Vomos escolher nossa nova hashtag, se houver outra sugestão, escreva na última caixa de opão.
PS
Caros colagas,
Considerando que a hashtag #examedeordempeloMEC tem se mantido na frente das votações, passaremos a adota-las como nossa campanha de luta agora contra o exame de oedem pela OAB.
Vamos divulga-la.









Como eu gostaria de ser parlamentar nesse momento, para travar uma batalha contra contra essa instituição de oportunistas e egoístas.
AO MEU VER O SUPEMO TRIBUNAL FEDERAL COM SEUS MINISTROS PISARAM NA LEI, NA CARTA MAGNA (CONSTITUIÇÃO 1988).
HASHTAG
O Ministério da Educação no Brasil,tem o dever de “abolir”de forma patriótica as palavras AMERICANIZADAS em nosso TABOLEIRO de INFORMAÇÕES.
Será que
No EUA as palavras nossas podem figurar no tabuleiro daquela nação qual aqui funcionam?
Vamos
usar o nosso vernáculo.
joão ribeiro padilha
brasileiro nato.79 de idade
090412 segunda feira 13h58
Pingback: Hashtag vencedora na votação contra o exame de ordem: #examedeordempeloMEC | Inacio Vacchiano
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Exame de ordem, vergonha nacional. Mais vergonhosa ainda foi a decisão do STF amparando a constitucionalidade de uma prova, que só se impõe graças a pertinácia da oab diante dos milhões arrecadados às custas dos BACHAREIS . Os valores cobrados pela anuência dos advogados, dos Bacharéis a título das provas e daqueles que são estagiários não são apresentados ao Tribunal de Contas da UNIÃO nem à Receita Federal. A oab consegue desculpas facilmente descabidas e fáceis de serem rebatidas perante o Juízo, perante o Estado, mas ao invés de se tornarem transparentes, todas estas questões ao chegarem ao judiciário, sabe-se lá o porquê, acabam desfavoráveis à sociedade e a oab se esquivando ao cumprimento de suas obrigações. As decisões acabam sendo favoráveis a esta instituição sabe-se lá o quê. Se é ou não autarquia. Se fazer faculdade perdeu o valor, então que se faça igual ao curso de jormalismo. Se for para ferir diversos princípios constitucionais, que se extingua a contituição; se for para desconsiderar que lei posterior revoga lei anterior, que se ridicularizem as leis; se for para manter uma ordem em desigualdade que se extingua o STF. Se for para manter uma instituição que consegue ganho de causa sem amparo legal nenhum, que seja extinta a oab, pois é inconcebível que uma entidade sem classificação alguma se utilize deste mesmo argumento para se intitular o que for, afim de manipular opiniões, sair impune e comandar o país. A oab é uma autarquia como outra qualquer, deve satisfações à sociedade; portanto, não faz mais que sua obrigação em dizer para onde vão os MILHÕES arrecadados e deixar de insistir na aplicação de um exame o qual desqualifica o formado e, em momento algum é o suporte para avaliar o mínimo ensinado pelas faculdades. Se este exame qualifica em cinco horas e transforma o examinado em profissional da noite para o dia, então esta autarquia deve ser solidária pelos danos causados por estes “profissionais” aos quais a mesma está dando o aval de qualificados. O argumento pronto é de que o exame exige o mínimo; porém, este mínimo é insuficiente na prática. Na prática se aprende muito mais, muito mais do que se aprendeu na faculdade, por isso este exame além de continuar sendo ilegal, é inútil. Tão inútil quanto este exame são as leis que em nada valem, nem mesmo para garantir que a contituição existe.
#examedaordemquedeselegante
Que tal:
#souINCOMPETENTEqueroMOLEZA
Combina com o movimento MNDBista….
examedaordemindecenciaeincompetencia
aprovados no exame da ordem seres igorantes que não conhecem a carta magna brasileira
sábado, 28 de fevereiro de 2009
Gilmar Mendes e o Instituto Brasiliense de Direito Público
O Presidente do STF ganhou os holofotes da grande mídia (como não poderia deixar de ser), afirmando que seria ilegal o repasse de verbas ao MST já que este praticaria supostamente “atividades ilegais”, como por exemplo,lutar pelo direito ao trabalho e por terras para não morrer de fome. O MST reagiu e fez uma “coletânea” de gastos realizado pelo STF sob a presidência de GIlmar Mendes, e sua relação com o IDP. Leiam.
Conflito ético
Embora a Lei Orgânica da Magistratura não proíba expressamente a participação societária de magistrados em empresas privadas, a participação do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, no controle acionário do Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), abala a imagem do Judiciário e coloca novamente a Justiça brasileira em delicada situação junto à opinião pública.
A situação se agrava ainda mais quando o presidente da maior Corte de Justiça do país – aliando a atividade de magistrado a de empresário da educação – compra terrenos de R$ 2 milhões por um quinto do valor e fecha contratos sem licitação para cursos diversos com entidades estatais – desde a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional até o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, conforme informações da revista Carta Capital, em reportagem do jornalista Leandro Fortes.
Criado em 1998, o Instituto de Gilmar Mendes faturou, entre 2000 e 2008, cerca de R$ 2,4 milhões em contratos com órgãos ligados ao governo federal – todos firmados sem licitação. Depois que Gilmar Mendes assumiu o cargo de presidente do STF o faturamento em contratos com a União cresceu. De 2003 para cá, o valor somou R$ 1,6 milhão, segundo dados disponíveis no site Contas Abertas. Só no mês passado, o IDP recebeu R$ 350 mil com a celebração de convênios.
No site da Transparência da Controladoria Geral da União (CGU) verifica-se que nas guias de pagamento aparece um acordo do IDP com a Receita Federal até para trabalho aduaneiro. O Ministério da Defesa – de Nelson Jobim – pagou R$ 55 mil ao Instituto, e a CGU, R$ 15 mil. O IDP tem contrato, sem licitação, com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e até com a Força Aérea Brasileira (FAB).
De acordo com a revista Carta Capital, os valores recebidos da União pelo Instituto Brasiliense de Direito Público, em 2008, devem-se, sobretudo, a três contratos firmados com o Senado Federal, Superior Tribunal de Justiça (STJ) e a Receita Federal. Do Senado, o instituto recebeu R$ 125 mil, do STJ R$ 88,2 mil e da Receita Federal R$ 117,9 mil. Os cursos oferecidos pelo IDP também foram contratados pela Procuradoria-Geral do Distrito Federal, que pagou R$ 690 mil. Assim como nos outros contratos, a licitação foi considerada “inexigível”. No período em que Nelson Jobim presidiu o STF – entre 2005 e 2006 – aquele tribunal gastou quase R$ 50 mil em cursos e eventos oferecidos pelo Instituto de Gilmar Mendes.
Em 2006, o jornal O Globo denunciou relações estranhas entre o IDP e o STF. Então presidente interino do Supremo – a titular Ellen Gracie Northfleet, estava de licença médica – Gilmar Mendes transformou em “bolsa de estudos” um empenho de R$ 3,6 mil referente a um curso de Mestrado em Ações Constitucionais, ministrado pelo IDP a três funcionários do STF.
Todas as tentativas do Ministério Publico Federal para impedir Gilmar Mendes de usar de influência para conseguir contratos no governo foram em vão. A primeira delas ocorreu em abril de 2002, pouco antes de ele ser nomeado para o STF. Na época, o Ministério Público chegou a instaurar uma ação de improbidade administrativa por Gilmar Mendes ter contratado o IDP para dar cursos no órgão do qual era o principal dirigente – a Advocacia-Geral da União.
A construção da sede do IDP – um amplo prédio de quatro andares – foi financiada com recursos do Fundo Constitucional do Centro Oeste – R$ 3 milhões – dinheiro gerenciado pelo Banco do Brasil. Quando começou a funcionar, em 1998, o IDP comprou um terreno por R$ 2,2 milhões, com recursos do Programa de Promoção do Desenvolvimento Econômico Integrado e Sustentável, que ilegalmente o enquadrou com a rubrica de “setor produtivo”, garantindo-lhe um desconto de 80% na aquisição da área. Gravitam ao redor do IDP nomes de peso como o de Nelson Jobim (Defesa) e Jorge Hage (CGU). Entre os professores incluem-se Carlos Alberto Direito, Carlos Ayres Britto, Eros Grau e Marco Aurélio Mello – todos do STF.
STF compra sofá de dois lugares por R$ 10.650,00
O Supremo Tribunal Federal (STF) comprou esta semana um sofá de dois lugares por R$ 10.650,00. A aquisição foi feita na véspera da posse do ministro e presidente do STF, Gilmar Mendes, no Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ocasião em que criticou a construção de novas sedes para o Poder Judiciário e defendeu critérios para as obras. O ministro também disse que, em alguns casos, pode estar havendo excessos.
http://contasabertas.uol.com.br/noticias/detalhes_noticias.asp?auto=2187
Rádio CBN – STF gastou mais de R$ 170 mil em viagens de ministros
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De acordo com a rádio CBN, o Supremo Tribunal Federal (STF) gastou mais de R$ 170 mil com pagamentos de diárias a ministros durante o ano passado. Somente o ex-presidente do STF, Nelson Jobim, recebeu quase R$ 28 mil. Muitas das viagens foram para participar de eventos realizados por universidades particulares, associações e cursos pagos pelos organizadores. Mesmo assim, foi pedido o ressarcimento dos gastos. Num desses encontros, Jobim ficou hospedado, com a mulher, quatro dias num hotel cinco estrelas, em Salvador. O presidente do STF recebeu R$ 693 por diária. Os dados fazem parte de um levantamento feito pela Organização Não Governamental (ONG) CONTAS ABERTAS, com base em números do Sistema de Acompanhamento de Gastos Federais (Siaf). O STF informou que as viagens ressarcidas têm caráter oficial e que os ministros não cobram dos organizadores para ministrar palestras ou participar das solenidades.
Solenidade de posse do presidente do STF custará aproximadamente R$ 40 mil
O Supremo Tribunal Federal (STF) está preparando a tradicional solenidade de posse de ministros. Amanhã, tomarão posse oficialmente no órgão o presidente do Supremo, ministro Gilmar Mendes, e o vice-presidente, ministro Cesar Peluso. O evento, que contará com a presença de 3,5 mil convidados, tem custo estimado de pelo menos R$ 39,9 mil. A quantia servirá para pagar as contratações de um grupo musical e de uma empresa especializada em promoção de eventos, que deverá prestar serviços de recepção, transporte, hospedagem, alimentação, impressão de materiais, entre outros, às autoridades e aos demais convidados. A cerimônia será realizada a partir das 16 horas no plenário do órgão em Brasília.
http://contasabertas.uol.com.br/noticias/detalhes_noticias.asp?auto=2215
Carrinho de Compras: STF reserva R$ 5,5 mil para compra de cortinas e forro blecaute
No embalo da polêmica interminável no caso Dantas, solta ou não solta, o Carrinho de Compras de hoje mostra que o Supremo Tribunal Federal (STF) parece está querendo se esconder ou pelo menos se proteger do sol. Isso porque o órgão empenhou (reservou em orçamento) R$ 5,9 mil com a compra de cortinas, de forros blecaute e de bandôs de alumínio revestido com tecido.
http://contasabertas.uol.com.br/noticias/detalhes_noticias.asp?auto=2320
Carrinho de Compras: STF reserva R$ 67,7 mil para reformar 32 sofás e poltronas
Na semana em que o Supremo Tribunal Federal julgou inadequado o uso de algemas nas operações da Polícia Federal, “contra a espetacularização”, o órgão máximo do Poder Judiciário brasileiro também “reservou” outras surpresas. Na última terça feira, o tribunal empenhou (reservou em orçamento) quase R$ 70 mil com o pagamento de serviços de reforma em 32 sofás, poltronas e cadeiras. Os móveis se dividem em estofados individuais, de dois, três e quatro lugares, além de duas cadeiras de madeira. Duas poltronas são de recepção de gabinete. A nota de empenho só não informa qual seria esse gabinete…
http://contasabertas.uol.com.br/noticias/detalhes_noticias.asp?auto=2342
Carrinho de Compras: STF compra baldes para gelo, saca-rolhas, bandejas de garçom e colheres de pau
A polêmica envolvendo o Supremo Tribunal Federal (STF) e a 6ª Vara Federal Criminal de São Paulo no caso Daniel Dantas parece ter aumentado os ânimos na corte mais alta do Poder Judiciário brasileiro. Isso porque o STF reservou em orçamento (empenhou) R$ 9,8 mil com a compra de diversos itens, entre eles dois baldes para gelo, 12 bandejas de garçom, três saca-rolhas e duas colheres de pau. Será que a 6ª Vara Federal Criminal fez o mesmo? Se fez, passou despercebido pelo rastreamento do Carrinho de Compras…
http://contasabertas.uol.com.br/noticias/detalhes_noticias.asp?auto=2311
Carrinho de Compras: STF reserva R$ 359,00 com compra de tênis Mizuno
O “Carrinho de Compras” de hoje destaca as compras esportivas realizadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) durante a semana. O órgão máximo da esfera judiciária brasileira empenhou R$ 359,00 com a compra de um tênis Mizuno, modelo “Genesis”, preto. Além disso, o STF comprometeu R$ 123,00 com a aquisição de duas calças azul marinho de tactel, com friso branco nas laterais e “elástico forte e cordão na cintura”, tamanho P, e três camisas em malha fria branca, tamanho G, com gola pólo e logotipo do Supremo no peito esquerdo. Resta saber quem serão os “atletas de plantão” ou as atletas que irão vestir as vestimentas típicas das academias de ginástica…
http://contasabertas.uol.com.br/noticias/detalhes_noticias.asp?auto=2458
Carrinho de Compras: STF reserva R$ 7,2 mil para compra de oito bolsas de couro
O “Carrinho de Compras” de hoje, coluna dominical do Contas Abertas que traz o registro dos gastos mais interessantes dos órgãos públicos federais realizados durante a semana, destaca os empenhos (reservas orçamentárias de recursos) do Supremo Tribunal Federal (STF). A instância máxima do Poder Judiciário brasileiro empenhou 7,2 mil para a compra de oito bolsas de couro “confeccionada em couro preto, espessura 14/16 linhas, forrado em curvin automotivo, acolchoada, três bolsos, cinco zíperes reforçados, fundo rígido, cinco pés, velcro, duas argolas, três botões” e mais algumas exigenciazinhas descritas na nota de empenho emitida pelo STF. Cada bolsinha dessa, que ainda deverá ter o símbolo da TV Justiça bordado na lateral das bolsas, custou R$ 895,00.
http://contasabertas.uol.com.br/noticias/detalhes_noticias.asp?auto=2430
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