em nosso parecer, a água potável não é o meio conveniente para o tratamento medicinal e as pessoas que necessitam de uma adição de fluoreto podem decidir elas mesmas em usar os meios mais apropriados, como a ingestão de tabletes de fluoreto, para cobrir suas necessidades (diárias).“ (Jean-Marie RIES, Head, Departamento de Água, Administration De L’environment, 3/Maio/2000).

Noruega – Proibido

“na Noruega nós tivemos uma conversa bastante intensa sobre este argumento a 20 anos atrás, e a conclusão foi que a água potável não deve ser fluoretada.“ (Truls Krogh & Toril Hofshagen, Folkehelsa Statens Institutt for Folkeheise (Instituto Nacional de Saúde Pública) Oslo, Noruega, 1/Março/2000).

República Tcheca – Interrompido

“desde 1993, a água potável não foi tratada com o fluoreto nos suprimentos de água pública por toda República Tcheca. Embora a fluoretação da água potável não foi realmente eliminada e não é sob consideração porque esta forma de suplementação é considerada:

Anti-economica (somente 0,54% da água conveniente para beber é usada como tal; o restante e usado para a higiene etc. Além do mais, um crescente número de consumidores (particularmente crianças) estão usando água engarrafada para beber (água subterrânea usualmente com fluor).
Anti-ecológica (carregamento ambiental por substancias desconhecidas)
Anti-ético (“medicação forçada“)
Toxicologicamente e fisiologicamente discutível (a fluoretação representa uma forma desguarnecida de suplementação que negligencia o real consumo individual e a real necessidade de consumo e pode levar a um excessivo risco para a saúde em certos grupos da população; e a formação de compostos do flúor na água em formas não biologicamente activas. (Dr. B. Havlik, Ministerstvo Zdravotnictvi Ceske Republiky, October 14, 1999).

Suécia – Interrompido

“a fluoretação da água potável na Suécia não é permitida… Nova documentação científica ou mudanças na situação da saúde dental que poderiam alterar as conclusões da Comissão não foram mostradas.“ (Gunnar Guzikowski, Inspetor Chefe Governamental, Livsmedels Verket –Administração Nacional dos Alimentos Divisão de Água Potável, Suecia, 28/Fevereiro/2000).

A Realidade do Flúor

· O flúor é mais tóxico que o chumbo, cuja quantidade na água potável não deve superar 0,4 partes por milhão (ppm). O nível do flúor na água potável costuma ser de 1,5 ppm.

· Em um relatório da Universidade da Flórida é dito: “Uma solução de 0,45 ppm de fluoreto de sódio é suficiente para fazer com que as reações sensoriais e mentais fiquem mais lentas”.

· Na Sicília foi achada uma relação entre as regiões de alta concentração de flúor na água com a ocorrência graves doenças dentárias.

· A US Food and Drug Admistration considera que o flúor é um medicamento não aprovado, para o qual não existem provas de inocuidade e de efetividade.

O “flúor na água” leva ao surgimento de vários problemas orgânicos e mentais nos seres humanos. O argumento que se usa para adicionar o veneno chamado flúor na água usada para beber é que o flúor contribui para proteger os dentes, algo que nunca foi provado conclusivamente. Em outros estudos foi provado que o flúor pode causar problemas ósseos, dentários e câncer.Descobriu-se que repetidas doses em quantidades muito pequenas de flúor afetam o cérebro, envenenando e narcotizando lentamente as pessoas e tornando-as submissas.

A Fluoretação da Agua: O Maior Caso De Fraude Científica Do Século

A História De Forçar O Flúor Em Humanos Através Da Fluoretação Da água Potável é Feito Com Mentiras E Engano.

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
Maio 1, 2010

A história de forçar o flúor em humanos através da fluoretação da água potável é feito com mentiras, ganância e engano. Governos que adicionam flúor à água potável, insistem que é seguro, benéfico e necessário, no entanto, provas científicas mostram que o flúor não é seguro para ingerir e áreas que colocam fluor nos seus suprimentos de água potável têm maiores taxas de cáries, câncer, fluorose dental, osteoporose e outros problemas de saúde. Por causa do impulso da indústria de alumínio, as companhias farmacêuticas e fabricantes de armas, o flúor continua a ser adicionado ao abastecimento de água de quase todo o mundo, e devido às recentes ações judiciais contra as empresas de água que colocam fluor na água potável, o precedente foi definido que irá torná-lo impossível que mais ações judiciais sejam tomadas contra os fornecedores de água que com fluor. Há uma crescente resistência contra a adição de flúor no nosso abastecimento de água, mas, infelizmente, porque flúor tornou-se “a força vital de parte da economia e a industrial moderna” (Bryson 2004), há muito dinheiro em jogo para aqueles que endossam a fluoretação da água. As mentiras dos benefícios da fluoretação da água vao continuar a ser alimentado ao público, não para incentivar os benefícios de saúde para um grande número de pessoas, mas para o lucro do complexo militar-industrial.

A história começa em 1924, quando Interessen Gemeinschaft Farben (IG Farben), uma empresa química alemã, começou a receber empréstimos de banqueiros americanos, gradualmente, levando à criação do enorme cartel IG Farben. Em 1928, Henry Ford e American Standard Oil Company (da familia Rockefeller) fundiram os seus bens com IG Farben, e pelos anos trinta, houve mais de uma centena de empresas americanas que tinham filiais e associacoes com eles na Alemanha. Os ativos da I.G. Farben na América eram controlados por uma holding, a American IG Farben, que enumerava sobre ela, a bordo do sector marítimo da Administração: Edsel Ford, presidente da Ford Motor Company, E. Mitchell, presidente da Rockefeller, aos National City Bank de Nova York, Teagle Walter, presidente da Standard Oil de Nova York, Paul Warburg, presidente da reserva federal e irmão de Max Warburg, financista da Alemanha, aos esforços de guerra, Herman Metz , um diretor do Bank of Manhattan, controlado pelo Warburgs, e uma série de outros membros, dos quais três foram julgados e condenados como criminosos de guerra na Alemanha por seus crimes contra a humanidade. Em 1939, no âmbito do acordo Alted, o americano Aluminum Company (ALCOA), então o maior produtor mundial de fluoreto de sódio, e a Dow Chemical Company transferiu sua tecnologia para a Alemanha. Colgate, Kellogg, Dupont e muitas outras empresas eventualmente assinaram acordos de cartel com IG Farben, criando um poderoso grupo de pressão com precisão apelidada de “a máfia de flúor” (Stephen 1995).

No final da II Guerra Mundial, o governo de Estados Unidos enviou a Charles Eliot Perkins, um pesquisador em química, bioquímica, fisiologia e patologia, para tomar conta das plantas químicas vastas Farben, na Alemanha. Os químicos alemaes disseram ao Perkins de um regime que eles tinham planejado durante a guerra e que tinha sido adaptado pelo Estado-Maior alemão. O alemão explicou sua intensao de usar químicos para controlar a população numa determinada região, através da medicação em massa de água potável com fluoreto de sódio, uma tática usada na Alemanha e Russia nos campos de prisioneiros de guerra para fazer o prisioneiro “estúpidos e dócil” (Stephen 1995) . Farben havia desenvolvido planos durante a guerra para usar fluor nos países ocupados, pois verificou-se que o fluoretação causou danos leves a uma parte específica do cérebro, tornando mais difícil para a pessoa afectada defender sua liberdade e fazendo com que o indivíduo se torne mais dócil para autoridade. Fluoreto permanece uma das mais fortes substâncias anti-psicóticas conhecidas, e está contido em vinte e cinco por cento dos tranqüilizantes. Pode não parecer surpreendente que Hitler, praticou o conceito de controle da mente por meios químicos, mas os americanos continuaram a investigação militar nazista, exploraram as técnicas para incapacitar um inimigo ou medicar uma nação inteira. Tal como e referido no Relatório de Rockefeller, um briefing presidencial sobre as atividades da CIA “, o programa de drogas fazia parte de um programa da CIA muito maior para estudar meios de controlar o comportamento humano” (Stephen 1995).

O, mito da prevencao de caries, associados com o uso de flúor, se originou nos Estados Unidos em 1939, quando um cientista chamado Gerald J. Cox, empregado da Alcoa, o maior produtor de resíduos tóxicos de flúor e, ao mesmo tempo sendo ameaçado por alegações por danos com flúor , deu fluor para alguns ratos de laboratório e concluiu que o flúor reduziu as cáries e alegou que devia ser adicionado ao abastecimento de agua de toda a nação. Em 1947, Oscar R. Ewing, um advogado da ALCOA por muito tempo, foi nomeado chefe da Agência Federal de Segurança, uma posição que o colocou no comando do Public Health Service (PHS). Durante os próximos três anos, oitenta e sete novas cidades americanas começaram a fluoretação de água, incluindo a cidade de funcionou como um estudo de controle de fluoretação da água em Michigan, eliminando, assim, o teste mais cientificamente objetivo de segurança e benefícios antes de ele nunca foi concluído.

As investigacoes sobre as consequencias no uso de fluor nos Estados Unidos “foram financiadas pela Indústria de Fertilizantes e Armas que procurava uma saída para os resíduos de fluoreto de montagem industrial, enquanto cada vez mais atingir aumentar o lucro positivo. A “descoberta” que o flúor “beneficiava” os dentes, foi pago pela indústria que precisava ser capaz de defender os “processos de trabalhadores e comunidades envenenadas pelas emissões de flúor industrial” (Bryson, 1995) e transformar um passivo em um ativo. Flúor, um componente de resíduos nos processos de fabricação de explosivos, fertilizantes e outras necessidades “, cuja eliminacao era dispendiosa “foi usado entao no abastecimento de água na América, Através da re-educação pública, o fluoreto, uma vez um produto de resíduos, tornou-se o ingrediente ativo em pesticidas fluorados, fungicidas, raticidas, anestésicos, tranquilizantes, medicamentos fluorados, e um número de produtos industriais e domésticos, dentais géis fluordaos, cremes dentais e enxaguatórios. O flúor é uma parte importante da renda bilionária da industria farmacêutica, que a eventual retirada do apoio desta pratica é financeiramente impossível, juridicamente impensável e potencialmente devastadora para a sua carreira e reputação.

Financiado por empresários de E.U., em uma tentativa de promover a aceitação pública de flúor, Edward Bernays, também conhecido como o pai do PR, ou o spin doctor original, começou uma campanha de artifício para convencer a opinião pública. Barnays explicou que “você pode obter praticamente qualquer idéia aceita se os médicos são a favor. O público está disposto a aceitá-la porque um médico é uma autoridade para a maioria das pessoas, independentemente de quanto ele sabe ou não sabe” (Bryson, 2004). Médicos que aprovaram a fluoretação não sabiam nem sabem hoje das consequencias para a saude que o flúor apresenta. O fluoreto chegou a ser visto como parte do progresso científico e desde que foi apresentado ao público como saúdavel,como uma substância adicionados ao ambiente para o bem das crianças, os opostos ao flúor foram demitidos como excêntricos, os charlatães e lunáticos. Fluoreto tornou-se imune às críticas por causa de uma ofensiva de relacoes publicas implacável, mas também por causa de sua toxicidade global. Ao contrário dos produtos químicos que têm um efeito de assinatura, fluoreto, um veneno sistêmico, produz uma gama de problemas de saúde, de modo que seus efeitos são mais difíceis de diagnosticar.

Documentos recentemente desclassificados nos E.U. Do Projeto Militar Manhattan, mostram como o flúor é a substância química chave na produção da bombas atômica e milhões de toneladas que eram necessários para a fabricação de bombas de urânio e plutônio. Intoxicação por Flúor, não envenenamento por radiação, emergiu como o principal perigo químico de saúde para os trabalhadores e comunidades próximas. Cientistas foram obrigados a fornecer elementos úteis para a defesa no litígio, de modo que começaram secretamente testes de flúor em pacientes hospitalizados desavisados e indignados, crianças deficientes mentais ..”A edicao de agosto 1948 do Journal of American Dental Association que mostrou que há provas de efeitos adversos de flúor foi censurada pela Comissão de Energia Atômica de E.U. por razões de” segurança nacional “(Griffiths, 1998). O relatório liberado somente afirmou que o flúor era seguro para humanos em pequenas doses.

Durante a Guerra Fria, o Dr. Harold C. Hodge, que tinha sido o toxicologista para o Exército de E.U. no Projeto Manhattan, foi o promotor de liderança científica da fluoretação da água. Ele foi secretamente realizando uma das premeiras experiências de fluoretação da água pública em Newburgh, Nova York, secretamente estudando amostras biológicas de cidadãos de Newburgh E.U. em seu laboratório na Universidade de Rochester. Dado que não existem restrições legais contra a supressão de dados científicos, a única conclusão publicada dessas experiências foi que o flúor era seguro em baixas doses, a um veredicto profundamente útil para o Exercito de E.U. que temeu ações judiciais por danos com fluoreto nos trabalhadores em usinas nucleares e fábricas de munições. Poluição do flúor foi uma das maiores preocupações legais que enfrentam os sectores industriais dos E.U. durante a guerra fria. Um grupo secreto de advogados das empresas, conhecidos como os advogados da Comissão Fluor, cujos membros incluíam companias de Aço, ALCOA, Kaiser Alumínio e Reynolds Metals, visitaram as empresas que estavam lutando uma onda de reclamações dos cidadãos por lesão de flúor. Os Advogados do Comité Fluor e os seus embaixadores médicos estavam em contato pessoal e freqüente com os altos funcionários do governo federal do Instituto Nacional de Pesquisa Odontológica, e têm sido implicados no estudo “Kettering” da campanha de quarenta anos, que mostrou que o flúor envenena os pulmões e os gânglios linfáticos em animais de laboratório. Os interesses privados, procuraram destruir carreiras e censurar a informação, garantindo que os estudos científicos levantando dúvidas sobre a segurança do flúor nunca foram financiados, e se o fizessem, nunca foram publicados.

Durante a pesquisa de 1990, conduzido pelo toxicologista Phillis Mullenix de Harvard, ele mostrou que o flúor na água pode levar diminuir o IQ, e aumentar os sintomas em ratos de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH). Poucos dias antes de sua pesquisa for aceita para publicação, Mullenix foi demitido como chefe de toxicologia no Forsyth Dental Center, em Boston. Em seguida, a sua candidatura a uma bolsa para continuar sua pesquisa sobre as consequencias do fluor no sistema nervoso central foi rejeitado pelo National Institute of Health (NIH), quando um painel do NIH lhe disse que “o fluor não tem efeitos no sistema nervoso central” (Griffiths 1998) .

A pesar de evidências crescentes de que é prejudicial para a saúde pública, agências de saúde púbica e grandes organizações médicas e dentais, tais como a American Dental Association (ADA), continuam a promover o flúor. A fluoretação da água continua, apesar de que os próprios cientistas da EPA, cuja união, o capítulo 280 do Tesouro Nacional, União de Trabalhadores, tomou uma posição firme contra isso. Dr. William Hirzy, vice-presidente do capítulo 280, declarou que “flúor (que é adicionado à água municipal) é um produto de resíduos perigosos para os quais há provas substanciais de efeitos adversos para a saúde e que, ao contrário da percepção pública, virtualmente nenhuma evidência significativa mostra seus benefícios “(Mullenix 1998). Embora o flúor é de até cinqüenta vezes mais tóxico do que o dióxido de enxofre, ainda não é regulamentada como um poluente do ar pelo Clean Air Act americano. Uma vez que milhares de toneladas de resíduos industriais de flúor é vertida em abastecimento de água potável, supostamente para incentivar sorrisos brilhantes em nossas crianças, a grande indústria tem a vantagem de poder emitir resíduos de flúor no ambiente como eles gostam, com absoluta nenhuma exigência para medir as emissões e não há maneira de ser considerado responsável pelo envenenamento de pessoas, animais e vegetação.

Em agosto de 2003, a EPA solicitou que o Conselho Nacional de Pesquisa, o braço de pesquisa da National Academy of Sciences (NAS), reavaliar as normas de segurança da água de flúor através da revisão da literatura científica recente, porque a última revisão, em 1993, tinha grandes lacunas na investigação . “Nem o E.U. Food and Drug Administration (FDA), nem o Instituto Nacional de Pesquisa Odontológica (NIDR), nem a American Academy of Pediatric Dentistry tem qualquer prova sobre a segurança ou a eficácia do flúor” (Sterling, 1993). A Academia Internacional de Medicina Oral e Toxicologia classificou o flúor como um medicamento não aprovado devido à sua alta toxicidade e o Instituto Nacional do Câncer encontrou que o flúor é um agente cancerígeno (Maurer 1990).

Atualmente, os governos continuam a introduzir sistemas de fluoretação adicional em todo o país, incluindo as Leis da Água, o que tornou impossível para as empresas de água se submeter a uma audiçao civil ou penal, como resultado da adição de flúor à água de abastecimento público.

Em uma sociedade onde os produtos que contenham amianto, chumbo, berílio e muitos outros carcinógenos foram recolhidos do mercado, é surpreendente que o flúor é abraçado tão completamente e cegamente. Parece absurdo que iríamos considerar pagar pela indústria química, para eliminar seus resíduos tóxicos, adicionando-o ao nosso abastecimento de água. Esconder os perigos da poluição do flúor do público é um trabalho de estilo capitalista, de proporções épicas que tem ocorrido porque um poderoso lobby pretende manipular a opinião pública a fim de proteger os seus interesses financeiros. “Aqueles que manipulam esse mecanismo invisível da sociedade constitui um governo invisível que é o verdadeiro poder dominante de nosso país … nossas mentes são moldadas, nossos gostos formados, nossas idéias sugeridas, em grande parte por homens de quem nós nunca ouvimos falar” (Bernays 1991 ).
Fonte: http://sul21.com.br
Wikipédia
http://www.fluoridealert.org/
http://real-agenda.com

Fonte autoral: oarquivo

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