Juízes corruptos perseguem CNJ para que fique amordaçado.


As três associações de juízes estão caindo de páu em cima da  corregedora do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), Eliana Calmon.

 

Ocorre que arranjaram um jeito de ludibriar o teto constitucional de salários e a corregedora não ficou muito satisfeita.

 

Houve ministros que receberam mais de R$ 700.000,00.

 

Tentam colocar os pobres servidores no meio da confusão afirmando que mais de 200 mil pessoas (os serventuários) foram objetos de invetigação.

 

Na verdade não dão a mínima para os servidores o que querem mesmo e continuar usurpando o dinheiro público impunemente. Estes números são apenas para dar suporte a manutenção a seus odiosos privilégios…

 

Eis a matéria:

Associações de juízes pedem investigação contra Eliana Calmon

Três das principais associações de juízes e magistrados do país afirmaram ontem que vão pedir à Procuradoria-Geral da República que investigue possível crime de quebra de sigilo de dados cometido pela corregedora do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), Eliana Calmon.

Uma varredura determinada pelo CNJ (Conselho Nacional de Justiça) na movimentação financeira de servidores e magistrados do Judiciário está na origem da guerra deflagrada no mundo jurídico. Na última segunda-feira (19), o ministro Ricardo Lewandowski, em decisão liminar, suspendeu as investigações feitas pelo conselho.

Segundo as entidades, a quebra do sigilo de dados, sem ordem judicial, atingiu 231 mil pessoas –entre juízes, servidores e parentes destes.

A nota conjunta divulgada ontem é assinada pela Ajufe (Associação dos Juízes Federais do Brasil), pela AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros) e pela Anamatra (Associação Nacional dos Magistrados Trabalhistas).

Informa, ainda, que pedirão ao presidente do CNJ, ministro Cezar Peluso, que instaure uma correição imediata na corregedoria do CNJ para averiguar e apurar com rigor a quebra ilegal e inconstitucional.

Em entrevista ontem, Calmon negou que tenha realizado quebra de sigilo e que tudo realizado por sua equipe está dentro da lei.

Calmon argumentou que decidiu fazer investigações pontuais, com base em informações enviadas pelo Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), em casos de movimentações consideradas atípicas –acima de R$ 250 mil.

A corregedora do CNJ ainda disse que as entidades são corporativistas e acusou as associações de divulgar informações “desencontradas e absurdas” de que ela estaria investigando mais de 200 mil pessoas, com a intenção de fazer um “verdadeiro linchamento moral”.

Leia abaixo a íntegra da nota conjunta da Ajufe, da AMB e da Anamatra:

“A Ajufe (Associação dos Juízes Federais do Brasil), a AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros) e a Anamatra (Associação Nacional dos Magistrados Trabalhistas) comunicam que deram entrada ontem, 22, na Procuradoria-Geral da República, em face da quebra do sigilo de dados de 231 mil cidadãos brasileiros, sem ordem judicial, pela corregedora nacional de Justiça, ministra Eliana Calmon, com um pedido para apuração de autoria e materialidade de eventual prática de crimes de quebra de sigilo de dados.

No mesmo sentido, as Associações vão requerer ao presidente do Conselho Nacional de Justiça, ministro Cesar Peluso, a instauração de uma correição imediata na Corregedoria do CNJ para averiguar e apurar com rigor a quebra ilegal e inconstitucional, sem autorização judicial, do sigilo bancário e fiscal de juízes, servidores e familiares.

As Associações entendem que a quebra do sigilo de dados de apenas um cidadão brasileiro, sem autorização judicial, já constitui violação ao texto constitucional (Art. 5, inc. XII) e prática de crime.

No sentido da defesa da transparência dos atos da Corregedoria Nacional de Justiça, e do restabelecimento da verdade dos fatos narrados, das milhares de pessoas que tiveram o seu sigilo bancário e fiscal devassado ilegalmente, impõe-se essas medidas para que sejam observados os princípios da legalidade, impessoalidade e moralidade que regem a Administração Pública brasileira e, em especial, para que tudo seja tirado a limpo para bem esclarecer a opinião pública.

As Associações subscritoras continuarão apoiando todas as medidas de investigação do CNJ da conduta de juízes e servidores do Poder Judiciário, desde que observadas as garantias constitucionais inerentes a todos os cidadãos brasileiros.

Gabriel Wedy
Presidente da AJUFE

Henrique Calandra
Presidente da AMB

Renato Sant’Anna
Presidente da ANAMATRA”


Fonte: Folha OnLine apud  editoramagister

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4 respostas para Juízes corruptos perseguem CNJ para que fique amordaçado.

  1. _ disse:

    Por gentileza, peço a remoção do meu nome () dos comentários no blog.

    Agradeço a colaboração.

    • _ disse:

      Por gentileza, edite ou apague o meu nome do comentário no qual peço a remoção do meu nome. Se possível, apague o pedido. Estou tentando sumir da Internet.

      Agradeço.

  2. antônio ferreira leal disse:

    Ainda tenho confiança no CNJ, na Presidência da República, no Ministério Público e na OAB. A corrupção que se instala na magistratura pode acabar com medidas cogentes e hígidas face às demissões. Os juízes corruptos são ladrôes de gravata. Conheço um juiz que substituíu uma sentença de sua autoria no valor de R$3.000,00 já transitada em julgado e adimplida, na quantia de R$3.000.000,00 a pedido do BNB. Agora, eu pergunto: É ladroagem ou não é ? Antônio Leal

  3. Valteci Lima disse:

    OS JUÍZES CORRUPTOS AGRADECEM
    Há momentos que tenho vergonha de ser brasileiro e de ter sido vítima de um desses juízes com desvio de conduta. No Brasil onde deste a época do dito descobrimento já vieram na tripulação degredados, na carta de Pero Vaz de Caminha ao rei de Portugal, Caminha já usava a sua influência pedindo para que o rei mandasse vir seu genro Jorge Osório que estava preso na ilha de São Tomé. Nos dias de hoje a situação não é diferente daquela época, observem: fiscalização eletrônica, radares escondidos por traz das árvores ou dos postes de luz, muitas das vezes votação do aumento do salário de políticos no último dia antes do recesso. Sinto-me indignado, envergonhado em saber que essa prática é usada também, por aqueles que deveriam ser guardiões da nossa justiça. Por que tanto medo, tanto receio para que juízes não sejam investigados pelo CNJ, nos tribunais não ira haver punições, a briga para que os tribunais locais investiguem é pela certeza que eles tem de que nada vai acontecer e como cidadão brasileiro a quem vou recorrer. O judiciário não é o menos corrupto dos poderes, é sim o menos investigados, e os juízes corruptos tem que serem banidos, varridos do judiciário em nome dos bons juízes, basta ver quantos juízes estão presos. Há momentos em que lembro do coronelismo, onde o coronel estava acima de tudo e de todos. A sociedade brasileira tem que reagir, lugar de corrupto é na cadeia seja ele quem for. O que esta em jogo é que muitos juízes tem patrimônio incompatível com seus salários.

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