Cancelamento do exame de ordem do dia 30/10/2011


Eis algumas das reportagens que serão estampadas após o julgamento do STF

A MARCHA DOS BACHARÉIS MARCA O FIM DE UMA DITADURA

EXAME DE ORDEM – O STF cumpriu seu papel constitucional com isenção e abandono

Na Líbia morre Kadafi, no Brasil cai o exame de ordem que marca a decadência da Ditadura da OAB

OS ESTUDANTES VOLTAM AS RUAS E DERRUBAM A DITADURA DA OAB IMPOSTA POR MEIO DO FRAUDULENTO EXAME DE ORDEM

Fim do exame de ordem

Canceladas as provas de exame de ordem marcadas para 30 de outubro de 2011

OAB perde a teta de 72MILHOES de reais por ano

Provas marcadas pela OAB até 2013 ficam prejudicadas

Os Bacharéis vencem a hipocrisia da OAB

Como ficara agora o mercado de trabalho para os velhos advogados com a inclusão de mais MILHÕES de Bacharéis em direito?

COM O FIM DO EXAME DE ORDEM POBRE PASSA A TER DIREITO A ADVOGADO

Cai o ESTELIONÁTARIO exame de ordem

OAB terá que devolver cerca de R$1.500.000… (um bilhão e meio de reais) extorquido dos Bacharéis em Direito por meio do INCONSTITUCIONAL exame de ordem.

Exame de ordem: Fim do maior estelionato coletivo da história.

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9 respostas para Cancelamento do exame de ordem do dia 30/10/2011

  1. Inteligente disse:

    Acorda gente! O que está acontecendo é simplesmente transferencia de cobrança de taxa, se isso ocorrer mesmo que passará a arrecadar dos bachareis vai ser o Mec. kakakakakak , o brasieleiro sempre vai pagar, não tem jeito. Agora quanto a seleção ou qualificação não sei como vai ser feito, talvez o mesmo critério da OAB, ou mais flexível ou pior.

  2. Valmir Godinho Daitx- Osório/RS disse:

    Godinho/RS- Retificando, Inquestionável e inenarrável conhecimento …..

  3. Valmir Godinho Daitx- Osório/RS disse:

    Godinho- Osório/RS. Não tenho ainda o inquetionável e inenarrável conhecimento do escritor do texto acima, mas faço dele minhas palavras, sem botar ou tirar nada. Acredito piamente em Deus e sua infinita justiça, a qual prevalecerá nos homens e mulheres do nosso terreno Supremo Tribunal Federal. Quanto a OAB, esta será ao seu tempo reformulada, como em tudo, na vida terá sua chance de melhorar e crescer no mundo das coisas! Que Deus nos abençõe no dia 26/10 ( Dia de Nossa Senhora do Caravágio) Será apenas uma coincidência?

  4. Ricardo disse:

    Este Artigo do Jornalista JULIO CESAR DE LIMA PRATES define bem o que será o julgamento:

    Por que o Exame de Ordem será julgado inconstitucional no STF? Elementos críticos ao debate
    O blog Exame de Ordem, de forma inteligente, trouxe um áudio com o debate dos Ministros do STF, ocasião em que se julgava um RE que envolvia a Ordem dos Músicos do Brasil e o direito de cobrança de anuidade, expedição de carteira social… A derrota da Ordem foi estrondosa e o blogueiro e advogado Assis Gieseler incitou um pertinente debate sobre os supostos indícios que se podem inferir na lógica discursiva dos Senhores Ministros do STF.

    Sou avesso a mecanicismos, sejam althusserianos, harnekeirianos, sejam os mecanicismos próprios da deformação dialética, como se viu no período estalinista com a criação de uma quarta lei. Ademais, seria uma obviedade ululante, como diria Nelson Rodrigues, sustentar que cada caso é um caso.

    Sou jornalista prático, minha formação acadêmica foi em sociologia e acompanhei, como observador privilegiado, a votação, no STF, da derrubada da obrigatoriedade da exigência do diploma de jornalista. Quem me acompanha há alguns anos, sou blogueiro desde 2003, sabe que eu nunca tive dúvidas acerca da posição que pautaria a maioria dos Ministros do STF. Em todos os textos que produzi, deixei claro que acreditava na derrubada do diploma, posto que havia uma tendência fortemente liberal (sentido político da expressão) na concepção ideológica (gramsciana) da maioria dos Ministros. Essa passava pela repulsa à pressão das corporações, especialmente a dos Sindicatos, Federações e Confederação dos Jornalistas – , enfrentamento com a reserva de mercado, violação ao princípio da liberdade de expressão, dentre outros juízos mais ou menos importantes.

    Como no caso do julgamento da exigência do diploma de jornalista, a pressão corporativa era intensa, tão grande ou até maior que a da OAB, posto que no caso dos jornalistas havia uma fluição das idéias e teses a favor do diploma numa proporção muito maior que a que se verifica com o lobby da OAB e seus satélites corporativos.

    Minha análise sobre os eventuais desdobramentos do julgamento do exame de ordem no STF, nem de longe prende-se a argumentos jurídicos, prefiro analisar tudo sobre o viés ideológico, sem preconceitos.

    Tenho lido as mais diferentes manifestações, ambas apaixonadas, desde que o Procurador Rodrigo Janot exarou um parecer altamente contundente no sentido de ferir os interesses corporativos da OAB. O conteúdo legal inserido nas formalidades discursivas, como foi no caso de Janot, poderia também ser a antítese de tudo que ele sustentou, era só seguir a linha da lógica da OAB, do IARGS, do Ministro da Justiça, do blog exame de ordem…As formalidades legais embutidas nesse ou naquele discurso servem apenas para o pano de fundo da expressão de idéias maiores; numa linguagem hegeliana, poder-se-ía dizer que a essência das lógicas discursivas são as ideologias.

    O mundo jurídico nacional, salvo raros casos, é contaminado pela dominação pura e crua do positivismo. O contraponto, que deveria vir do jusnaturalismo, infelizmente não existe. Assim como não existe compreensão, na média, sobre as vertentes epistemológicas do Direito. Não notam que essas duas principais vertentes ideológicas há muito tempo não conseguem dar conta de seus pressupostos epistemológicos ao nível das modernas teorias do conhecimento, seja o positivismo, que reduz o direito à lei, não conseguindo resolver através de seu instrumental teórico problemas como o da legitimidade, o da pluralidade de ordenamentos, dentre outros, acabando assim por reconhecer, implicitamente, como em Kelsen, o seu fundamento de dominação pura e crua do Estado. Por outro lado, o jusnaturalismo eleva a padrões metafísicos e abstratos o problema da justiça, como se pudesse existir um padrão fixo e imutável dessa categoria, separando-o da realidade histórica concreta, acaba assim referindo-se a fundamentos de ordem teológica, como se elas pudessem ser universais. Em outras palavras, tanto o discurso jusnaturalista quanto o positivista, seja a favor ou contra o exame de ordem, coincidem.

    Por isso, estou analisando a linha discursiva dos Ministros do STF fora do enfoque sobre o qual vem se travando a guerra de argumentos, seja da OAB, seja do MNDB. É necessário romper com a idéia de que Direito só é Direito se for legal, como se o processo de gênese do Direito não fosse anterior a sua positivação e essa (a positivação) não significasse apenas um reconhecimento de direitos cuja gestação já ocorreu no processo histórico. Veremos que a formação de milhares de bacharéis já ocorreu e é um fato consumado sobre o qual não podemos ignorar a presença histórica.

    É óbvio, na busca ideológica de um fulcro capaz de justificar minha posição, lanço mão de um instrumental teórico que foge ao mecanicismo estabelecido entre positivistas e jusnaturalistas em suas diferentes linhas discursivas: uso a teoria dialética do Direito e viva Roberto Lyra Filho.

    No julgamento do exame de ordem vai pesar violentamente o argumento pró-fortalecimento ou pró-enfraquecimento das corporações que atuam dentro do Estado. A base, embora possa até ser negado pela vinculação com FFHH, será a linha de Guilherno O´Donell. Confesso-me em dúvida acerca do pensamento do Ministro Tófolli, mas não tenho nenhuma dúvida, ainda mais ouvindo a fita sobre o julgamento da Ordem dos Músicos do Brasil, que existe uma tendência, alta tendência dentro da atual composição do STF, no sentido liberalizante, no sentido liberal da liberdade de expressão, no sentido de romper com as amarras corporativistas, no sentido de não tolir sonhos. A tendência atual do STF é flexível, maleável, avessa a regredir a visão corporativa estadonovista, tipo a que encarna a OAB. Assim, afora o recheio jurídico do procurador Janot, o que mais delineou as bases de sua construção jurídica e até o processo jusepistemológico de sua argumentação, foi a definição aprioristica de ver a OAB como uma corporação de ofício medieval (sic); vejam a dureza, ele poderia ter sido mais brando e considerado o corporativismo da OAB como estadonovista, mas não, preferiu pegar pesado, à Humberto Eco.

    Ademais, a crítica ao realismo soviético, a crítica a forte presença e forte intervenção do Estado, o debate sobre a anulação do indivíduo e suas potencialidades, aliás, a nadificação do ser, ante as estruturas do Estado, síntese das linhas discursivas (sou pós-graduado em análise de linhas discursivas e sigo a linha francesa) deixam cristalinamente a tendência fortemente liberalizante dos ministros do STF e isso, para mim, é o mais claro indicativo do que mais vai pesar ideologicamente na construção das argumentações jurídicas de cada um. Aposto um sorvete com quem quiser, que o relatório do Ministro Marco Aurélio Mello já está pronto em sua cabeça e ele vai seguir a mesma linha de Janot, embora vá levantar um debate supletivo sobre o papel dos conselhos (leia-se corporações medievais e estadonovistas).

    Ademais, afora a presença liberal que será a marca do julgamento, pesará, também, a emergência de uma realidade cruel, afinal o que fazer com os quase 800 mil bacharéis em Direito que estão fora do mercado e impedidos de trabalhar? Aqui vai entrar em pauta uma multiplicidade de argumentos. A culpa pela proliferação das faculdades de direito, a massificação, será jogada no governo, anotem. Mas a culpa desse quadro macro, não será atribuída ao indivíduo (o bacharel em Direito), que não pode ser responsabilizado pelas macro-estruturas do Estado (não estou falando em superestruturas e infraestrutura leninistas). Nessa análise do indivíduo diante do Estado, com a tendência liberal, o indivíduo não será punido (como quer a OAB), será absolvido.

    Entrará em pauta, também, que a abertura aos que não passaram pelo crivo do exame segregacionista, poderão contaminar a advocacia e o cidadão correrá risco. Vários ministros do STF vão dar risadas dessa linha discursiva. Eles sabem bem que existem péssimos advogados nos quadros da OAB, sabem bem que existem ótimos bacharéis fora do mercado e sabem bem que existem péssimos bacharéis. O Ministro Tóffoli reprovou duas vezes num concurso para magistrado e sabe o que está envolvido no momento de um concurso. Mas os Ministros do STF são homens e mulheres altamente vivenciados, são cultos, não servem para bobos, não compram qualquer argumento, e eles sabem que o Estado não pode usar do seu tacão estatal para impedir esses 800 mil bacharéis de trabalhar; esse argumento da OAB pega entre os seus, no meio fechado, ganancioso, onde um compete com o outro, onde um faz sombra para o outro, jamais um argumento dessa natureza pegará com as cabeças livres, que pensam grande, que são grandes, como dos Ministros do STF. Eles e elas não são fatalistas para declararem alguém incompetente para o exercício da advocacia se a essa pessoa não for dada a chance, sequer uma chance, de mostrar o que sabem ou não. Também esse argumento não fará escola no STF.

    Enfim, eu poderia aqui dissecar cada um dos argumentos, sua essência e comparar à construção de sua linha discursiva à luz da tendência dominante no STF. Não a faço, seria cair até no irracional e no improdutivo.

    Não tenho a menor dúvida de que o Exame de Ordem cairá no julgamento do STF. Ele já é superado historicamente, restará sua superação se dar dentro da ótica que é a razão de ser do Direito: a Justiça.

    A suprema corte brasileira é uma das melhores do mundo, talvez a melhor, justamente por isso a OAB, que é retrógrada, positivista, corporativista, insensível e arrogante, vai levar uma grande derrota no dia desse julgamento da (in)constitucionalidade do exame de ordem. Anotem e cobrem-me.

    A abertura das redações aos não diplomados, não acabou e nem alterou o nível do jornalismo no país. Pelo contrário, melhorou significamente, pois agora todos podem se expressar, independente de ser jornalista diplomado ou não. Quem seleciona os melhores é o mercado, como já sentenciou – aliás – o Ministro Marco Aurélio Mello.
    Reproduzo esse texto escrito meses atrás. Sem medo de errar.

  5. VEJAM!!!!

    ESSE INCOMPETENTE CHAMADO OPHIR CAVALCANTE AFIRMA NÃO TER FEITO NENHUM EXAME DE ORDEM, E DESCARADAMENTE DIZ QUE O (PROFISSIONAL) DEVE INGRESSAR NA OAB PELA PORTA DA FRENTE .
    COMO ISSO REALMENTE O ATINGE , PEDIMOS A ELE QUE FAÇA O EXAME E ENTRE PELA PORTA DA FRENTE, E NÃO SE ESCONDA NESSE CARGO QUE NUNCA REPRESENTOU NADA .
    PALHAÇO TRAVESTIDO DE PRESIDENTE NACIONAL DA OAB.
    NÃO VOU FICAR SURPRESO SE O NOSSO STF ( SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL) NÃO JULGAR A INCONSTITUCIONALIDADE DO INCONSTITUCIONAL EXAME DE ORDEM.
    BRASIL MOSTRA A SUA CARA !!!!!!!!!

  6. Albert disse:

    O que disse acima é uma critica construtiva!

    Dr Mauricio é a favor do exame de ordem, eu sei. Mas como eu sempre disse, o cara é competente e fez o que muito topetudozinho do mnbd não fez!!!

    Olha o twitter dele por exemplo quantos seguidores tem.

    Eu nunca sequer vi um twitter de presidente do Mnbd.

    Quanto tentei entrar em contato com o site brazil no corrupt, foi tanta burrocracia, cadastros, que acabei desistindo.

    Com a velocidade da informação, a galera hoje quer chegar mandar seu recado e pronto.

    Que tenha os moderadores de site para evitar xingamentos, ofensas contra leitores.

    Mas é isso.

    Primeira coisa que eu faria no brazil no corrupt por exemplo é ABRIR para que qualquer leitor possa escrever, PARTICITAR!!!!!!! PARTICIPAR!!!! De maneira simples, clara e rápida.

    Que nem é aqui também por exemplo!!!!!!

    Uma pena que não foi amplamente divulgado, mas aqui por exemplo é bacana!!!!

    Já percebeu Dr Inacio quantas noticias eu simplesmente cheguei postei, voce verificou a vericidade e logo postou????!!!! É assim que funciona,

    Abraço e boa sorte a voces pois sou contra essa atitude sem vergonha e covarde da Oab.

    • Inacio Vacchiano disse:

      Estamos na reta final, até quarta feira os MNBDs tem muito o que fazer… Vamos dar suporte a eles como temos feito… Neste momento a ajuda de todos e fundamental.

  7. Albert disse:

    Eu não cantaria vitória antes da hora. Ser soberbo que nem oab é, pois se for considerado a constitucionalidade, voces serão esculachados e humilhados ainda mais do que já foram.

    Sabemos que existem várias falhas e que juridicamente o exame de ordem tem tudo para ser declarado inconstitucional…

    A hora de lutar espernear já passou, voces tiveram ANOS pra reunir, ir em brasilia, fazer manifestações, ORGANIZAR um site TOP super atualizado.

    A impressão que tenho é que o Dr Mauricio almoça com o senhor Ophir e ministros pelo menos uma vez por semana. ( é claro que não acontece isso, estou apenas ironizando)…

    Pois o “cara” tem sempre noticias quentes , frescas e de total relevancia.

    Porque NUNCA vi isso acontecer em NENHUM SITE DO MNBD?????

    PRESTEM ATENÇÃO PARA A PROXIMA LUTA SEJA LÁ QUAL FOR VOCES TEREM O MINIMO DE OPORTUNIDADE DE GANHAR..

    DR MAURICIO GIESELER ( um único Homem) fez um site que está bombando entre TODOS OS MILHARES DE BACHAREIS!!!

    Porque entre milhares de bachareis não teve um pra seguir o exemplo?????

  8. João Ribeiro Padilha disse:

    Quem
    Ataca a virtude da MORAL do cidadão,denegrindo-o na sua capacidade intelectual,algemando-o sob o pretexto de que se submeta a este ou aquele outro conceito para o exercício lívre de sua atividade profissional,´comete ABUSO de DIREITO…
    Nesse sentido:
    È que o BACHAREL em DIREITO,postula no STF a declaração de “inconstitucionalidade” do Exame de Ordem da OAB.
    Implantado no território brasileiro pela LEI OAB 8.906*94 parágrafo 1. IV
    Com julgamento do RE 603.583 de REPERCUSSÃO GERAL, na pauta do dia 26/10/11 com início para as 14h00
    Gnesis
    1 verso 3: “Haja Luz. Houve Luz
    João Ribeiro Padilha
    Presidente de Honra do MNBD-BRASIL em São Paulo
    21/10/11 sexta feira 10h00

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